Em um dado momento de nossas vidas, a pergunta-tema deste post torna-se crucial, indispensável e inevitável... Assim como a resposta determina a estratégia a seguir depois da decisão tomada... Através de inúmeras sub-perguntas hipotéticas que nos roubam a paz de espírito, arrancam nosso sono e nossa energia, onde o bater errático de nossos corações irrigam sangue nas veias na velociade da luz e o cérebro trabalha freneticamente em busca de uma solução a curto prazo, nos enlouquecendo diante de tão enorme e magnânima decisão. Porque escolher apenas UMA de tais coisas tão IMPORTANTES em nossa vida é uma tarefa que eu não desejaria nem para meu pior inimigo.
O quê? Você acha que eu sou uma desmiolada que não planeja o futuro, não trabalha arduamente para crescer profissionalmente ou que está se lixando para o próprio coração?
Na-na-ni-na-não, chuchu... Assim como você, também enfrentei tal dilema crudelíssimo, e graças ao raciocínio coerente que Deus me deu, a educação que mami me deu e experiências ao longo da vida (Já bati muito a cabeça), cheguei a uma única, simples e IRREFUTÁVEL resposta...
Quem foi o descompensado que inventou tamanho disparate???
NÃO precisamos ESCOLHER. Tudo que é conduzido com EQUILÍBRIO em nossa vida, tem seu DETERMINADO LUGAR e ter sucesso profissional não nos obriga a abdicar do amor ou vice-versa.
O que pode acontecer é nossa insistência teimosa em nutrir relacionamentos unilaterais, egoístas e doentios - seja com a carreira ou o pseudo-companheiro(a) - que nada têm de saudável e fatalmente nos levará á estrada da frustração lá na frente... Pode não ser hoje, nem amanhã, nem ano que vem... Mas um dia o espelho (Quase um espelho de Ojesed) reflete o que se deixou para trás forçosamente e esta dívida consigo mesmo(a)talvez não possa mais ser paga...
De quem é a culpa?
Pois é... Uma confusão dos diabos se arma quando um dia tentamos fazer o que julgávamos certo... Certo para quem, pelo amor de Deus?
Não estamos aqui para sofrer, amigos. Nossa vida deveria ser um aprendizado constante, não um amontoado de decisões DESUMANAS que nos farão infelizes e incompletos. A feliciade é um dom PÚBLICO, dado a todos a partir do nascimento, portanto se esta escolha de alguma forma o incomoda, amedronta ou faz infeliz, NÃO O FAÇA. Seu emprego ou seu atual amor podem não ser definitivos em sua vida, mas sua PAZ DE ESPÍRITO é. Não há dúvidas quanto a isto.
Portanto, aprenda e trabalhe arduamente sim, para equilibrar todas as "gavetinhas" de sua vida e leve contigo a certeza de que se seu emprego exige que pare de viver e torne-se uma máquina de fazer dinheiro, demita-se e se seu parceiro exige que pare de crescer profissionalmente e viva como um escravo feudal, desista dele(a). Quem te obriga a abandonar seus sonhos, sua vida, seu potencial, sua identidade e sua essência, não merece seu amor. Acredite.
É possível ter tudo, desde que este tudo seja seu por direito.
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sábado, 31 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
O espelho de ojesed
"Erised strae hruo ytub ecaf ruoyt on woh si".
A inscição acima parece esquisita, louca, um mantra, uma maldição ou simplesmente letras espalhadas a esmo? Um idioma élfico, celta ou ritualístico?
Bom, a inscriçào acima pertence ao lendário espelho em tamanho natural, cuja moldura talhada em ouro maciço impressiona até o mais crítico artesão e foi tema de um dos livros de J.K Rowling em sua obra mais-do-que-prima Harry Potter... Há quem diga de pé junto que o tal objeto mágico existe mesmo, outros afirmam que nada mais é do que um dos tantos artifícios fantasiosos utilizados pela autora mais criativa de todos os tempos depois de J.R.R Tolkien e sua terra média em Senhor dos Anéis, na minha opinião (As iniciais lhe soam familiares ou estou viajando na maionese?)... Alguns de vocês sabem o que ele faz, mas vamos esclarecer aos céticos ou desavidados de plantão...
Para começar a aula, leiam de trás para frente a inscrição do início em negrito... Ok, ok... Você não entende inglês, a língua natal da autora ou do tal bruxo que enfeitiçou o objeto... Joguemos no tradutor então... O que teremos?
"Nào mostro seu rosto, mas o desejo em seu coração"... Em suma, é isso que o espelho de Ojesed faz. Ele não apenas nos reflete como qualquer outro espelho existente, mas nos mostra os desejos mais ocultos e poderosos de nossa alma...
O que você veria refletido caso se colocasse á frente do espelho de Ojesed?
