Bom, até hoje eu gostei muito das histórias desta autora... Mesmo que por incontáveis vezes eu tenha sentido vontade de esganar os mocinhos ciumentos, possessivos e irracionalmente malvados que Michelle Reid sempre cria... Ou sacudir as pombas-lesas que amam demais e ficam cegas, surdas, mudas e pateticamente dóceis nas mãos desses verdadeiros crápulas lindos, sarados e sedutores... Aff... Se controlem, mocinhas!
Pois bem, este livro nào deixa nada a desejar nos quesitos acima descritos e ainda tem o agravante "Ignoro esta criança, que TODOS na trama sabem que é meu filho(a), mas algo alguém ou alguma coisa - forjada, obviamente, meus caros Watsons - me fez acreditar que não era minha e passarei o livro inteiro reiterando o fato até as últimas páginas"...
Mas pasmem!
Nào, povo, a verdade aparece nas últimas cenas mesmo, mas, porém, contudo e todavia, ele...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Nào tem graça eu contar, né?
Mas adianto que foi revigorante ler como ele se sentiu... Rolou até lágrimas (desculpem, não resisti) e a mocinha ficou com peninha...
Tá com pena? Leva para casa!
E foi o que ela fez...
Ou será que foi ele?
Hum... Acho que vou reler este final! rsrs
Boa leitura!
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