O que seria de nossos corações se a natureza não tivesse nos dado o dom da criatividade?
Nada disso, não é propaganda, muito menos marketing ou merchandising sobre atributos... Falo do adjetivo em si mesmo... Daquela capacidade que temos (uns mais outros menos), de criar cenários idílicos onde os protagonistas somos nós e nosso "objeto" de desejo durante horas, dias, semanas a fio, na qual a realidade paralela montada em nossas mentes é completamente distinta da realidade em que se vive no momento... A gente simplesmente mentaliza diversas situações coloridas, belas e perfeitas, que não duram mais que a vida de uma borboleta... Piscar os olhos e olhar ao redor cinzento dói, mas infelizmente é um mal necessário. Quando a gente se apaixona, por mais que queiramos evitar que isso nos aconteça, fica difícil fazer julgamentos impessoais sobre a situação, o que é extremamente perigoso porque nos perdemos em suposições que tem 90% de chances de serem meras expectativas vãs, não evoluem e nem acontecem da forma que desejamos com todas as forças de nossos corações. Até que ponto podemos ou devemos permitir que nossas "imagens mentais" fictícias substituam a vida real? Porque uma hora, Chuchu, a realidade bate á porta e se nos recusarmos a abri-la, ela arromba... Sem mandado, ordem ou aviso prévio...
Apaixonar-se é lindo e na maioria das vezes inesperado, o que significa que somos surpreendidos com a "guarda baixa", o que transforma o sentimento em algo tào peculiar... E PERIGOSO, torno a repetir. Principalmente quando se deseja algo que sabemos que nos é proibido. Aquele ser que gostaríamos de pedir aos céus, ao destino e até ao papai Noel, mas não o fazemos por conta das convenções sociais, crenças ou até o próprio discernimento do que é certo ou errado.
A música retrata isso sutilmente... Pode ser um amigo que se ame, um amigo(a) da pessoa com quem você se relaciona hoje (já sabes que não vai durar muito por conta deste pequeno/grande detalhe, né?) ou até mesmo alguém comprometido (esse sim é PUNK... Mínimas chances de concretização, máxima de decepção) ... A paixão não se escolhe, ela só acontece... Inusitadamente, incorretamente, proibitivamente ou não, apesar de eu querer MUITO escrever o contrário... E que atire a primeira pedra (em qualquer lugar que não seja em mim) quem NUNCA passou por isso... Quem NUNCA enfrentou o dilema de ansiar ardentemente algo que não lhe pertence... Nào cobiçar a mulher do próximo, nem a casa, nem seus bens é o nono mandamento das escrituras... Você já o quebrou? Não?
Hum... Fazer, sonhar ou até guardar uma "mental picture" não seria uma forma indireta de fazê-lo?
Se é, perdoem-me, caros leitores, porque eu pequei... Mentira. Eu estou pecando... Sutilmente, debilmente e abstratamente, através de "Mental Pictures".
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Espírito natalino
Alguém que lê meu blog já parou para perceber como as pessoas em geral - porque sempre tem um ou outro "abençoado" que não se importa com NADA - ficam generosas na época do natal? É como se uma energia benevolente, de caridade, amor e respeito ao próximo, por alguns chamada de espírito natalino, tomasse conta de todos esses corações, ofuscando o lado ruim da maioria (eu escrevi MAIORIA, não todos INFELIZMENTE) e realçando o que cada um tem de melhor? Pode ser um sorriso no rosto, gestos educados, amistosos e até generosos... A gente volta a falar com aquela vizinha fofoqueira que nos malhou o ano todo, perdoa aquele "amigo da onça" que nos decepcionou e até atende aquele telefonema do gato(a) que nos magoou em algum momento(recente ou nào) de nossa vida... E começa a achar que tudo é possível, que as pessoas podem evoluir e a esperança por um mundo melhor, onde a paz e a harmonia reinem passa a fazer parte de nossos desejos para o próximo ano...
Ele chega, passa mês após mês e de repente nos damos conta de que nada do que queríamos de todo o coraçào fazer ou realizar em prol da humanidade e melhoria dela nào aconteceu e que mais um ano se passou sem que nada houvesse mudado, a nào ser a quantidade de atrocidades nos noticiários, mas um novo natal se aproxima, e na esperança de viver em um lugar melhor, nos deixamos envolver pela atmosfera do natal que se aproxima... AGAIN.
Aff!!! Claro que não sou os "abençoados" que não se importam com o natal, muito pelo contrário, mas sou analítica e hoje estou dando atenção para a pergunta que não quer calar em meu coração: Para onde vai este tal espírito, entidade ou energia natalina no decorrer do ano? E porque nós, seres imperfeitos até a raiz dos cabelos nào tornamos hábito as boas ações somente praticadas no Natal?
Será que um dia consigo esta resposta?...
Ele chega, passa mês após mês e de repente nos damos conta de que nada do que queríamos de todo o coraçào fazer ou realizar em prol da humanidade e melhoria dela nào aconteceu e que mais um ano se passou sem que nada houvesse mudado, a nào ser a quantidade de atrocidades nos noticiários, mas um novo natal se aproxima, e na esperança de viver em um lugar melhor, nos deixamos envolver pela atmosfera do natal que se aproxima... AGAIN.
Aff!!! Claro que não sou os "abençoados" que não se importam com o natal, muito pelo contrário, mas sou analítica e hoje estou dando atenção para a pergunta que não quer calar em meu coração: Para onde vai este tal espírito, entidade ou energia natalina no decorrer do ano? E porque nós, seres imperfeitos até a raiz dos cabelos nào tornamos hábito as boas ações somente praticadas no Natal?
Será que um dia consigo esta resposta?...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Terreno que ninguém pisa - DOWNLOAD
Recebi recentemente uma melodia que me fez refletir mais que de costume e decidi escrever sobre ela, pois a letra abre um leque bem extenso de possibilidades e situações que nos colocam nos holofotes implacáveis do julgamento alheio e pior, da nossa própria consciência... Sim, aquela que nunca nos magoa diretamente, não nos maltrata, mas nos mostra a verdade de maneira tão vívida, crua e cruel e está sempre a nosso lado nas horas mais terríveis, improváveis e intrépidas, quando gostaríamos de curtir nossa derrotta/vergonha/vexame em privacidade... Esse big brother interior que nenhuma queda de energia derruba...
Bom, a questão é que coração é terreno que NINGUÉM pisa... Arrisco-me a escrever que nem nós mesmos, até que tenhamos sido conduzidos pela vida em algumas situações inusitadas para chegarmos lá... Os recônditos escuros, virgens, imaculados... Coisas das quais se desconhecia, ignorava... A porta sempre lacrada, forçosamente (ou não) aberta revela detalhes obscuros sobre nós mesmos que preferíamos manter no anonimato até então...
Uma vez aberto, o que fazer???
Querem saber qual foi a música, não é?
Vou fazer-lhes o mesmo favor que me foi feito: Vou postar o link dela aqui com tradução e tudo e o "resto", a análise, fica por sua conta... Você, o espelho e AQUELA que NUNCA te deixa na mão...
Divirtam-se... Ou não.
Bom, a questão é que coração é terreno que NINGUÉM pisa... Arrisco-me a escrever que nem nós mesmos, até que tenhamos sido conduzidos pela vida em algumas situações inusitadas para chegarmos lá... Os recônditos escuros, virgens, imaculados... Coisas das quais se desconhecia, ignorava... A porta sempre lacrada, forçosamente (ou não) aberta revela detalhes obscuros sobre nós mesmos que preferíamos manter no anonimato até então...
Uma vez aberto, o que fazer???
Querem saber qual foi a música, não é?
Vou fazer-lhes o mesmo favor que me foi feito: Vou postar o link dela aqui com tradução e tudo e o "resto", a análise, fica por sua conta... Você, o espelho e AQUELA que NUNCA te deixa na mão...
Divirtam-se... Ou não.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Nem tudo que reluz é ouro
A frase-título deste post é tão antiga quanto Matusalém, no entanto tão moderna, assertiva e equipara-se a tantas situações, que eu poderia ficar aqui até amanhã escrevendo sobre os possíveis acontecimentos de nossas vidas no qual ela se encaixa, mas hoje estou me sentindo um tanto "sucinta" e vou direto ao ponto no qual esta máxima me surgiu á mente...
Sabe quando conhecemos alguém que parece perfeito? Simpático, maduro, responsável, de fala mansa e eloquente, intenso, charmoso, atraente, inteligente (não tão bonito quanto gostaríamos em alguns casos), sedutor, carismático, ocupado, e muitos outros "ados" a fora? Ah, mas é claro que você sabe... Cada encontro parece o último dia de sua vida e o esforço em parecer tão perfeita quanto ele(a) é quase desumano e depois que o bendito\maldito encontro acaba, a exaustão, frustração por ter gaguejado, rido alto demais ou não ter dito a coisa certa supera qualquer boa lembrança que se possa guardar na memória? Pois é... Neste momento a tal "máscara" que cito algumas vezes aqui como um incômodo alarme é retirada e você percebe que MAIS UMA VEZ perdeu a grande chance de ser você mesma(o).
Obviamente, não preciso dizer como esse teatro esdrúxulo termina... Ou não, né?
Quando finalmente o trauma de mais esta "bola fora" é exaustivamente destrinchado, questionado, respondido, solucionado e arquivado, eis que o morto-vivo ressurge das cinzas, como a Fênix vinda do fogo de sei-lá-onde...
Ah!!!
Mas é CLARO que você aceita as desculpas esfarrapadas pelo sumiço anterior, quando uma nuvem negra atingiu a vida do "ser perfeito" que tanto lhe arrancou o sono (muitas vezes até lágrimas sentidas) e resolve dar uma segunda chance para ver no que vai dar... Afinal de contas, ninguém gosta de lidar com "coisas" inacabadas... Ninguém mesmo! Nem o MR. "KNOW IT ALL" a que me refiro.
Mas, porém, contudo e todavia, o que antes era a luz no escuro de sua alma passa a ter alma também e pasmem: DEFEITOS!
Éééééé... E no instante em que a primeira "rachadura" é descoberta, flashes de um passado antes imaculado é revisto e atitudes HUMANAS notadas, quando antes foram camufladas pela nossa lente cor-de-rosa e o senso de uma realidade no ontem ignorada, traz o questionamento inevitável á tona, como o óleo derramado na costa de nosso estado pela petroleira americana...
Como foi que não vi isso ou aquilo antes?
Simples: Quando se está envolvido no desejo DE e não no OBJETO de desejo DE, é assim que acontece... A gente só enxerga o que quer e esquece de avaliar o todo, simplesmente porque a carência do momento, as circunstâncias e a vontade de querer fazer dar certo sobrepujam uma análise mais detalhada e REALISTA da situação... E depois de superado, o ser se torna HUMANO, errático e aquela segurança toda, o charme, o carisma e os outros acima citados (odeio me repetir e sei que entenderam o principal) não eram assim tão notáveis e o pedestal no qual se colocou a criatura transforma-se num amontoado de escombros.
A atração pode continuar depois de tudo isso?
Pode... Mas eu tenho CERTEZA que desta vez as rédeas serão suas e as máscaras usadas no passado serão queimadas junto aos sonhos, expectativas e esperanças que esta mesma pessoa que te procura hoje NÃO atendeu no passado... Até porque hoje você descobre que ela nada mais era que um reflexo de seus próprios anseios.
O brilho dourado do amor no fim do arco-íris instiga, aquece e atrai... Mas usufruir deste "ouro" é aceitar e saber lidar com as "réplicas" espalhadas ao longo do caminho... Pense nisso.
Sabe quando conhecemos alguém que parece perfeito? Simpático, maduro, responsável, de fala mansa e eloquente, intenso, charmoso, atraente, inteligente (não tão bonito quanto gostaríamos em alguns casos), sedutor, carismático, ocupado, e muitos outros "ados" a fora? Ah, mas é claro que você sabe... Cada encontro parece o último dia de sua vida e o esforço em parecer tão perfeita quanto ele(a) é quase desumano e depois que o bendito\maldito encontro acaba, a exaustão, frustração por ter gaguejado, rido alto demais ou não ter dito a coisa certa supera qualquer boa lembrança que se possa guardar na memória? Pois é... Neste momento a tal "máscara" que cito algumas vezes aqui como um incômodo alarme é retirada e você percebe que MAIS UMA VEZ perdeu a grande chance de ser você mesma(o).
Obviamente, não preciso dizer como esse teatro esdrúxulo termina... Ou não, né?
Quando finalmente o trauma de mais esta "bola fora" é exaustivamente destrinchado, questionado, respondido, solucionado e arquivado, eis que o morto-vivo ressurge das cinzas, como a Fênix vinda do fogo de sei-lá-onde...
Ah!!!
Mas é CLARO que você aceita as desculpas esfarrapadas pelo sumiço anterior, quando uma nuvem negra atingiu a vida do "ser perfeito" que tanto lhe arrancou o sono (muitas vezes até lágrimas sentidas) e resolve dar uma segunda chance para ver no que vai dar... Afinal de contas, ninguém gosta de lidar com "coisas" inacabadas... Ninguém mesmo! Nem o MR. "KNOW IT ALL" a que me refiro.
Mas, porém, contudo e todavia, o que antes era a luz no escuro de sua alma passa a ter alma também e pasmem: DEFEITOS!
Éééééé... E no instante em que a primeira "rachadura" é descoberta, flashes de um passado antes imaculado é revisto e atitudes HUMANAS notadas, quando antes foram camufladas pela nossa lente cor-de-rosa e o senso de uma realidade no ontem ignorada, traz o questionamento inevitável á tona, como o óleo derramado na costa de nosso estado pela petroleira americana...
Como foi que não vi isso ou aquilo antes?
Simples: Quando se está envolvido no desejo DE e não no OBJETO de desejo DE, é assim que acontece... A gente só enxerga o que quer e esquece de avaliar o todo, simplesmente porque a carência do momento, as circunstâncias e a vontade de querer fazer dar certo sobrepujam uma análise mais detalhada e REALISTA da situação... E depois de superado, o ser se torna HUMANO, errático e aquela segurança toda, o charme, o carisma e os outros acima citados (odeio me repetir e sei que entenderam o principal) não eram assim tão notáveis e o pedestal no qual se colocou a criatura transforma-se num amontoado de escombros.
A atração pode continuar depois de tudo isso?
Pode... Mas eu tenho CERTEZA que desta vez as rédeas serão suas e as máscaras usadas no passado serão queimadas junto aos sonhos, expectativas e esperanças que esta mesma pessoa que te procura hoje NÃO atendeu no passado... Até porque hoje você descobre que ela nada mais era que um reflexo de seus próprios anseios.
O brilho dourado do amor no fim do arco-íris instiga, aquece e atrai... Mas usufruir deste "ouro" é aceitar e saber lidar com as "réplicas" espalhadas ao longo do caminho... Pense nisso.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Reconhecimento
Todo mundo gosta de ser reconhecido... Seja na escola, cursinho, faculdade, com a pessoa que se quer conquistar, namorado(a), em casa, pelos pais, irmãos, amigos e no trabalho... Há quem faça de tudo para tal, quem faça pensando na hipótese "de" e quem faz porque precisa ser feito, por amor ou vocação... Mas em TODOS os casos, diretamente, inconscientemente ou não, o reconhecimento é sempre desejado. E não seja hipócrita, admita que ao menos UMA VEZ na vida fez algo ESPERANDO reconhecimento ou por um mísero ELOGIO pelo feito.
No meu caso não é diferente... Trabalho, dez, doze horas por dia quando é necessário, fins de semana, feriados e geralmente estou trabalhando quando todos estão se divertindo e viajando... Perco noites de sono preocupada com números, metas e objetivos mensais quando muitos estão dormindo e adio tantos encontros marcados com meus amigos que os convites param de chegar em determinadas épocas do ano... Sou dedicada? OBVIO! Mas também espero o tema do post. Eu AMO minha profissão pessoal, mas ser gratificada por ela não me é suficiente... Tenho que receber um elogio como "up sell" a cada meta batida ou premiação pelo esforço SEMPRE extra que me proponho a fazer...
Trabalho numa empresa que valoriza por demais seus colaboradores. Ganho prêmios em produtos, grana extra e até viagens, mas sei que lá no fundo, isso faz parte do meu trabalho... Ninguém por melhor que seja, dá nada de graça e com minha empresa é mais ou menos assim... Nem consigo imaginar como deve ser trabalhar em um ambiente hostil, onde seus mais suarentos, sangrentos e sofridos esforços passam despercebidos...
Bom, mas vamos voltar ao foco... - Se eu não me policiar, acabo desviando do tópico e quem acompanha meus posts sabe o sururu danado que dá - Eu concordo plenamente quando meus amigos e familiares criticam o fato de eu trabalhar muito e perder boa parte das confraternizações e festas (principalmente no ano-novo, que passo DORMINDO, pois é, pasmem mas é a mais pura verdade) mas eu sei até onde posso ou devo ir... Tenho muitas responsabilidades que exigem dedicação e desejo, como qualquer profissional ambicioso crescer mais e mais na carreira... Como já escrevi acima, NADA VEM DE GRAÇA... Cresce o salário, o prestígio, glamour e cargo... E as responsbilidades também... A vida é assim, dois lados, escolhas e a balança interna de cada um... Recebi hoje do presidente de minha empresa um bilhete genial, maravilhoso e DESEJADO através de um singelo convite escrito em larga escala e apenas rubricado por ele para mim e outros profissionais na minha empresa que como eu, dedicam boa parte de suas vidas e energia ás suas tarefas, o RECONHECIMENTO por cada sacrifício descrito acima... Vamos ser premiados numa cerimônia para lá de formal na sede da empresa, regado a requintes de noite de Oscar... OS MELHORES DO BRASIL EM 2011!!! Isso mesmo!!! Dentre as mais de 133 lojas espalhadas país, alguns de nós, que não chegam a duas dezenas fomos notados e o melhor e mais importante, RECONHECIDOS pelos nossos esforços... Se eu estou feliz?
OF COURSE QUE SIM!!!
Se eu esperava?
NÃO, apesar de desejar IMENSAMENTE.
Como sei que muitos dos que não foram citados na homenagem, que não estarão lá para receber o "Oscar", mereceriam tanto quanto eu pisar no tapete vermelho, olhar para o teto, e agradecer a Deus por mais esta vitória!
Eu poderia ficar páginas a páginas aqui destrichando cada detalhe do que tentei resumir, mas sabem o que eu descobri com tudo isso?
Não importa "como" ou "quando" ou "se" você é reconhecido... Faça o que achar melhor, necessário e eficiente... Para SI MESMO.
RECONHECER você mesmo é maior, melhor e muito mais importante do que qualquer outro que você recebeu, recebe hoje ou vier a receber em toda sua vida...
No meu caso não é diferente... Trabalho, dez, doze horas por dia quando é necessário, fins de semana, feriados e geralmente estou trabalhando quando todos estão se divertindo e viajando... Perco noites de sono preocupada com números, metas e objetivos mensais quando muitos estão dormindo e adio tantos encontros marcados com meus amigos que os convites param de chegar em determinadas épocas do ano... Sou dedicada? OBVIO! Mas também espero o tema do post. Eu AMO minha profissão pessoal, mas ser gratificada por ela não me é suficiente... Tenho que receber um elogio como "up sell" a cada meta batida ou premiação pelo esforço SEMPRE extra que me proponho a fazer...
Trabalho numa empresa que valoriza por demais seus colaboradores. Ganho prêmios em produtos, grana extra e até viagens, mas sei que lá no fundo, isso faz parte do meu trabalho... Ninguém por melhor que seja, dá nada de graça e com minha empresa é mais ou menos assim... Nem consigo imaginar como deve ser trabalhar em um ambiente hostil, onde seus mais suarentos, sangrentos e sofridos esforços passam despercebidos...
Bom, mas vamos voltar ao foco... - Se eu não me policiar, acabo desviando do tópico e quem acompanha meus posts sabe o sururu danado que dá - Eu concordo plenamente quando meus amigos e familiares criticam o fato de eu trabalhar muito e perder boa parte das confraternizações e festas (principalmente no ano-novo, que passo DORMINDO, pois é, pasmem mas é a mais pura verdade) mas eu sei até onde posso ou devo ir... Tenho muitas responsabilidades que exigem dedicação e desejo, como qualquer profissional ambicioso crescer mais e mais na carreira... Como já escrevi acima, NADA VEM DE GRAÇA... Cresce o salário, o prestígio, glamour e cargo... E as responsbilidades também... A vida é assim, dois lados, escolhas e a balança interna de cada um... Recebi hoje do presidente de minha empresa um bilhete genial, maravilhoso e DESEJADO através de um singelo convite escrito em larga escala e apenas rubricado por ele para mim e outros profissionais na minha empresa que como eu, dedicam boa parte de suas vidas e energia ás suas tarefas, o RECONHECIMENTO por cada sacrifício descrito acima... Vamos ser premiados numa cerimônia para lá de formal na sede da empresa, regado a requintes de noite de Oscar... OS MELHORES DO BRASIL EM 2011!!! Isso mesmo!!! Dentre as mais de 133 lojas espalhadas país, alguns de nós, que não chegam a duas dezenas fomos notados e o melhor e mais importante, RECONHECIDOS pelos nossos esforços... Se eu estou feliz?
OF COURSE QUE SIM!!!
Se eu esperava?
NÃO, apesar de desejar IMENSAMENTE.
Como sei que muitos dos que não foram citados na homenagem, que não estarão lá para receber o "Oscar", mereceriam tanto quanto eu pisar no tapete vermelho, olhar para o teto, e agradecer a Deus por mais esta vitória!
Eu poderia ficar páginas a páginas aqui destrichando cada detalhe do que tentei resumir, mas sabem o que eu descobri com tudo isso?
Não importa "como" ou "quando" ou "se" você é reconhecido... Faça o que achar melhor, necessário e eficiente... Para SI MESMO.
RECONHECER você mesmo é maior, melhor e muito mais importante do que qualquer outro que você recebeu, recebe hoje ou vier a receber em toda sua vida...
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Começar de novo
Meu sonho juvenil tá me saindo melhor que a encomenda... rsrsrs Acabei de chegar da terceira sessão e ainda ficou faltando alguns detalhes... Mas como é o MEU DRAGÃO, eu já deveria esperar que ele fosse rebelde até para "nascer" nas minhas costas...
Mas não foi para chorar minhas pitangas que estou postando... Em minhas "andanças musicais" pela net, achei uma música MARAVILHOSA, que falou alto a meu coração... Será que dirá algo a você também?
Como o vídeo dela no Youtube tá muito baixo, vou colocar apenas a letra...
"Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
ter me rebelado, ter me debatido
ter me machucado, ter sobrevivido
ter virado a mesa, ter me conhecido
ter virado o barco, ter me socorrido...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
sem as tuas garras sempre tão seguras
sem o teu fantasma, sem tua moldura
sem tuas escoras, sem o teu domínio
sem tuas esporas, sem o teu fascínio...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena já ter te esquecido...
COMEÇAR DE NOVO..."
Mas não foi para chorar minhas pitangas que estou postando... Em minhas "andanças musicais" pela net, achei uma música MARAVILHOSA, que falou alto a meu coração... Será que dirá algo a você também?
Como o vídeo dela no Youtube tá muito baixo, vou colocar apenas a letra...
"Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
ter me rebelado, ter me debatido
ter me machucado, ter sobrevivido
ter virado a mesa, ter me conhecido
ter virado o barco, ter me socorrido...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
sem as tuas garras sempre tão seguras
sem o teu fantasma, sem tua moldura
sem tuas escoras, sem o teu domínio
sem tuas esporas, sem o teu fascínio...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena já ter te esquecido...
COMEÇAR DE NOVO..."
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Praticando o desapego
Recebi um e-mail muito interessante de uma pessoa que acompanha o blog e quero escrever sobre ele aqui... Fica fria gata, não entrarei em detalhes... Sua resposta personalizada está lá na sua caixa de entrada... Mas tenho certeza que seu dilema é comum a muitos de nós e acredito que sua experiência pode iluminar muitas idéias por aqui...
Bom, a boneca (NÀO VOU CITAR NOMES NEM DETALHES) em questão precisa praticar o desapego. Resumidamente é isso... Tudo começou a anos atrás e hoje o dilema se repete, quando ela se encontra mais estabilizada emocionalmente e madura o suficiente para entender que quando A MESMA situação se repete over and over again em intervalos significativos de tempo, é porque a lição não foi TOTALMENTE aprendida, digerida e absorvida, não é mesmo, queridos? Ela tem esta consciência, o que já é MAIS que meio caminho andando...
Tá, vamos destrinchar o principal... Ela é bonita, atraente, mas só se apaixona por caras "incompatíveis" com seus desejos mais íntimos (um relacionamento sem amarras ou cobranças, repleto de cumplicidade, LEALDADE e paixão... Porque se algum de vocês conseguir me convencer de que relacionamentos "mornos" dão certo, eu penduro minhas chuteiras e excluo o blog... Viram como estou segura de que esta FÓRMULA não perdura por muito tempo, né?) e acaba arrastando namoros com "good guys" por meses, alguns anos a fio na esperança de ser feliz...
Onde está o erro? Nobody Knows it?
Ok... Eu explico...
A boneca quer um relacionamento e até aí nenhuma novidade, é o que todos querem, desejam, sonham e buscam... Mas a QUALQUER custo? Quanto custará para o bom sujeito iludido mesmo que sem INTENÇÃO, a desilusão da verdade quando seus anseios soprepujarem a razão?
Poxa, pessoal, temos sempre tanto zelo por nossos próprios sentimentos, por que não termos ao menos EMPATIA com o alheio? Mesmo que a intenção seja mais que louvável, a de amar e ser amado, em algum momento seus instintos, desejos e coração exigirão independência e libertação daquele relacionamento nivelado, normal, morno e sem arrebatamento em sua vida... Nada contra os casais amenos, mas se não há bater errático, beijos molhados repletos de promessas e pensamentos paradisíacos, não acha que está na hora de dispor seu candidato ao mercado? Porque retê-lo em algo que desde o início você mantém em "banho-maria"? Para não estar só???
Esta em si não é uma maneira de ser solitária, chuchu? A incapacidade de se dar TOTALMENTE (é a segunda vez que cito a palavra em letras garrafais) não só te faz infeliz e INCOMPLETA, como também frustra o outro e o impede de ser feliz... Não está na hora de "doar" o que por algum motivo que não me compete e nem a ninguém ao seu redor julgar, para quem precisa e REALMENTE fará BOM uso dele?
É isso aí... Indício de necessidade de faxina interna á vista... E não vale esconder no canto do armário o que não te serve mais... Ou nunca serviu... Ou pior, adquirido por CAPRICHO... PRATIQUE O DESAPEGO e passe adiante o que não mexe mais com você. Faça-o com respeito. Lembre-se de um passado não tão distante em que esteve preso ao "armário" de alguém... E o quanto rezou para que fosse libertado deste desapego.
Na ciranda da vida, tudo que vai, volta.
Bom, a boneca (NÀO VOU CITAR NOMES NEM DETALHES) em questão precisa praticar o desapego. Resumidamente é isso... Tudo começou a anos atrás e hoje o dilema se repete, quando ela se encontra mais estabilizada emocionalmente e madura o suficiente para entender que quando A MESMA situação se repete over and over again em intervalos significativos de tempo, é porque a lição não foi TOTALMENTE aprendida, digerida e absorvida, não é mesmo, queridos? Ela tem esta consciência, o que já é MAIS que meio caminho andando...
Tá, vamos destrinchar o principal... Ela é bonita, atraente, mas só se apaixona por caras "incompatíveis" com seus desejos mais íntimos (um relacionamento sem amarras ou cobranças, repleto de cumplicidade, LEALDADE e paixão... Porque se algum de vocês conseguir me convencer de que relacionamentos "mornos" dão certo, eu penduro minhas chuteiras e excluo o blog... Viram como estou segura de que esta FÓRMULA não perdura por muito tempo, né?) e acaba arrastando namoros com "good guys" por meses, alguns anos a fio na esperança de ser feliz...
Onde está o erro? Nobody Knows it?
Ok... Eu explico...
A boneca quer um relacionamento e até aí nenhuma novidade, é o que todos querem, desejam, sonham e buscam... Mas a QUALQUER custo? Quanto custará para o bom sujeito iludido mesmo que sem INTENÇÃO, a desilusão da verdade quando seus anseios soprepujarem a razão?
Poxa, pessoal, temos sempre tanto zelo por nossos próprios sentimentos, por que não termos ao menos EMPATIA com o alheio? Mesmo que a intenção seja mais que louvável, a de amar e ser amado, em algum momento seus instintos, desejos e coração exigirão independência e libertação daquele relacionamento nivelado, normal, morno e sem arrebatamento em sua vida... Nada contra os casais amenos, mas se não há bater errático, beijos molhados repletos de promessas e pensamentos paradisíacos, não acha que está na hora de dispor seu candidato ao mercado? Porque retê-lo em algo que desde o início você mantém em "banho-maria"? Para não estar só???
Esta em si não é uma maneira de ser solitária, chuchu? A incapacidade de se dar TOTALMENTE (é a segunda vez que cito a palavra em letras garrafais) não só te faz infeliz e INCOMPLETA, como também frustra o outro e o impede de ser feliz... Não está na hora de "doar" o que por algum motivo que não me compete e nem a ninguém ao seu redor julgar, para quem precisa e REALMENTE fará BOM uso dele?
É isso aí... Indício de necessidade de faxina interna á vista... E não vale esconder no canto do armário o que não te serve mais... Ou nunca serviu... Ou pior, adquirido por CAPRICHO... PRATIQUE O DESAPEGO e passe adiante o que não mexe mais com você. Faça-o com respeito. Lembre-se de um passado não tão distante em que esteve preso ao "armário" de alguém... E o quanto rezou para que fosse libertado deste desapego.
Na ciranda da vida, tudo que vai, volta.
domingo, 20 de novembro de 2011
Último grão
Li no blog "Um ombro amigo" certa vez, um post muito interessante sobre quando se está sofrendo, na "fossa"... Ele dizia como é impressionante a capacidade das pessoas de se afundarem ainda mais na própria dor quando estão sofrendo de amor (Ou de qualquer outra mazela sentimental) trancando-se em seus quartos e mundos, ouvindo canções tristes, melosas e quase fúnebres enquanto as lágrimas se encarregam de lavar as feridas... Também citei algo semelhante aqui mesmo... Porque apesar de bizarro, este é um PÉSSIMO hábito de muitos de nós... Se você não contribui para engrossar esta estatística, parabéns!... Se ao contrário, seja bem-vindo ao clube!!!
Na minha opinião, cada um sofre de um jeito... Existem os depressivos que "gostam" de sofrer, os que "mergulham" nele e os que choram e se descabelam até que toda a dor tenha sido arrancada junto ás lágrimas curadoras ao som de Evanescence, Lady Antebellum, One Republic, Avril Lavigne, Ana Carolina ou qualquer outro de sua preferência que cante a "dor de cotovelo"... Este foi o meu caso.
Ontem na madrugada, já que o sofrimento cruel não me deixava ir para os braços do Morpheu, decidi entrar no Vagalume á procura das novas músicas da Ana e me deparei com uma artista que não ouvia há tempos... Ao clicar em "ouvir", relembrei algumas melodias e baixei algumas - as que cantavam o amor perdido, obviamente - , entre elas "Último grão", título do post.
Basicamente ela resume o desejo de seguir em frente mesclado á necessidade de continuar tentando... Algo como "estou desistindo de você, mas saiba que ainda te quero muito, mas não POSSO mais"... Estilo DR* (*sigla para o termo discutir relação) para quem quer colocar os pingos nos is e não necessariamente terminar, acabar com tudo e jogar pro alto... Ouvir esta música me fez perder um pouco o foco da minha própria dor, porque me fez para e pensar: Para que terminar algo que AINDA existe? (Falo de sentimentos, queridos, pois muitas vezes se termina relacionamentos que tinham todos os ingredientes de sucesso porque não se soube misturá-los muito menos utilizá-los na medida certa)... Que tal tentar de novo? Passo-a-passo, seguindo á risca a receita? Quer dar uma pitada pessoal? Ok, também é válido desde que dê certo. Mas a partir do momento em que a corda da comunicaçào arrebenta e todos os diálogos remontam erros de ambas as partes e julgamentos severos, o bolo perde o sabor e insistir em cozinhá-lo só causará mais dor, lágrimas e noites em claro... E é neste momento que as músicas e artistas acima citados (e não citados) entram em ação...
Se não tem mais jeito e o coração se partiu, concentre-se em curá-lo... E deixe o ÚLTIMO GRÃO cair... Há males que vêm para o bem.
Na minha opinião, cada um sofre de um jeito... Existem os depressivos que "gostam" de sofrer, os que "mergulham" nele e os que choram e se descabelam até que toda a dor tenha sido arrancada junto ás lágrimas curadoras ao som de Evanescence, Lady Antebellum, One Republic, Avril Lavigne, Ana Carolina ou qualquer outro de sua preferência que cante a "dor de cotovelo"... Este foi o meu caso.
Ontem na madrugada, já que o sofrimento cruel não me deixava ir para os braços do Morpheu, decidi entrar no Vagalume á procura das novas músicas da Ana e me deparei com uma artista que não ouvia há tempos... Ao clicar em "ouvir", relembrei algumas melodias e baixei algumas - as que cantavam o amor perdido, obviamente - , entre elas "Último grão", título do post.
Basicamente ela resume o desejo de seguir em frente mesclado á necessidade de continuar tentando... Algo como "estou desistindo de você, mas saiba que ainda te quero muito, mas não POSSO mais"... Estilo DR* (*sigla para o termo discutir relação) para quem quer colocar os pingos nos is e não necessariamente terminar, acabar com tudo e jogar pro alto... Ouvir esta música me fez perder um pouco o foco da minha própria dor, porque me fez para e pensar: Para que terminar algo que AINDA existe? (Falo de sentimentos, queridos, pois muitas vezes se termina relacionamentos que tinham todos os ingredientes de sucesso porque não se soube misturá-los muito menos utilizá-los na medida certa)... Que tal tentar de novo? Passo-a-passo, seguindo á risca a receita? Quer dar uma pitada pessoal? Ok, também é válido desde que dê certo. Mas a partir do momento em que a corda da comunicaçào arrebenta e todos os diálogos remontam erros de ambas as partes e julgamentos severos, o bolo perde o sabor e insistir em cozinhá-lo só causará mais dor, lágrimas e noites em claro... E é neste momento que as músicas e artistas acima citados (e não citados) entram em ação...
Se não tem mais jeito e o coração se partiu, concentre-se em curá-lo... E deixe o ÚLTIMO GRÃO cair... Há males que vêm para o bem.
sábado, 19 de novembro de 2011
Minha paixão virtual
Encontros intensos salpicados de meias palavras, frases impactantes, planos promissores ministrados pela tecnologia, através da fria tela de um computador... O coração acelerado, o suor escorrendo pelo rosto, o friozinho na barriga... Ele(a) está on! Será que vamos ligar a webcam hoje? A gente se apruma, estufa o peito e encolhe a barriga... Dia a pós dia, noites em claro e um só pensamento: MINHA PAIXÃO VIRTUAL.
Nosso coração fica na berlinda, dividido entre a ilusão perfeita do amor virtual e a realidade nua, crua, preta e branca... Porque independente do veículo utilizado, o combustível é sempre o mesmo. Características pessoais, choque de personalidade e o "gran finalle" deste coquetel de sensações novas, intensas e imprevisíveis: O encontro.
Ainda nào existe meio inventado para se fugir deste momento e como um adolescente, as muitas dúvidas surgem. "Que roupa usar, como me comportar, o que falar???"
Bom, só você pode saber esta resposta, mas eu PRECISO deixar registrado o PRIMORDIIAL... Seja VOCÊ MESMO.
Se não foi no virtual, chuchu... Au Revoir.
Nào ignore, mocinha(o)... Que chances acha que tens contra o implacável martelo do tempo? Se desde o início você se sentiu de alguma maneira pressionado, coagido, constrangido ou teve que corrigir mais de uma vez algumas frases (desde que não tenha sido para verificar a ortografia), acha mesmo que deve seguir adiante?
Você fuma e seu amor virtual abomina o cigarro... Você trabalha muito, bebe, se alimenta mal e seu amor virtual parece um relógio Suíço... Você o quer MUUUUUUUITO e por algum motivo idiota acha que conseguirá "driblar" esses seus pequenos\grandes pecadinhos em prol deste(a) que lhe rouba o sono, lhe tira o ar e balança suas estruturas... VIRTUALMENTE.
Entendeu? Não? Melhor eu desenhar, hein?
Amoreco, fumar, beber e se alimentar mal são péssimos hábitos e seria EXCELENTE revê-los em sua vida... Mas simplesmente porque alguém do outro lado da tela lhe disse isso???
Sejamos francos, como achas que isso vai acabar? Se é que tenha começado um dia...
Vale MESMO a pena transformar-se por uma frase de desagrado? Por uma ameaça de exclusão?
Se vale, ok, vá em frente e seja feliz... Se te incomoda ou fere de alguma forma, respire fundo, pense e principalmente ouça sua intuição... Por PIOR que seja o prenúncio, ela sempre indica a direção CERTA.
Nosso coração fica na berlinda, dividido entre a ilusão perfeita do amor virtual e a realidade nua, crua, preta e branca... Porque independente do veículo utilizado, o combustível é sempre o mesmo. Características pessoais, choque de personalidade e o "gran finalle" deste coquetel de sensações novas, intensas e imprevisíveis: O encontro.
Ainda nào existe meio inventado para se fugir deste momento e como um adolescente, as muitas dúvidas surgem. "Que roupa usar, como me comportar, o que falar???"
Bom, só você pode saber esta resposta, mas eu PRECISO deixar registrado o PRIMORDIIAL... Seja VOCÊ MESMO.
Se não foi no virtual, chuchu... Au Revoir.
Nào ignore, mocinha(o)... Que chances acha que tens contra o implacável martelo do tempo? Se desde o início você se sentiu de alguma maneira pressionado, coagido, constrangido ou teve que corrigir mais de uma vez algumas frases (desde que não tenha sido para verificar a ortografia), acha mesmo que deve seguir adiante?
Você fuma e seu amor virtual abomina o cigarro... Você trabalha muito, bebe, se alimenta mal e seu amor virtual parece um relógio Suíço... Você o quer MUUUUUUUITO e por algum motivo idiota acha que conseguirá "driblar" esses seus pequenos\grandes pecadinhos em prol deste(a) que lhe rouba o sono, lhe tira o ar e balança suas estruturas... VIRTUALMENTE.
Entendeu? Não? Melhor eu desenhar, hein?
Amoreco, fumar, beber e se alimentar mal são péssimos hábitos e seria EXCELENTE revê-los em sua vida... Mas simplesmente porque alguém do outro lado da tela lhe disse isso???
Sejamos francos, como achas que isso vai acabar? Se é que tenha começado um dia...
Vale MESMO a pena transformar-se por uma frase de desagrado? Por uma ameaça de exclusão?
Se vale, ok, vá em frente e seja feliz... Se te incomoda ou fere de alguma forma, respire fundo, pense e principalmente ouça sua intuição... Por PIOR que seja o prenúncio, ela sempre indica a direção CERTA.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Nossas muitas estações
Existe fase para praticamente tudo neste mundo... Umas até nos influenciam direta ou indiretamente, como dizem certos especialistas... Fases da vida, da lua, estações do ano... períodos marcados por características que não são atribuídas a estes elementos especificamente vêm a tona sob o "domínio" deste incompreendido período em que nada é o que aparenta ser, os desfechos são inesperados e tudo está indefinido. Afinal de contas, é uma FASE, um PERÍODO e os nomes aplicados a este fenômeno perfeitamente NATURAL, apontam sempre a mesma definição*. (*Consulte o Aurélio para mais informações)
A questão a se observar em cada um destes "aspectos periódicos inerentes á nossa vontade racional" é o senso de oportunidade em aprender o máximo possível nestes "bizarros insights" de nossas vidas.
Vou explicar: Quando se está numa determinada fase, momento, período ou afim, o mais importante não é a "atmosfera" que isto gera ao redor e sim como se reage á ela. Se é periódico, parte-se da premissa de que vai passar, certo? Como a tempestade que precede a bonaça no tão citado xavão e de nada vai adiantar gastar energia lutando contra o inevitável.
O que fazer: Tire proveito e aprenda com cada um destes "momentos nebulosos" de sua existência porque uma fase (Ou seja lá o nome que você tenha escolhido para definir este momento PASSAGEIRO) não define quem você é de verdade.
Estou numa dessas fases, queridos. E uma bem estranha e difícil de administrar por sinal. Enjôo no primeiro encontro. Conheço, me entusiasmo, troco mensagens, telefonemas e depois do dia D... Bem, vocês sabem o que acontece. Pode ser maravilhoso, único, lindo, romântico, espetacular, mas eu simplesmente não desejo um bis...
Na-na-ni-na-não... Não sou predadora, nem manipuladora muito menos promíscua... Eu quero, desejo e anseio... Uma vez somente. Isso faz de mim um monstro?
NÃO! Isso faz de mim HUMANA, numa fase na qual amarras não me satisfazem. Vejam bem, eu trabalho, oito, dez, doze horas por dia ás vezes, sou uma pessoa responsável, dedicada e uma ótima companhia, mas simplesmente não me sinto inclinada a estender o primeito encontro para um segundo... Por melhor que tenha sido. É como se a lembrança do "first one" me fosse suficiente nesta fase...
Me desesperar? Para quê? Essa não sou eu e nada diz sobre minha verdadeira personalidade! É apenas uma fase pela qual por algum motivo que ainda desconheço (não sou um oráculo com todas as respostas do mundo), preciso passar. Prefiro não magoar corações em encontros infrutíferos em busca do que pode estar errado e seguir carreira "solo" através de mim mesma, absorvendo experiências e PACIENTEMENTE aguardando a estiagem para continuar minha verdadeira caminhada... Respeitando e vivenciando as muitas estações dentro de mim. Porque foram e ainda serão muitas...
Você reconhece e vivencia as suas? Pense nisso.
A questão a se observar em cada um destes "aspectos periódicos inerentes á nossa vontade racional" é o senso de oportunidade em aprender o máximo possível nestes "bizarros insights" de nossas vidas.
Vou explicar: Quando se está numa determinada fase, momento, período ou afim, o mais importante não é a "atmosfera" que isto gera ao redor e sim como se reage á ela. Se é periódico, parte-se da premissa de que vai passar, certo? Como a tempestade que precede a bonaça no tão citado xavão e de nada vai adiantar gastar energia lutando contra o inevitável.
O que fazer: Tire proveito e aprenda com cada um destes "momentos nebulosos" de sua existência porque uma fase (Ou seja lá o nome que você tenha escolhido para definir este momento PASSAGEIRO) não define quem você é de verdade.
Estou numa dessas fases, queridos. E uma bem estranha e difícil de administrar por sinal. Enjôo no primeiro encontro. Conheço, me entusiasmo, troco mensagens, telefonemas e depois do dia D... Bem, vocês sabem o que acontece. Pode ser maravilhoso, único, lindo, romântico, espetacular, mas eu simplesmente não desejo um bis...
Na-na-ni-na-não... Não sou predadora, nem manipuladora muito menos promíscua... Eu quero, desejo e anseio... Uma vez somente. Isso faz de mim um monstro?
NÃO! Isso faz de mim HUMANA, numa fase na qual amarras não me satisfazem. Vejam bem, eu trabalho, oito, dez, doze horas por dia ás vezes, sou uma pessoa responsável, dedicada e uma ótima companhia, mas simplesmente não me sinto inclinada a estender o primeito encontro para um segundo... Por melhor que tenha sido. É como se a lembrança do "first one" me fosse suficiente nesta fase...
Me desesperar? Para quê? Essa não sou eu e nada diz sobre minha verdadeira personalidade! É apenas uma fase pela qual por algum motivo que ainda desconheço (não sou um oráculo com todas as respostas do mundo), preciso passar. Prefiro não magoar corações em encontros infrutíferos em busca do que pode estar errado e seguir carreira "solo" através de mim mesma, absorvendo experiências e PACIENTEMENTE aguardando a estiagem para continuar minha verdadeira caminhada... Respeitando e vivenciando as muitas estações dentro de mim. Porque foram e ainda serão muitas...
Você reconhece e vivencia as suas? Pense nisso.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A dor passa... Mesmo
Não há mal que perdure nem bem que nunca se acabe.
Eu acredito nesta frase. E em muitas outras que fazem referência á cura da dor pelo tempo, muitas vezes citado como "remédio milagroso". Bom, não vou falar aqui sobre dor psicológica e emocional, vou abordar a propriamente dita mesmo. Porque falar sobre outras dores que não a física é complicado, já que não há como sofrer as dores invisíveis do outro sem acabar tentando julgar a melhor forma de curá-la de acordo com NOSSA concepção e ninguém além do "sofredor" conhece a extensão e intensidade de seu sofrimento. Falemos então da face não abstrata da dor...
