Queridos, acabei de ler o terceiro livro da "aparentemente" trilogia Midnight, da autora Lisa Marie Rice e neste ínterim, li em algum blog desses da vida que ela pretendia estender para um "qualogia". Putz, este termo ficou horrível, né? Mas vocês entenderam e é isso que importa.
Deixando os termos esdrúxulos inventados de ultima hora de lado, vamos ao terceiro livro desta série, Midnight Angel, que acabei de ler e descobri na metade do caminho que já o havia lido em uma época remota da minha adolescência. Ou seja, muito remota.
Se eu parei de ler??? Óbvio que não! E se você o ler, não precisarei explicar o motivo.
O que posso lhes deixar adiantado é que eu o leria novamente, porque o Douglas, minhas caras é uma coisa que euzinha não dividiria com ninguém. O Major Kowalski quase, acalme-se, eu escrevi QUASE superou o meu "Boy Magia" do momento, senhor Gideon Cross.
Meu homem do momento tem mais controle sentimental e eu diria "sexual" que o Major Irlandês. E ele é feio. Muito feio. E quase tão maltratado como o delicioso policial Ian Vaz de "A Outra Raça" da autora Isadora Valdeck. O que me fez questionar o amor da mocinha que tem uma peculiaridade que não vou revelar aqui.
Ah, garotas, não pensem que isso a abstém de nada não, porque ela é uma danadinha e vai direto ao ponto, com vergonha e tudo. A objetividade dela a fez crescer significativamente no meu conceito em relação ás muitas mocinhas sortudas que lemos ao longo das tramas.
No fim das contas, ele me deixou muito interessada, ele é forte, protetor e o final quase me fez acreditar na máxima "O amor é cego"...
Para mais detalhes, leiam o material. ;)
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
No dia que eu morrer...
Todos que lêem meus posts sabem que não sou de postar duas vezes na mesma data, mas já que está fluindo, aí vai... E me precipitando, não, não é uma crônica propriamente dita. São reflexões acerca do nada.
A gente vive como pode. Faz o que acha que deve ser feito dentro dos padrões que consideramos aceitáveis e passa de dia em dia tentando enfrentar os dragões, situações e tudo que o cotidiando nos apresenta. Luta com as mazelas nerentes ao nosso caminho e tenta de todas as maneiras possíveis e imagináveis vencer da melhor forma possível o que dentro do coração se considera o bom combate...
Você chega em sua casa, seu lugar sagrado, despe-se de suas armaduras e se olha no espelho. Sim, você é um gladiador e se sente orgulhoso de si mesmo porque sobreviveu a mais um dia dentro da arena de guerra que é sua vida. Mas porque não está sorrindo? Porque seu corpo dói, seus múscukos reclamam, sua mente não processa a vitória?
E você descobre que não é o que faz. Você é um indivíduo, com erros, acertos, vitórias e perdas. Você é aquele que habita quando tudo ao redor está escuro demais para distinguir entre razão e loucura. Você é o que habita quando precisa tomar uma decisão que afeta a vida de outrem. Você é o que habita quando seu coracão de despedaça e quando tudo que você queria era que pudesse não ser o responsável por ferir aquele(a) que um dia foi o mundo pra você.
Cara, isso é foda, isso dói pra caralho.
As lágrimas descem amargas sem cessar de seus olhos e tudo no que você consegue pensar é em como Deus em toda sua sabedoria aguenta um dia neste cargo de merda. Porque é muito dificil ser a sentenca pra alguém.
Neste momento você coloca a cabeça entre as mãos e sua vida passa diante de seus olhos como um filme mal rodado de tudo que poderia ter evitado, da dor que poderia ter amenizado e que seu egoísmo ignorou. Você vê rostos que adorava borrados de lágrimas, vê pessoas que te amavam reduzidas a um mero excluir de nomes no telefone. Puxa vida, isso é punk! Seu corpo treme. Você precisa beber, precisa se entorpecer, mas a dor é tão intensa que por um milésimo de segundo, você se esquece de quem é.
E a porra da luz, essa " fdp" que não te deixa em paz, te faz martelar excessivas vezes no cérebro sua sentença, o quanto foi injusto, egoista, interesseiro... Mas também mostra o quanto você tentou ser bom, compreensivo, caridoso. E a luz aumenta a ponto de te deixar cego.
Neste momento fulgaz de lucidez, você percebe que todo o mal que causou teve um propósito, você se flagela, mas todos a seu redor evoluem. Com tudo de bom e de ruim que aprenderam com você. E depois vem o vazio. Você ensinou, aprendeu tanto e ainda assim continua sozinho.
Ok. Você ergue o queixo, encara a si próprio e aceita seu destino. É isso o que você é. E isso nunca, em hipótese nenhuma, deve ser esquecido ou negligenciado.
Você lava o rosto, deita-se e cuidadosamente elabora seu dia seguinte. Você é um gladiador. Sem dor, remorso ou glória.
E tudo que você faz ecoa na eterniadade.
Jeito triste, único, exclusivo e nobre de morrer. Será que está mesmo morto?
Mistério...
A gente vive como pode. Faz o que acha que deve ser feito dentro dos padrões que consideramos aceitáveis e passa de dia em dia tentando enfrentar os dragões, situações e tudo que o cotidiando nos apresenta. Luta com as mazelas nerentes ao nosso caminho e tenta de todas as maneiras possíveis e imagináveis vencer da melhor forma possível o que dentro do coração se considera o bom combate...
