sexta-feira, 16 de novembro de 2012

De volta ao colegial

Estava revirando minhas coisas antigas atrás de uma apostila para emprestar ao meu sobrinho do meio quando me deparei com uma pasta roxa, velha e castigada pelo tempo num canto, esquecida. Ao abri-la, deparei-me com uma verdadeira "biblioteca" de memórias, fragmentadas em cartinhas, versinhos, poemas e fotos amareladas, tiradas de câmeras que nem existem mais... Adentrei no mundo ingênuo e juvenil do meu passado e achei um poema singelo, meigo e em contrapartida complexo, certamente escrito por alguém que nem havia experimentado em sua plenitude tais sentimentos descritos com tanta destreza...
Quero dividir com vocês.

"Eu te amo,
Tu não me amas.
Eu te quero,
Tu não me queres.
Eu te dou amor,
Tu me das amizade.
Eu te quero dar carinho,
Tu me das compreensão.
Sofro porque te quero
E outro sofre por querer para si o que te ofereço e rejeitas.
Por que o mundo é tão injusto?
Por que tanto sofrimento?
Somos quatro sofredores:
Ele porque me quer,
Eu porque te quero
E tu a padecer por ela,
Que sofre por não amar ninguém."

domingo, 11 de novembro de 2012

Ode ao desapego

 Soltar, entregar, deixar ir...
 Deixar Partir, fluir.
 Viver no presente
 Sem o peso do passado
 Sem expectativas
 Saber de nossa finitude,
 Saber que somos passageiros
 Sem posses, sem medo, sem culpas.

"Renuncie a esta toda parte e a esta alguma coisa em troca deste lugar nenhum e deste nada"...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Por trás dos rótulos

Pai, mãe, filhos, irmãos, tios, primos, amigos, namorados, noivos, amantes, marido e mulher... Rótulos distintos inventados para denominar o grau de relevância de uma pessoa na vida de cada um de nós...
Rótulos são o que são. Imutáveis, inflexíveis, impessoais. Acho que as pessoas de um modo geral preocupam-se em rotular todo e qualquer ser que entra (ou sai) de suas vidas, mas sempre tive a curiosidade de saber se essas mesmas pessoas conhecem o ser por trás do rótulo. Inadvertidamente o rótulo pode não condizer ou não descrever em sua totalidade com o conteúdo do ser humano por trás do título escolhido para ele.
E se vivêssemos num mundo paralelo onde esta prática social de denominar coisas, pessoas ou momentos fosse irrelevante? Qual seria a importância do que se tem hoje? Você saberia diferenciar, qualificar e principalmente CONHECER a alma além das denominações?
Uma pessoa pode representar o mundo para um e ser um nada para outro. Você consegue decifrar este paradoxo? Eis a principal questão aqui. E consequentemente, a moral disto tudo...
 E no instante em que rótulos acoplam-se a seres dotados de sentimentos, idéias e propensos a mudanças, não se castram as verdadeiras funções daquele indivíduo em nossas vidas? Ou possuímos apenas uma vastidão de prateleiras vazias em nossos corações numa busca desenfreada por preenchimento aleatório?
 Cada um possui sua resposta. Espero nunca ter de rotular a minha. Seria como arrancar os olhos de um falcão impedindo-o de vislumbrar o horizonte de possibilidades á sua frente.

sábado, 22 de setembro de 2012

A saudade e suas "más" companhias

"O nosso lar fica onde nosso coração está".
 Estou sentindo na pele o efeito da frase acima. Estou no Sul a trabalho e por mais que os dias passem voando, em meio a reuniões, palestras e trocas de experiências, a saudade martela o peito quando a porta da suíte do hotel frio e impessoal se fecha. Não há aconchego, nem calor, nem o falatório da família que não nos deixa dormir, não há o bichano se enroscando em suas pernas, muito menos seu focinho gelado querendo entrar debaixo do lençol de madrugada. A saudade machuca. E ensina.
 O quê??? Como assim??? Você ainda NÃO sabe???
 Elementar, meus caros leitores: Ela ensina a VALORIZAR o que se tem. E infelizmente o ser humano só valoriza o que perde. Seja temporariamente como eu, ou definitivamente. Por conta da profissão ou de uma decisão mal tomada. A saudade é boa, quando não está na má companhia do arrependimento. Minha saudade só me lembra do amor que tenho pela minha família e meus amigos, me faz recordar de coisas que a pouco tempo atrás pareciam sem importância, mas eu terei pra onde voltar, retornarei para o meu lar, onde meu coração está.
 E você?
Ainda existe um lugar para você onde seu coração está?