Desde nova - não adianta porque não vou citar minha idade hoje - , pensava, desejava e ansiava fazer uma tatuagem baseada numa história chinesa que me impressionou a ponto de nunca conseguir esquecê-la. Sempre fui amante da mitologia e em minha época escolar, como sabem, era NERD e passava minhas tardes de lazer lendo as magníficas narrativas sobre deuses e heróis de todas as nacionalidades existentes possíveis. A chinesa e seus dragões guerreiros sempre tiveram maior apelo para mim por estarem sempre acompanhadas de uma "moral da história" e eu acredito que todo acontecimento tem o propósito de nos ensinar algo, mesmo que por analogia, nuance que os orientais em geral utilizam como ninguém que já tenha lido até hoje.
Figura simbólica escolhida, significado definido em meu coraçào e cor apropriada para traduzir minha filosofia, deparei-me com dificuldades intransponíveis para a época...
Primeiramente, eu era menor de idade e não podia me tatuar sem autorização de mami e papi, e sequer cogitar uma conversa sobre o assunto com eles estava fora de questão... Era caro, não tinha recurso NENHUM e muito menos esclarecimento sobre o melhor atista para este desenho, numa década em que muitas doenças terríveis foram atribuídas á prática de pinturas na pele com agulhas, colocação de piercings e afins, transformando os profissionais do ramo em desvirtuadores da moral e bons costumes e o som pesado do Rock em melodia do inferno. (Com isso, você deve estar fazendo suas contas para saber minha idade, não é?). Por essas e outras que não vou citar, meu sonho foi encaixotado, lacrado e trancado no armário de "Num futuro distante talvez, quem sabe..." dentro de meus arquivos íntimos.
Alguns - talvez muitos, você nunca vai saber - anos depois, mais velha, madura e profissionalmente realizada, deparei-me com minha habitual faxina interna, aquela que sempre cito em meus posts e eis que esbarrei na caixa empoeirada e esquecida num canto relativamente escuro e mal conservado do meu íntimo. Abri cuidadosamente aquele desejo e ele literalmente me consumiu. Antes que eu perdesse a coragem e ouvisse a prudência que só a maturidade nos traz, o coloquei embaixo do braço e concentrei-me em achar o artista certo, na hora certa a realizar meu desejo secreto.
Foram as quatro horas mais dolorosas da minha vida e os músculos de minhas costas se retesam sempre que esta lembrança invade meus pensamentos, como o prenúncio de mais e mais dor, pois terei mais duas sessões de tortura antes que eu finalmente possa dar meu sonho juvenil por realizado. Não, eu nào sou louca e muito menos masoquista, queridos. Minha mãe reclamou muito, mas está passando a pomadinha cicatrizante e já até reconhece meu dragão vermelho (ainda incolor) como parte integrante de meu corpo. Se a dor passou? Claro, no dia seguinte latejou menos.
MORAL DA HISTÓRIA: Apesar da dor que eu senti, faria tudo novamente, porque descobri que o medo da dor é pior que a própria dor em si. Doeu muito, mas meu desejo de ter o símbolo das batalhas travadas ao longo da minha vida, foram o bálsamo que eu precisava para seguir adiante pela dor e principalmente através dela.
Eu acredito nesta frase. E em muitas outras que fazem referência á cura da dor pelo tempo, muitas vezes citado como "remédio milagroso". Bom, não vou falar aqui sobre dor psicológica e emocional, vou abordar a propriamente dita mesmo. Porque falar sobre outras dores que não a física é complicado, já que não há como sofrer as dores invisíveis do outro sem acabar tentando julgar a melhor forma de curá-la de acordo com NOSSA concepção e ninguém além do "sofredor" conhece a extensão e intensidade de seu sofrimento. Falemos então da face não abstrata da dor...
Desde nova - não adianta porque não vou citar minha idade hoje - , pensava, desejava e ansiava fazer uma tatuagem baseada numa história chinesa que me impressionou a ponto de nunca conseguir esquecê-la. Sempre fui amante da mitologia e em minha época escolar, como sabem, era NERD e passava minhas tardes de lazer lendo as magníficas narrativas sobre deuses e heróis de todas as nacionalidades existentes possíveis. A chinesa e seus dragões guerreiros sempre tiveram maior apelo para mim por estarem sempre acompanhadas de uma "moral da história" e eu acredito que todo acontecimento tem o propósito de nos ensinar algo, mesmo que por analogia, nuance que os orientais em geral utilizam como ninguém que já tenha lido até hoje.
Figura simbólica escolhida, significado definido em meu coraçào e cor apropriada para traduzir minha filosofia, deparei-me com dificuldades intransponíveis para a época...
Primeiramente, eu era menor de idade e não podia me tatuar sem autorização de mami e papi, e sequer cogitar uma conversa sobre o assunto com eles estava fora de questão... Era caro, não tinha recurso NENHUM e muito menos esclarecimento sobre o melhor atista para este desenho, numa década em que muitas doenças terríveis foram atribuídas á prática de pinturas na pele com agulhas, colocação de piercings e afins, transformando os profissionais do ramo em desvirtuadores da moral e bons costumes e o som pesado do Rock em melodia do inferno. (Com isso, você deve estar fazendo suas contas para saber minha idade, não é?). Por essas e outras que não vou citar, meu sonho foi encaixotado, lacrado e trancado no armário de "Num futuro distante talvez, quem sabe..." dentro de meus arquivos íntimos.
Alguns - talvez muitos, você nunca vai saber - anos depois, mais velha, madura e profissionalmente realizada, deparei-me com minha habitual faxina interna, aquela que sempre cito em meus posts e eis que esbarrei na caixa empoeirada e esquecida num canto relativamente escuro e mal conservado do meu íntimo. Abri cuidadosamente aquele desejo e ele literalmente me consumiu. Antes que eu perdesse a coragem e ouvisse a prudência que só a maturidade nos traz, o coloquei embaixo do braço e concentrei-me em achar o artista certo, na hora certa a realizar meu desejo secreto.
Foram as quatro horas mais dolorosas da minha vida e os músculos de minhas costas se retesam sempre que esta lembrança invade meus pensamentos, como o prenúncio de mais e mais dor, pois terei mais duas sessões de tortura antes que eu finalmente possa dar meu sonho juvenil por realizado. Não, eu nào sou louca e muito menos masoquista, queridos. Minha mãe reclamou muito, mas está passando a pomadinha cicatrizante e já até reconhece meu dragão vermelho (ainda incolor) como parte integrante de meu corpo. Se a dor passou? Claro, no dia seguinte latejou menos.
MORAL DA HISTÓRIA: Apesar da dor que eu senti, faria tudo novamente, porque descobri que o medo da dor é pior que a própria dor em si. Doeu muito, mas meu desejo de ter o símbolo das batalhas travadas ao longo da minha vida, foram o bálsamo que eu precisava para seguir adiante pela dor e principalmente através dela.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Mais do mesmo
Ahá! Te peguei! Não é analogia á música do Legião Urbana... É apenas um leve plágio de título, mas o assunto é outro...
Eu poderia ter colocado "as muitas facetas de nós mesmos" ou "os muito que habitam em nós", mas ficaria meio mórbido e extenso, então resumi, porque "mais do mesmo" é exatamente sobre o quero escrever.
Somos um único ser com uma alma, certo? Até aí, nada novo... Você pode ser rabujento, chato, ciumento, sisudo, crítico e irônico e de repente ser descrito por alguém que você tenha conhecido como charmoso, inteligente, interessante, bem humorado, liberal ou até mesmo por uma outra pessoa como carinhoso, amoroso e apaixonado... Que confusão arrusmastes hein? Quem é você afinal?
Era nesse ponto que eu queria chegar... Ninguém além de VOCÊ sabe quem realmente habita por baixo desta "roupagem física". O ser humano no geral é flexível, adaptável e quando nos convém somos o que quisermos (Ou o que a pessoa que queremos conquistar - ou repelir - espera de nós). Por aí mesmo... Quem nunca foi chamado de frio e calculista por um e depois de meloso até demais por outro? E o que isso nos transforma? Em falsos, fingidos, dissimulados, manipuladores e metamorfos? Mas é claro que não! Somos apenas o produto de uma determinada interpretação inerente a nossas pretenções, ou nos transformamos em tal a fim de nos adaptarmos a certas personalidades que esbarram com a nossa no caminho e o resultado desta miscelânea pode sair completamente oposto ao que somos por dentro. E nem adianta desviar os olhos do post, a culpa é nossa mesmo. Inconscientemente ou não.
Eu já fui santa para alguns e pecadora para outros, fui burra para uns e inteligente mais adiante, deixei que me pisassem e pisei, dancei conforme o ritmo que cada pessoa que me interessava - ou não - me impôs e isso apenas me transformou numa eclética "dançarina" da vida. Junto a isto, obviamente nossa faceta "original" vai descortirnar-se em algum momento, mas até esse dia chegar, ao longo do percurso, ela sofrerá "adaptações" necessárias para sobrevivermos neste habitat nada natural criados por nossas próprias expectativas. Essa selva chama-se sociedade meus queridos, e o modo que nós, animais racionais reagimos a ela é este. Não importa como ou com quem nos relacionamos, a projeção de nossas múltiplas facetas se manifesta naturalmente, á medida que a necessidade surge. Não é uma questão de opinião, sexo ou classe social. É questão de raça, a NOSSA raça e são estas metamorfoses que tornam qualquer julgamento externo feito para nós e por nós tão injusto e incoerente.
Não importa a maneira que somos vistos pelo mundo e sim as circunstâncias que nos levaram a ser (ou estar) como somos, já que a lição final está clara em nossos corações: NUNCA SE ESQUEÇA DE QUEM REALMENTE É.
Priorize esta lição... É indispensável relembrá-la ao longo da vida.
Eu poderia ter colocado "as muitas facetas de nós mesmos" ou "os muito que habitam em nós", mas ficaria meio mórbido e extenso, então resumi, porque "mais do mesmo" é exatamente sobre o quero escrever.
Somos um único ser com uma alma, certo? Até aí, nada novo... Você pode ser rabujento, chato, ciumento, sisudo, crítico e irônico e de repente ser descrito por alguém que você tenha conhecido como charmoso, inteligente, interessante, bem humorado, liberal ou até mesmo por uma outra pessoa como carinhoso, amoroso e apaixonado... Que confusão arrusmastes hein? Quem é você afinal?
Era nesse ponto que eu queria chegar... Ninguém além de VOCÊ sabe quem realmente habita por baixo desta "roupagem física". O ser humano no geral é flexível, adaptável e quando nos convém somos o que quisermos (Ou o que a pessoa que queremos conquistar - ou repelir - espera de nós). Por aí mesmo... Quem nunca foi chamado de frio e calculista por um e depois de meloso até demais por outro? E o que isso nos transforma? Em falsos, fingidos, dissimulados, manipuladores e metamorfos? Mas é claro que não! Somos apenas o produto de uma determinada interpretação inerente a nossas pretenções, ou nos transformamos em tal a fim de nos adaptarmos a certas personalidades que esbarram com a nossa no caminho e o resultado desta miscelânea pode sair completamente oposto ao que somos por dentro. E nem adianta desviar os olhos do post, a culpa é nossa mesmo. Inconscientemente ou não.
Eu já fui santa para alguns e pecadora para outros, fui burra para uns e inteligente mais adiante, deixei que me pisassem e pisei, dancei conforme o ritmo que cada pessoa que me interessava - ou não - me impôs e isso apenas me transformou numa eclética "dançarina" da vida. Junto a isto, obviamente nossa faceta "original" vai descortirnar-se em algum momento, mas até esse dia chegar, ao longo do percurso, ela sofrerá "adaptações" necessárias para sobrevivermos neste habitat nada natural criados por nossas próprias expectativas. Essa selva chama-se sociedade meus queridos, e o modo que nós, animais racionais reagimos a ela é este. Não importa como ou com quem nos relacionamos, a projeção de nossas múltiplas facetas se manifesta naturalmente, á medida que a necessidade surge. Não é uma questão de opinião, sexo ou classe social. É questão de raça, a NOSSA raça e são estas metamorfoses que tornam qualquer julgamento externo feito para nós e por nós tão injusto e incoerente.
Não importa a maneira que somos vistos pelo mundo e sim as circunstâncias que nos levaram a ser (ou estar) como somos, já que a lição final está clara em nossos corações: NUNCA SE ESQUEÇA DE QUEM REALMENTE É.
Priorize esta lição... É indispensável relembrá-la ao longo da vida.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
What you want Evanescence - DOWNLOAD
A música nova do Evanescence não deveria se chamar "what you want" e sim "Ode á consciência".
Por quê???
Baixe a letra traduzida acima e veja a si mesmo refletido pelo espelho talentoso de Amy Lee. Como não poderia ser diferente, ela arrasou de novo depois de um bom tempo sem novidades, já que é a única integrante da banda original que ainda resta. Os outros são novos, mas promissores...
Comentários musicais á parte, creio que mesmo quem não aprecie o estilo gótico-levemente depressivo das melodias, já ouviu em algum momento - e tenho certeza que se identificou com ao menos uma das letras - uma música do Evanescence, interpretada pela voz inconfundível de uma mulher de beleza incomum e sombria que transpira talento.
Ok, eu confesso. Gosto muito dela e me identifico com muitas letras, mas vocês sabem disso não? Estou sempre aflorando meu lado "negro" por aqui. rs
Apesar da sutileza na analogia da letra, não consigo enxergar outro alvo além daquela voz dentro de nós que sussurra sentenças curtas, diretas e muitas vezes cruéis - a verdade não é nenhuma borboletinha colorida, não é? - quando fazemos algo, mesmo e principalmente apesar de ter ouvido claramente a ordem sucinta desta "voz do além" chamada consciência. E o mais impressinante é que diferente de uma amiga mais objetiva, esta voz nào nos sussurra "eu avisei" com sarcasmo no fim de tudo, quando a M... (MELECA) está feita e circo armado. Ela apenas nos pede para lembrarmos quem somos e guia-nos gentilmente pelo caminho de volta a nosso centro a fim de clarearmos as idéias e o mais irônico disso tudo é que apesar de ela estar sempre ali por nós e "para nós", definitivamente, a consciência é a ÚNICA coisa que não podemos controlar.
Dê uma olhada na letra e me corrija se estiver errada... Se não estiver... Bom, desejo-te boa sorte em sua "viagem ao centro da dita cuja".
Por quê???
Baixe a letra traduzida acima e veja a si mesmo refletido pelo espelho talentoso de Amy Lee. Como não poderia ser diferente, ela arrasou de novo depois de um bom tempo sem novidades, já que é a única integrante da banda original que ainda resta. Os outros são novos, mas promissores...
Comentários musicais á parte, creio que mesmo quem não aprecie o estilo gótico-levemente depressivo das melodias, já ouviu em algum momento - e tenho certeza que se identificou com ao menos uma das letras - uma música do Evanescence, interpretada pela voz inconfundível de uma mulher de beleza incomum e sombria que transpira talento.
Ok, eu confesso. Gosto muito dela e me identifico com muitas letras, mas vocês sabem disso não? Estou sempre aflorando meu lado "negro" por aqui. rs
Apesar da sutileza na analogia da letra, não consigo enxergar outro alvo além daquela voz dentro de nós que sussurra sentenças curtas, diretas e muitas vezes cruéis - a verdade não é nenhuma borboletinha colorida, não é? - quando fazemos algo, mesmo e principalmente apesar de ter ouvido claramente a ordem sucinta desta "voz do além" chamada consciência. E o mais impressinante é que diferente de uma amiga mais objetiva, esta voz nào nos sussurra "eu avisei" com sarcasmo no fim de tudo, quando a M... (MELECA) está feita e circo armado. Ela apenas nos pede para lembrarmos quem somos e guia-nos gentilmente pelo caminho de volta a nosso centro a fim de clarearmos as idéias e o mais irônico disso tudo é que apesar de ela estar sempre ali por nós e "para nós", definitivamente, a consciência é a ÚNICA coisa que não podemos controlar.
Dê uma olhada na letra e me corrija se estiver errada... Se não estiver... Bom, desejo-te boa sorte em sua "viagem ao centro da dita cuja".
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Atração ardente Kate Hardy - DOWNLOAD
Bom, não foi esse livro que me pediram para comentar, mas eu não aguentei o água com açucar que me indicaram e decidi postar algo mais "temperado"...
Leo é o típico advogado sério, racional e focado no topo da pirâmide de sua carreira... Rose é uma mulher linda, inteligente, criativa, arredia e passional... Não poderiam ser mais distintos...
O livro é básico, estilo romances de novela (só que bem menos dramáticos e mais dinâmicos) e não tem muitas reviravoltas mirabolantes como gravidez indesejada, mortes misteriosas e afins... Mas é gostosinho de ler quando se quer relembrar o quanto nossas primeiras impressões sobre o estilo de vida de alguém e até mesmo sobre a própria vida em si, podem mudar num piscar de olhos... Ou no calor de um beijo ardente... Ô fogo bom de queimar esse da paixão...
O que mais me encanta nesta história é a mocinha. Impetuosa, irônica e sarcástica, sem o esteriótipo de "vou pisar em você por ser bonito e para me fazer de mulher honesta e desinteressada"... Longe disso, Rose é bem humana, reconhece o tipão que ela tem e lida bem com isso... Aff, não tão bem assim - humanos têm o péssimo hábito de não digerir certas coisas - e é isso que vai fazer com que vocês continuem a leitura.
Espero que gostem do casal Leo e Rose como eu.
Leo é o típico advogado sério, racional e focado no topo da pirâmide de sua carreira... Rose é uma mulher linda, inteligente, criativa, arredia e passional... Não poderiam ser mais distintos...
O livro é básico, estilo romances de novela (só que bem menos dramáticos e mais dinâmicos) e não tem muitas reviravoltas mirabolantes como gravidez indesejada, mortes misteriosas e afins... Mas é gostosinho de ler quando se quer relembrar o quanto nossas primeiras impressões sobre o estilo de vida de alguém e até mesmo sobre a própria vida em si, podem mudar num piscar de olhos... Ou no calor de um beijo ardente... Ô fogo bom de queimar esse da paixão...
O que mais me encanta nesta história é a mocinha. Impetuosa, irônica e sarcástica, sem o esteriótipo de "vou pisar em você por ser bonito e para me fazer de mulher honesta e desinteressada"... Longe disso, Rose é bem humana, reconhece o tipão que ela tem e lida bem com isso... Aff, não tão bem assim - humanos têm o péssimo hábito de não digerir certas coisas - e é isso que vai fazer com que vocês continuem a leitura.
Espero que gostem do casal Leo e Rose como eu.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A formiga indignada!
Sempre recebo e-mails com pedidos de conselhos, alguns dos assuntos até abordo aqui no blog, sugestões de títulos e críticas muito bem-vindas. Aproveitando o encejo "críticas", quero deixar registrado que sei que acabo viajando em alguns assuntos mesmo e complico ainda mais a mente de quem me pediu o conselho e depois... Aff... Leio injúrias por um par de dias, mas GOSTO mesmo desta interação... Sinal de que ao menos lhes dou o que pensar quando me lêem e visitam meu cantinho, né? rsrsrsrs
Prometi para mim mesma que hoje NÃO iria postar nada, até porque a loucura do post anterior me tirou as forças (e deixou muitos leitores de cabelo em pé e mais perdidos que cachorro quando cai do caminhão de mudanças), mas recebi um texto intressante e gostaria de dividir com vocês... Boa leitura!
"Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; Não desperdiçou nem um minuto sequer...
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar...
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: - Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a Puta Que O Pariu!!!
Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer,pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão,adicione açúcar, pinga e gelo, e... SEJA FELIZ!"
P.S: Qualquer semelhança com o que escrevi no post anterior NÃO é mera coincidência.
Prometi para mim mesma que hoje NÃO iria postar nada, até porque a loucura do post anterior me tirou as forças (e deixou muitos leitores de cabelo em pé e mais perdidos que cachorro quando cai do caminhão de mudanças), mas recebi um texto intressante e gostaria de dividir com vocês... Boa leitura!
"Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; Não desperdiçou nem um minuto sequer...
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar...
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: - Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a Puta Que O Pariu!!!
Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer,pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão,adicione açúcar, pinga e gelo, e... SEJA FELIZ!"
P.S: Qualquer semelhança com o que escrevi no post anterior NÃO é mera coincidência.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Você sabe para onde ir?
Onde eu quero chegar? Alguém que lê o blog já se fez esta pergunta?
Bom, não preciso consultar minha bola de cristal para saber a resposta. Eu já me fiz esta pergunta mais vezes do que gostaria e muito menos do que deveria...
Ficou confuso? Calma, eu explico. Ou melhor, recoloco a indagação: QUANTAS VEZES em sua vida você se perguntou aonde queria chegar? e COMO chegar? A cabeça fervilha como um gps em busca de possíveis caminhos, não é? O que me faz pensar em quanto tempo demora para se perceber que em algum momento deste minucioso planejamento, o real objetivo desencadeador oficial dos preparativos acima, deixou de ser o foco principal desta narrativa.
Ah, tirei dez, hein? Não? Hum...
Se você não concordou com a nota passional que me dei, no mínimo sabe exatamente onde quer chegar e está com o caminho inteiro em mente há tanto tempo que seria capaz de atravessá-lo na escuridão total sem precisar de uma lanterninha de chaveiro sequer... Impressionante mesmo!!!
Me fez lembrar das inúmeras vezes em que estive segura assim, exatamente como você está agora... Para no momento seguinte ter que refazer toda uma rota por conta de algum acontecimento que mudou meu objetivo final.
Eu sei, eu sei, é complexo... E perfeitamente NATURAL.
Trocando em miúdos, nossa vida não é uma provação pela qual temos que passar. Se assim fosse, qual o propósito de estarmos aqui? Viver, por si só já é uma vitória, uma bênção conquistada e não há sentido em focar o que já se tem por regra geral. Mas a forma com a qual se encara o desafio VIDA, essa sim é A META e repleta de ARMADILHAS montadas muitas vezes por nós mesmos, diga-se e passagem.
Então agora lhes questiono: Mesmo sabendo EXATAMENTE onde queria se chegar e COMO FAZER para se chegar, não tivemos que dar uma "desviada" ou "recuada" estratégica em alguns passos, mesmo que momentâneos porque simplesmente outro objetivo "menor" (Não há nada mais importante que a vida) nos pareceu mais urgente na circunstância em que nos foi imposto como desafio?
Aí está, queridos! O objetivo é um só: VIVER A VIDA PLENAMENTE! (Sem excessos, hein?)