Você chega em sua casa, seu lugar sagrado, despe-se de suas armaduras e se olha no espelho. Sim, você é um gladiador e se sente orgulhoso de si mesmo porque sobreviveu a mais um dia dentro da arena de guerra que é sua vida. Mas porque não está sorrindo? Porque seu corpo dói, seus múscukos reclamam, sua mente não processa a vitória?
E você descobre que não é o que faz. Você é um indivíduo, com erros, acertos, vitórias e perdas. Você é aquele que habita quando tudo ao redor está escuro demais para distinguir entre razão e loucura. Você é o que habita quando precisa tomar uma decisão que afeta a vida de outrem. Você é o que habita quando seu coracão de despedaça e quando tudo que você queria era que pudesse não ser o responsável por ferir aquele(a) que um dia foi o mundo pra você.
Cara, isso é foda, isso dói pra caralho.
As lágrimas descem amargas sem cessar de seus olhos e tudo no que você consegue pensar é em como Deus em toda sua sabedoria aguenta um dia neste cargo de merda. Porque é muito dificil ser a sentenca pra alguém.
Neste momento você coloca a cabeça entre as mãos e sua vida passa diante de seus olhos como um filme mal rodado de tudo que poderia ter evitado, da dor que poderia ter amenizado e que seu egoísmo ignorou. Você vê rostos que adorava borrados de lágrimas, vê pessoas que te amavam reduzidas a um mero excluir de nomes no telefone. Puxa vida, isso é punk! Seu corpo treme. Você precisa beber, precisa se entorpecer, mas a dor é tão intensa que por um milésimo de segundo, você se esquece de quem é.
E a porra da luz, essa " fdp" que não te deixa em paz, te faz martelar excessivas vezes no cérebro sua sentença, o quanto foi injusto, egoista, interesseiro... Mas também mostra o quanto você tentou ser bom, compreensivo, caridoso. E a luz aumenta a ponto de te deixar cego.
Neste momento fulgaz de lucidez, você percebe que todo o mal que causou teve um propósito, você se flagela, mas todos a seu redor evoluem. Com tudo de bom e de ruim que aprenderam com você. E depois vem o vazio. Você ensinou, aprendeu tanto e ainda assim continua sozinho.
Ok. Você ergue o queixo, encara a si próprio e aceita seu destino. É isso o que você é. E isso nunca, em hipótese nenhuma, deve ser esquecido ou negligenciado.
Você lava o rosto, deita-se e cuidadosamente elabora seu dia seguinte. Você é um gladiador. Sem dor, remorso ou glória.
E tudo que você faz ecoa na eterniadade.
Jeito triste, único, exclusivo e nobre de morrer. Será que está mesmo morto?
Mistério...
O labirinto pessoal de cada um
Olá, queridos!
Antes de qualquer linha sobre a crônica de hoje, não, eu não fui abduzida, sequestrada, assassinada ou algo assim, até porque não disponho de recursos para manter um ghost writter que pudesse escrever para mim e ludibria-los caso algo tivesse ocorrido com minha mente "brilhante"... E vamos convir que poucos aceitariam esta função, caso a vaca do meu quintal fosse robusta e eu pudesse bancar o tal profissional. Enfim, andei sumida porque pasmem: Também tenho uma vida e sofro do mesmo mal da humanidade que existe neste século. Falta de tempo. Tendo esclarecido este tópico, passemos ao que interessa.
Por motivos técnicos de falta de telepatia para acessar labirintos internos que não os meus - embora eu obviamente vá deduzir muito sobre os seus ou não seria eu a escrever - , o tema do post é exatamente o que eu quero esclarecer aqui, nem mais, nem menos. Não existe nada oculto e existe todo o oculto possivel dentro de cada um de nós. Ruas, curvas, abismos, atalhos e refúgios e ao longo de nossa vida, no decorrer dos acontecimentos amontoados em nossa jornada, um dos lugares acima são acessados. Ou lacrados para todo o sempre, levando-se em conta que o todo sempre nesta vida ainda é uma suposição espiritual/científica e isso não se discute.
Pois bem, ninguém, eu ratifico aqui, NINGUÉM conhece todos os caminhos dentro de si mesmo até que tenha que realmente acessá-los, como a famosa "sala precisa" existente nos filmes de Harry Potter, onde o lugar exato aparecia para a pessoa que realmente necessitasse dele no mometo exato, não abrindo brechas para indecisões ou "talveres". O problema da vida real é que nada é tão certo e simples como parece ou se é, alguém dificulta, não é? Porque em todas as nossas encruzilhadas na vida, a indecisão sempre esteve presente, quase como uma entidade sobrenatural a tentar nosso livre arbítrio pelo simples prazer de tripudiar em cima de nossas escolhas errôneas a posteriori. Pois bem, nossa vida não tem autor para nos salvar das enrascadas que nós mesmos nos metemos, então o mais sensato é encarar o labirinto de possibilidades que nos cercam de peito aberto e coração na boca.