sábado, 15 de setembro de 2012

Away in Silence

"Não vou tentar, não vou insistir, não vou mais jogar, cansei. O desapego agora, é o meu sossego."
Achei esta frase no Facebook e a achei extremamente interessante... Não conheço o autor, mas entendo muito bem do conteúdo nas palavras...
Todos que me conhecem - ou que lêem posts nos quais expresso minhas opiniões pessoais sobre determinados assuntos -, sabem que sou uma pessoa relativamente emotiva porém realista e apesar de toda persistência, obstinação e coragem, o bom senso prevalece quando chega a hora de sair de cena. A frase de início deste post ilustra "all concur" a decisão de "jogar a toalha" quando a situação torna-se insustentável e o sonho/objetivo/desejo inalcançável.
Por mais que almejemos algo, alguém ou alguma coisa, precisamos entender antes de qualquer coisa e acima de tudo, que conquistamos da vida o que merecemos e que nem sempre os nossos anseios estão em sintonia com que precisamos, então por mais incoerente que esta filosofia seja para você, ela existe e não vai desaparecer porque se está desesperado em conseguir seu objeto de desejo. Não pretendo incentivar ninguém aqui a desistir de seus sonhos, muito menos aconselhar, pois sou tão errante quanto qualquer ser humano que se preze e me encontro muito aquém nos conhecimentos desta escola que é a vida, então considerem apenas como opinião pessoal sobre.
Por mais difícil que seja se desprender de uma idéia que pode ter sido parte ou até o centro de seu mundo por um tempo, observe atentamente os sinais ao seu redor e reconheça com IMPARCIALIDADE quando chega a hora de "partir pra outra" e parar de dar murro em ponta de faca. Você pode descobrir coisas fascinantes sobre o que a vida reservou para você e que talvez seu sonho precise apenas de uma "adaptação" para tornar-se realidade. Que a realização de todos os seus desejos depende de você sim, mas que não és a parte predominante nesta pista chamada vida e que em algum momento terás que dançar conforme um ritmo que não estava em seu roteiro, mas que é o melhor para sua alma naquele momento.

Escolhi um fundo musical para este post que gosto muito, inclusive escolhi seu nome para este post. Para assistir o clipe, clique no título.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Smile...

Em minhas "andanças" pela internet em busca de boas músicas para ouvir enquanto enfrento o trânsito cada vez mais confuso e estagnado da nossa querida cidade (qualquer semelhança com meu estado emocional atual NÃO é mera coincidência), deparei-me com um álbum de Djavan... Particularmente gosto muito do artista e perguntei a mim mesma o motivo de não ter QUASE NADA do cara em meu mp4... Ouvindo as melodias para lá de reveladoras, selecionei uma em especial que gostaria de dividir com vocês... Porque a letra é forte e traduz o que muitos de nós andam fazendo ultimamente...
Cliquem no título para ver o vídeo.

"Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios.
Sorri
Quando tudo terminar,
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri...
Quando o Sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doloridos
Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz...
Smile..."

domingo, 19 de agosto de 2012

Bote a culpa no amor?

