https://m.youtube.com/watch?v=iLhFVXTmolo
Definitivamente, não há maneira mais eficiente de se demonstrar um ponto de vista existente e digno de se discutir e levar em consideração que uma bela imagem ou canção. Hoje eu vou de Alicia Keys Pq a mulher manda muuuito bem e expressa com muito ardor situações do nosso cotidiano como poucos e o título desta canção se encaixa bem no âmbito abordado e apesar de não ter sido minha primeira escolha, confesso que talvez "Uninvited" de Alanis Morissette pudesse soar muito direto e ofensivo, então, a deixei para uma outra ocasião, onde minha posição quase Suíça não seja comprometida.
Deixando a politicagem de lado, visto que o país já faz até demais este papel em todas as esferas possíveis e imagináveis, voltemos ao tópico e título acima:
Quem nunca ouviu algo do tipo com a máxima "se não pelo amor, pela dor", não viveu. Simples assim. Na vida de todo mundo sempre há estas duas opções, ou ao menos fui muito bombardeada delas na infância e adolescência e até me arrisco, no início da idade adulta, para saber que a sentença existe meu amigo (a) e pode determinar sua vida a partir desta frase infame. A gente aprende certas lições que a vida nos apresenta na escala da evolução repetidas vezes quando "emburrecemos" no caminho ou a teimosia fala mais alto e a professora cruel a repete "over and over again" até que a tenhamos entendido, superado e entendido. Nesta escola, meu caro, não existe cola certa, ou se aprende "pelo amor ou pela dor vs. Pelo jeito fácil ou difícil". E é aí que a gente entra. Não se pode ser aluno de uma série a vida inteira, então, a gente aceita o pacto, pq vai ter que descer pela goela a seco - ou não - o aprendizado.
A verdade é que a gente resmunga, rejeita e maldiz, mas acaba processando e acatando e finalmente obedecendo o que a evolução pessoal de cada um determina porque é assim que deve ser e foi acordado em outrora. (Não vou entrar neste mérito). O crucial nesta guerra toda fica por conta do que se conquista e principalmente, o que inevitavelmente, se deixa pra trás. Muitas vezes, me arrisco a escrever, na maioria das vezes, a gente gosta do que se alcança, após tanto alarde.
As pessoas fazem conosco o que deixamos que façam, a vida nos castiga ou ensina, prefiro pensar que ensinam, de acordo com nossos pecados e ações e eu não consigo admitir nem por um instante, que nossas dores não sejam ocasionadas por nós e nossas escolhas errôneas e o quão libertador é se livrar delas. Inadvertidamente, vamos cruzar com pessoas em nosso caminho, que muitas vezes se tornarão ate importantes pra nós, que ainda não desfrutam do mesmo entendimento que temos ou talvez até mais esclarecidas e que de alguma forma foram alocadas ali para nos fazer entender uma lição que pode conduzir a muitos lugares, onde somente nós teremos acesso, mas o importante a ratificar não é o indivíduo e sim a carga energética/lição por trás de seu surgimento/aparição/reaparição a partir do momento que se entender que em nossa vida existem "instrumentos" e que vc é em outras vidas o que outros são pra vc.
Todos temos nossos universos com portas abertas, só precisamos entender quem entra e pra quê entra e o primordial, qual a hora exata de encerrar esta visita e seguir adiante, renovado e esclarecido.
Esta escolha só depende de nós e por muitos afora, é conhecida como " livre arbítrio" e assim como o bom senso, use com sabedoria. Mude, melhore e cresça por vc e PARA VC.
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
quinta-feira, 18 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Entregar-se ou não, eis a questão... Ou não
https://m.youtube.com/watch?v=x7KjLEQusTs
Esta música está bombando nas rádios e continua invicta nos top ten da vida. Até fizeram uma versão mais enxuta em meios a tantos "love me like you do" no enredo da letra, mas o importante a se frisar, é seu conteúdo, essência e âmago da melodia da vez a se comentar neste post. Pois bem, a dita cuja originou-se da febre de 50 tons e seu incompreendido Cristian Grey, de quem já falei e quase fui crucificada, mas volto a ressaltar o fato de que o tão pervertido personagem por alguns conservadores, não passa de um ser humano como nós, cobertos de inseguranças e medos e sim,
pasmem, baixo estima, ainda continua nas paradas de sucesso, assim como a trilha sonora escolhida para ele.
RELEIAM a trilogia ou até o manuscrito do novo livro que narrará o ponto de vista do moço se preciso, mas compreendam, que sim, Cristian Grey não estudou com o professor Xavier e NÃO possui mutação alguma, apenas aprendeu a amar de forma peculiar que não me cabe discutir Pq não é o objetivo aqui. Por isso escolhi Boyce Avenue para me ajudar a esclarecer as coisas (cliquem no link acima).
RELEIAM a trilogia ou até o manuscrito do novo livro que narrará o ponto de vista do moço se preciso, mas compreendam, que sim, Cristian Grey não estudou com o professor Xavier e NÃO possui mutação alguma, apenas aprendeu a amar de forma peculiar que não me cabe discutir Pq não é o objetivo aqui. Por isso escolhi Boyce Avenue para me ajudar a esclarecer as coisas (cliquem no link acima).
A letra fala de entrega, dos medos e anseios nerentes á ela e muitas vezes crucial para nossa felicidade ou "in". Estou num momento zen em que palavras negativas são proibidas, mas vcs entenderam. Recapitulando essa maluquice acima escrita: Eu entendo esta música como um ícone da entrega, Pq a letra traduz aquela encruzilhada em que todos nós nos colocamos ao fazer a cabal escolha antes de mergulhar no precipício de possibilidades infinitas e não planejadas que a entrega e confiança nos traz. Não se trata de um vôo ou mergulho, é de nossa vida que estamos falando e a forma como nosso corpo responde ao outro, de como os sentidos reagem à isto é algo pessoal, íntimo e individual demais para se traduzir. Cada um tem seu céu e sua treva e a música apenas conta a história da Anastácia, que contrariando todas as advertências, preferências e credos, rendeu-se de alguma forma ao que lhe era oferecido, Pq somente ela enxergou com as lentes potentes do coração - acreditem, não há lupa melhor -, quem era ela e o que ela queria EXATAMENTE daquele relacionamento. Quem leu, chorou e torceu pelo casal, sabe como termina a história, que poderia ter ocorrido com qualquer um de nós, Pq temos e somos muitos Greys por aí. Assalariados ou não. Grey não queria sexo sádico. Grey queria amor incondicional, mas como qualquer animal ferido, não sabia como pedir, só conhecia a abordagem de defesa. Então, pense, mas pense muuuito em que personagem vc representa neste teatro da vida antes de se envolver numa trama aparentemente atraente, mas que exigirá de vc entrega total... Da qual talvez ainda não esteja disposto. Tenha empatia e pense nos montes de Greys que podem ser resgatados com este único gesto de consciência e compaixão.
E o mais importante: tenha certeza de quem vc é é o que quer. Grey ou Ana?
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