Sim, sim, sim, sim, sim. Nossos labirintos são criados única e exclusivamente por nós mesmos, por isso são pessoais e instransferíveis. Todos podemos ter nosso destino pré-determinado, mas como o alcançaremos ou se chegaremos inteiros no final, fica por nossa conta. Cada um enfrenta seu labirinto como bem lhe aprouver, longe de mim dar coordenadas, mal lido com o meu. Cada dia descubro um caminho novo e muitos deles me levam a lugar nenhum, ou pior, ao ponto de partida. Porque pior?
Boa pergunta!
Talvez devamos retroceder dois passos para darmos três mais adiante.
Vejam bem, eu não acredito em acaso, na minha mente tortuosa tudo tem um sentido e se é nisso que acredito, não adianta tentar fazer o caminho que os outros acham melhor que eu faça porque para eles foi efetivo. Nossa vida não é uma matemática, nossa mente é um buraco negro de opções e ninguém deveria desejar viver a vida que outrem escolheu e este sujeito não deveria ter o direito de sequer cogitar ou supor que a sua maneira de sobreviver ao labirinto seja mais atraente ou mais eficaz. Portanto, faça besteira, erre, entre no beco sem saída, mas não fique estagnado. Não enxergue seu labirinto pessoal como inimigo porque é ele quem te dá os subterfúgios necessários para viver a SUA VIDA. Não queira percorrer outros labirintos que não o seu, já que cada um tem o que merece e faz por merecer aquilo que tem.
Pense nisso e talvez, apenas talvez, você descubra que chegou a hora de substituir a pergunta "Por que?" e passe a exercitar a "Para que?"
segunda-feira, 17 de março de 2014
Vinhos e Drew Evans
Não, meninas, Andrew Evans, o mocinho e narrador em primeira pessoa do romance "Tangled- Atraído" da escritora Emma Chase não é um sommelier, apenas aprecia um bom vinho e como o livro inteiro é escrito em primeira pessoa numa visão escandalosamente masculina e diga-se de passagem, divertida e inteligente de um personagem para lá de espirituoso, quis entrar no clima do livro e ilustrar meu raciocínio a respeito... Porque sob o meu ponto de vista, homens são como vinho: Ou gosto deles ou não. Sem meio-termo.
Existem vários tipos de vinho que não vou citar, até mesmo porque eu não sou conhecedora da bebida entorpecente e sedutora e nem vou pesquisar sobre, dado o fato de que não estamos aqui para saber de vinho e preferências de paladar, mas precisamos "degustar" o Drew e seus devaneios nada ortodoxos a respeito da própria vida para nos decidirmos se ele será - ou não - o nosso galã da vez, certo?
Ah, Drew Evans... Eu realmente gostaria de ter a oportunidade de um embate intelectual com esse sujeito. Ele conseguiu fazer analogias extremamente complexas em meio ás suas peripécias masculinas que me chocaram e ao mesmo tempo divertiram e encantaram. Meninas, eu dei boas risadas com Drew, ele é realmente bom nisso. Resumidamente, posso escrever-lhes que Drew tem charme. Ele pode se dar ao luxo de ser arrogante, porque vulgarmente falando o cara é "SODA" (A-há! Acharam mesmo que eu ia escrever palavras de baixo calão, né? ;)).
O que mais me chamou a atenção na história toda não foi o romance em si e sim a forma honesta, nua, crua e limpa com a qual ele descreveu seus sentimentos, me fascinou a forma perspicaz e ao mesmo tempo quase desprentensiosa com que ele via as situações que se descortinavam á sua frente, as comparações que ele fazia o tempo todo, suas pausas para devanear... Tudo no modo anormal dele de processar a vida apenas reforça minha constatação de que Drew vale a pena. Não me levem a mal, eu gostei da Kate. Mulher forte, de personalidade. A autora simplesmente quebrou todos os paradigmas de romances que eu conheço com este livro. Vale a pena ler. Porém...
É ÓBVIO que ia ter um porém, se não tivesse realmente não seria uma crônica e muito menos escrita por mim... Vejam bem, eu não gosto de me comprazer - E sim, esta palavra existe - em criticar obras que demoraram meses, ás vezes anos para serem concluídas, onde suor, lágrimas, noites em claro e pesquisas exaustivas foram empregadas, mas a verdade tem que ser dita. Até porque, críticas são construtivas quando se tem o objetivo de sinalizar, o que eu posso garantir que é meu foco neste blog.
Dito isso, querida Emma Chase, tenho apenas uma pergunta para você... Ok, talvez duas ou mais, mas como não tenho boa fama, prefiro não ganhar uma nova antipatizante, então paro na primeira mesmo: Seu livro estava tão interessante, tão másculo e sedutor, porque você massacrou o ego do Drew com aquelas páginas desnecessárias de pedidos ridículos e devo acrescentar para o seu próprio bem, REPETITIVOS justo no gran finale, quando a senhora estava tão perto de fechar sua obra com chave de ouro?
Não me entenda mal, senhora Chase, você fez direitinho seu trabalho, me convenceu (e olha que esta não é uma tarefa fácil) de que era um homem escrevendo, me fez ficar acordada até tarde para ler até o fim, para reduzir Drew a um capacho? Querida autora Emma Chase, acho que a senhora faltou a aula que ensinava que homens como Drew Evans NÃO PRECISAM IMPLORAR MAIS QUE UM OU DOIS DIAS simplesmente porque dispõe de mais argumentos em seu arsenal do que o Pentágono!!! E a senhora mesmo provou isso muito bem quando fez sua heroína ir a casa dele sem calcinha quando afirmou categoricamente que não o queria mais... O mundo está poluído demais, senhora Emma Chase, para que uma mulher como Kate ande sem esta proteção e DE VESTIDO se não tivesse alguma boa/má intenção, não acha?