Hum... Chegamos ao objetivo do post... Ultimamente ando meio pragmática com esses questionamentos da alma, sabiam? Encontro-me numa fase em que agradecer as graças e conquistas atingidas ao longo de minha trajetória me parecem infinitamente mais importantes do que questionar o que ainda me falta (E cá entre nós, SEMPRE nos falta alguma coisa, por mais que tenhamos muito) e vou direto ao ponto:
"O homem mais feliz do mundo poderia usar o Espelho de Ojesed como um espelho normal, ou seja, ele olharia e se veria exatamente como é, [...] ele mostra-nos nada mais nem menos do que o desejo mais íntimo, mais desesperado de nossos corações[...]
Porém, o espelho não nos dá nem o conhecimento nem a verdade. Já houve homens que definharam diante dele, fascinados pelo que viram, ou enlouqueceram sem saber se o que o espelho mostrava era real ou sequer possível[...]Peço que não volte a procurá-lo. Não faz bem viver sonhando e se esquecer de viver[...]"
(J.K. Rowling)
Reflitam sobre isso antes de saírem procurando por aí um espelho de Ojesed (Leia este nome de trás para frente)... Ele pode estar num canto escuro e inexplorado dentro de você.
A inscição acima parece esquisita, louca, um mantra, uma maldição ou simplesmente letras espalhadas a esmo? Um idioma élfico, celta ou ritualístico?
Bom, a inscriçào acima pertence ao lendário espelho em tamanho natural, cuja moldura talhada em ouro maciço impressiona até o mais crítico artesão e foi tema de um dos livros de J.K Rowling em sua obra mais-do-que-prima Harry Potter... Há quem diga de pé junto que o tal objeto mágico existe mesmo, outros afirmam que nada mais é do que um dos tantos artifícios fantasiosos utilizados pela autora mais criativa de todos os tempos depois de J.R.R Tolkien e sua terra média em Senhor dos Anéis, na minha opinião (As iniciais lhe soam familiares ou estou viajando na maionese?)... Alguns de vocês sabem o que ele faz, mas vamos esclarecer aos céticos ou desavidados de plantão...
Para começar a aula, leiam de trás para frente a inscrição do início em negrito... Ok, ok... Você não entende inglês, a língua natal da autora ou do tal bruxo que enfeitiçou o objeto... Joguemos no tradutor então... O que teremos?
"Nào mostro seu rosto, mas o desejo em seu coração"... Em suma, é isso que o espelho de Ojesed faz. Ele não apenas nos reflete como qualquer outro espelho existente, mas nos mostra os desejos mais ocultos e poderosos de nossa alma...
O que você veria refletido caso se colocasse á frente do espelho de Ojesed?
Hum... Chegamos ao objetivo do post... Ultimamente ando meio pragmática com esses questionamentos da alma, sabiam? Encontro-me numa fase em que agradecer as graças e conquistas atingidas ao longo de minha trajetória me parecem infinitamente mais importantes do que questionar o que ainda me falta (E cá entre nós, SEMPRE nos falta alguma coisa, por mais que tenhamos muito) e vou direto ao ponto:
"O homem mais feliz do mundo poderia usar o Espelho de Ojesed como um espelho normal, ou seja, ele olharia e se veria exatamente como é, [...] ele mostra-nos nada mais nem menos do que o desejo mais íntimo, mais desesperado de nossos corações[...]
Porém, o espelho não nos dá nem o conhecimento nem a verdade. Já houve homens que definharam diante dele, fascinados pelo que viram, ou enlouqueceram sem saber se o que o espelho mostrava era real ou sequer possível[...]Peço que não volte a procurá-lo. Não faz bem viver sonhando e se esquecer de viver[...]"
(J.K. Rowling)
Reflitam sobre isso antes de saírem procurando por aí um espelho de Ojesed (Leia este nome de trás para frente)... Ele pode estar num canto escuro e inexplorado dentro de você.
sábado, 17 de março de 2012
Lidando com diferenças
Como você lida com diferenças? Debate sobre seu ponto de vista, mas ouve os diferentes primas da situaçào, o impõe como se ele fosse a única e absoluta verdade ou nem e dá o trabalho de discutir, já que as coisas são como você as vê e ponto final?
Estava eu, pensando sobre este complexo assunto, afinal de contas saber lidar com pessoas completamente diferentes umas das outras em seu cotidiano é quase um dom celestial, e me deparei com o texto abaixo... Você pode até discordar e odiar o Paulo Coelho (O que não é o meu caso, já que leio todas as obras que ele publica), mas há de convir que nesta crônica ele tem razão... Ok, certa razão... Bom, não briguemos. Eu gostei do texto e percebi certo fundamento nele. Espero que gostem.
"Eu conversava com um sacerdote católico e um rapaz muçulmano durante um almoço. Quando o garçom passava com uma bandeja, todos se serviam, menos o muçulmano, que fazia o jejum anual prescrito no Alcorão.
Quando o almoço terminou e as pessoas saíram, um dos convidados não deixou de alfinetar: “veja como os muçulmanos são fanáticos! Ainda bem que vocês não tem nada em comum com eles”.