SO, embutidas dentro do acima citado, estão muitas e muitas "micrometas" a serem atingidas e por favor, não subestime minha inteligência tentando me convencer de que apenas UM caminho, UMA maneira de lidar com a situação e UM sentimento são possíveis meios utilizados para atingir TODOS estes fins... Mesmo que você esteja certo e se por ventura for o caso, preciso lhe alertar de que está no mundo errado. Aqui não é o seu lugar, xô! Vá para uma escola para almas evoluídas como você e nos deixe aqui, com nossos aprendizados pelo amor - ou infelizmente o mais comum - pela dor e SE lá na frente nos esbarramos em pé de igualdade, talvez possamos retomar este papo cabeça sobre não errar NUNCA, não MUDAR a rota ou FOCO nem diante das mais inimagináveis adversidades, porque sem esses desafios NENHUMA meta alcançada trará consigo o doce gosto da vitória independente do desfecho, porque existe um adversário dentro de cada um de nós muito mais poderoso que qualquer outro que conhecemos ou venhamos a conhecer nesta ou em outras e outras vidas: Nós mesmos. E quando saímos vencedores de ao menos uma batalha travada nesta "guerra" interior, qualquer pequeno resultado é importante.
"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir", portanto, fiquemos atentos e estejamos preparaddos para qualquer mudança de trajeto ou estratégia, não importanto o tempo gasto e desvios que teremos de tomar ao longo do caminho. Tenha em mente ONDE VOCÊ QUER CHEGAR acima de tudo e não se atenha ao caminho, pois o escolhido e desejado pode não ser o NECESSÁRIO para você.
Bom, não preciso consultar minha bola de cristal para saber a resposta. Eu já me fiz esta pergunta mais vezes do que gostaria e muito menos do que deveria...
Ficou confuso? Calma, eu explico. Ou melhor, recoloco a indagação: QUANTAS VEZES em sua vida você se perguntou aonde queria chegar? e COMO chegar? A cabeça fervilha como um gps em busca de possíveis caminhos, não é? O que me faz pensar em quanto tempo demora para se perceber que em algum momento deste minucioso planejamento, o real objetivo desencadeador oficial dos preparativos acima, deixou de ser o foco principal desta narrativa.
Ah, tirei dez, hein? Não? Hum...
Se você não concordou com a nota passional que me dei, no mínimo sabe exatamente onde quer chegar e está com o caminho inteiro em mente há tanto tempo que seria capaz de atravessá-lo na escuridão total sem precisar de uma lanterninha de chaveiro sequer... Impressionante mesmo!!!
Me fez lembrar das inúmeras vezes em que estive segura assim, exatamente como você está agora... Para no momento seguinte ter que refazer toda uma rota por conta de algum acontecimento que mudou meu objetivo final.
Eu sei, eu sei, é complexo... E perfeitamente NATURAL.
Trocando em miúdos, nossa vida não é uma provação pela qual temos que passar. Se assim fosse, qual o propósito de estarmos aqui? Viver, por si só já é uma vitória, uma bênção conquistada e não há sentido em focar o que já se tem por regra geral. Mas a forma com a qual se encara o desafio VIDA, essa sim é A META e repleta de ARMADILHAS montadas muitas vezes por nós mesmos, diga-se e passagem.
Então agora lhes questiono: Mesmo sabendo EXATAMENTE onde queria se chegar e COMO FAZER para se chegar, não tivemos que dar uma "desviada" ou "recuada" estratégica em alguns passos, mesmo que momentâneos porque simplesmente outro objetivo "menor" (Não há nada mais importante que a vida) nos pareceu mais urgente na circunstância em que nos foi imposto como desafio?
Aí está, queridos! O objetivo é um só: VIVER A VIDA PLENAMENTE! (Sem excessos, hein?)
SO, embutidas dentro do acima citado, estão muitas e muitas "micrometas" a serem atingidas e por favor, não subestime minha inteligência tentando me convencer de que apenas UM caminho, UMA maneira de lidar com a situação e UM sentimento são possíveis meios utilizados para atingir TODOS estes fins... Mesmo que você esteja certo e se por ventura for o caso, preciso lhe alertar de que está no mundo errado. Aqui não é o seu lugar, xô! Vá para uma escola para almas evoluídas como você e nos deixe aqui, com nossos aprendizados pelo amor - ou infelizmente o mais comum - pela dor e SE lá na frente nos esbarramos em pé de igualdade, talvez possamos retomar este papo cabeça sobre não errar NUNCA, não MUDAR a rota ou FOCO nem diante das mais inimagináveis adversidades, porque sem esses desafios NENHUMA meta alcançada trará consigo o doce gosto da vitória independente do desfecho, porque existe um adversário dentro de cada um de nós muito mais poderoso que qualquer outro que conhecemos ou venhamos a conhecer nesta ou em outras e outras vidas: Nós mesmos. E quando saímos vencedores de ao menos uma batalha travada nesta "guerra" interior, qualquer pequeno resultado é importante.
"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir", portanto, fiquemos atentos e estejamos preparaddos para qualquer mudança de trajeto ou estratégia, não importanto o tempo gasto e desvios que teremos de tomar ao longo do caminho. Tenha em mente ONDE VOCÊ QUER CHEGAR acima de tudo e não se atenha ao caminho, pois o escolhido e desejado pode não ser o NECESSÁRIO para você.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Lambendo a própria ferida
Todo cão que se preze lambe as próprias feridas depois de uma briga territorial ou até acidente para os mais distraídos, ocupados em xeretar o que o cãozinho da frente faz antes de olhar para os dois lados da rua e principalmente a própria cauda...
Seja qual for o ferimento, a bendita enzima produzida naturalmente e fornecida em abundância - desde que se beba no mínimo dois litros de água por dia para manter o mínimo de hidratação corporal - vulgarmente conhecida como "saliva", cura qualquer ferimento... É mesmo???
Por que não curamos as nossas assim também?
Calma... JAMAIS nos definiria como cães, embora alguns de nós ás vezes acabamos agindo como tal ou nem somos dignos de tal classificação, mas cá entre nós, o principal da analogia é alertar para o que estamos ESQUECENDO de fazer, que é LAMBER NOSSAS PRÓPRIAS FERIDAS.
Não torça o focinho para a frase acima, meu caro... É fato: Quando algo nos machuca, magoa e fere, acabamos nos preocupando mais com o ocorrido, remoendo, catucando e inflamando ainda mais a ferida propriamente dita do que dando tempo para nosso sistema imunológico-emocional reparar o dano causado em nosso "organismo"... É isso aí mesmo que estás lendo. Como um resfriado mal curado que vira pneumonia ou algo pior lá na frente (e não estou rogando praga para ninguém aqui), nossas feridas crescem dentro de nossos corações, formando hematomas quase impossíveis de apagar no futuro.
Quando nos damos o único remédio EFICAZ (TEMPO) para curar essas "pancadas", nossos tropeços transformam-se em CICATRIZES, umas maiores ou mais bonitas que outras, mas que apenas ilustram nossa trajetória digna em busca da felicidade. Erros e acidentes fazem parte de TODO e QUALQUER percurso, não importando a rota escolhida ou o atalho e se você não as possui, me desculpe a franqueza, eu sinto muito por você. De verdade.
Quem não arrisca, não petisca. E nem todos os petiscos são bons de digerir, mas talvez contenham elementos necessários para o nosso crescimento. Por isso, meu caro amigo leitor, lamba suas feridas, aconchegue-se em seu cantinho interior, chore, esperneie e busque a CURA, não perca tempo tentando entender o que deu errado. Sua saúde emocional é MUITO mais IMPORTANTE que investigar motivos. Tenha certeza de que quando nos concentramos em ficar bem e inteiros, as próprias marcas se encarregarão de trazer as respostas. Não importa o tamanho da dor. Foque-se na MELHORA. Ela é essencial. Cicatrizes fazem parte do que fizemos ontem e de quem somos hoje.
Não transforme seu coração numa enorme ferida aberta com livre acesso a "germes", onde muitos "remédios" passam e poucos querem ficar.
Lamba suas próprias feridas, no SEU ritmo. Quando se está em comunhão com a alma, o universo conspira a favor desta cura.
Seja qual for o ferimento, a bendita enzima produzida naturalmente e fornecida em abundância - desde que se beba no mínimo dois litros de água por dia para manter o mínimo de hidratação corporal - vulgarmente conhecida como "saliva", cura qualquer ferimento... É mesmo???
Por que não curamos as nossas assim também?
Calma... JAMAIS nos definiria como cães, embora alguns de nós ás vezes acabamos agindo como tal ou nem somos dignos de tal classificação, mas cá entre nós, o principal da analogia é alertar para o que estamos ESQUECENDO de fazer, que é LAMBER NOSSAS PRÓPRIAS FERIDAS.
Não torça o focinho para a frase acima, meu caro... É fato: Quando algo nos machuca, magoa e fere, acabamos nos preocupando mais com o ocorrido, remoendo, catucando e inflamando ainda mais a ferida propriamente dita do que dando tempo para nosso sistema imunológico-emocional reparar o dano causado em nosso "organismo"... É isso aí mesmo que estás lendo. Como um resfriado mal curado que vira pneumonia ou algo pior lá na frente (e não estou rogando praga para ninguém aqui), nossas feridas crescem dentro de nossos corações, formando hematomas quase impossíveis de apagar no futuro.
Quando nos damos o único remédio EFICAZ (TEMPO) para curar essas "pancadas", nossos tropeços transformam-se em CICATRIZES, umas maiores ou mais bonitas que outras, mas que apenas ilustram nossa trajetória digna em busca da felicidade. Erros e acidentes fazem parte de TODO e QUALQUER percurso, não importando a rota escolhida ou o atalho e se você não as possui, me desculpe a franqueza, eu sinto muito por você. De verdade.
Quem não arrisca, não petisca. E nem todos os petiscos são bons de digerir, mas talvez contenham elementos necessários para o nosso crescimento. Por isso, meu caro amigo leitor, lamba suas feridas, aconchegue-se em seu cantinho interior, chore, esperneie e busque a CURA, não perca tempo tentando entender o que deu errado. Sua saúde emocional é MUITO mais IMPORTANTE que investigar motivos. Tenha certeza de que quando nos concentramos em ficar bem e inteiros, as próprias marcas se encarregarão de trazer as respostas. Não importa o tamanho da dor. Foque-se na MELHORA. Ela é essencial. Cicatrizes fazem parte do que fizemos ontem e de quem somos hoje.
Não transforme seu coração numa enorme ferida aberta com livre acesso a "germes", onde muitos "remédios" passam e poucos querem ficar.
Lamba suas próprias feridas, no SEU ritmo. Quando se está em comunhão com a alma, o universo conspira a favor desta cura.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O melhor profeta do mundo é o passado
É com esta máxima que inicio o post.
Ficou surpresso com a frase? Seu passado NUNCA profetizou seu futuro (que no caso é o seu presente hoje)? Ou você NUNCA prestou atenção nas previsões diante de seus olhos?
É, chuchu... Pasme! Durante todo esse tempo em que buscou respostas em outras pessoas, situações e oráculos dos mais variados temas e seguimentos, vem a bruxa da Mona e aponta o Nostradamus que habita em você, ignorado até então e simplesmente espera que você acredite nela...
Bom, vamos aos FATOS. Contra estes, meu caro SÃO TOMÉ, não existem argumentos.
Quantas vezes em seu passado - quando ele ainda era presente, claro - certas situações - desagradáveis ou não - repetiram-se em sua vida e algo dentro de você - ignorado, obviamente - lhe disse que aquilo aconteceria EXATAMENTE da MESMA maneira... Again?
Você não acabou repetindo a dose de qualquer jeito? Ahhhhhhhhhhh... Mas VOCÊ sabia que o desfecho seria esse... E nem tente retrucar o contrário. E como você soube?
Ainda preciso responder???
É isso aí, preto no branco, "téte á téte", você e seu passado. Porque são as coisas que fez, as decisões que tomou e os caminhos que seguiu lá atrás que definiram os acontecimentos futuros (Ou presentes, hoje).
A única coisa ainda imaculada em nossa vida é o futuro (O que amanhã será nosso presente), então não cometa os mesmos erros, nem insista no mesmo caminho, cuja "rua sem saída" passou a ser uma "velha conhecida". Quem anda para trás é caranguejo e há quem diga que galinhas também o fazem. Convenhamos que as características destes animaizinhos não o levariam muito longe, não é?
Então reveja seu passado, suas escolhas e seus caminhos sempre que puder e quiser. Consulte seu Nostradamus interior e se surpreenda com as respostas que irá encontrar. Nossa vida pode ser uma sucessão de acontecimentos, experiências e aprendizados NOVOS e ÚNICOS ou apenas um círculo vicioso onde o novo passa LONGE. A escolha é sua, mas lembre-se: A felicidade não entra em portas trancadas.
Ficou surpresso com a frase? Seu passado NUNCA profetizou seu futuro (que no caso é o seu presente hoje)? Ou você NUNCA prestou atenção nas previsões diante de seus olhos?
É, chuchu... Pasme! Durante todo esse tempo em que buscou respostas em outras pessoas, situações e oráculos dos mais variados temas e seguimentos, vem a bruxa da Mona e aponta o Nostradamus que habita em você, ignorado até então e simplesmente espera que você acredite nela...
Bom, vamos aos FATOS. Contra estes, meu caro SÃO TOMÉ, não existem argumentos.
Quantas vezes em seu passado - quando ele ainda era presente, claro - certas situações - desagradáveis ou não - repetiram-se em sua vida e algo dentro de você - ignorado, obviamente - lhe disse que aquilo aconteceria EXATAMENTE da MESMA maneira... Again?
Você não acabou repetindo a dose de qualquer jeito? Ahhhhhhhhhhh... Mas VOCÊ sabia que o desfecho seria esse... E nem tente retrucar o contrário. E como você soube?
Ainda preciso responder???
É isso aí, preto no branco, "téte á téte", você e seu passado. Porque são as coisas que fez, as decisões que tomou e os caminhos que seguiu lá atrás que definiram os acontecimentos futuros (Ou presentes, hoje).
A única coisa ainda imaculada em nossa vida é o futuro (O que amanhã será nosso presente), então não cometa os mesmos erros, nem insista no mesmo caminho, cuja "rua sem saída" passou a ser uma "velha conhecida". Quem anda para trás é caranguejo e há quem diga que galinhas também o fazem. Convenhamos que as características destes animaizinhos não o levariam muito longe, não é?
Então reveja seu passado, suas escolhas e seus caminhos sempre que puder e quiser. Consulte seu Nostradamus interior e se surpreenda com as respostas que irá encontrar. Nossa vida pode ser uma sucessão de acontecimentos, experiências e aprendizados NOVOS e ÚNICOS ou apenas um círculo vicioso onde o novo passa LONGE. A escolha é sua, mas lembre-se: A felicidade não entra em portas trancadas.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Quando a solidão é necessária
"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo".
É com esta frase que inicio o post.
Em contrapartida a ela, ISOLAMENTO não é bom para nenhum de nós, que somos de uma espécie social por natureza, mas vamos convir também, amiguinhos: Uma dose EQUILIBRADA de solidão ás vezes é necessária. Indo mais além, eu diria que é PRIMORDIAL para nosso amadurecimento e autoconhecimento de nós mesmos. E a palavra-chave é EQUILÍBRIO.
Como tudo em nossa vida deve ser ponderado, com a solidão nào é diferente. Já escrevi sobre isso sutilmente diversas vezes aqui mesmo no blog. Se nós não sabemos quem somos e o que queremos, como podemos esperar que outrem o saiba?
Se alguém que está lendo tiver outra soluçào que não seja a de se isolar dentro de si mesmo, viajar para o centro da alma e fazer uma visita ao próprio âmago ao menos uma vez afim de se entender como indivíduo, por favor nos diga.
Pessoalmente posso citar uma meia dúzia de vezes em que esta pequena "parada reflexiva" me foi ESSENCIAL e CRUCIAL para as decisões que tomei... Ou deixei de tomar, porque não tomar uma determinada decisão ou atitude já é uma escolha em si. Como saber se elas são acertadas?
Bom, esta garantia não existe, até porque a vida não é um produto encontrado em prateleiras e nem tem prazo de validade. Ela termina quando VOCÊ deixar de vivê-la e certas funções a ela atribuídas param de funcionar quando VOCÊ decide inutilizá-las. E não estou falando de morte, doenças e afins... Como Steve Jobs citou em seu discurso, "MESMO AS PESSOAS QUE DESEJAM IR PRO PARAÍSO NÃO QUEREM MORRER PARA CHEGAR LÁ". Minha pretensão aqui é ilustrar mortes emocionais que poderiam facilmente ser evitadas se a tal "parada para recuperar o fôlego" acima citada fosse feita, ainda que brevemente.
Sim, a REFLEXÃO exige SOLIDÃO. E se esta capacidade de avaliar a si mesmo não está "ativada" em sua engrenagem, reveja seu manual de instruções. Ela estará lá, nas primeiras páginas em letras garrafais, provavelmente no setor de O QUE NÀO SE PODE DEIXAR DE FAZER PARA O BOM FUNCIONAMENTO.
Vejam bem, somos seres IMPERFEITOS e consequentemente PASSÍVEIS a ERROS, seja de julgamento, atitudes ou qualquer outra M... (Meleca) que tenhamos feito e pensar sobre, honestamente, conosco mesmo, na privacidade do nosso "cantinho particular" nos permite clarear as idéias e muitas vezes acalentar nossos corações, sem a necessidade de interferências externas. Você não precisa da aprovação de alguém ou de estar com alguém para ser completo. Amar é bom demais, eu também já afirmei esta máxima por aqui, mas partindo da premissa de que você não se conhece (Que este NÀO SEJA o seu caso) e o pior, não ama a si mesmo, fatalmente se tornará escravo de alguém que se proponha a "tentar" fazê-lo por você.
É com esta frase que inicio o post.
Em contrapartida a ela, ISOLAMENTO não é bom para nenhum de nós, que somos de uma espécie social por natureza, mas vamos convir também, amiguinhos: Uma dose EQUILIBRADA de solidão ás vezes é necessária. Indo mais além, eu diria que é PRIMORDIAL para nosso amadurecimento e autoconhecimento de nós mesmos. E a palavra-chave é EQUILÍBRIO.
Como tudo em nossa vida deve ser ponderado, com a solidão nào é diferente. Já escrevi sobre isso sutilmente diversas vezes aqui mesmo no blog. Se nós não sabemos quem somos e o que queremos, como podemos esperar que outrem o saiba?
Se alguém que está lendo tiver outra soluçào que não seja a de se isolar dentro de si mesmo, viajar para o centro da alma e fazer uma visita ao próprio âmago ao menos uma vez afim de se entender como indivíduo, por favor nos diga.
Pessoalmente posso citar uma meia dúzia de vezes em que esta pequena "parada reflexiva" me foi ESSENCIAL e CRUCIAL para as decisões que tomei... Ou deixei de tomar, porque não tomar uma determinada decisão ou atitude já é uma escolha em si. Como saber se elas são acertadas?
Bom, esta garantia não existe, até porque a vida não é um produto encontrado em prateleiras e nem tem prazo de validade. Ela termina quando VOCÊ deixar de vivê-la e certas funções a ela atribuídas param de funcionar quando VOCÊ decide inutilizá-las. E não estou falando de morte, doenças e afins... Como Steve Jobs citou em seu discurso, "MESMO AS PESSOAS QUE DESEJAM IR PRO PARAÍSO NÃO QUEREM MORRER PARA CHEGAR LÁ". Minha pretensão aqui é ilustrar mortes emocionais que poderiam facilmente ser evitadas se a tal "parada para recuperar o fôlego" acima citada fosse feita, ainda que brevemente.
Sim, a REFLEXÃO exige SOLIDÃO. E se esta capacidade de avaliar a si mesmo não está "ativada" em sua engrenagem, reveja seu manual de instruções. Ela estará lá, nas primeiras páginas em letras garrafais, provavelmente no setor de O QUE NÀO SE PODE DEIXAR DE FAZER PARA O BOM FUNCIONAMENTO.
Vejam bem, somos seres IMPERFEITOS e consequentemente PASSÍVEIS a ERROS, seja de julgamento, atitudes ou qualquer outra M... (Meleca) que tenhamos feito e pensar sobre, honestamente, conosco mesmo, na privacidade do nosso "cantinho particular" nos permite clarear as idéias e muitas vezes acalentar nossos corações, sem a necessidade de interferências externas. Você não precisa da aprovação de alguém ou de estar com alguém para ser completo. Amar é bom demais, eu também já afirmei esta máxima por aqui, mas partindo da premissa de que você não se conhece (Que este NÀO SEJA o seu caso) e o pior, não ama a si mesmo, fatalmente se tornará escravo de alguém que se proponha a "tentar" fazê-lo por você.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Para conseguir é preciso desistir?
"SE A VIDA É UM JOGO, ESSAS SÃO AS REGRAS"... Acabei de começar a ler este livro fino, cujo título quase me fez arrancar a prateleira da livraria a fim de adquirir meu exemplar... E ainda não consegui passar para a segunda parte dele.
Eu sabia que você iria querer saber o motivo!!! Assim como também sei que está aí, com cara de cavalo mastigando feno, numa tentativa patética de conter as gargalhadas... Obviamente, o pensamento "Até TU caindo nesses títulos milagrosos, repletos de receitas EXTRAORDINÁRIAS, estudadas a fundo - e o pior - aprovadas, Mona? AHAHAHAHA!!!
Ria, trouxa! Ria bastante! Agora vire-se vagarosamente e levante os olhos lacrimejantes pelas injuriosas gargalhadas do mais autêntico escárnio e veja a quantidade de títulos que AINDA MANTÉM em sua estante?
O quê??? Estou ouvindo um suave muxoxo? Um sonoro xingameno nada lisonjeiro dirigido á sua própria pessoa?!? Sch... Relaxa, seu segredo está guardado comigo... (Aff, chuchu, sorry, mas não sou baú). Não precisa se sentir o esterco do cavalo que mastigava acima e que não entrou em cena porque tinha o odor desagradável... Passado é assim mesmo, mais um osso a compor o esqueleto que CERTAMENTE TODOS NÓS temos no armário. Mas isso é papo para outra ocasião. Voltemos ao raciocínio original.
OBVIAMENTE em algum momento crucial de nossas vidas, metafóricos, depressivos, perversos, tensos e emotivos, cometemos o deslize de supor - apenas supor, por um ínfimo instante de insanidade - que existem regras pré-estabelecidas para as centenas de milhares de situações que todos passam em suas vidas e POR QUE NÀO QUERER encontrar respostas prontas para esses dilemas?
Foi exatamente assim que aconteceu COMIGO...
O livro até tem uma boa dinâmica, é bem escrito e fundamentado, ponto. FINAL.
