Estamos sempre preocupadas com que roupa usar, a peça que fica boa com determinado acessório, gastando tempo, energia e noites de sono esperando a estação mudar para ver - e comprar- as roupas da nova coleção... Nos esquecendo de que acabamos de estourar o cartão com a liquidação na semana anterior...
Mas vira-se o mês e o bom e velho cartão de crédito, peça fundamental na bolsa - e conta bancária ruby, cereja, framboesa, ou o nome que a moda dite para a cor que aprendemos na alfabetização a chamar de vermelho - também, e é aí que mora o perigo... Mas a vida continua: Vão-se os limites e ficam-se as roupas, acessórios, perfumes, bolsas e sapatos que nos fazem parecer centopéias frenéticas a procurar entre prateleiras, tropeçando nas próprias pernas em busca de algo exclusivo, único, estiloso... Ou idêntico ao que sua amiga adquiriu a muito pouco tempo atrás.
Mas a pergunta que não quer calar é: Para quem nós realmente nos vestimos?
Semana passada, meu namorado me perguntou surpreso se a rasteirinha de poá vermelha linda, que eu exibia orgulhosa em meu delicado pé, arrastando pelo piso para chamar a atenção até de um cego na rua, era nova... Fiquei rubra, ou vermelha, melhor escrevendo, de raiva... Mas é claro que não! Ela já tem mais de duas semanas! Como foi que ele não perecebeu antes?
E foi então que eu descobri que não importa a roupa, sapato ou bolsa que eu use... ELES nunca notam a diferença... A não ser é claro, que o moço tenha uma sexualidade duvidosa, ou precise disso para sobreviver. (Note que a profissão tem muuuuitos que...) Enfim, como não é o caso do namorado em questão, ele só notou a minha linda sandalinha, com um lacinho charmosérrimo na lateral - palavra das minhas colegas de trabalho que notaram o calçado assim que eu pisei no estabelecimento - duas semanas depois, quando era a segunda vez que eu a usava com ele... Vejam bem: A SEGUNDA VEZ!!!
MORAL DA HISTÓRIA: Ou deveria ser a PERGUNTA DA HISTÓRIA?... Nunca saia de casa sem um bom perfume, um traje harmonioso, um casaquinho combinando para o caso desse tempo louco mudar e é claro, um guarda-chuva apropriado, para o caso de esbarrar com alguma conhecida no trajeto... O Quê? Seu guarda-chuva é listrado e seu vestido longo recém adiquirido da nova coleção primavera-verão é estampado???
ESQUEÇA!
Pegue chuva e depois entupa-se de vitamina C...
E não vá dormir antes de escolher uma roupa bem discreta para colocar na manhã seguinte, em que estará resfriada... Coloque aquele blush rosado para disfarçar o nariz vermelho e coloque lenços de papel (brancos, que é neutro e combina com tudo) dentro da bolsa...
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
Qual é o real tamanho da perna da mentira?
Quem nunca ouviu a expressão "Mentira tem perna curta"?
Eu concordo que cedo ou tarde ela aparece... Mas se for tarde, a tal perna não deveria ser curta como descreve o famoso xavão... Nesse caso, ela devereia ter o quê? As pernas de 1,23cm da Ana Hickman? ou até mesmo as de 1,32cm da russa Svetlana Pankratova? Nunca se sabe... Depende da eficiência do mentiroso... Ou no caso da minúscula perninha de anão, da astúcia do enganado em descobrir a tempo... Antes que ela se estique demais e vá parar no Guines Book ou prejudique o enganado...
Porque no fim das contas, mentira é mentira e independente do tamanho de suas pernas, não é uma coisa legal... Essa história de "mentira boa" está fora de moda coleguinha, então o jeito é falar a verdade mesmo... Doa a quem doer... Ou utilize a habilidade inata, jogo de cintura ou "jeitinho brasileiro" de contar a verdade da melhor forma possível... Ou menos pior, como o caso em questão...
Vamos "pular carniça" pelas pernas da mentira (seja o tamanho que suas pernas tenham) e chegar ao outro lado, onde está a verdade... Que dolorida ou não, sempre é o melhor caminho...
Escrevo MELHOR e não MAIS FÁCIL...
MORAL DA HISTÓRIA: Uma meia-verdade vale mais que mil mentiras...
Eu concordo que cedo ou tarde ela aparece... Mas se for tarde, a tal perna não deveria ser curta como descreve o famoso xavão... Nesse caso, ela devereia ter o quê? As pernas de 1,23cm da Ana Hickman? ou até mesmo as de 1,32cm da russa Svetlana Pankratova? Nunca se sabe... Depende da eficiência do mentiroso... Ou no caso da minúscula perninha de anão, da astúcia do enganado em descobrir a tempo... Antes que ela se estique demais e vá parar no Guines Book ou prejudique o enganado...
Porque no fim das contas, mentira é mentira e independente do tamanho de suas pernas, não é uma coisa legal... Essa história de "mentira boa" está fora de moda coleguinha, então o jeito é falar a verdade mesmo... Doa a quem doer... Ou utilize a habilidade inata, jogo de cintura ou "jeitinho brasileiro" de contar a verdade da melhor forma possível... Ou menos pior, como o caso em questão...
Vamos "pular carniça" pelas pernas da mentira (seja o tamanho que suas pernas tenham) e chegar ao outro lado, onde está a verdade... Que dolorida ou não, sempre é o melhor caminho...
Escrevo MELHOR e não MAIS FÁCIL...
MORAL DA HISTÓRIA: Uma meia-verdade vale mais que mil mentiras...
Assinar:
Postagens (Atom)