A senhora, escritora Emma Chase, poderia ter ido ao o céu, mas para render mais umas míseras folhas, reduziu-se ao cotidiano (Inferno não, porque eu gostei do livro) quando fez um homem como Drew Evans implorar mais que o necessário por uma mulher que todas nós que lemos, sabíamos que já era dele... Então para a senhora, aqui vai a minha analogia:
Para que prolongar o porre iminente tomando pequenos goles se a taça é funda???
Existem vários tipos de vinho que não vou citar, até mesmo porque eu não sou conhecedora da bebida entorpecente e sedutora e nem vou pesquisar sobre, dado o fato de que não estamos aqui para saber de vinho e preferências de paladar, mas precisamos "degustar" o Drew e seus devaneios nada ortodoxos a respeito da própria vida para nos decidirmos se ele será - ou não - o nosso galã da vez, certo?
Ah, Drew Evans... Eu realmente gostaria de ter a oportunidade de um embate intelectual com esse sujeito. Ele conseguiu fazer analogias extremamente complexas em meio ás suas peripécias masculinas que me chocaram e ao mesmo tempo divertiram e encantaram. Meninas, eu dei boas risadas com Drew, ele é realmente bom nisso. Resumidamente, posso escrever-lhes que Drew tem charme. Ele pode se dar ao luxo de ser arrogante, porque vulgarmente falando o cara é "SODA" (A-há! Acharam mesmo que eu ia escrever palavras de baixo calão, né? ;)).
O que mais me chamou a atenção na história toda não foi o romance em si e sim a forma honesta, nua, crua e limpa com a qual ele descreveu seus sentimentos, me fascinou a forma perspicaz e ao mesmo tempo quase desprentensiosa com que ele via as situações que se descortinavam á sua frente, as comparações que ele fazia o tempo todo, suas pausas para devanear... Tudo no modo anormal dele de processar a vida apenas reforça minha constatação de que Drew vale a pena. Não me levem a mal, eu gostei da Kate. Mulher forte, de personalidade. A autora simplesmente quebrou todos os paradigmas de romances que eu conheço com este livro. Vale a pena ler. Porém...
É ÓBVIO que ia ter um porém, se não tivesse realmente não seria uma crônica e muito menos escrita por mim... Vejam bem, eu não gosto de me comprazer - E sim, esta palavra existe - em criticar obras que demoraram meses, ás vezes anos para serem concluídas, onde suor, lágrimas, noites em claro e pesquisas exaustivas foram empregadas, mas a verdade tem que ser dita. Até porque, críticas são construtivas quando se tem o objetivo de sinalizar, o que eu posso garantir que é meu foco neste blog.
Dito isso, querida Emma Chase, tenho apenas uma pergunta para você... Ok, talvez duas ou mais, mas como não tenho boa fama, prefiro não ganhar uma nova antipatizante, então paro na primeira mesmo: Seu livro estava tão interessante, tão másculo e sedutor, porque você massacrou o ego do Drew com aquelas páginas desnecessárias de pedidos ridículos e devo acrescentar para o seu próprio bem, REPETITIVOS justo no gran finale, quando a senhora estava tão perto de fechar sua obra com chave de ouro?
Não me entenda mal, senhora Chase, você fez direitinho seu trabalho, me convenceu (e olha que esta não é uma tarefa fácil) de que era um homem escrevendo, me fez ficar acordada até tarde para ler até o fim, para reduzir Drew a um capacho? Querida autora Emma Chase, acho que a senhora faltou a aula que ensinava que homens como Drew Evans NÃO PRECISAM IMPLORAR MAIS QUE UM OU DOIS DIAS simplesmente porque dispõe de mais argumentos em seu arsenal do que o Pentágono!!! E a senhora mesmo provou isso muito bem quando fez sua heroína ir a casa dele sem calcinha quando afirmou categoricamente que não o queria mais... O mundo está poluído demais, senhora Emma Chase, para que uma mulher como Kate ande sem esta proteção e DE VESTIDO se não tivesse alguma boa/má intenção, não acha?
A senhora, escritora Emma Chase, poderia ter ido ao o céu, mas para render mais umas míseras folhas, reduziu-se ao cotidiano (Inferno não, porque eu gostei do livro) quando fez um homem como Drew Evans implorar mais que o necessário por uma mulher que todas nós que lemos, sabíamos que já era dele... Então para a senhora, aqui vai a minha analogia:
Para que prolongar o porre iminente tomando pequenos goles se a taça é funda???