“Temos sim”, disse o padre. “Ele tenta servir a Deus tanto quanto eu. Apenas seguimos leis diferentes”.
E concluiu: “pena que as pessoas só vejam as diferenças que as separam. Se olhassem com mais amor, enxergariam principalmente o que há de comum entre elas – e metade dos problemas do mundo seriam resolvidos”."
Estava eu, pensando sobre este complexo assunto, afinal de contas saber lidar com pessoas completamente diferentes umas das outras em seu cotidiano é quase um dom celestial, e me deparei com o texto abaixo... Você pode até discordar e odiar o Paulo Coelho (O que não é o meu caso, já que leio todas as obras que ele publica), mas há de convir que nesta crônica ele tem razão... Ok, certa razão... Bom, não briguemos. Eu gostei do texto e percebi certo fundamento nele. Espero que gostem.
"Eu conversava com um sacerdote católico e um rapaz muçulmano durante um almoço. Quando o garçom passava com uma bandeja, todos se serviam, menos o muçulmano, que fazia o jejum anual prescrito no Alcorão.
Quando o almoço terminou e as pessoas saíram, um dos convidados não deixou de alfinetar: “veja como os muçulmanos são fanáticos! Ainda bem que vocês não tem nada em comum com eles”.
“Temos sim”, disse o padre. “Ele tenta servir a Deus tanto quanto eu. Apenas seguimos leis diferentes”.
E concluiu: “pena que as pessoas só vejam as diferenças que as separam. Se olhassem com mais amor, enxergariam principalmente o que há de comum entre elas – e metade dos problemas do mundo seriam resolvidos”."
quarta-feira, 7 de março de 2012
Derrubando paredes
Faz tempo que não posto nada... Estava dando um tempo para me recuperar da indecisão ferrenha entre mudar e recomeçar. Estava tentando encontrar razão para mudanças enquanto o recomeço acenava com um convite tentador ao novo, atrapalhando minha capacidade de raciocínio lógico. Estava tendo dificuldades de me desvincular de sentimentos enraizados e hábitos quase autômatos de uma alma condicionada a viver na bolha imaginária da segurança emocional.
Em meio ao caos criado pelas minhas próprias conjecturas a respeito do leque infinito de possibilidades de outrem, transformei minha própria mente num vale de incertezas e insatisfações expostas a partir de uma lista de escolhas que NÃO existem, porque a liberdade vai muito mais além de alternativas.
Sim, queridos... Mudar e recomeçar não me atrai, porque neste momento crucial a palavra que me seduz é REINVENTAR-SE.
Não são os fatos, situações ou terceiros que tenho que resolver agora, mas única e simplesmente o modo como reajo ás essas coisas e pessoas que aparecem no decorrer da minha caminhada de vida. Sim, preciso "reformar" minhas próprias concepções antes de me decidir pela mudança ou recomeço. Não há como mudar algo danificado na estrutura muito menos construir em cima de escombros não recolhidos. Portanto, um brinde á mudança e ao recomeço, que ficarão para o gran finale de todo este "papo-cabeça" comigo mesma.
O que farei hoje já está decidido e o que vier amanhã... Bem, amanhã eu resolvo. O ontem nem preciso citar porque já passou, ficou no ontem junto ao entulho das paredes que eu quebrei em mim.
P.S: Não poderia deixar este post passar sem um fundo musical, não é mesmo? rsrsrs. É só clicar no título e boa viagem á letra forte da Anouk, uma cantora que descobri recentemente.
Em meio ao caos criado pelas minhas próprias conjecturas a respeito do leque infinito de possibilidades de outrem, transformei minha própria mente num vale de incertezas e insatisfações expostas a partir de uma lista de escolhas que NÃO existem, porque a liberdade vai muito mais além de alternativas.
Sim, queridos... Mudar e recomeçar não me atrai, porque neste momento crucial a palavra que me seduz é REINVENTAR-SE.
Não são os fatos, situações ou terceiros que tenho que resolver agora, mas única e simplesmente o modo como reajo ás essas coisas e pessoas que aparecem no decorrer da minha caminhada de vida. Sim, preciso "reformar" minhas próprias concepções antes de me decidir pela mudança ou recomeço. Não há como mudar algo danificado na estrutura muito menos construir em cima de escombros não recolhidos. Portanto, um brinde á mudança e ao recomeço, que ficarão para o gran finale de todo este "papo-cabeça" comigo mesma.
O que farei hoje já está decidido e o que vier amanhã... Bem, amanhã eu resolvo. O ontem nem preciso citar porque já passou, ficou no ontem junto ao entulho das paredes que eu quebrei em mim.
P.S: Não poderia deixar este post passar sem um fundo musical, não é mesmo? rsrsrs. É só clicar no título e boa viagem á letra forte da Anouk, uma cantora que descobri recentemente.
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