Filosofias antigas á parte, existe uma crença que me surpreende até hoje. Por que FATALMENTE conseguimos o que antes era nosso maior desejo a parir do momento em que desistimos dele? Assim como uma mulher que sempre quis engravidar, por exemplo, passa por cansativos e desmotivantes tratamentos de fertilidade improdutivos durante meses, ás vezes anos a fio e quando desiste de ser mãe e adota um cachorro, descobre-se grávida já no segundo ou terceiro mês de gestação.
No relacionamento não é muito diferente. A gente pensa, deseja, sofre, pede por aquele alguém, tenta técnicas de canalização e mentalização - DUVI-DE-ODÓ que você NUNCA perdeu HORAS mentalizando o ser desejado para que ele viesse até você... O que NÃO ocorreu, ou você não estaria aqui lendo este post - e quando a gente cansa de ansiar pelo desejado e DESISTE, eis que pouco tempo depois (Ok, ok, algum tempo depois... Tá, muito tempo depois!!!) o que queríamos com tanto desespero vem até nós ESPONTANEAMENTE... Quando não nos interessa mais e parece que adquire a mesma doença que nos abateu no passado e passa a fazer tanto quanto ou até mais que nós faríamos e fizemos para nos conquistar a nós mesmos...
Não é repetição, é redundância mesmo! E é DESSA MANEIRA que acontece!
Está concordando levemente com a cabeça?
Pois é, chuchu. Eis um enigma difícil de decifrar. E somos literalmente devorados por esta "ignorância".
"SONHOS SÃO COMO DEUSES, QUANDO NãO SE ACREDITA NELES, DEIXAM DE EXISTIR".
Com esta frase de Paulinho Moska eu fecho este post para lá de "arretado". E a complicada "pergunta de um milhào de dólares" vem a seguir:
Não estamos entesourando demais uma pessoa/situação/desejo que deveria ter sido tratada (o) de forma natural desde o início dos sintomas? E se esse é o procedimento padrão, porque só conseguimos esta pessoa/situação/desejo depois que desistimos dele (a)?
MISTÉÉÉRIO...
Eu sabia que você iria querer saber o motivo!!! Assim como também sei que está aí, com cara de cavalo mastigando feno, numa tentativa patética de conter as gargalhadas... Obviamente, o pensamento "Até TU caindo nesses títulos milagrosos, repletos de receitas EXTRAORDINÁRIAS, estudadas a fundo - e o pior - aprovadas, Mona? AHAHAHAHA!!!
Ria, trouxa! Ria bastante! Agora vire-se vagarosamente e levante os olhos lacrimejantes pelas injuriosas gargalhadas do mais autêntico escárnio e veja a quantidade de títulos que AINDA MANTÉM em sua estante?
O quê??? Estou ouvindo um suave muxoxo? Um sonoro xingameno nada lisonjeiro dirigido á sua própria pessoa?!? Sch... Relaxa, seu segredo está guardado comigo... (Aff, chuchu, sorry, mas não sou baú). Não precisa se sentir o esterco do cavalo que mastigava acima e que não entrou em cena porque tinha o odor desagradável... Passado é assim mesmo, mais um osso a compor o esqueleto que CERTAMENTE TODOS NÓS temos no armário. Mas isso é papo para outra ocasião. Voltemos ao raciocínio original.
OBVIAMENTE em algum momento crucial de nossas vidas, metafóricos, depressivos, perversos, tensos e emotivos, cometemos o deslize de supor - apenas supor, por um ínfimo instante de insanidade - que existem regras pré-estabelecidas para as centenas de milhares de situações que todos passam em suas vidas e POR QUE NÀO QUERER encontrar respostas prontas para esses dilemas?
Foi exatamente assim que aconteceu COMIGO...
O livro até tem uma boa dinâmica, é bem escrito e fundamentado, ponto. FINAL.
Filosofias antigas á parte, existe uma crença que me surpreende até hoje. Por que FATALMENTE conseguimos o que antes era nosso maior desejo a parir do momento em que desistimos dele? Assim como uma mulher que sempre quis engravidar, por exemplo, passa por cansativos e desmotivantes tratamentos de fertilidade improdutivos durante meses, ás vezes anos a fio e quando desiste de ser mãe e adota um cachorro, descobre-se grávida já no segundo ou terceiro mês de gestação.
No relacionamento não é muito diferente. A gente pensa, deseja, sofre, pede por aquele alguém, tenta técnicas de canalização e mentalização - DUVI-DE-ODÓ que você NUNCA perdeu HORAS mentalizando o ser desejado para que ele viesse até você... O que NÃO ocorreu, ou você não estaria aqui lendo este post - e quando a gente cansa de ansiar pelo desejado e DESISTE, eis que pouco tempo depois (Ok, ok, algum tempo depois... Tá, muito tempo depois!!!) o que queríamos com tanto desespero vem até nós ESPONTANEAMENTE... Quando não nos interessa mais e parece que adquire a mesma doença que nos abateu no passado e passa a fazer tanto quanto ou até mais que nós faríamos e fizemos para nos conquistar a nós mesmos...
Não é repetição, é redundância mesmo! E é DESSA MANEIRA que acontece!
Está concordando levemente com a cabeça?
Pois é, chuchu. Eis um enigma difícil de decifrar. E somos literalmente devorados por esta "ignorância".
"SONHOS SÃO COMO DEUSES, QUANDO NãO SE ACREDITA NELES, DEIXAM DE EXISTIR".
Com esta frase de Paulinho Moska eu fecho este post para lá de "arretado". E a complicada "pergunta de um milhào de dólares" vem a seguir:
Não estamos entesourando demais uma pessoa/situação/desejo que deveria ter sido tratada (o) de forma natural desde o início dos sintomas? E se esse é o procedimento padrão, porque só conseguimos esta pessoa/situação/desejo depois que desistimos dele (a)?
MISTÉÉÉRIO...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Você sabe cativar?
Cativar: Tornar cativo, reduzir a cativeiro; seduzir; encantar; hipotecar.
Sabemos CATIVAR de verdade?
Boa pergunta... Não acha? Por qual motivo?
CATIVAR... Eis a palavra-chave. Admito: Sei o que a palavra signfica, mas TALVEZ não esteja apta a praticá-la em meu dia-a-dia.
Sim, pode parecer estranho, bizarro, contradizente, mas é verdade.
Você sabe cativar? Ou mais importante COMO cativar?
Talvez, mas SEMPRE, não creio!!!
Quando se fala de sentimentos, RARAMENTE sabe-se como fazer e DE QUE MANEIRA fazer... Porque CATIVAR denota-se tempo. Geralmente, "quem tem fome, tem pressa", então porque com quem é CATIVADO seria diferente?
Cativei muita gente, ultimamente encontro dificuldades em cativar determinado indivíduo...
Já parou para se perguntar se VOCÊ MESMO tentou cativar?
Teve que se transformar em ALGO QUE NÃO É para tal?
Aff... ESQUEÇA.
Saber amar é deixar alguém te amar.
Sim, exatamente como Herbert Viana canta.
Cativar consiste em prender, segurar, entreter... Num baile de máscaras ou afins, ser quem não é, vem a calhar, mas na vida real?
Até quando a dança dura antes das máscaras caírem?
Seja fiel a si mesmo e respeite sua natureza.
Se o cativo fugiu, não FORCE.
o tempo se encarregará de responder ás suas perguntas.
Tenha calma e aguarde.
Sabemos CATIVAR de verdade?
Boa pergunta... Não acha? Por qual motivo?
CATIVAR... Eis a palavra-chave. Admito: Sei o que a palavra signfica, mas TALVEZ não esteja apta a praticá-la em meu dia-a-dia.
Sim, pode parecer estranho, bizarro, contradizente, mas é verdade.
Você sabe cativar? Ou mais importante COMO cativar?
Talvez, mas SEMPRE, não creio!!!
Quando se fala de sentimentos, RARAMENTE sabe-se como fazer e DE QUE MANEIRA fazer... Porque CATIVAR denota-se tempo. Geralmente, "quem tem fome, tem pressa", então porque com quem é CATIVADO seria diferente?
Cativei muita gente, ultimamente encontro dificuldades em cativar determinado indivíduo...
Já parou para se perguntar se VOCÊ MESMO tentou cativar?
Teve que se transformar em ALGO QUE NÃO É para tal?
Aff... ESQUEÇA.
Saber amar é deixar alguém te amar.
Sim, exatamente como Herbert Viana canta.
Cativar consiste em prender, segurar, entreter... Num baile de máscaras ou afins, ser quem não é, vem a calhar, mas na vida real?
Até quando a dança dura antes das máscaras caírem?
Seja fiel a si mesmo e respeite sua natureza.
Se o cativo fugiu, não FORCE.
o tempo se encarregará de responder ás suas perguntas.
Tenha calma e aguarde.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Distraindo a mente
Finalmente conhecemos uma pessoa REALMENTE interessante, aquela que nos faz sorrir como bobos, acelera nosso coração como nenhum energético do mercado e nos faz suar mais que os maratonistas da São Silvestre. Essa pessoa ENCANTADORA rouba cada pensamento e minuto de nosso dia, deixa nossa cabecinha romântica a mil quando estamos diante de sua presença perturbadora, avassaladora e todos os outros "oras" que vierem á nossa mente... Deixa nossa feiçào transfigurada, nossos movimentos descoordenados e rimos como um besta de comentários que eventualmente nem absorvemos quando escutados por outros lábios que não aqueles... Lindos, brilhantes, sedutores, desejados...
BUT... (Lá vou eu com meu costumeiro balde-de-água-fria-chamado-realidade, pessoal!!!).
Apesar de seu coraçào se encontrar no estado tolo-apaixonado-frenético-exposto-ávido e disponível, a dúvida vem sorrateiramente assombrar sua razão, como uma grande nuvem cinza a apagar o "Sol" no seu coração: E como MEU OBJETO DO MAIS PROFUNDO, TERRÍVEL E NOVO DESEJO se sente em relação á mim?
MISTÉRIO...
E leiam bem: MISTÉRIO MESMO!
Porque nào há como saber o que se passa na cabeça alheia, muito menos no coração, que é terreno que NINGUÉM pisa.
Podemos ser correspondidos plenamente, idolatrados mais do que esperávamos ou apenas mais um passatempo. Uma pessoa é o que aparenta ser para você até que você a conheça, então, nem tente se consumir tentando descobrir ou decifrar um enigma que até ontem você nem sabia que existia.
Relaxe, viva um dia de cada vez e DISTRAIA A MENTE. Seja falando sobre nada com um amigo, no trabalho ou em casa, anotando aquela receita da Ana Maria Braga, do Edu Guedes ou do Tudo gostoso(Adoro esse site) que sua mãe vive lhe pedindo para baixar para ela, ou simplesmente dance conforme a música. SEJA VOCÊ MESMO, como SEMPRE foi.
Seduzir, brincar e jogar são artimanhas muito boas algumas vezes - E se bem empregadas, muito eficazes -, mas INFELIZMENTE não duram muito quando não são espontâneas e de acordo com nossos VERDADEIROS desejos e vontades.
Apaixonar-se é WONDERFUL. Mas é INFINITAMENTE MELHOR estarmos apaixonados por quem nos quer INDEPENDENTE de quem somos e INCLUSIVE por quem somos.
BUT... (Lá vou eu com meu costumeiro balde-de-água-fria-chamado-realidade, pessoal!!!).
Apesar de seu coraçào se encontrar no estado tolo-apaixonado-frenético-exposto-ávido e disponível, a dúvida vem sorrateiramente assombrar sua razão, como uma grande nuvem cinza a apagar o "Sol" no seu coração: E como MEU OBJETO DO MAIS PROFUNDO, TERRÍVEL E NOVO DESEJO se sente em relação á mim?
MISTÉRIO...
E leiam bem: MISTÉRIO MESMO!
Porque nào há como saber o que se passa na cabeça alheia, muito menos no coração, que é terreno que NINGUÉM pisa.
Podemos ser correspondidos plenamente, idolatrados mais do que esperávamos ou apenas mais um passatempo. Uma pessoa é o que aparenta ser para você até que você a conheça, então, nem tente se consumir tentando descobrir ou decifrar um enigma que até ontem você nem sabia que existia.
Relaxe, viva um dia de cada vez e DISTRAIA A MENTE. Seja falando sobre nada com um amigo, no trabalho ou em casa, anotando aquela receita da Ana Maria Braga, do Edu Guedes ou do Tudo gostoso(Adoro esse site) que sua mãe vive lhe pedindo para baixar para ela, ou simplesmente dance conforme a música. SEJA VOCÊ MESMO, como SEMPRE foi.
Seduzir, brincar e jogar são artimanhas muito boas algumas vezes - E se bem empregadas, muito eficazes -, mas INFELIZMENTE não duram muito quando não são espontâneas e de acordo com nossos VERDADEIROS desejos e vontades.
Apaixonar-se é WONDERFUL. Mas é INFINITAMENTE MELHOR estarmos apaixonados por quem nos quer INDEPENDENTE de quem somos e INCLUSIVE por quem somos.
sábado, 24 de setembro de 2011
Excluindo com classe
Título interessante, não é?
O quêeeeee??? Você não concorda???
Ah, mas a fábula (Nem tão fábula assim) abaixo pode fazê-lo mudar de idéia...
Vamos omitir nomes, porque processos judiciais não são simples figurinhas a completar álbuns de passados pregressos e como disse com muita propriedade alguém em algum momento obscuro de alguma época indefinida: "The fish dies by its mouth".
Era uma vez eu, num lugar que não devo citar, com uma amiga que me mataria se soubesse deste post, conversando sobre o grande mal necessário da humanidade (Ainda não se ligou?) quando o assunto DESPREZO surgiu...
Aff, ainda não sabe que estávamos falando sobre relacionamento homem\mulher, dependendo da orientação sexual de cada um pode não estar necessariamente nesta ordem, não é o tópico em pauta, abafa o caso, mas a bendita não escolhe preferência e certamente esta palavrinha um tanto incômoda, causadora certa de noites sem dormir e dedinhos nervosos a teclar mensagens ou pior, números, acomete mais de um terço da nação? Passa e lê amanhã então, Chuchu...
O caso é que a pergunta cabal veio á tona:
- Mona, como você consegue TRANQUILAMENTE (Mal sabe a coitada, mas acho que desconfia) aceitar passivamente quando és literalmente ESQUECIDA, DESPREZADA? Como pode ficar aí, sorrindo como se nada houvesse acontecido quando o scrap, recado via msn, e-mail, torpedo ou ligação NUNCA chega?
Eu a encarei, respirei fundo, assumi um ar de paisagem e respondi suavemente:
- Elementar, minha cara... (Agora ela me mata, pois lê meu blog) Eu EXCLUO COM CLASSE o desprezador.
- Como assim, "exclui com classe"? Eu fico P... da vida, xingo, brigo e excluo, mas ocasionamente - Ok, você venceu, FATALMENTE me arrependo depois - , dependendo do veículo de comunicação que sofreu o Piti (Melhor que ataque de pelanca, né?) irreversível e fico dias me lamentando, arrependida do ato impulsivo. Não existe classe alguma nesta atitude!
Eu sorri com ar de superioridade e respondi:
- Isso não é EXCLUIR COM CLASSE, é perder o controle. Desprezador nenhum interage com seres descompensados simplesmente porque não lidam bem com consequências. Note bem, que o ato de desprezar em si já é um indício. Melhor desaparecer sem deixar rastro que perder tempo dando explicações para o que deu errado, fez de errado, aconteceu errado ou não agradou, certo? Para o desprezador, você não vale o sacrifício ou carga emocional que esta atitude (Teoricamente certa para os bonzinhos de plantão) traria. So, my darling, explique-me qual motivo eu teria para gastar as MINHAS energias, desgastes, lágrimas, gritos, xingamentos ou o que mais apetecer, com o ser em questão?
- Nenhum. - Ela respondeu, entendendo o recado. (Tomara que você esteja entendendo também). - Mas você simplesmente exclui?
- Obviamente. - Eu respondi como uma professora antes da prova final. - Sem alardes ou queixas. Não se faz jardim em terreno infértil e as atitudes de alguém geralmente tem mais apelo que palavras, facilmente carregadas pelo vento. Independente do grau de envolvimento, no fundo do seu coração, você sabe exatamente o que esperar OU NÃO do ser desejado e tudo é questão de analisar se você está SATISFEITO com a situação.
- Mas você nunca teve recaída e acabou ligando num impulso, quando bateu saudade, por solidão ou até drinks a mais? - A arretada insistiu... Droga! Vou ter que admitir que sou humana!
- Claro que sim. INFELIZMENTE mais vezes que gostaria e por isso mesmo, desenvolvi a técnica de EXCLUIR COM CLASSE, afinal de contas, não se pode ligar ou enviar mensagens melosas e desesperadas para um número que não está em sua agenda, muito menos para e-mails, perfis ou msn's que não aparecem em sua lista de contatos ativos, concorda?
- Hum... Você é um gênio!
- Obrigada. - (Desculpem, mas eu gosto MUITO de elogios, não havia como deixar este passar em branco). - Mas não se trata de genialidade. Eu apenas me conheço mais que qualquer um neste mundo e sei exatamente como lidar com minhas fraquezas. Não bloqueio, não destrato, não amaldiçoo... Sigo apenas o curso da vida e deixo o tempo se encarregar do resto. Não é fácil, matemático ou indolor. Trata-se de respeitar o desejo alheio e principalmente preservar a si próprio.
Você já EXCLUI COM CLASSE hoje?
O quêeeeee??? Você não concorda???
Ah, mas a fábula (Nem tão fábula assim) abaixo pode fazê-lo mudar de idéia...
Vamos omitir nomes, porque processos judiciais não são simples figurinhas a completar álbuns de passados pregressos e como disse com muita propriedade alguém em algum momento obscuro de alguma época indefinida: "The fish dies by its mouth".
Era uma vez eu, num lugar que não devo citar, com uma amiga que me mataria se soubesse deste post, conversando sobre o grande mal necessário da humanidade (Ainda não se ligou?) quando o assunto DESPREZO surgiu...
Aff, ainda não sabe que estávamos falando sobre relacionamento homem\mulher, dependendo da orientação sexual de cada um pode não estar necessariamente nesta ordem, não é o tópico em pauta, abafa o caso, mas a bendita não escolhe preferência e certamente esta palavrinha um tanto incômoda, causadora certa de noites sem dormir e dedinhos nervosos a teclar mensagens ou pior, números, acomete mais de um terço da nação? Passa e lê amanhã então, Chuchu...
O caso é que a pergunta cabal veio á tona:
- Mona, como você consegue TRANQUILAMENTE (Mal sabe a coitada, mas acho que desconfia) aceitar passivamente quando és literalmente ESQUECIDA, DESPREZADA? Como pode ficar aí, sorrindo como se nada houvesse acontecido quando o scrap, recado via msn, e-mail, torpedo ou ligação NUNCA chega?
Eu a encarei, respirei fundo, assumi um ar de paisagem e respondi suavemente:
- Elementar, minha cara... (Agora ela me mata, pois lê meu blog) Eu EXCLUO COM CLASSE o desprezador.
- Como assim, "exclui com classe"? Eu fico P... da vida, xingo, brigo e excluo, mas ocasionamente - Ok, você venceu, FATALMENTE me arrependo depois - , dependendo do veículo de comunicação que sofreu o Piti (Melhor que ataque de pelanca, né?) irreversível e fico dias me lamentando, arrependida do ato impulsivo. Não existe classe alguma nesta atitude!
Eu sorri com ar de superioridade e respondi:
- Isso não é EXCLUIR COM CLASSE, é perder o controle. Desprezador nenhum interage com seres descompensados simplesmente porque não lidam bem com consequências. Note bem, que o ato de desprezar em si já é um indício. Melhor desaparecer sem deixar rastro que perder tempo dando explicações para o que deu errado, fez de errado, aconteceu errado ou não agradou, certo? Para o desprezador, você não vale o sacrifício ou carga emocional que esta atitude (Teoricamente certa para os bonzinhos de plantão) traria. So, my darling, explique-me qual motivo eu teria para gastar as MINHAS energias, desgastes, lágrimas, gritos, xingamentos ou o que mais apetecer, com o ser em questão?
- Nenhum. - Ela respondeu, entendendo o recado. (Tomara que você esteja entendendo também). - Mas você simplesmente exclui?
- Obviamente. - Eu respondi como uma professora antes da prova final. - Sem alardes ou queixas. Não se faz jardim em terreno infértil e as atitudes de alguém geralmente tem mais apelo que palavras, facilmente carregadas pelo vento. Independente do grau de envolvimento, no fundo do seu coração, você sabe exatamente o que esperar OU NÃO do ser desejado e tudo é questão de analisar se você está SATISFEITO com a situação.
- Mas você nunca teve recaída e acabou ligando num impulso, quando bateu saudade, por solidão ou até drinks a mais? - A arretada insistiu... Droga! Vou ter que admitir que sou humana!
- Claro que sim. INFELIZMENTE mais vezes que gostaria e por isso mesmo, desenvolvi a técnica de EXCLUIR COM CLASSE, afinal de contas, não se pode ligar ou enviar mensagens melosas e desesperadas para um número que não está em sua agenda, muito menos para e-mails, perfis ou msn's que não aparecem em sua lista de contatos ativos, concorda?
- Hum... Você é um gênio!
- Obrigada. - (Desculpem, mas eu gosto MUITO de elogios, não havia como deixar este passar em branco). - Mas não se trata de genialidade. Eu apenas me conheço mais que qualquer um neste mundo e sei exatamente como lidar com minhas fraquezas. Não bloqueio, não destrato, não amaldiçoo... Sigo apenas o curso da vida e deixo o tempo se encarregar do resto. Não é fácil, matemático ou indolor. Trata-se de respeitar o desejo alheio e principalmente preservar a si próprio.
Você já EXCLUI COM CLASSE hoje?
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Tarde demais... CLIPE APOLOGIZE VERSÃO ORIGINAL - DOWNLOAD
Como todos sabem, sou amante da música. Na minha concepção, a grande maioria das letras retratam diversas situações cotidianas, sobretudo traduzem os sentimentos despertados por cada uma dessas melodias e como não podia ser diferente, vou fazer uma analogia á letra APOLOGIZE - ONE REPUBLIC. O link para quem quiser assistir, está acima, acho que vale a pena dar uma olhada nesta versão. Quando a vi, achei interessante explorar o tópico. Ele é profundo, doído (Eita como esse tal amor machuca), em contrapartida singelo, como uma lufada de ar ou um último suspiro... De cansaço. A letra fala sobre alguém que ama mais do que deveria um outro alguém mais do que ele merece. Até aí, sem novidades...
Como não?