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
"Cair em si" e suas sensações (Ou motivos)
Para ouvir: Cair em si - Djavan
Gosto muito de Djavan. Cresci ouvindo suas músicas repletas de poemas, declarações, rimas e significados. Djavan é um dos intérpretes que traz em sua voz tranquila e afinada muitos de nossos conflitos amorosos. Alguns a gente exterioriza, como em "Flor do medo"... Mas quero escrever sobre o que NÃO dizemos... Cair em si... A frase é quase uma gíria, não se diz em outro idioma simpesmente que "To fall in yourself" ou "You fell"... O gringo vai achar que você é um ignorante, então a gíria é conterrânea, embora carregue em si algo comum a este gringo que te olha como se fosse louco e a qualquer outro, porque retarata sintomas de qualquer coração apaixonado, independente da nacionalidade.
Quem nunca sentiu o coração palpitar, o suor escorrer pela testa, o ofegar incontido quando nos deparamos com nosso objeto do desejo mais profundo e deseperado de nossos corações? A gente disfarça, recua, tropeça, dissimula, mas estar apaixonado é isso. Descontrole, arritmia, dança, dor, desespero, alegria, riso, insegurança. Quando realmente se está apaixonado, todas as sensações se excedem, tudo fica exacerbado e perdemos a compostura. Não existe ser vivente que consiga lidar com os transbordos da paixão. Eu desconheço.
Cair em si fala de descontrole, do limite entre a sanidade e a incógnita que a paixão oferece. Djavan nesta letra não se furtou ás sensações de seu coração e sinceramente não sei se alguém consegue realmente controlar tais. O motivo não me interessa realmente porque no fim das contas, a seu modo, cada um de nós e todos, vamos sucumbir em algum momento. Pode durar um dia, um mês, anos a fio ou não passar de uma noite, mas como uma fatalidade, vamos "cair em si".
A pergunta que podemos - e devemos nos fazer - é: Como lidar com nosso não saber? Se fechar como uma ostra e talvez perder a oportunidade de vivermos o melhor do que nos foi ofertado? Abrir o coração para vê-lo destroçado em meio á névoa traiçoeira do desconhecido?
Assim como a música, não sei nada...
Mas cair em si e saber que morrer de amor não é o fim, acaba com você?
Gosto muito de Djavan. Cresci ouvindo suas músicas repletas de poemas, declarações, rimas e significados. Djavan é um dos intérpretes que traz em sua voz tranquila e afinada muitos de nossos conflitos amorosos. Alguns a gente exterioriza, como em "Flor do medo"... Mas quero escrever sobre o que NÃO dizemos... Cair em si... A frase é quase uma gíria, não se diz em outro idioma simpesmente que "To fall in yourself" ou "You fell"... O gringo vai achar que você é um ignorante, então a gíria é conterrânea, embora carregue em si algo comum a este gringo que te olha como se fosse louco e a qualquer outro, porque retarata sintomas de qualquer coração apaixonado, independente da nacionalidade.
Quem nunca sentiu o coração palpitar, o suor escorrer pela testa, o ofegar incontido quando nos deparamos com nosso objeto do desejo mais profundo e deseperado de nossos corações? A gente disfarça, recua, tropeça, dissimula, mas estar apaixonado é isso. Descontrole, arritmia, dança, dor, desespero, alegria, riso, insegurança. Quando realmente se está apaixonado, todas as sensações se excedem, tudo fica exacerbado e perdemos a compostura. Não existe ser vivente que consiga lidar com os transbordos da paixão. Eu desconheço.
Cair em si fala de descontrole, do limite entre a sanidade e a incógnita que a paixão oferece. Djavan nesta letra não se furtou ás sensações de seu coração e sinceramente não sei se alguém consegue realmente controlar tais. O motivo não me interessa realmente porque no fim das contas, a seu modo, cada um de nós e todos, vamos sucumbir em algum momento. Pode durar um dia, um mês, anos a fio ou não passar de uma noite, mas como uma fatalidade, vamos "cair em si".
A pergunta que podemos - e devemos nos fazer - é: Como lidar com nosso não saber? Se fechar como uma ostra e talvez perder a oportunidade de vivermos o melhor do que nos foi ofertado? Abrir o coração para vê-lo destroçado em meio á névoa traiçoeira do desconhecido?
Assim como a música, não sei nada...
Mas cair em si e saber que morrer de amor não é o fim, acaba com você?
Fall too Far... E sua fantástica viagem na maionese
Ok, queridas, pode ser no Ketchup, Mostarda ou molho Rosé... O tempero não importa, ou seria o fundamental nessa miscelânia? Porque a salada de tramas que se denserolam em cada parágrafo realmente carecem de tempero. Hum... Creio que nem tempero resolva, uma mudança TOTAL de enredo talvez. Quem sabe?
O fato é que a Abbi Glines exagerou - e muito - no dramalhão Mexicano que os três livros - acreditem, li todos, exceto o do amigo fulano de tal, do qual nem lembro o nome agora e nem me atrevo - contam... E não pensem que existe surpresas e mais surpresas, porque ficarão decepcionadas... O único suspense é a verdadeira história da "Maria do Bairro" do século XXI e sinceramente, se a escritora tivesse parado por aí, seria o suficiente... Mas não, ela tinha que engravidar a moça, acrescentar uma outra meia-irmã da suposta irmã má do início que nem parente da coitada era no fim da história e é claro, o amigo/irmão sinceramente, nem entendi o que o Grant é até agora, se apaixona pelas duas outras irmãs provavelmente para fazer mais três sequências ainda mais esdrúxulas depois...
