"SE A VIDA É UM JOGO, ESSAS SÃO AS REGRAS"... Acabei de começar a ler este livro fino, cujo título quase me fez arrancar a prateleira da livraria a fim de adquirir meu exemplar... E ainda não consegui passar para a segunda parte dele.
Eu sabia que você iria querer saber o motivo!!! Assim como também sei que está aí, com cara de cavalo mastigando feno, numa tentativa patética de conter as gargalhadas... Obviamente, o pensamento "Até TU caindo nesses títulos milagrosos, repletos de receitas EXTRAORDINÁRIAS, estudadas a fundo - e o pior - aprovadas, Mona? AHAHAHAHA!!!
Ria, trouxa! Ria bastante! Agora vire-se vagarosamente e levante os olhos lacrimejantes pelas injuriosas gargalhadas do mais autêntico escárnio e veja a quantidade de títulos que AINDA MANTÉM em sua estante?
O quê??? Estou ouvindo um suave muxoxo? Um sonoro xingameno nada lisonjeiro dirigido á sua própria pessoa?!? Sch... Relaxa, seu segredo está guardado comigo... (Aff, chuchu, sorry, mas não sou baú). Não precisa se sentir o esterco do cavalo que mastigava acima e que não entrou em cena porque tinha o odor desagradável... Passado é assim mesmo, mais um osso a compor o esqueleto que CERTAMENTE TODOS NÓS temos no armário. Mas isso é papo para outra ocasião. Voltemos ao raciocínio original.
OBVIAMENTE em algum momento crucial de nossas vidas, metafóricos, depressivos, perversos, tensos e emotivos, cometemos o deslize de supor - apenas supor, por um ínfimo instante de insanidade - que existem regras pré-estabelecidas para as centenas de milhares de situações que todos passam em suas vidas e POR QUE NÀO QUERER encontrar respostas prontas para esses dilemas?
Foi exatamente assim que aconteceu COMIGO...
O livro até tem uma boa dinâmica, é bem escrito e fundamentado, ponto. FINAL.
Filosofias antigas á parte, existe uma crença que me surpreende até hoje. Por que FATALMENTE conseguimos o que antes era nosso maior desejo a parir do momento em que desistimos dele? Assim como uma mulher que sempre quis engravidar, por exemplo, passa por cansativos e desmotivantes tratamentos de fertilidade improdutivos durante meses, ás vezes anos a fio e quando desiste de ser mãe e adota um cachorro, descobre-se grávida já no segundo ou terceiro mês de gestação.
No relacionamento não é muito diferente. A gente pensa, deseja, sofre, pede por aquele alguém, tenta técnicas de canalização e mentalização - DUVI-DE-ODÓ que você NUNCA perdeu HORAS mentalizando o ser desejado para que ele viesse até você... O que NÃO ocorreu, ou você não estaria aqui lendo este post - e quando a gente cansa de ansiar pelo desejado e DESISTE, eis que pouco tempo depois (Ok, ok, algum tempo depois... Tá, muito tempo depois!!!) o que queríamos com tanto desespero vem até nós ESPONTANEAMENTE... Quando não nos interessa mais e parece que adquire a mesma doença que nos abateu no passado e passa a fazer tanto quanto ou até mais que nós faríamos e fizemos para nos conquistar a nós mesmos...
Não é repetição, é redundância mesmo! E é DESSA MANEIRA que acontece!
Está concordando levemente com a cabeça?
Pois é, chuchu. Eis um enigma difícil de decifrar. E somos literalmente devorados por esta "ignorância".
"SONHOS SÃO COMO DEUSES, QUANDO NãO SE ACREDITA NELES, DEIXAM DE EXISTIR".
Com esta frase de Paulinho Moska eu fecho este post para lá de "arretado". E a complicada "pergunta de um milhào de dólares" vem a seguir:
Não estamos entesourando demais uma pessoa/situação/desejo que deveria ter sido tratada (o) de forma natural desde o início dos sintomas? E se esse é o procedimento padrão, porque só conseguimos esta pessoa/situação/desejo depois que desistimos dele (a)?
MISTÉÉÉRIO...
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