Para ouvir: Cair em si - Djavan
Gosto muito de Djavan. Cresci ouvindo suas músicas repletas de poemas, declarações, rimas e significados. Djavan é um dos intérpretes que traz em sua voz tranquila e afinada muitos de nossos conflitos amorosos. Alguns a gente exterioriza, como em "Flor do medo"... Mas quero escrever sobre o que NÃO dizemos... Cair em si... A frase é quase uma gíria, não se diz em outro idioma simpesmente que "To fall in yourself" ou "You fell"... O gringo vai achar que você é um ignorante, então a gíria é conterrânea, embora carregue em si algo comum a este gringo que te olha como se fosse louco e a qualquer outro, porque retarata sintomas de qualquer coração apaixonado, independente da nacionalidade.
Quem nunca sentiu o coração palpitar, o suor escorrer pela testa, o ofegar incontido quando nos deparamos com nosso objeto do desejo mais profundo e deseperado de nossos corações? A gente disfarça, recua, tropeça, dissimula, mas estar apaixonado é isso. Descontrole, arritmia, dança, dor, desespero, alegria, riso, insegurança. Quando realmente se está apaixonado, todas as sensações se excedem, tudo fica exacerbado e perdemos a compostura. Não existe ser vivente que consiga lidar com os transbordos da paixão. Eu desconheço.
Cair em si fala de descontrole, do limite entre a sanidade e a incógnita que a paixão oferece. Djavan nesta letra não se furtou ás sensações de seu coração e sinceramente não sei se alguém consegue realmente controlar tais. O motivo não me interessa realmente porque no fim das contas, a seu modo, cada um de nós e todos, vamos sucumbir em algum momento. Pode durar um dia, um mês, anos a fio ou não passar de uma noite, mas como uma fatalidade, vamos "cair em si".
A pergunta que podemos - e devemos nos fazer - é: Como lidar com nosso não saber? Se fechar como uma ostra e talvez perder a oportunidade de vivermos o melhor do que nos foi ofertado? Abrir o coração para vê-lo destroçado em meio á névoa traiçoeira do desconhecido?
Assim como a música, não sei nada...
Mas cair em si e saber que morrer de amor não é o fim, acaba com você?
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Fall too Far... E sua fantástica viagem na maionese
Ok, queridas, pode ser no Ketchup, Mostarda ou molho Rosé... O tempero não importa, ou seria o fundamental nessa miscelânia? Porque a salada de tramas que se denserolam em cada parágrafo realmente carecem de tempero. Hum... Creio que nem tempero resolva, uma mudança TOTAL de enredo talvez. Quem sabe?
O fato é que a Abbi Glines exagerou - e muito - no dramalhão Mexicano que os três livros - acreditem, li todos, exceto o do amigo fulano de tal, do qual nem lembro o nome agora e nem me atrevo - contam... E não pensem que existe surpresas e mais surpresas, porque ficarão decepcionadas... O único suspense é a verdadeira história da "Maria do Bairro" do século XXI e sinceramente, se a escritora tivesse parado por aí, seria o suficiente... Mas não, ela tinha que engravidar a moça, acrescentar uma outra meia-irmã da suposta irmã má do início que nem parente da coitada era no fim da história e é claro, o amigo/irmão sinceramente, nem entendi o que o Grant é até agora, se apaixona pelas duas outras irmãs provavelmente para fazer mais três sequências ainda mais esdrúxulas depois...
Pois bem, melhor parar por aqui porque ter sido crucificada em explanar sobre o Grey me ensinou direitinho a lição "em boca fechada não entra mosca" e ao menos desabafei um terço dos impropérios que gostaria de escrever aqui. Até porque citar Grey me lembrou do mocinho da trama, que de moço não tem nada, mas que fica igualzinho aos seus mestres (Rush só pode ser um clone inacabado do senhor Grey misturado genéticamente ao vampiro e cavalheiro medieval Edward Cullen) ao se apaixonar pela "Maria do Bairro", que sucumbe a seus encantos mais rápido que a tapada da senhorita Steele.. Para maiores detalhes, leiam a "SAGA"... (Jesus, Maria e José).
Decididamente, apesar de algumas páginas picantes e parárafos quase - eu escrevi QUASE - interessantes, eu não recomendaria esta trilogia nem para a vizinha fofoqueira que monitora minha vida. E não retiro o que escrevi.
Que me atirem as pedras/palavras.
O fato é que a Abbi Glines exagerou - e muito - no dramalhão Mexicano que os três livros - acreditem, li todos, exceto o do amigo fulano de tal, do qual nem lembro o nome agora e nem me atrevo - contam... E não pensem que existe surpresas e mais surpresas, porque ficarão decepcionadas... O único suspense é a verdadeira história da "Maria do Bairro" do século XXI e sinceramente, se a escritora tivesse parado por aí, seria o suficiente... Mas não, ela tinha que engravidar a moça, acrescentar uma outra meia-irmã da suposta irmã má do início que nem parente da coitada era no fim da história e é claro, o amigo/irmão sinceramente, nem entendi o que o Grant é até agora, se apaixona pelas duas outras irmãs provavelmente para fazer mais três sequências ainda mais esdrúxulas depois...
Pois bem, melhor parar por aqui porque ter sido crucificada em explanar sobre o Grey me ensinou direitinho a lição "em boca fechada não entra mosca" e ao menos desabafei um terço dos impropérios que gostaria de escrever aqui. Até porque citar Grey me lembrou do mocinho da trama, que de moço não tem nada, mas que fica igualzinho aos seus mestres (Rush só pode ser um clone inacabado do senhor Grey misturado genéticamente ao vampiro e cavalheiro medieval Edward Cullen) ao se apaixonar pela "Maria do Bairro", que sucumbe a seus encantos mais rápido que a tapada da senhorita Steele.. Para maiores detalhes, leiam a "SAGA"... (Jesus, Maria e José).
Decididamente, apesar de algumas páginas picantes e parárafos quase - eu escrevi QUASE - interessantes, eu não recomendaria esta trilogia nem para a vizinha fofoqueira que monitora minha vida. E não retiro o que escrevi.
Que me atirem as pedras/palavras.
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