Pois bem, melhor parar por aqui porque ter sido crucificada em explanar sobre o Grey me ensinou direitinho a lição "em boca fechada não entra mosca" e ao menos desabafei um terço dos impropérios que gostaria de escrever aqui. Até porque citar Grey me lembrou do mocinho da trama, que de moço não tem nada, mas que fica igualzinho aos seus mestres (Rush só pode ser um clone inacabado do senhor Grey misturado genéticamente ao vampiro e cavalheiro medieval Edward Cullen) ao se apaixonar pela "Maria do Bairro", que sucumbe a seus encantos mais rápido que a tapada da senhorita Steele.. Para maiores detalhes, leiam a "SAGA"... (Jesus, Maria e José).
Decididamente, apesar de algumas páginas picantes e parárafos quase - eu escrevi QUASE - interessantes, eu não recomendaria esta trilogia nem para a vizinha fofoqueira que monitora minha vida. E não retiro o que escrevi.
Que me atirem as pedras/palavras.
O fato é que a Abbi Glines exagerou - e muito - no dramalhão Mexicano que os três livros - acreditem, li todos, exceto o do amigo fulano de tal, do qual nem lembro o nome agora e nem me atrevo - contam... E não pensem que existe surpresas e mais surpresas, porque ficarão decepcionadas... O único suspense é a verdadeira história da "Maria do Bairro" do século XXI e sinceramente, se a escritora tivesse parado por aí, seria o suficiente... Mas não, ela tinha que engravidar a moça, acrescentar uma outra meia-irmã da suposta irmã má do início que nem parente da coitada era no fim da história e é claro, o amigo/irmão sinceramente, nem entendi o que o Grant é até agora, se apaixona pelas duas outras irmãs provavelmente para fazer mais três sequências ainda mais esdrúxulas depois...
Pois bem, melhor parar por aqui porque ter sido crucificada em explanar sobre o Grey me ensinou direitinho a lição "em boca fechada não entra mosca" e ao menos desabafei um terço dos impropérios que gostaria de escrever aqui. Até porque citar Grey me lembrou do mocinho da trama, que de moço não tem nada, mas que fica igualzinho aos seus mestres (Rush só pode ser um clone inacabado do senhor Grey misturado genéticamente ao vampiro e cavalheiro medieval Edward Cullen) ao se apaixonar pela "Maria do Bairro", que sucumbe a seus encantos mais rápido que a tapada da senhorita Steele.. Para maiores detalhes, leiam a "SAGA"... (Jesus, Maria e José).
Decididamente, apesar de algumas páginas picantes e parárafos quase - eu escrevi QUASE - interessantes, eu não recomendaria esta trilogia nem para a vizinha fofoqueira que monitora minha vida. E não retiro o que escrevi.
Que me atirem as pedras/palavras.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
O "Rei Cego" e suas mentiras
Queridas leitoras, hoje escreverei sobre minhas impressões nada convencionais acerca de Wrath... Bom, que ele é o "Rei cego" dos vampiros, todas sabemos, que ele é um pecado de homem também, mas todas tiveram a epifania que o personagem implora em suas mal fadadas tentativas de enredar a sagaz Beth em suas "mentiras inofensivas"?
Aliás, vamos por partes... Para começar, o que é uma "mentira inofensiva"? Quem foi o antagonizador da verdade que inventou tal termo? Porque eu nunca soube de alguma metira com cor, forma ou tamanho. Mentira é uma palavra somente e não vou destrinchar seu significado, porque para isto temos nosso excelentíssimo sr. Aurélio. Mentira é mentira, minha gente. E na minha concepção torpe dos fatos, ela serve para retardar a verdade ou aliviar o peso da dita. Porque existe uma variável chamada TEMPO na equação mentira/verdade que invariavelmente termina no mesmo resultado. A descoberta.
Wrath mentiu muito durante o volume um, não uma, nem duas, mas muitas vezes... E para que? Para nada... Epa... Para o "Rei Cego" mentir para Beth - indepependente de saber se ela descobriria ou não suas artimanhas ou o motivo delas - era questão de sobrevivência. Beth precisava ficar a salvo pelo parentesco, sua transformação e destino e por amor, um amor que desenrolou-se em meio ao lamaçal dos desencontros, das descobrtas e das desconfianças ao longo da trama que se descortinou á nossa frente...
Opa: Wrath é o vampiro das mentiras brancas?
Eu mesma respondo: CLARO QUE NÃO... Mentira é mentira, ele fez o que julgava correto e ela reagiu em concordância ás suas limitadas experiências. Ou agiu, já nem sei bem quem dos dois foi mais a fundo nesse balaio todo do primeiro Adaga Negra.
E de quem é a culpa? DA MENTIRA!
Na-na-ni-na-NÃO... A mentira é uma palavra, retundando o que escrevi acima... E a forma como Beth, você, eu e todo o resto do universo reage a ela, seja como for, qual for e de que forma for, é terreno que ninguém pisa. Cabe a cada um de nós decidir como e/ou quando lidar com ela e até mesmo fazer uso da amplamente citada neste post. E se ainda assim, você se sentir tentado a repetir a indagação em negrito, eu tenho uma resposta irrefutável para vc:
CULPA DO LIVRE ARBÍTRIO.