"O que machuca não é o amor, são as pessoas. O amor é apenas um sentimento"...
Esta frase de Esteban Tavares é intensa. E muito coerente... De certa forma.
Por que de "certa forma"? vocês devem estar se perguntando e eu respondo com base num prisma muito simples porém difícil de digerir, já que aponta direto para um erro MUITO COMUM que cometemos quando nos apaixonamos. E convenhamos, pouquíssimas pessoas admitem seus próprios erros... Mas vamos ao que interessa, o título do post.
Quando nos envolvemos com determinada pessoa e as coisas por algum motivo não dão certo - Geralmente o outro não corresponde ás nossas expectativas -, a culpa é sempre do amor, certo?
ERRADO!
Queridos, a culpa não pode ser de JEITO NENHUM do amor. O amor é um sentimento lindo, PURO e completamente AUSENTE de EXPECTATIVAS. Ama-se e se deseja que o ser amado seja feliz, INDEPENDENTE de suas escolhas. Assim é com nossos pais, irmãos, amigos, etc... O amor não fere, não joga, não finge, não despreza, não tem ciúme, não deseja o mal e muito menos aprisiona. Esta negatividade parte de VOCÊ FRUSTRADO, chuchu, que está descompensando porque depositou em OUTREM expectativas SUAS de um romance ideal. PARA VOCÊ.
Vou tentar exemplificar a questão: Você conhece uma pessoa, se diverte com ela, sorri quando recebe aquela mensagem de bom-dia, treme quando olha a chamada dele(a) no celular e saltita ao seu encontro, com o brilho da paixão nos olhos. Não há NADA de errado até aqui. A coisa desanda quando se cria EXPECTATIVAS AO REDOR destes simples gestos subjetivos de carinho sem pretenção NENHUMA, que podem não significar NADA. Porque relacionamento não é depender do outro, sorrir pelos lábios do outro e esperar que o outro corresponda ao seu amor na mesma medida que você. Relacionar-se é conviver com o ser em si, cheio de qualidades e INCLUSIVE defeitos, é respeitar espaços e ter maturidade para entender quando o parceiro que seu coração escolheu não compartilha do mesmo desejo de compromiso que você.
Com esta verdade em mente, temos duas opções: Ou praticamos o desapego e nos afastamos em silêncio ou colocamos as cartas na mesa.
Qualquer que seja a decisão, vá de encontro a alternativa que mais lhe aprouver de coração aberto e NADA DE EXPECTATIVAS... Elas sempre acham uma maneira de nos colocar em nosso lugar. E se as coisas não terminarem da forma que se sonhou (raramente terminam), engane a si mesmo e coloque a culpa no amor...

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O poder do silêncio

Todos nós já ouvimos ou ouviremos alguém desabafar ou reclamar de alguma coisa que não anda de acordo com o que o desejador quer... Mas a pergunta cabal deste post é a seguinte - e eu gostaria que refletissem bastante sobre ela antes de responderem a si mesmos - Alguém já conseguiu ouvir e entender o silêncio de outrem diante de tais circunstâncias?
Hum... Primeiro: Não se mensura silêncio... Segundo: O silêncio abre um leque de suposições, achismos, presume-se algo ou alguma coisa na qual a certeza passa longe... Por quê? Simples... PALAVRAS o vento leva... Descarrega-se a carga do sentimento pela boca como se escoa detritos pelo esgoto aos olhos de qualquer observador menos atento... Já o calar... Ah, o não dito. Maldito. Guarda, trancafia, esconde e oculta o que de mais belo e temerário existe na natureza humana...
"Temo o silêncio de suas palavras não proferidas, porque o ecoar delas em seu coração serão mais mortíferas que qualquer potente arma conhecida pela humanidade".
Acho que esta frase de um autor desconhecido por si só basta... O calar corrói mais que qualquer outro veneno.
E não há voz que possa discordar de minhas "suposições"...