Será que só eu estou enxergando o grito de liberdade de uma alma atormentada, cansada de ser enganada por "apologizes" que mais ferem que convencem? O coração está exaurido, sangrando, machucado e mesmo assim ainda bate por este amor, mas a estrutura rachou em alguma parte do caminho pelas marteladas incessantes no contexto denominadas como desculpas - mas poderia ser qualquer outra coisa, como agressão ou traição - E esse dano irreversível no alicerce tornou impossível a construção de uma história que poderia ser muito diferente, com um final totalmente oposto ao cantado (Talvez nem houvesse fim), se tivesse sido levado de forma mais... Digamos RESPEITOSA pela parte reclamada.
Terminologias jurídicas á parte, a letra é um basta, não há como negar. Um basta de alguém extremamente apaixonado, ferido, dilacerado por uma pessoa que não levou seus sentimentos, anseios e sonhos em consideração e no topo de sua falta de empatia e consciência, supôs que apenas desculpas consertariam o amontoado de escombros na qual a relação se transformou. Um basta de quem optou por ouvir o cérebro para salvar a alma e o coração. Indo mais além, a música também canta coragem (Porque é preciso ter muita mesmo), para admitir para a pessoa que o fez sangrar e principalmente a si mesmo que não há mais lugar para você ali.
É tarde demais para desculpas (Ou o que quer que tenha sido). Que você nunca precise dizer isso na sua vida, mas se por ventura tiver que fazer, faça-o. Não há nada mais destrutivo que pedir desculpas a si mesmo.
Como não?
Será que só eu estou enxergando o grito de liberdade de uma alma atormentada, cansada de ser enganada por "apologizes" que mais ferem que convencem? O coração está exaurido, sangrando, machucado e mesmo assim ainda bate por este amor, mas a estrutura rachou em alguma parte do caminho pelas marteladas incessantes no contexto denominadas como desculpas - mas poderia ser qualquer outra coisa, como agressão ou traição - E esse dano irreversível no alicerce tornou impossível a construção de uma história que poderia ser muito diferente, com um final totalmente oposto ao cantado (Talvez nem houvesse fim), se tivesse sido levado de forma mais... Digamos RESPEITOSA pela parte reclamada.
Terminologias jurídicas á parte, a letra é um basta, não há como negar. Um basta de alguém extremamente apaixonado, ferido, dilacerado por uma pessoa que não levou seus sentimentos, anseios e sonhos em consideração e no topo de sua falta de empatia e consciência, supôs que apenas desculpas consertariam o amontoado de escombros na qual a relação se transformou. Um basta de quem optou por ouvir o cérebro para salvar a alma e o coração. Indo mais além, a música também canta coragem (Porque é preciso ter muita mesmo), para admitir para a pessoa que o fez sangrar e principalmente a si mesmo que não há mais lugar para você ali.
É tarde demais para desculpas (Ou o que quer que tenha sido). Que você nunca precise dizer isso na sua vida, mas se por ventura tiver que fazer, faça-o. Não há nada mais destrutivo que pedir desculpas a si mesmo.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Inventando desculpas
Que joque a primeira pedra (Em algum lugar ermo para não machucar algum desvisado) quem NUNCA inventou uma desculpa esfarrapada para furar um encontro, completamente sem pé nem cabeça, improvável ou passível de checagem, que colou com alguém que acreditou em nossa palavra e não sentiu nem um pingo de remorso por isso...
Tá, depois do teatrinho, você se olhou no espelho e prometeu a si mesmo não iludir mais seu pretendente, decidiu firmemente deixá-lo livre para novas possibilidades, respirou fundo e seguiu em frente... Até encontrá-lo de novo... Ele é tão bonito, tão forte, tão inteligente, tão meigo, tão compreensivo... E o principal, te QUER TANTO... Por que não?
Boa pergunta. Quem souber a resposta, sinta-se á vontade para nos esclarecer...
Porque eu, sinceramente, não sei explicar tamanha crueldade. A gente fala aqui de esperar mais de alguém, de falta de ligações, gastamos linhas e linhas comentando certos feitos (ou falta deles) e nos vimos no centro de um turbilhão de emoções no qual somos o epicentro para alguém... Que não nos deperta nem uma brisa sequer.
Aí, a gente se vê agindo como os seres que tanto nos fizeram esperar, inventando problemas, trabalhos e histórias a fim de nos manter de estepe e usamos as mesmas artimanhas que tanto abominamos nesses sujeitos. E para quê?
Essa eu sei!
Não há nada melhor para inflar o EGO que sentir-se desejado, saber que alguém anseia por você, pensa em você, gosta de você...
Então, aí vai outra questão complexa:
Mesmo sabendo que NÃO existe reciprocidade, vale a pena se deixar envolver e o que é pior, envolver uma pessoa que poderia ser muito feliz e amada de verdade por alguém legal, simplesmente porque temos a necessidade egoísta de nos sentir desejados?
Outra:
Até que ponto sairemos ilesos do ato quase criminoso de despertar o amor de uma pessoa sem a pretensão de amá-la?
Antes de inventar mais uma desculpa para furar o milésimo encontro ao qual você NÃO COMPARECEU, pense nisso...
Poderia ser você do outro lado da linha.
Tá, depois do teatrinho, você se olhou no espelho e prometeu a si mesmo não iludir mais seu pretendente, decidiu firmemente deixá-lo livre para novas possibilidades, respirou fundo e seguiu em frente... Até encontrá-lo de novo... Ele é tão bonito, tão forte, tão inteligente, tão meigo, tão compreensivo... E o principal, te QUER TANTO... Por que não?
Boa pergunta. Quem souber a resposta, sinta-se á vontade para nos esclarecer...
Porque eu, sinceramente, não sei explicar tamanha crueldade. A gente fala aqui de esperar mais de alguém, de falta de ligações, gastamos linhas e linhas comentando certos feitos (ou falta deles) e nos vimos no centro de um turbilhão de emoções no qual somos o epicentro para alguém... Que não nos deperta nem uma brisa sequer.
Aí, a gente se vê agindo como os seres que tanto nos fizeram esperar, inventando problemas, trabalhos e histórias a fim de nos manter de estepe e usamos as mesmas artimanhas que tanto abominamos nesses sujeitos. E para quê?
Essa eu sei!
Não há nada melhor para inflar o EGO que sentir-se desejado, saber que alguém anseia por você, pensa em você, gosta de você...
Então, aí vai outra questão complexa:
Mesmo sabendo que NÃO existe reciprocidade, vale a pena se deixar envolver e o que é pior, envolver uma pessoa que poderia ser muito feliz e amada de verdade por alguém legal, simplesmente porque temos a necessidade egoísta de nos sentir desejados?
Outra:
Até que ponto sairemos ilesos do ato quase criminoso de despertar o amor de uma pessoa sem a pretensão de amá-la?
Antes de inventar mais uma desculpa para furar o milésimo encontro ao qual você NÃO COMPARECEU, pense nisso...
Poderia ser você do outro lado da linha.
domingo, 18 de setembro de 2011
Queria mais de você...
Estava eu com meus botões, zíperes e afins, pensando no que postar hoje sobre as bizarrices que cometemos ao longo da vida e me deparei com esta música: WANTED YOU MORE - LADY ANTEBELLUM (título do post traduzido).
Antes de mais nada, gostaria de agradecer o carinho de todos os leitores e frisar que apesar de NÃO SER PSICÓLOGA, continuarei a escrever sobre as diversas nuances e atalhos digamos "obscuros" que tomamos muitas vezes em nossos caminhos... No fim de tudo, eles sempre nos levam ao mesmo lugar, mas temos que admitir que estes desvios sempre têm algo a nos ensinar. As postagens são sim, bem personalizadas e de acordo com meus pensamentos e sentimentos sobre o assunto em pauta, mas sem qualquer pretensão didática, até porque assim como você, tenho muito que aprender...
Voltando ao título acima, eu lhes indago: Quantas vezes nós nos deparamos com a frase "queria mais de você" em forma de situaçào? Pois é... Todos nós já passamos por isso... Todos nós já desejamos algo mais de alguém... E obviamente não obtivemos... É por isso que existem posts como esses. rs
Admito: Já esperei mais de alguém que não me deu quase nada ou coisa alguma. Acontece, independenete da raça, credo ou religião. A gente se afoba, se anima, se interessa, se apaixona, faz planos e fica cego para os demais detalhes. Como numa prova final, na qual se estudou tanto todos os aspectos e assuntos para simplesmente preencher múltiplas escolhas no dia D... A gente se sente um lixo, um idiota, um bobo. Aí, passamos pela fase do "quanto tempo eu perdi" quando na realidade, simplesmente ignoramos os sinais dados ao longo do "período"...
Se ao menos tivéssemos prestado atenção...
A vida é foco, objetivo. E cá entre nós, quando se espera muito, não sobra tempo para detalhes, apenas o momento grandioso e repleto de coraçõezinhos ocupam nossos pensamentos... E por isso, caímos do cavalo.
Sabe o que eu percebi na letra desta música?
A REALIDADE.
A gente só percebe os sinais NÍTIDOS e muitas vezes (Na maioria, para ser honesta) ÓBVIOS quando finalmente nos desvencilhamos do novelo no qual nos enrolamos e olhamos com olhar crítico, frio e analítico o que fizemos ou deixamos de fazer em determinados relacionamentos com determinadas pessoas, das quais esperávamos algo que NÃO VIRIA PARA NÓS...
Diante disto, sofra, viva, erre... Mas quando tudo estiver perdido, acabado e superado, olhe para trás, aprenda e compreenda...
VOCÊ ESPEROU DEMAIS...
Antes de mais nada, gostaria de agradecer o carinho de todos os leitores e frisar que apesar de NÃO SER PSICÓLOGA, continuarei a escrever sobre as diversas nuances e atalhos digamos "obscuros" que tomamos muitas vezes em nossos caminhos... No fim de tudo, eles sempre nos levam ao mesmo lugar, mas temos que admitir que estes desvios sempre têm algo a nos ensinar. As postagens são sim, bem personalizadas e de acordo com meus pensamentos e sentimentos sobre o assunto em pauta, mas sem qualquer pretensão didática, até porque assim como você, tenho muito que aprender...
Voltando ao título acima, eu lhes indago: Quantas vezes nós nos deparamos com a frase "queria mais de você" em forma de situaçào? Pois é... Todos nós já passamos por isso... Todos nós já desejamos algo mais de alguém... E obviamente não obtivemos... É por isso que existem posts como esses. rs
Admito: Já esperei mais de alguém que não me deu quase nada ou coisa alguma. Acontece, independenete da raça, credo ou religião. A gente se afoba, se anima, se interessa, se apaixona, faz planos e fica cego para os demais detalhes. Como numa prova final, na qual se estudou tanto todos os aspectos e assuntos para simplesmente preencher múltiplas escolhas no dia D... A gente se sente um lixo, um idiota, um bobo. Aí, passamos pela fase do "quanto tempo eu perdi" quando na realidade, simplesmente ignoramos os sinais dados ao longo do "período"...
Se ao menos tivéssemos prestado atenção...
A vida é foco, objetivo. E cá entre nós, quando se espera muito, não sobra tempo para detalhes, apenas o momento grandioso e repleto de coraçõezinhos ocupam nossos pensamentos... E por isso, caímos do cavalo.
Sabe o que eu percebi na letra desta música?
A REALIDADE.
A gente só percebe os sinais NÍTIDOS e muitas vezes (Na maioria, para ser honesta) ÓBVIOS quando finalmente nos desvencilhamos do novelo no qual nos enrolamos e olhamos com olhar crítico, frio e analítico o que fizemos ou deixamos de fazer em determinados relacionamentos com determinadas pessoas, das quais esperávamos algo que NÃO VIRIA PARA NÓS...
Diante disto, sofra, viva, erre... Mas quando tudo estiver perdido, acabado e superado, olhe para trás, aprenda e compreenda...
VOCÊ ESPEROU DEMAIS...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Por que ele não liga mais?
Então, vocês se conheceram, trocaram telefones e passaram a se falar diariamente, por alguns minutinhos repletos de meias palavras, medo e desejo... Parece trecho de música, mas é real, aconteceu com você...
UAU!!!...
Vocês finalmente saíram, foi BOM - nem maravilhoso, inesquecível ou transcendental - e no dia seguinte, um telefonema educado selou o encontro... Um, dois, cinco, sete dias depois, a falta de notícias antes diárias te deixa com uma pulga atrás da orelha e mais um trecho de música na mente, porque você percebe que nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...
Qual sua reaçào quando isso acontece?
Não se faça de desentendida, mocinha!
Sua primeira reaçào é repassar na mente com requinte de detalhes tudo que se passou milhares de vezes, pensar mal do moço, procurando defeitinhos ou onde ele não tocou forte o suficiente, porque ele é um idiota e não merece mesmo seu precioso tempo... Passado olhando para o telefone a cada cinco minutos como se isso fizesse o objeto inanimado criar vida e ligar para você... O carinha que apenas despertava interesse antes, transforma-se agora num desafio e você se pega imaginando mil e uma situações para explicar o comportamento no mínimo estranho. Por que ele não liga mais todos os dias para falar nada? Será que fui muito atirada, rápida demais? O que eu fiz de errado?
OPA!!!
Vamos parar por aí! Você NÃO fez nada errado. Se ele não ligou, é porque não sentiu necessidade de falar com vc, oras! Esse é o único motivo NORMAL e ÓBVIO para explicar a falta de notícias... Até porque, coleguinha, se tiver outro motivo por trás, o tempo de encarregará de lhe mostrar. É isso aí, preto no branco, ponto final.
O que se pode fazer nesses casos???
Bom, você pode ligar e sondar as reações dele - se ele atender algum de seus telefonemas - , mandar mensagens que provavelmente não serão respondidas ou convidá-lo para sair novamente. Ele ligará na data marcada para o interlúdio e inventará uma reunião de última hora e ficará de remarcar o encontro. Mas você sabe que isso nào vai acontecer, não é?
E se sabe, porque ainda insiste nesta criatura?
Boneca, FIRST OF ALL, respeite-se, ame-se e valorize-se... Só porque esse homem não a quer, não significa que você não é boa o bastante, ou desejável o bastante, ou sabe-se lá o que mais pode estar passando pela sua cabeça o bastante. Ele NÃO é a última bolacha do pacote e você NÃO está apaixonada... Você está frustrada porque ele não agiu de acordo com seus desejos e isso despertou seus sentidos predatórios, só. Tenha em mente que viveu muito bem até hoje sem ele e que continuará vivendo, independente dele.
Ele vale muito a pena, o sexo foi maravilhoso, rolou química instantânea?
Paciência... O que posso dizer é que você nào foi a única a perder todas essas sensações viciantes... Porque a paixão vicia, isso é fato, mas não caia na armadilha de achar que vai conquistar esse homem só porque ele não caiu a seus pés e jurou amor eterno depois de uma noite de sexo selvagem. O timing de ambos não está sincronizado, amiga. Simples assim. Não era para ser.
Siga em frente e dê tempo ao tempo. Viva um dia de cada vez e não tente inventar explicações mirabolantes para o sumiço repentino. Não caia nos velhos xavões da falta de tempo, muitos problemas e medo de entregar o coração, pelo amor de Deus! Como mulher emancipada e inteligente que é, me admira você cair nesses contos da carochinha e se você colocar sua cabecinha para funcionar, se lembrará de no mínimo meia dúzia de vezes nas quais você fez exatamente o que estão fazendo com você agora e quando era você que estava do outro lado, não se preocupou muito pelos motivos nos quais agiu assim - ou deixou de agir - não é?
A vida é assim mesmo, querida. Num dia se ganha, no outro se perde e no final de tudo o que vale são as experiências adquiridas em cada situação.
Seja fiel a si mesma. Saiba exatamente quem é, o que quer e principalmente o que NÃO QUER para você.
Pense nisso.
UAU!!!...
Vocês finalmente saíram, foi BOM - nem maravilhoso, inesquecível ou transcendental - e no dia seguinte, um telefonema educado selou o encontro... Um, dois, cinco, sete dias depois, a falta de notícias antes diárias te deixa com uma pulga atrás da orelha e mais um trecho de música na mente, porque você percebe que nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...
Qual sua reaçào quando isso acontece?
Não se faça de desentendida, mocinha!
Sua primeira reaçào é repassar na mente com requinte de detalhes tudo que se passou milhares de vezes, pensar mal do moço, procurando defeitinhos ou onde ele não tocou forte o suficiente, porque ele é um idiota e não merece mesmo seu precioso tempo... Passado olhando para o telefone a cada cinco minutos como se isso fizesse o objeto inanimado criar vida e ligar para você... O carinha que apenas despertava interesse antes, transforma-se agora num desafio e você se pega imaginando mil e uma situações para explicar o comportamento no mínimo estranho. Por que ele não liga mais todos os dias para falar nada? Será que fui muito atirada, rápida demais? O que eu fiz de errado?
OPA!!!
Vamos parar por aí! Você NÃO fez nada errado. Se ele não ligou, é porque não sentiu necessidade de falar com vc, oras! Esse é o único motivo NORMAL e ÓBVIO para explicar a falta de notícias... Até porque, coleguinha, se tiver outro motivo por trás, o tempo de encarregará de lhe mostrar. É isso aí, preto no branco, ponto final.
O que se pode fazer nesses casos???
Bom, você pode ligar e sondar as reações dele - se ele atender algum de seus telefonemas - , mandar mensagens que provavelmente não serão respondidas ou convidá-lo para sair novamente. Ele ligará na data marcada para o interlúdio e inventará uma reunião de última hora e ficará de remarcar o encontro. Mas você sabe que isso nào vai acontecer, não é?
E se sabe, porque ainda insiste nesta criatura?
Boneca, FIRST OF ALL, respeite-se, ame-se e valorize-se... Só porque esse homem não a quer, não significa que você não é boa o bastante, ou desejável o bastante, ou sabe-se lá o que mais pode estar passando pela sua cabeça o bastante. Ele NÃO é a última bolacha do pacote e você NÃO está apaixonada... Você está frustrada porque ele não agiu de acordo com seus desejos e isso despertou seus sentidos predatórios, só. Tenha em mente que viveu muito bem até hoje sem ele e que continuará vivendo, independente dele.
Ele vale muito a pena, o sexo foi maravilhoso, rolou química instantânea?
Paciência... O que posso dizer é que você nào foi a única a perder todas essas sensações viciantes... Porque a paixão vicia, isso é fato, mas não caia na armadilha de achar que vai conquistar esse homem só porque ele não caiu a seus pés e jurou amor eterno depois de uma noite de sexo selvagem. O timing de ambos não está sincronizado, amiga. Simples assim. Não era para ser.
Siga em frente e dê tempo ao tempo. Viva um dia de cada vez e não tente inventar explicações mirabolantes para o sumiço repentino. Não caia nos velhos xavões da falta de tempo, muitos problemas e medo de entregar o coração, pelo amor de Deus! Como mulher emancipada e inteligente que é, me admira você cair nesses contos da carochinha e se você colocar sua cabecinha para funcionar, se lembrará de no mínimo meia dúzia de vezes nas quais você fez exatamente o que estão fazendo com você agora e quando era você que estava do outro lado, não se preocupou muito pelos motivos nos quais agiu assim - ou deixou de agir - não é?
A vida é assim mesmo, querida. Num dia se ganha, no outro se perde e no final de tudo o que vale são as experiências adquiridas em cada situação.
Seja fiel a si mesma. Saiba exatamente quem é, o que quer e principalmente o que NÃO QUER para você.
Pense nisso.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Noite de Sedução Natalie Anderson - DOWNLOAD
Então, Lissa, a mocinha linda, mas rabugenta e antipática ganha o coração do chefe lindo, poderoso, simpático, gostoso e dono de um lindo par de olhos verdes... Fica doente e é resgatada por este espécime INEXISTENTE, cuidada, alimentada (em todos os sentidos) e ainda por cima se vê no direito de dar um fora nele depois do prelúdio de amor, que deveria ser apenas um "como sou o mocinho do livro, vou cuidar de você até que fique boa" e que dura até a boneca "inocente" engravidar de gêmeos...
Ok, ok, ok... Tem muita gente boa no mundo...
Aff, vamos combinar que a situaçào acima simplesmente NÃO ROLA, NÉ???
A mocinha ainda é traumatizada, esqueci de citar este pequeno-grande detalhe... Para surpresa das amigas leitoras...
Surpresa???
Depois de ler o primeiro parágrafo do comentário sobre esta história, juro por Deus que nào me surpreenderia se um alienígena aparecesse no meio da trama ou o Osama Bin Laden fizesse uma breve participação na obra... Afinal de contas, se no mundo que esta autora vive, o mocinho de nome afeminado irlandês meio-apelido "Rory" existe, POR FAVOR, levem-me até lá URGENTEMENTE!!!
Não vou desejar boa ou má leitura... A crítica acima basta, mas vou terminar com uma frase que MUITO vem a calhar para este post:
"TUDO VALE A PENA QUANDO A ALMA NÃO É PEQUENA"...
Ok, ok, ok... Tem muita gente boa no mundo...
Aff, vamos combinar que a situaçào acima simplesmente NÃO ROLA, NÉ???
A mocinha ainda é traumatizada, esqueci de citar este pequeno-grande detalhe... Para surpresa das amigas leitoras...
Surpresa???
Depois de ler o primeiro parágrafo do comentário sobre esta história, juro por Deus que nào me surpreenderia se um alienígena aparecesse no meio da trama ou o Osama Bin Laden fizesse uma breve participação na obra... Afinal de contas, se no mundo que esta autora vive, o mocinho de nome afeminado irlandês meio-apelido "Rory" existe, POR FAVOR, levem-me até lá URGENTEMENTE!!!
Não vou desejar boa ou má leitura... A crítica acima basta, mas vou terminar com uma frase que MUITO vem a calhar para este post:
"TUDO VALE A PENA QUANDO A ALMA NÃO É PEQUENA"...
domingo, 14 de agosto de 2011
Quando o amor acaba...
O amor é eterno? Nunca esfria, muda ou acaba?
Quando o sentimento termina é porque nunca existiu de fato?
Como saber se é amor? E como saber se não é?
Perguntas que todos nós em alguma fase de nossas vidas fizemos a nós mesmos ou a outrem no triste momento do adeus. Independente de qual parte tenha vindo a iniciativa...
Terminei um relacionamento de quase cinco anos porque o sentimento homem-mulher acabou... Pois é, nào havia mais recipricidade e ficou impossível manter um amor unilateral. Então nào existiu o amor?
Depois de pensar, repensar, calcular, balancear todos e quaisquer motivos para o que um dia foi uma linda história de amor ter terminado, cheguei a uma única e estarrecedora conclusão:
EU NÃO SEI!
Alguém se aventura a desvendar?
Em contrapartida, descobri que a parte "desamante" também sofre e muito. Por quê?