Aliás, vamos por partes... Para começar, o que é uma "mentira inofensiva"? Quem foi o antagonizador da verdade que inventou tal termo? Porque eu nunca soube de alguma metira com cor, forma ou tamanho. Mentira é uma palavra somente e não vou destrinchar seu significado, porque para isto temos nosso excelentíssimo sr. Aurélio. Mentira é mentira, minha gente. E na minha concepção torpe dos fatos, ela serve para retardar a verdade ou aliviar o peso da dita. Porque existe uma variável chamada TEMPO na equação mentira/verdade que invariavelmente termina no mesmo resultado. A descoberta.
Wrath mentiu muito durante o volume um, não uma, nem duas, mas muitas vezes... E para que? Para nada... Epa... Para o "Rei Cego" mentir para Beth - indepependente de saber se ela descobriria ou não suas artimanhas ou o motivo delas - era questão de sobrevivência. Beth precisava ficar a salvo pelo parentesco, sua transformação e destino e por amor, um amor que desenrolou-se em meio ao lamaçal dos desencontros, das descobrtas e das desconfianças ao longo da trama que se descortinou á nossa frente...
Opa: Wrath é o vampiro das mentiras brancas?
Eu mesma respondo: CLARO QUE NÃO... Mentira é mentira, ele fez o que julgava correto e ela reagiu em concordância ás suas limitadas experiências. Ou agiu, já nem sei bem quem dos dois foi mais a fundo nesse balaio todo do primeiro Adaga Negra.
E de quem é a culpa? DA MENTIRA!
Na-na-ni-na-NÃO... A mentira é uma palavra, retundando o que escrevi acima... E a forma como Beth, você, eu e todo o resto do universo reage a ela, seja como for, qual for e de que forma for, é terreno que ninguém pisa. Cabe a cada um de nós decidir como e/ou quando lidar com ela e até mesmo fazer uso da amplamente citada neste post. E se ainda assim, você se sentir tentado a repetir a indagação em negrito, eu tenho uma resposta irrefutável para vc:
CULPA DO LIVRE ARBÍTRIO.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Sylvia Day, Gideon Cross e sua humanidade
Para quem não conhece o árduo processo de criar, desenvolver e manter a continuação de uma boa história, a demora da escritora Sylvia Day em lançar o segundo volume da história de Adrian, o anjo, arcanjo ou celestial - vai de cada uma o apelido na intimidade, já que temos nossas conexões pessoais com cada personagem que conhecemos - nada celestial, diga-se de passagem, beira a lerdeza suprema, a falta de empatia com as leitoras que estão tão carentes do tal ser com a asa manchada e que leem over and over again sua saga na eperança de atrairem o volume dois através da força do pensamento... Bom, minhas caras, odeio ser a portadora de más notícias, mas isto não vai funcionar... (UHUHUH! Vaias para a bruxa má dos romances! rsrsrs)
Se Gideon, humano como nós, cheio de problemas e traumas que nem a grana paga, apesar da "carapaça" de Deus grego com a qual nossa aclamada escritora o vestiu demorou, imagina um anjo que de anjo só tem as asas???
Guerras angelicais á parte ( Deus sabe que já tenho meus muitos demônios para criar em minha própria saga a cerca de tais seres), vou falar de Gideon... Ele merece um post. Aliás, aquele cara merecia muito mais que isso, mas enfim, a fila é longa e eu prefiro evitar a fadiga...
Gideon... O que escrever sobre esse homem lindo, charmoso, sensual, gostoso, másculo, alto, forte e dominador que nenhuma de vocês já não tenha expressado sobre ele? Hum... Muito difícil... Mas vou começar por algo que desde o primeiro livro me chamou a atenção e que duvido que alguém tenha notado em meio a névoa de "sonho de consumo" que ele emanou quase como uma entidade prestes a sair do livro para devorar cada uma das chapeuzinhos que o liam: O lado HUMANO dele... Sim, Gideon foge aos esteriótipos típicos que conhecemos a partir do momento em que ele se rende aos encantos de Eva e não me refiro a seus atributos físicos. Eva é linda e não se discute. Mas estou partindo do pressuposto de que Eva e somente Eva, dentre tantas outras que o tiveram nos braços, enxergaram a verdadeira natureza na embalagem daquele homem atormentado, solitário e carente que ele era... Gideon era uma ilha e isso é um pecado, meninas, porque nenhum homem é uma ilha. E o fascínio dele por Eva vem daí. Ele não a chama de gostosa o tempo inteiro, mas chora em seu colo depois que se reconciliam, muito menos monta um esquema assassino para livrá-la do seu algoz e faz propaganda depois ou fica de "mi-mi-mi", cheio de palavras apaixonadas vazias... Não, Gideon é uma delícia porque além da senhora embalagem com a qual Sylvia o presenteou, ele tem ATITUDE, ele sabe o que quer, ele vai atrás do que quer e ao contrário de muitos outros personagens que eu li, Gideon não nega seus sentimentos, não camufla sua natureza. Quando ele decide se entregar á Eva é por inteiro, sem restrições...
Meninas, Gideon é literalmente um amante á moda antiga. E Eva era seu "anjo" porque personificava seus anseios... Cenas hot á parte, Eva cuidava dele o tempo inteiro, mesmo que aparentemente o dominador fosse ele... Eva o dominou no instante em que lhe deu espaço para amá-la livremente. E não é disso que falamos o tempo inteiro de nossos namorados, noivos, maridos, amantes, ficantes e/ou afins?