sábado, 28 de julho de 2012

A vida e suas lições

Todos que lêem meu blog sabem o quanto tenho respeito pelas lições que a vida nos dá. Para muitos podem passar despercebidas, mas na minha concepção, cada situação que se apresenta em nossas vidas carrega no âmago alguma lição. Não importa o grau de dificuldade - se é uma simples lição sobre ser educado, singela sobre sorrir para o porteiro do prédio ou entregador de cartas ou se é "hard", intensa, como aprender a respeitar o espaço do outro, a entender que as coisas acontecem no tempo delas e não no nosso - lições são lições e como numa escola, enquanto não se aprende, as mesmas se repetem over and over again...
Hoje aprendi uma coisa... Ou espero ter aprendido, porque sinceramente, não desejo ter de "repetir" a dose, que apesar de bastante esclarecedora e instrutiva, foi bastante amarga, mas quem nos disse que a vida seria fácil? Penso que todos podemos ser felizes com ou sem lições, mas "com" que "sem" ou não evoluiríamos e a vida perderia completamente o sentido... Mas posso lhes confessar algo? A vida nos trará muitas alegrias, mas antes certamente ela nos ensinará a ser fortes. E ninguém neste mundo fica forte carregando plumas e lutando com travesseiros.
Então, é isso, eu acho. Por hora. Comigo é assim: LIÇÃO DADA É LIÇÃO APRENDIDA! rs
Selecionei um texto que achei bem pertinente o tópico.
Boa leitura!!!

NADA COMO O TEMPO

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O medo de cada um

Medo... Palavra amplamente discutida, com efeitos variados, muitas vezes incompreendido. Venerado por uns, odiado por outros. Poderoso, avassalador, paralisante, inexplicável.
Vamos destrinchar o monstro:
Quando o medo é poderoso, ele significa uma extensào de nosso sexto sentido a um perigo muitas vezes real e que faz nosso corpo físico reagir a desígnios da alma, espírito, anjo da guarda ou o nome que mais lhe aprouver...
Quando ele é avassalador, simplesmente bloqueia, vem como uma sensação desgovernada que toma conta do mais escuro de nosso ser que desconhecíamos e se instala em funções vitais de nossa máquina física chamada corpo...
Quando paralisa, está descontrolada, toma conta de tudo literalmente e limita as opções de reação a NADA.
Inexplicável? Bem... Sou da seguinte filosofia: Quando um determinado problema (Se o medo chega a roubar a tranquilidade, passa a ser considerado um problema em nossa vida se não tratado devidamente) se apresenta em nossa vida, é porque temos a solução para ele. Medo, meus queridos TODOS NÓS temos, não há como negar. Mas como se reage á ele?
Seja medo de se apaixonar, se envolver, amar, dirigir, dizer não... Medo é medo. A boa notícia é que vai passar, desde que se ENCARE O BENDITO DE FRENTE... Porque se não ocorrer, baby, o boneco estará lá a te assombrar como uma alma penada... E assombração sabe para quem aparece, como dizia o filósofo do botequim da esquina...
Meu conselho? Aff, faça como eu, sue como um tirador de espírito, trema como um pigmeu num Iglu e reze como um padre... Mas encare seu medo de frente. Seja ele qual for. Vá de encontro a ele e a luz de sua vontade em vencê-lo se encarregará do resto. E não há bebida mais saborosa no mundo que o drink da vitória!
Boa sorte em sua "embriaguez"...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Pensamento digno de postagem

"O alucinógeno mais potente do planeta se chama AMOR... Intoxicação imediata! Você vai ficar imaginando coisas que NÃO existem"... (Paulo Coelho)

Não há muito que comentar sobre, mas sou uma teimosa ariana então posso me dar ao luxo de implementar um pequeno "adido" neste verdadeiro "compendio" que saiu dos lábios sábios de Paulo Coelho (Quer você concorde ou não):

"- E é neste exato instante que penso em todas as outras drogas lícitas e ilícitas inventadas para embriagar os sentidos. Tolos... Pagam para consumir alternativas ínfimas da mais poderosa e inebriante "droga" que a história já registrou. Experimentada até pelo mais cético dos ateus. Temida pelo mais valente dos guerreiros. Consumida pelo mais controlado ser... Sintomas inenarráveis e consequências inimagináveis. Efeito intenso, vício real e forte dependência".