Ora, porque machucou, magoou, abandonou quem um dia foi narrado e descrito em riqueza de detalhes como o centro do nosso universo... Dói sim e muito. O fim do amor mata um pedaço da alma de quem ainda ama e principalmente de quem não ama mais.
Há maneira suave de terminar uma relaçào?
Até que ponto vale a pena tentar levar?
Ao tentar levar adiante algo que se quebrou, nào estamos impedindo o outro de ser feliz? Não causamos infelicidade também?
Trocando em miúdos, NÀO existe uma fórmula indolor para dizer adeus. Nào se aperta um botão eject, pause ou stop em nossos corações. E esta "deficiência" é a segunda parte mais bonita nesse fechar de cortinas, pois o primeiro e absoluto é a lembrança do que um dia foi enganosamente considerado amor...
E que venham mais e mais enganos, porque junto á confusào, a saudade e a consciência do término, vem a excitação, o prazer e a luta pelo recomeço.
Estou pronta para recomeçar.
E você?
Quando o sentimento termina é porque nunca existiu de fato?
Como saber se é amor? E como saber se não é?
Perguntas que todos nós em alguma fase de nossas vidas fizemos a nós mesmos ou a outrem no triste momento do adeus. Independente de qual parte tenha vindo a iniciativa...
Terminei um relacionamento de quase cinco anos porque o sentimento homem-mulher acabou... Pois é, nào havia mais recipricidade e ficou impossível manter um amor unilateral. Então nào existiu o amor?
Depois de pensar, repensar, calcular, balancear todos e quaisquer motivos para o que um dia foi uma linda história de amor ter terminado, cheguei a uma única e estarrecedora conclusão:
EU NÃO SEI!
Alguém se aventura a desvendar?
Em contrapartida, descobri que a parte "desamante" também sofre e muito. Por quê?
Ora, porque machucou, magoou, abandonou quem um dia foi narrado e descrito em riqueza de detalhes como o centro do nosso universo... Dói sim e muito. O fim do amor mata um pedaço da alma de quem ainda ama e principalmente de quem não ama mais.
Há maneira suave de terminar uma relaçào?
Até que ponto vale a pena tentar levar?
Ao tentar levar adiante algo que se quebrou, nào estamos impedindo o outro de ser feliz? Não causamos infelicidade também?
Trocando em miúdos, NÀO existe uma fórmula indolor para dizer adeus. Nào se aperta um botão eject, pause ou stop em nossos corações. E esta "deficiência" é a segunda parte mais bonita nesse fechar de cortinas, pois o primeiro e absoluto é a lembrança do que um dia foi enganosamente considerado amor...
E que venham mais e mais enganos, porque junto á confusào, a saudade e a consciência do término, vem a excitação, o prazer e a luta pelo recomeço.
Estou pronta para recomeçar.
E você?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
De repente, pai Michelle Reid - DOWNLOAD
Bom, até hoje eu gostei muito das histórias desta autora... Mesmo que por incontáveis vezes eu tenha sentido vontade de esganar os mocinhos ciumentos, possessivos e irracionalmente malvados que Michelle Reid sempre cria... Ou sacudir as pombas-lesas que amam demais e ficam cegas, surdas, mudas e pateticamente dóceis nas mãos desses verdadeiros crápulas lindos, sarados e sedutores... Aff... Se controlem, mocinhas!
Pois bem, este livro nào deixa nada a desejar nos quesitos acima descritos e ainda tem o agravante "Ignoro esta criança, que TODOS na trama sabem que é meu filho(a), mas algo alguém ou alguma coisa - forjada, obviamente, meus caros Watsons - me fez acreditar que não era minha e passarei o livro inteiro reiterando o fato até as últimas páginas"...
Mas pasmem!
Nào, povo, a verdade aparece nas últimas cenas mesmo, mas, porém, contudo e todavia, ele...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Nào tem graça eu contar, né?
Mas adianto que foi revigorante ler como ele se sentiu... Rolou até lágrimas (desculpem, não resisti) e a mocinha ficou com peninha...
Tá com pena? Leva para casa!
E foi o que ela fez...
Ou será que foi ele?
Hum... Acho que vou reler este final! rsrs
Boa leitura!
Pois bem, este livro nào deixa nada a desejar nos quesitos acima descritos e ainda tem o agravante "Ignoro esta criança, que TODOS na trama sabem que é meu filho(a), mas algo alguém ou alguma coisa - forjada, obviamente, meus caros Watsons - me fez acreditar que não era minha e passarei o livro inteiro reiterando o fato até as últimas páginas"...
Mas pasmem!
Nào, povo, a verdade aparece nas últimas cenas mesmo, mas, porém, contudo e todavia, ele...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Nào tem graça eu contar, né?
Mas adianto que foi revigorante ler como ele se sentiu... Rolou até lágrimas (desculpem, não resisti) e a mocinha ficou com peninha...
Tá com pena? Leva para casa!
E foi o que ela fez...
Ou será que foi ele?
Hum... Acho que vou reler este final! rsrs
Boa leitura!
domingo, 17 de julho de 2011
Amor sem perdão Júlia James - DOWNLOAD
Pessoal, eu gosto muito do estilo desta escritora. Júlia James tem muitos livros e a maior parte deles merecem cada segundo de nossa atenção... Confesso que esta semana me vi surpresa ao descobrir que ela também (assim como eu escrevo ou ao menos tento, né?) escreve contos. Um deles é AMOR SEM PERDÃO. Curtinho, com vinte e sete páginas, a história conta o reencontro entre Allana e Leon, um grego que ela nunca fora capaz de esquecer. E não somente por causa das noites quentes - e que noites e que moreno - mas pela "herança" deste tórrido caso de amor... Júlia tenta explicar em poucas - e boas - linhas o que sucedeu antes do derradeiro esbarrão...
Acho que não preciso dizer como termina o vuco-vuco sem fim deles... Mas o desenrolar deste término merece a leitura!
Divirtam-se.
Acho que não preciso dizer como termina o vuco-vuco sem fim deles... Mas o desenrolar deste término merece a leitura!
Divirtam-se.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ilusão de amor Penny Jordan - DOWNLOAD
Eu adoro Penny Jordan... Mas confesso que entre todos os mirabolantes romances que li até agora, NUNCA imaginei que ela pudesse ir tão fundo... Síndrome de Estocolmo? E com o pai como alcoviteiro???
O livro fala de um sequestro no qual a mocinha se apaixona pelo sequestrador... Ok, até ai, o "síndrome de Estocolmo" acima por si só traduz... E ao longo da história, vc desconfia saber - ou em sua ingenuidade romantica quer muito desconfiar saber - que o moço não é o monstro do Lago Ness num rosto de George Clooney e físico estilo Vin Diesel... (Eu acho esses homens lindos, mas vc pode substituir pelos seus galãs, obviamente) - E que ele logo vai se revelar um policial disfarçado, agente da CIA ou SAS, mas com Penny Jordan é assim... É sofrimento até a última página... E ela caprichou desta vez, matando até o coitado... Que na realidade NÃO era o mocinho (PASMEM) e que apenas queria... - Ahá! Acharam que eu iria estragar a surpresa, não é? - rsrsrsrsrs ...
Bom, o pai nada tem de inocente também e apesar de ser uma história que literalmete "faz vc refém até a última página", como toda crítica que se preza, senti falta de um epílogozinho, afinal a Sharon (Que nada tem de Stone) sofreu tanto... Merecia mais umas linhas de compensação pelos "cabelos perdidos" ao longo da história...
Ficaram curiosos, hum? Baixem o livro com leves erros gramaticais e boa leitura!
O livro fala de um sequestro no qual a mocinha se apaixona pelo sequestrador... Ok, até ai, o "síndrome de Estocolmo" acima por si só traduz... E ao longo da história, vc desconfia saber - ou em sua ingenuidade romantica quer muito desconfiar saber - que o moço não é o monstro do Lago Ness num rosto de George Clooney e físico estilo Vin Diesel... (Eu acho esses homens lindos, mas vc pode substituir pelos seus galãs, obviamente) - E que ele logo vai se revelar um policial disfarçado, agente da CIA ou SAS, mas com Penny Jordan é assim... É sofrimento até a última página... E ela caprichou desta vez, matando até o coitado... Que na realidade NÃO era o mocinho (PASMEM) e que apenas queria... - Ahá! Acharam que eu iria estragar a surpresa, não é? - rsrsrsrsrs ...
Bom, o pai nada tem de inocente também e apesar de ser uma história que literalmete "faz vc refém até a última página", como toda crítica que se preza, senti falta de um epílogozinho, afinal a Sharon (Que nada tem de Stone) sofreu tanto... Merecia mais umas linhas de compensação pelos "cabelos perdidos" ao longo da história...
Ficaram curiosos, hum? Baixem o livro com leves erros gramaticais e boa leitura!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O Leão de Berlim Lisa Lenore - DOWNLOAD
Pessoal, esse é um dos poucos livros que li, reli e leria novamente, se não tivessem tantos outros na fila de espera... A primeira vez que o vi, ele estava em uma banca de jornal, empoeirado e encardido... Eu era apenas uma menina de dezoito anos, ávida por ler romances (Meu vício pela literatura em geral, era recém descoberto). Como a grana era curta - e ainda é - na época, acabei o trocando por outro livro que ainda não havia lido e se arrependimento matasse... Mas dizem por aí que é "menos pior" arrepender-se de algo feito, não é???
Pois bem, o livro aborda assuntos interessantes, a história prende e tem reviravoltas interessantes... O final me deixou meio no clima de "continua no próximo episódio", mas valeu a pena. A mocinha não dá mole para o mocinho da trama, que é tudo de bom... E sinceramente, o Wolfgang também merecia um final feliz, apesar das malvadezas.
O livro está aí para quem quiser ler, basta clicar no título e fazer o download.
Boa leitura!
Pois bem, o livro aborda assuntos interessantes, a história prende e tem reviravoltas interessantes... O final me deixou meio no clima de "continua no próximo episódio", mas valeu a pena. A mocinha não dá mole para o mocinho da trama, que é tudo de bom... E sinceramente, o Wolfgang também merecia um final feliz, apesar das malvadezas.
O livro está aí para quem quiser ler, basta clicar no título e fazer o download.
Boa leitura!
domingo, 19 de junho de 2011
Atacando de comentarista
Todos que lêem meu blog sabem como me sinto a respeito de conselhos... Mas Papai do céu há de me absolver se resolver comentar sobre livros que baixo dos blogs que sigo...
Como toda leitora de romances de banca assumida (sem medo de ser tachada de brega pelos mais conservadores), estou sempre lendo um daqueles bons e velhos, muito velhos - na maioria das vezes - livrinhos entitulados "Momentos íntimos, Sabrina, Bianca, Jéssica..." cujas histórias são verdadeiras tragédias gregas, dignas de novela mexicana... Notem a miscigenação de estilos...
Enfim, entre um Dan Brown, Evaristo de Moraes, Drumond de Andrade e tantos outros por aí, sempre paro para um "recreio merecido", lendo os romances acima citados... E admito que ADORO muitas das histórias lidas, repletas de sentimento e tramas complicadas que te fazem perder o sono com pena e muitas vezes ódio do mocinho, que sempre reluta, luta e rodeia para finalmente admitir seus erros cometidos nas muitas páginas de lágrimas derramadas, sendo perdoado em apenas uma, no máximo duas páginas pela mocinha compreensiva e apaixonada...
Pessoal, quem não almeja o "felizes para sempre" irrealizável, já que INFELIZMENTE sempre estamos em busca de mais, insatisfeitos com o que conquistamos ao longo da vida?
Pensando em como ler estas hitorinhas me distrai, pensei em resenhar como algumas colegas de blog, comentando impressões para ajudar outras, que como eu, poderiam ter evitado aborrecimentos, deixando de ler livrinhos péssimos, que não somente desperdiçaram meu apertado tempo ou até mesmo para incentivá-las a viajar em histórias dignas de serem lidas, relidas e citadas aqui...
Então é isso, enquanto a inspiração não vem, eu vou comentar sobre as obras de escritoras que conseguiram terminar seus projetos... (Espero estar entre elas um dia... rs).
Já me engajei... Aguardem...
Como toda leitora de romances de banca assumida (sem medo de ser tachada de brega pelos mais conservadores), estou sempre lendo um daqueles bons e velhos, muito velhos - na maioria das vezes - livrinhos entitulados "Momentos íntimos, Sabrina, Bianca, Jéssica..." cujas histórias são verdadeiras tragédias gregas, dignas de novela mexicana... Notem a miscigenação de estilos...
Enfim, entre um Dan Brown, Evaristo de Moraes, Drumond de Andrade e tantos outros por aí, sempre paro para um "recreio merecido", lendo os romances acima citados... E admito que ADORO muitas das histórias lidas, repletas de sentimento e tramas complicadas que te fazem perder o sono com pena e muitas vezes ódio do mocinho, que sempre reluta, luta e rodeia para finalmente admitir seus erros cometidos nas muitas páginas de lágrimas derramadas, sendo perdoado em apenas uma, no máximo duas páginas pela mocinha compreensiva e apaixonada...
Pessoal, quem não almeja o "felizes para sempre" irrealizável, já que INFELIZMENTE sempre estamos em busca de mais, insatisfeitos com o que conquistamos ao longo da vida?
Pensando em como ler estas hitorinhas me distrai, pensei em resenhar como algumas colegas de blog, comentando impressões para ajudar outras, que como eu, poderiam ter evitado aborrecimentos, deixando de ler livrinhos péssimos, que não somente desperdiçaram meu apertado tempo ou até mesmo para incentivá-las a viajar em histórias dignas de serem lidas, relidas e citadas aqui...
Então é isso, enquanto a inspiração não vem, eu vou comentar sobre as obras de escritoras que conseguiram terminar seus projetos... (Espero estar entre elas um dia... rs).
Já me engajei... Aguardem...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Quando as idéias são demais...
Então, pessoal, como toda hiperativa assumida, estou sempre engajada em algum projeto... Que nunca consigo terminar... Aff... Que perturbação mental, isso!!!
Estou com quatro livros inacabados nas mãos, nenhuma idéia para terminá-los e ainda pior: Minha mente "doentia" fervilha com novas idéias... Será que entrarei em erupção como o vulcão Chileno???
Ao menos euzinha não provocaria o cancelamento de inúmeros vôos nem atrapalharia a utilização do espaço aéreo internacional, não é?
Se bem que um alto, moreno, sombrio, atraente e sucinto agente da Federal, CIA, INTERPOL ou até quem sabe NSA batendo em minha porta viria bem a calhar, não???
Desculpem o atraso, mas eu vou terminar esses livros... Com ou sem erupção... Ao menos tem algumas tolices que podem distraí-los aqui no blog!
Estou com quatro livros inacabados nas mãos, nenhuma idéia para terminá-los e ainda pior: Minha mente "doentia" fervilha com novas idéias... Será que entrarei em erupção como o vulcão Chileno???
Ao menos euzinha não provocaria o cancelamento de inúmeros vôos nem atrapalharia a utilização do espaço aéreo internacional, não é?
Se bem que um alto, moreno, sombrio, atraente e sucinto agente da Federal, CIA, INTERPOL ou até quem sabe NSA batendo em minha porta viria bem a calhar, não???
Desculpem o atraso, mas eu vou terminar esses livros... Com ou sem erupção... Ao menos tem algumas tolices que podem distraí-los aqui no blog!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
ACREDITE SE PUDER...
A sociedade tem suas particularidades, sou obrigada a admitir...
Particularidades, para não utilizar um termo mais simples, talvez até vulgar, como "idiotices, contradições, superficialidades e afins"... Por quê???
Boa pergunta... Mas infelizmente, caro leitor, não há como explicar... Nem o saudoso Freud conseguiria...
Mas não se desespere! Eu não sei explicar, mas talvez atuais "ícones incontestáveis" do que tento sem sucesso elucidar - e entender - possam me servir de exemplo para ilustrar o rumo que nossa sociedade anda tomando... Porque humanidade, evolução e consciência são raridade, mas criatividade, malandragem e manipulação parecem ter sido multiplicadas em larga escala no vale do Eco...
EXEMPLO 1: Morre Wellington, o matador de crianças e adolescentes, que só poupou a gordinha... Espere aí!!! Deixar a menininha viva, só porque ela era gordinha, não seria uma forma macabra de bulling? Logo Tu falecido, que odiava tanto a discriminação??? Vai entender...
EXEMPLO 2: As tropas dos EUA finalmente matam Bin Laden, o terrorista que aterrorizou o mundo ao explodir as gêmeas e é mais comentado nos jornais hoje que o próprio genocídio em si... A vida de Bin, as esposas de Bin, os seguidores de Bin... E o povo todo que ele matou? Ok, entendi... Deve-se matar geral e ser pego POR ACASO desarmado dez anos depois para virar mártir e incitar ainda mais guerra... Um instante, vou anotar na minha agenda...
EXEMPLO 3: Eu sou deficiente físico, viciado e vagabundo... Ninguém quer me dar dinheiro para comprar Crack nem Oxi que é mais baratinho? Já sei!!! Vou pegar um grampeador no lixo. O resto da história, já sabemos, não vou te dar IBOPE, mas vou deixar registrado que a idéia foi até original. Mas uma freada brusca pode custar o Oscar de pior malfeitor. Sorry.
Ah... O EXEMPLO final vai para: A "modelo" (Porque todas da categoria denominam-se assim? É algum tipo de seita?) que matou o empresário casado e foi á polícia se entregar, alegando que ERA SUA AMANTE, mas NãO FAZIA SEXO com ele... E a polícia acreditou, como acredita em Papai Noel e sabe que Elvis não morreu, até porque MOTEL é lugar para se REZAR, CONVERSAR, DIALOGAR e MATAR... Quase esqueci deste último pequeno grande detalhe... Nem quero imaginar para que as igrejas servem então. A propósito leitores, Por que não colocaram uma HORRENDA foto de identidade dela na mídia, ao invés de uma digna de perfil do ORKUT/FACEBOOK? Óbvio, ela precisa de "trabalho" e um advogado que diga em rede nacional que a moça toma não um, não dois, não três, mas DEZ! Dez remédios traja preta para sei lá o quê, deve custar uma nota preta. E eu, coitadinha, não consigo nem Caralluma Fimbriata sem receita em farmácias de manipulação...
O ÚLTIMO e mais ESDRÚXULO de todos: A marcha da Maconha... Claro, para que protestar contra a pobreza, a compra de carros oficiais que de oficiais não tem nada, a alta da inflação ou os impostos, que são os mais altos do mundo?
Não, vamos afogar nossa hipocrisia, mediocridade e idiotice numa viagem "natural". E mais barata, menos diurética que a cerveja e menos detectável na Lei Seca que a cachaça da birosca da esquina.
É isso aí... Cidadãos "conscientes" reivindicando SEUS DIREITOS.
Quais?
MISTÉEEEERIO...
Particularidades, para não utilizar um termo mais simples, talvez até vulgar, como "idiotices, contradições, superficialidades e afins"... Por quê???
Boa pergunta... Mas infelizmente, caro leitor, não há como explicar... Nem o saudoso Freud conseguiria...
Mas não se desespere! Eu não sei explicar, mas talvez atuais "ícones incontestáveis" do que tento sem sucesso elucidar - e entender - possam me servir de exemplo para ilustrar o rumo que nossa sociedade anda tomando... Porque humanidade, evolução e consciência são raridade, mas criatividade, malandragem e manipulação parecem ter sido multiplicadas em larga escala no vale do Eco...
EXEMPLO 1: Morre Wellington, o matador de crianças e adolescentes, que só poupou a gordinha... Espere aí!!! Deixar a menininha viva, só porque ela era gordinha, não seria uma forma macabra de bulling? Logo Tu falecido, que odiava tanto a discriminação??? Vai entender...
EXEMPLO 2: As tropas dos EUA finalmente matam Bin Laden, o terrorista que aterrorizou o mundo ao explodir as gêmeas e é mais comentado nos jornais hoje que o próprio genocídio em si... A vida de Bin, as esposas de Bin, os seguidores de Bin... E o povo todo que ele matou? Ok, entendi... Deve-se matar geral e ser pego POR ACASO desarmado dez anos depois para virar mártir e incitar ainda mais guerra... Um instante, vou anotar na minha agenda...
EXEMPLO 3: Eu sou deficiente físico, viciado e vagabundo... Ninguém quer me dar dinheiro para comprar Crack nem Oxi que é mais baratinho? Já sei!!! Vou pegar um grampeador no lixo. O resto da história, já sabemos, não vou te dar IBOPE, mas vou deixar registrado que a idéia foi até original. Mas uma freada brusca pode custar o Oscar de pior malfeitor. Sorry.
Ah... O EXEMPLO final vai para: A "modelo" (Porque todas da categoria denominam-se assim? É algum tipo de seita?) que matou o empresário casado e foi á polícia se entregar, alegando que ERA SUA AMANTE, mas NãO FAZIA SEXO com ele... E a polícia acreditou, como acredita em Papai Noel e sabe que Elvis não morreu, até porque MOTEL é lugar para se REZAR, CONVERSAR, DIALOGAR e MATAR... Quase esqueci deste último pequeno grande detalhe... Nem quero imaginar para que as igrejas servem então. A propósito leitores, Por que não colocaram uma HORRENDA foto de identidade dela na mídia, ao invés de uma digna de perfil do ORKUT/FACEBOOK? Óbvio, ela precisa de "trabalho" e um advogado que diga em rede nacional que a moça toma não um, não dois, não três, mas DEZ! Dez remédios traja preta para sei lá o quê, deve custar uma nota preta. E eu, coitadinha, não consigo nem Caralluma Fimbriata sem receita em farmácias de manipulação...
O ÚLTIMO e mais ESDRÚXULO de todos: A marcha da Maconha... Claro, para que protestar contra a pobreza, a compra de carros oficiais que de oficiais não tem nada, a alta da inflação ou os impostos, que são os mais altos do mundo?
Não, vamos afogar nossa hipocrisia, mediocridade e idiotice numa viagem "natural". E mais barata, menos diurética que a cerveja e menos detectável na Lei Seca que a cachaça da birosca da esquina.
É isso aí... Cidadãos "conscientes" reivindicando SEUS DIREITOS.
Quais?
MISTÉEEEERIO...
terça-feira, 26 de abril de 2011
SEJA FELIZ
Ontem pela madrugada, li um texto muito interessante, que gostaria de compartilhar, pois muito do que vivemos em nossas experiências, existe dentro dele... Boa leitura.
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, compreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo!!! Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial !!!!!
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, compreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo!!! Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial !!!!!
domingo, 24 de abril de 2011
LEI DE MURPHY: FATO OU MITO?
