Li recentemente um texto muito interessante de Paulo Coelho sobre a coragem e gostaria de dividí-la com todos, que como eu, neste exato momento da vida, precisam "relembrar" os preceitos desta palavra tão simples e poética, capaz de arrastar multidões para teatros, cinemas e livrarias em busca de feitos heróicos e é claro, corajosos que marcam época...
Seu feito de coragem, se já ocorreu ou ainda há de acontecer, não precisa ser tão notória quanto a dos deuses do Olimpo ou como a nova tendência titãnica atual, mas coragem é coragem... E independente do momento pelo qual ela seja evocada, use-a sem moderação... Mas não busque do lado de fora algo que está intrísseco dentro de você.
Boa leitura.
CORAGEM
Se o que você está percorrendo é o caminho dos seus verdadeiros sonhos,
comprometa-se com ele.
Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria".
Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota.
Assuma o seu caminho, mesmo que precise dar passos incertos, mesmo que saiba que pode fazer melhor o que está fazendo.
Se você aceitar suas possibilidades no presente, vai melhorar no futuro, mas se negar suas limitações, jamais se verá livre delas.
Enfrente seu caminho com coragem, não tenha medo da crítica dos outros.
E, sobretudo, não se deixe paralisar por sua própria crítica.
Deus estará sempre com você nas noites insones, e enxugará com seu amor
as lágrimas ocultas.
Deus é o Deus dos valentes.
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
domingo, 23 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Substitutos
Há poucos dias, vi o filme "Substitutos", estrelado pelo ator Bruce Willis...
O que me fez viajar na história e trazê-la para nosso cotidiano atual... A moral do filme é realmente forte, para fazer pensar...
Imaginar um mundo onde o calor humano, as emoções imprevisíveis que nos diferem um dos outros, as milhões de expressões faciais, as carícias, o acelerar do coração numa corrida e até mesmo a dor, fossem instintas... Onde todas as vidas fossem controladas por controle remoto...
Imagine fazer amor sem sentir prazer, trair sem se machucar, cair e não sangrar - ou até mesmo não cair -, não sentir o suor escorrer pela pele como um prêmio final pelo esforço recompensado... O choro aliviado quando tudo se resolve no fim... Ao final daquela faxina no quarto, onde uma pesada mesa de computador foi empurrada para o outro extremo do aposento pelas suas próprias mãos... Ter paredes, quadros e cadernos pintados por emoções que sua alma não expressou, ou palavras escritas num momento de inspiração espiritual, eternas e especiais, mesmo que não tenha sido mais que umas poucas linhas... Que o reportará para aquele momento, num trem veloz a caminho daquele instante, que algum substituto viverá por você...
As máquinas dominan nossas vidas hoje e devo admitir, sem sombra de dúvida, que muitas delas são indispensáveis e fundamentais para o nosso crescimento... Mas até que ponto esta febre psíquica pela comodidade é benéfica para nosso desenvolvimento?
Quão tênue é a linha que divide a busca pela modernidade da dependência fatal?
Pode alguma máquina criada pelos imperfeitos seres humanos substituir um dos dons mais preciosos que a natureza nos deu, o de sentir?
O exterminador do futuro que nos diz como caminha á humanidade hoje, que cria andróides capazes de viver as nossas vidas por nós... Mas se a lei do retorno existe, quanto essa "brincadeira" poderá nos custar num futuro próximo???
2012...
O que me fez viajar na história e trazê-la para nosso cotidiano atual... A moral do filme é realmente forte, para fazer pensar...
Imaginar um mundo onde o calor humano, as emoções imprevisíveis que nos diferem um dos outros, as milhões de expressões faciais, as carícias, o acelerar do coração numa corrida e até mesmo a dor, fossem instintas... Onde todas as vidas fossem controladas por controle remoto...
Imagine fazer amor sem sentir prazer, trair sem se machucar, cair e não sangrar - ou até mesmo não cair -, não sentir o suor escorrer pela pele como um prêmio final pelo esforço recompensado... O choro aliviado quando tudo se resolve no fim... Ao final daquela faxina no quarto, onde uma pesada mesa de computador foi empurrada para o outro extremo do aposento pelas suas próprias mãos... Ter paredes, quadros e cadernos pintados por emoções que sua alma não expressou, ou palavras escritas num momento de inspiração espiritual, eternas e especiais, mesmo que não tenha sido mais que umas poucas linhas... Que o reportará para aquele momento, num trem veloz a caminho daquele instante, que algum substituto viverá por você...
As máquinas dominan nossas vidas hoje e devo admitir, sem sombra de dúvida, que muitas delas são indispensáveis e fundamentais para o nosso crescimento... Mas até que ponto esta febre psíquica pela comodidade é benéfica para nosso desenvolvimento?
Quão tênue é a linha que divide a busca pela modernidade da dependência fatal?
Pode alguma máquina criada pelos imperfeitos seres humanos substituir um dos dons mais preciosos que a natureza nos deu, o de sentir?
O exterminador do futuro que nos diz como caminha á humanidade hoje, que cria andróides capazes de viver as nossas vidas por nós... Mas se a lei do retorno existe, quanto essa "brincadeira" poderá nos custar num futuro próximo???
2012...
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