O futebol, a cerveja, os amigos te irritam, mas já pararam para pensar que a melhor forma de manterem seus relacionamentos verdadeiros é dando espaço e liberdade (Não exagerada, por favor, não façam viagens nem cruzeiros de um mês, ou telefones desligados porque o bolo vai solar e vocês colocarão a culpa em mim depois) para que seus "Gideons" as amem sem reservas?
Eva conquistou minha admiração por isso... Ela o amou, demonstrou esse sentimento sem joguinhos que não levam a lugar algum, se fez presente quando foi preciso, lutou, esbravejou e respeitou o espaço dele quando necessário, o que poucas de nós fazem quando nos encontramos em situação semelhante. E sabe o que mais Eva fez que eu respeito muito??? Ela viveu a vida dela, ou tentou em determinados momentos. Não perdeu a identidade como tantas heroínas de romances que lemos por aí... - E na vida real ao nosso lado, mas abafemos o caso - .
Gideon é homem pra C... Mas vocês vão concordar comigo que a Eva na vida dele teve uma participação fundamental para que ele nos arrancasse tantos suspiros não acham?
E aí, obviamente, eu preciso deixar o questionamento a seguir no ar: O que vocês representam na vida dos seus GIDEONS? Eva ou Corinne?
Se Gideon, humano como nós, cheio de problemas e traumas que nem a grana paga, apesar da "carapaça" de Deus grego com a qual nossa aclamada escritora o vestiu demorou, imagina um anjo que de anjo só tem as asas???
Guerras angelicais á parte ( Deus sabe que já tenho meus muitos demônios para criar em minha própria saga a cerca de tais seres), vou falar de Gideon... Ele merece um post. Aliás, aquele cara merecia muito mais que isso, mas enfim, a fila é longa e eu prefiro evitar a fadiga...
Gideon... O que escrever sobre esse homem lindo, charmoso, sensual, gostoso, másculo, alto, forte e dominador que nenhuma de vocês já não tenha expressado sobre ele? Hum... Muito difícil... Mas vou começar por algo que desde o primeiro livro me chamou a atenção e que duvido que alguém tenha notado em meio a névoa de "sonho de consumo" que ele emanou quase como uma entidade prestes a sair do livro para devorar cada uma das chapeuzinhos que o liam: O lado HUMANO dele... Sim, Gideon foge aos esteriótipos típicos que conhecemos a partir do momento em que ele se rende aos encantos de Eva e não me refiro a seus atributos físicos. Eva é linda e não se discute. Mas estou partindo do pressuposto de que Eva e somente Eva, dentre tantas outras que o tiveram nos braços, enxergaram a verdadeira natureza na embalagem daquele homem atormentado, solitário e carente que ele era... Gideon era uma ilha e isso é um pecado, meninas, porque nenhum homem é uma ilha. E o fascínio dele por Eva vem daí. Ele não a chama de gostosa o tempo inteiro, mas chora em seu colo depois que se reconciliam, muito menos monta um esquema assassino para livrá-la do seu algoz e faz propaganda depois ou fica de "mi-mi-mi", cheio de palavras apaixonadas vazias... Não, Gideon é uma delícia porque além da senhora embalagem com a qual Sylvia o presenteou, ele tem ATITUDE, ele sabe o que quer, ele vai atrás do que quer e ao contrário de muitos outros personagens que eu li, Gideon não nega seus sentimentos, não camufla sua natureza. Quando ele decide se entregar á Eva é por inteiro, sem restrições...
Meninas, Gideon é literalmente um amante á moda antiga. E Eva era seu "anjo" porque personificava seus anseios... Cenas hot á parte, Eva cuidava dele o tempo inteiro, mesmo que aparentemente o dominador fosse ele... Eva o dominou no instante em que lhe deu espaço para amá-la livremente. E não é disso que falamos o tempo inteiro de nossos namorados, noivos, maridos, amantes, ficantes e/ou afins?
O futebol, a cerveja, os amigos te irritam, mas já pararam para pensar que a melhor forma de manterem seus relacionamentos verdadeiros é dando espaço e liberdade (Não exagerada, por favor, não façam viagens nem cruzeiros de um mês, ou telefones desligados porque o bolo vai solar e vocês colocarão a culpa em mim depois) para que seus "Gideons" as amem sem reservas?
Eva conquistou minha admiração por isso... Ela o amou, demonstrou esse sentimento sem joguinhos que não levam a lugar algum, se fez presente quando foi preciso, lutou, esbravejou e respeitou o espaço dele quando necessário, o que poucas de nós fazem quando nos encontramos em situação semelhante. E sabe o que mais Eva fez que eu respeito muito??? Ela viveu a vida dela, ou tentou em determinados momentos. Não perdeu a identidade como tantas heroínas de romances que lemos por aí... - E na vida real ao nosso lado, mas abafemos o caso - .
Gideon é homem pra C... Mas vocês vão concordar comigo que a Eva na vida dele teve uma participação fundamental para que ele nos arrancasse tantos suspiros não acham?
E aí, obviamente, eu preciso deixar o questionamento a seguir no ar: O que vocês representam na vida dos seus GIDEONS? Eva ou Corinne?
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