Ouço sempre as pessoas falarem sarcasticamente sobre o adágio denominado "lei de Murphy" quando algo dá muito errado em seus planejamentos de vida ou determinada situação, como se a tal lei inescrevível fosse a culpada pelos percalços e fatalidades de quem pensa que tem o domínio do indomável IMPREVISTO nas mãos... Sempre achei graça na expressão rota que sai das bocas mais indignadas no momento em que o universo NÃO conspira a favor ou bel-prazer do "prejudicado" pelo destino cruel, mas como tudo na vida vai e volta, passei por uma situação levemente semelhante na quinta-feira passada. O relato abaixo é forte e qualquer fato digitado abaixo é verídico. Qualquer mera semelhança com as milhares de vítimas deste infame, pessimista e peçonhento Murphy, NÃO são mera coincidência...
A loja que gerencio está em obra e o pessoal da empreiteira tem que trabalhar APÓS o horário, ou seja, depois do expediente, ou antes que ele comece... Pois bem, o dia citado acima era feriado, logo a loja abriria ás 15hs e sendo meio expediente, euzinha, exausta e empoeirada estaria de folga, depois de muitas trocas de uniforme e espanadas na loja que NUNCA fica limpa desde então... Ok... Até aí nada demais, obra mexe mesmo com o visual e limpeza de QUALQUER ambiente e porque conosco lá na loja seria diferente???
Ao me preparar para ir embora, depois de mais uma longa jornada num trabalho que eu adoro, recebi a notícia de que teria que estar lá para receber o eletricista cedo, logo o tão sonhado descanso ficou para outro dia... Ou outra vida, já que com a chegada do dia das mães, folga passa a ser um sonho distante, mas em nome do desejo de ver minha loja maior, modernizada e LIVRE DAQUELA POEIRA SEM FIM, concordei em comparecer na manhã do dia seguinte... Sozinha.
Ninguém apareceu no horário e minha alma hiperativa me impulsionou a adentrar na área NÃO interditada para adiantar algumas planilhas antes que minha equipe chegasse... Tateei o corredor abafado e escuro até a entrada lateral do recinto e pasmem: NÃO HAVIA LUZ!
Ok, ok, ok... A light anda deixando furos mesmo, ou até rombos, mas não era o caso em questão... Alguma alma desavisada e exausta, no calor da madrugada sem fim, esqueceu de ligar o interruptor e consequentemente o "persona non grata Murphy" agiu sobre minha vida, derrubando não uma nem duas, mas três, TRÊS tábuas PESADAS de madeira em UM de meus dedos do pé desprotegidos por uma havaiana azul com corações vermelhos e brancos. Eu não esbocei reação alguma, tomada pelo choque do momento, mas fui ao céu e ao inferno, vi Lua, Sol e estrelas diante de meus olhos e logo lágrimas da mais pura dor desceram pelo meu rosto suado e invisível no negrume á frente. Calmamente me abaixei e com as mãos trêmulas tirei as três hárpias que tentavam se apoderar de meu ensanguentado dedão direito.
Deus, que dor terrível!!! Me agachei e lavei minha alma com um choro sentido e solitário enquanto o danado do dedo atingido espraguejava consigo conta a lei infame. Joguei friamente álcool, lavei e blasfemei contra o pobre eletricista que apareceu em seguida... Naquele dia, trabalhei até as sete da noite e desde então venho trabalhando de sandália.
MORAL DA HISTÓRIA: esse tal de Murphy ainda tem moral??? Aff, quando eu conseguir colocar as mãos nele...
A loja que gerencio está em obra e o pessoal da empreiteira tem que trabalhar APÓS o horário, ou seja, depois do expediente, ou antes que ele comece... Pois bem, o dia citado acima era feriado, logo a loja abriria ás 15hs e sendo meio expediente, euzinha, exausta e empoeirada estaria de folga, depois de muitas trocas de uniforme e espanadas na loja que NUNCA fica limpa desde então... Ok... Até aí nada demais, obra mexe mesmo com o visual e limpeza de QUALQUER ambiente e porque conosco lá na loja seria diferente???
Ao me preparar para ir embora, depois de mais uma longa jornada num trabalho que eu adoro, recebi a notícia de que teria que estar lá para receber o eletricista cedo, logo o tão sonhado descanso ficou para outro dia... Ou outra vida, já que com a chegada do dia das mães, folga passa a ser um sonho distante, mas em nome do desejo de ver minha loja maior, modernizada e LIVRE DAQUELA POEIRA SEM FIM, concordei em comparecer na manhã do dia seguinte... Sozinha.
Ninguém apareceu no horário e minha alma hiperativa me impulsionou a adentrar na área NÃO interditada para adiantar algumas planilhas antes que minha equipe chegasse... Tateei o corredor abafado e escuro até a entrada lateral do recinto e pasmem: NÃO HAVIA LUZ!
Ok, ok, ok... A light anda deixando furos mesmo, ou até rombos, mas não era o caso em questão... Alguma alma desavisada e exausta, no calor da madrugada sem fim, esqueceu de ligar o interruptor e consequentemente o "persona non grata Murphy" agiu sobre minha vida, derrubando não uma nem duas, mas três, TRÊS tábuas PESADAS de madeira em UM de meus dedos do pé desprotegidos por uma havaiana azul com corações vermelhos e brancos. Eu não esbocei reação alguma, tomada pelo choque do momento, mas fui ao céu e ao inferno, vi Lua, Sol e estrelas diante de meus olhos e logo lágrimas da mais pura dor desceram pelo meu rosto suado e invisível no negrume á frente. Calmamente me abaixei e com as mãos trêmulas tirei as três hárpias que tentavam se apoderar de meu ensanguentado dedão direito.
Deus, que dor terrível!!! Me agachei e lavei minha alma com um choro sentido e solitário enquanto o danado do dedo atingido espraguejava consigo conta a lei infame. Joguei friamente álcool, lavei e blasfemei contra o pobre eletricista que apareceu em seguida... Naquele dia, trabalhei até as sete da noite e desde então venho trabalhando de sandália.
MORAL DA HISTÓRIA: esse tal de Murphy ainda tem moral??? Aff, quando eu conseguir colocar as mãos nele...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CONSELHO
"Se conselho fosse bom, não de dava, se vendia", já dizia o velho xavão...
E quem se importa? Meu amigo COM CERTEZA não. Creio que ele nem deva conhecer esse ditado popular demais para a refinada mente que ele possui... Simplesmente escreveu para a minha pessoa, sem dó nem piedade ao visitar meu blog:
- Interessante seu blog, mas vai acabar cegando as pessoas com esta letra branca no fundo preto.
Eu xinguei, ri da audácia dele e é óbvio, como sempre fazemos ao receber um conselho que não contém as pavaras que a gente QUER OUVIR, ignorei...
Mas depois que a minha parte orgulhosa se cansou de esbravejar e aquietou-se em algum canto desconhecido junto ás minhas outras esquisitices dentro da alma, limpei os óculos e esfreguei os olhos. Congelei no meio da ação. Olhos lacrimejando...
Será que ele está certo???
Bom, confesso que minha parte humilde reconheceu algum senso no incoveniente conselho... ALGUMA, ouviu, moço??? Não bata uma salva de palmas para si mesmo e nem pense em congratular-se em frente ao espelho... Não rola. Saia já daí!
Mas não é que o danado pode estar certo?
Mas o que faço com meu Blog amado? Modifico-o? Como? Aff, odeio mudanças... Sim, isso aí. Aproveitando o surto TEMPORÁRIO de auto-análise, admito que sou tão gato neste aspecto quanto se possa ser. Felinos não reagem bem a mudanças... E eu... Bem, eu nem reajo. Confesso que não me desce bem e preciso de algum tempo para me adaptar.
Não me perguntem quanto! Não muito, espero. rsrsrsrsrs
Enfim, TALVEZ, apenas TALVEZ ele esteja certo.
Então fica no ar a pargunta que não quer calar: O QUE SUGEREM?
E quem se importa? Meu amigo COM CERTEZA não. Creio que ele nem deva conhecer esse ditado popular demais para a refinada mente que ele possui... Simplesmente escreveu para a minha pessoa, sem dó nem piedade ao visitar meu blog:
- Interessante seu blog, mas vai acabar cegando as pessoas com esta letra branca no fundo preto.
Eu xinguei, ri da audácia dele e é óbvio, como sempre fazemos ao receber um conselho que não contém as pavaras que a gente QUER OUVIR, ignorei...
Mas depois que a minha parte orgulhosa se cansou de esbravejar e aquietou-se em algum canto desconhecido junto ás minhas outras esquisitices dentro da alma, limpei os óculos e esfreguei os olhos. Congelei no meio da ação. Olhos lacrimejando...
Será que ele está certo???
Bom, confesso que minha parte humilde reconheceu algum senso no incoveniente conselho... ALGUMA, ouviu, moço??? Não bata uma salva de palmas para si mesmo e nem pense em congratular-se em frente ao espelho... Não rola. Saia já daí!
Mas não é que o danado pode estar certo?
Mas o que faço com meu Blog amado? Modifico-o? Como? Aff, odeio mudanças... Sim, isso aí. Aproveitando o surto TEMPORÁRIO de auto-análise, admito que sou tão gato neste aspecto quanto se possa ser. Felinos não reagem bem a mudanças... E eu... Bem, eu nem reajo. Confesso que não me desce bem e preciso de algum tempo para me adaptar.
Não me perguntem quanto! Não muito, espero. rsrsrsrsrs
Enfim, TALVEZ, apenas TALVEZ ele esteja certo.
Então fica no ar a pargunta que não quer calar: O QUE SUGEREM?
domingo, 27 de março de 2011
O APEGO
Eu NUNCA fui uma garota apegada a bens materiais... Nunca me incomodei de não ter casa própria, carro, moto, celular caro, pois para mim, bastava funcionar, roupas caras, perfumes e cosméticos importados (mentira esses dois últimos, sou meio vaidosa, mas qual moça não é?), bicicleta, até porque nem sei andar de... rs Nem suspirei pelos namorados lindos, altos e sarados que minhas colegas de colégio arranjavam enquanto cabulavam aula e eu, NERD até o último fio de raiz de meus cabelos estudava sem descanso e as crucificava depois, fazendo sinal da cruz e tudo, no auge da minha peculiar tendência ao exagero. Vivi razoavelmente bem, desapegada a tudo que não fosse amizade, bate-papo com amigos, conversas na madrugada, minha família que eu amo muito e meu trabalho que como todo amante axigente, toma a maior parte de meu tempo e energia...
Mas eu cresci, fiz uma idade que não convém citar porque NÃO SE PERGUNTA A IDADE DE UMA DAMA recentemente e meu informatizado, antenado, cibernético e atualizado namorado me presenteou com um NETBOOK vermelho, minha cor favorita, moderníssimo, delicado, lindo e de última geração... A princípio eu olhei para o belíssimo trabalho de engenharia, nas linhas perfeitas, nos lindos botões e depois gritei feito uma louca (A tal tendência citada acima deve ser genética, pois nunca consegui me livrar dela), agarrei-o e agradeci... Teclei de tudo nele, baixei meus livros e passei boa parte de minha tarde de aniversário admirando meu mais novo "filhote", dormindo na madrugada com meu presente eletrônico na mesa de cabeceira...
Hoje, depois que eu fiz o almoço ( modéstia parte, eu cozinho bem), fui mexer no meu mais novo brinquedo... Aí percebi que faltava ALGO... Onde estavam minhas quase mil músicas, acumuladas em anos de pesquisas, separadas por pastas tipo NAMORAR, ESCREVER, LER, MOMENTO EMO??? Meu coração apertou-se no peito e eu olhei para o meu namorado, deitado ao lado, estudando no Notebook dele, alheio ao meu sofrimento...
- O que vou fazer agora? - Quis saber num fio de voz.
- Com o que? - Ele quis saber, sem desgrudar os olhos do trabalho da faculdade.
- Minhas músicas! - Eu gritei, como se ele tivesse acabado de me mandar ir para "aquele lugar".
- Passe para o Pen drive e depois a jogue no Net. - Ele respondeu como se eu tivesse acabado de perguntar as horas.
- Mas e as pastas que estão no Media Player, minha seleção ordenada cuidadosamente de acordo com cada minuto, cada suspiro, cada linha a ler?
- Refaça, ué. - Ele deu por encerrada a discussão e voltou ao mundo das leis e eu, fiquei ali, prostrada, o suor escorrendo no rosto porque estava um calor do C..., alternando meus olhos do Net para o Desktop, do Net para O Desk e depois de momentos intermináveis do mais puro dissabor, sabem o que eu percebi???
Que meu lindo, bem feito, moderníssimo e chiquerrésimo Netbook NÃO era meu Desk muito bom, preto básico e humilde, jogado num canto, desligado e ignorado por um fim de semana inteiro... E que pela primeira vez na vida, eu quebrei uma regra que adotei para minha vida: NÃO SUBESTIME O PODER DAS PESSOAS, POIS ELAS PODEM SURPREENDER. Epa... O Desk é uma máquina, certo?
Meu Desk está comigo a tempo suficiente para carregar cada foto, cada música, cada programa, cada trabalho escolar e até aqui no blog, para ser considerando somente uma máquina. E isso complica ainda mais a trama, porque se eu não sou apegada a bens materiais, porque estou escrevendo sobre isso?
Porque descobri que numa relação as circunstâncias são a parcela mínima das consequências, enquanto as AÇÕES decorridas durante...
Aí, vocês me perguntam: - Você ainda acha seu Netbook o máximo?
Eu respondo: - Claro, ele é a última palavra em informatização, mas meu Desk continua no lugar cativo de sempre em meu coração. E não, não vou transferir nada para ele, pois eu tenho que aprender a respeitar as diferenças das pessoas sem fazer distinção ás suas habilidades atuais ou falta delas, porque um dia, meu Desk também foi um Net... E assim como eu finalmente compreendi, o ciclo teve sua queda, como na Roda da vida da qual escrevi na virada de mais um ano.
- Ei, Mona, um computador é uma máquina e você escreveu "... respeitar as diferenças das pessoas..." acima.
Calma, eu explico... Meu Desk não é uma pessoa, mas guarda carinhosamente todos os risos, gargalhadas, lágrimas, frustrações e o mais importante de tudo: Um pedaço MUITO IMPORTANTE de minha alma nele. E ele ou outro objeto que eu vier a ganhar e me apaixonar, não o substituirá, apenas dará continuidade ao meu desenvolvimento emocional, espiritual e acima de tudo, humano.
Tenham uma excelente noite de Domingo.
Mas eu cresci, fiz uma idade que não convém citar porque NÃO SE PERGUNTA A IDADE DE UMA DAMA recentemente e meu informatizado, antenado, cibernético e atualizado namorado me presenteou com um NETBOOK vermelho, minha cor favorita, moderníssimo, delicado, lindo e de última geração... A princípio eu olhei para o belíssimo trabalho de engenharia, nas linhas perfeitas, nos lindos botões e depois gritei feito uma louca (A tal tendência citada acima deve ser genética, pois nunca consegui me livrar dela), agarrei-o e agradeci... Teclei de tudo nele, baixei meus livros e passei boa parte de minha tarde de aniversário admirando meu mais novo "filhote", dormindo na madrugada com meu presente eletrônico na mesa de cabeceira...
Hoje, depois que eu fiz o almoço ( modéstia parte, eu cozinho bem), fui mexer no meu mais novo brinquedo... Aí percebi que faltava ALGO... Onde estavam minhas quase mil músicas, acumuladas em anos de pesquisas, separadas por pastas tipo NAMORAR, ESCREVER, LER, MOMENTO EMO??? Meu coração apertou-se no peito e eu olhei para o meu namorado, deitado ao lado, estudando no Notebook dele, alheio ao meu sofrimento...
- O que vou fazer agora? - Quis saber num fio de voz.
- Com o que? - Ele quis saber, sem desgrudar os olhos do trabalho da faculdade.
- Minhas músicas! - Eu gritei, como se ele tivesse acabado de me mandar ir para "aquele lugar".
- Passe para o Pen drive e depois a jogue no Net. - Ele respondeu como se eu tivesse acabado de perguntar as horas.
- Mas e as pastas que estão no Media Player, minha seleção ordenada cuidadosamente de acordo com cada minuto, cada suspiro, cada linha a ler?
- Refaça, ué. - Ele deu por encerrada a discussão e voltou ao mundo das leis e eu, fiquei ali, prostrada, o suor escorrendo no rosto porque estava um calor do C..., alternando meus olhos do Net para o Desktop, do Net para O Desk e depois de momentos intermináveis do mais puro dissabor, sabem o que eu percebi???
Que meu lindo, bem feito, moderníssimo e chiquerrésimo Netbook NÃO era meu Desk muito bom, preto básico e humilde, jogado num canto, desligado e ignorado por um fim de semana inteiro... E que pela primeira vez na vida, eu quebrei uma regra que adotei para minha vida: NÃO SUBESTIME O PODER DAS PESSOAS, POIS ELAS PODEM SURPREENDER. Epa... O Desk é uma máquina, certo?
Meu Desk está comigo a tempo suficiente para carregar cada foto, cada música, cada programa, cada trabalho escolar e até aqui no blog, para ser considerando somente uma máquina. E isso complica ainda mais a trama, porque se eu não sou apegada a bens materiais, porque estou escrevendo sobre isso?
Porque descobri que numa relação as circunstâncias são a parcela mínima das consequências, enquanto as AÇÕES decorridas durante...
Aí, vocês me perguntam: - Você ainda acha seu Netbook o máximo?
Eu respondo: - Claro, ele é a última palavra em informatização, mas meu Desk continua no lugar cativo de sempre em meu coração. E não, não vou transferir nada para ele, pois eu tenho que aprender a respeitar as diferenças das pessoas sem fazer distinção ás suas habilidades atuais ou falta delas, porque um dia, meu Desk também foi um Net... E assim como eu finalmente compreendi, o ciclo teve sua queda, como na Roda da vida da qual escrevi na virada de mais um ano.
- Ei, Mona, um computador é uma máquina e você escreveu "... respeitar as diferenças das pessoas..." acima.
Calma, eu explico... Meu Desk não é uma pessoa, mas guarda carinhosamente todos os risos, gargalhadas, lágrimas, frustrações e o mais importante de tudo: Um pedaço MUITO IMPORTANTE de minha alma nele. E ele ou outro objeto que eu vier a ganhar e me apaixonar, não o substituirá, apenas dará continuidade ao meu desenvolvimento emocional, espiritual e acima de tudo, humano.
Tenham uma excelente noite de Domingo.
quinta-feira, 24 de março de 2011
VIAGEM EM ALTO-MAR
Pessoal, recentemente eu ganhei da minha empresa um viagem de quatro dias num cruzeiro... Comprei mala, biquinis, chinelos e embarquei animadérrima rumo ao alto-mar...
Não, gente, eu não enjoei... Bebi TODAS, comi mais ainda e me diverti... Percorri os onze andares do navio encantada com a decoração e tirei centenas de fotos... Dormi ás quatro da madrugada na primeira noite e acordei cedo na manhã seguinte ávida para me banhar na esplendorosa piscina do terraço. Passei uma tarde preguiçosa me embebedando e entupindo meu estômago dilatado, - porque a esta altura do campeonato eu já havia engordado dois quilos, no mínimo - e ouvindo velhos axés baianos... Á noite, fui ao restaurante mais chique do navio, comi aquelas comidas esquisitas que os ricos comem... No prato não servem o suficiente para alimentar nenhum pássaro de porte pequeno... Mas são tantos pratos, entrada, principal, intermediário, final, pasta, sopa, sobremesa... Que no fim das contas, acabam comendo como um búfalo raivoso... De onde tirei "Búfalo raivoso"? Enfim, depois de passar mais tempo procurando o talher certo que mastigando algo que eu realmente soubesse o que era, fui ver o mar noturno... Visitei cassinos, um programa de auditório horrendo oferecido pelo cassino e fui dormir... Na manhã seguinte: Surpresa! Eu já havia visto o navio INTEIRO e só me sobrara a academia... Que eu queria ignorar, pesada e de ressaca como estava! E sabem o que eu descobri????
Cruzeiros são maravilhosos! Nos dois primeiros dias... Se eu estivesse em uma pousada, hotel, pensão ou birosca, COM OS PÉS NO CHÃO, teria resolvido dar uma caminhada pela cidade, ver gente nova, experimentar culturas diferentes, fotografar novos horizontes... Mas no alto-mar a coisa é sempre a mesma... Uma gaiola de luxo para um minúsculo quintal...
Não que o mar gigantesco seja pequeno ou insignificante... Mas descobri que depois da novidade... Enfim, descobri que preciso de terra, concreto, tijolo e grama para ser feliz.
Os dispendiosos cruzeiros que não me ouçam, mas uma dose de terra é fundamental.
Não, gente, eu não enjoei... Bebi TODAS, comi mais ainda e me diverti... Percorri os onze andares do navio encantada com a decoração e tirei centenas de fotos... Dormi ás quatro da madrugada na primeira noite e acordei cedo na manhã seguinte ávida para me banhar na esplendorosa piscina do terraço. Passei uma tarde preguiçosa me embebedando e entupindo meu estômago dilatado, - porque a esta altura do campeonato eu já havia engordado dois quilos, no mínimo - e ouvindo velhos axés baianos... Á noite, fui ao restaurante mais chique do navio, comi aquelas comidas esquisitas que os ricos comem... No prato não servem o suficiente para alimentar nenhum pássaro de porte pequeno... Mas são tantos pratos, entrada, principal, intermediário, final, pasta, sopa, sobremesa... Que no fim das contas, acabam comendo como um búfalo raivoso... De onde tirei "Búfalo raivoso"? Enfim, depois de passar mais tempo procurando o talher certo que mastigando algo que eu realmente soubesse o que era, fui ver o mar noturno... Visitei cassinos, um programa de auditório horrendo oferecido pelo cassino e fui dormir... Na manhã seguinte: Surpresa! Eu já havia visto o navio INTEIRO e só me sobrara a academia... Que eu queria ignorar, pesada e de ressaca como estava! E sabem o que eu descobri????
Cruzeiros são maravilhosos! Nos dois primeiros dias... Se eu estivesse em uma pousada, hotel, pensão ou birosca, COM OS PÉS NO CHÃO, teria resolvido dar uma caminhada pela cidade, ver gente nova, experimentar culturas diferentes, fotografar novos horizontes... Mas no alto-mar a coisa é sempre a mesma... Uma gaiola de luxo para um minúsculo quintal...
Não que o mar gigantesco seja pequeno ou insignificante... Mas descobri que depois da novidade... Enfim, descobri que preciso de terra, concreto, tijolo e grama para ser feliz.
Os dispendiosos cruzeiros que não me ouçam, mas uma dose de terra é fundamental.
Assinar:
Postagens (Atom)