E que atire a primeira pedra quem nunca amou.

domingo, 1 de julho de 2012

You don't know me - DOWNLOAD

Recebi um e-mail de um leitor e gostaria de responder por aqui, já que o assunto interessa a muitos dos que me lêem... Principalmente a mim, que particularmente gosto MUITO desta música...
Vamos ao assunto em pauta:
O cara é apaixonado pela amiga, que nem imagina o que ocorre á sua volta. A pergunta que deveria ser feita ao se refletir sobre a letra cujo link está acima, em minha opinião realista, não deveria ser sobre sua ciência ou ignorância sobre o fato, pois isso não fará muita diferença, já que as coisas chegaram a este ponto, mas sim "O que ela faria se soubesse deste apreço desmedido que se sente em relação a ela"... Porque é esta a resposta que você busca... E de acordo com a letra que você escolheu para pensar nela, o cara sabe que só terá amizade, ponto final. Pelo que entendi também, ela sai com outro cara no fim. Você não faz NADA para IMPEDIR, mas lamenta o ocorrido...
Temos um caso clássico aqui de alguém que se acomodou na situação adversa que se apresentou.
Veja bem, meu caro, a vida ALL THE TIME nos apresenta tais desafios e não quero crer que você reaja com esta passividade diante deles ou não se encontraria onde está agora. E sabe ao que me refiro, certo?
Você a ama de VERDADE? Lute por ela, fale de seus sentimentos, abra seu coração!!! Oh, eu sei o quão difícil e dolorido isso pode ser, mas ao menos você sairá desta incerteza indefinida do que poderia acontecer se ela finalmente percebesse por si só (O que não vai acontecer se você continuar dando desculpas para o comportamento libertino dela) se você declarasse sua paixão por ela.
Se não der certo, não me responda xingando, não sou conselheira amorosa, também tenho meus fantasmas (muitos por sinal), mas nunca me escondo atrás deles. Eu me exponho, como acho que deves fazer agora e vou em busca do SIM, porque o não já se tem. Olhe para os lados, reveja suas opções. Ela não é a última bolacha do pacote e por mais sedento dela que você esteja hoje, tenha CERTEZA de que se NÃO TIVER QUE SER, Não será. E a boa notícia é que se pode tirar proveito desta experiência.
Resumindo, minha resposta para você é SIGA EM FRENTE e DECLARE-SE. A rejeição é apenas uma alavanca propulsora para vencedores que buscam desafios que realmente VALHAM a pena.
Pense nisso.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

One and Only Adele - DOWNLOAD

Ser a (o) único e a (o) primeiro na vida de alguém: Desejo, vontade.
Ser o "one and only" na vida de alguém que ser QUER: Objetivo, Utopia...
Relacionamentos são únicos, complicados, simples, ÍNTIMOS e PESSOAIS... Para cada um de nós e para todos é um enigma, algo tão único quanto uma impressão digital ou o DNA. Complexidade e simplicidade num pacote só. O grande desafio é desembrulhá-lho com eficácia.
Como sou um ser estabanado por natureza, já devem estar imaginando como abro os "pacotes" que a vida me oferece. A elegância passa longe quando trata-se de desnudar o que me é - e principalmente o que não me é - oferecido. Abro, desbravo, rasgo, amasso e sangro sim. Não existe nada de comedido na forma como "desembrulho meus sentimentos". E querem saber?
Isso é o MÁXIMO. Sou o que sou, quero o que quero. E a letra que escolhi para este post muito vem a calhar.
Oscar Wilde já dizia que "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas sobrevive".
E "sobreviver" não me satisfaz.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos namorados, São Valentin, véspera de Santo Antônio... Ó, dúvida cruel...

O que representa o dia de hoje para você? Um dia como outro qualquer, o dia em que enche seu amado(a) de presentes ou deseja ter um (a) para presentear ou simplesmente a véspera do dia em que se levantará na madrugada e fará uma simpatia/mandinga/pedido de amor para o maior santo "casamenteiro" de todos os tempos? Aliás, por que Santo Antônio é considerado um santo assim??? Bom, queridos, eu pesquisei no Google e como ouço o Padre Marcelo, sei, mas se você não detém o mesmo conhecimento que eu - deixe de ser preguiçoso (a) e pesquise - , já sei o motivo e acabei incluindo em minha base de dados o tal São Valentin de quem tantos países falam... Bom, sendo brasileiros ou não, os santos casamenteiros são exaustivamente rogados nesta época do ano - ou em Fevereiro para São Valentin - e ficam com cargas e mais cargas desesperadas de quem quer achar ou reconquistar um amor... Bom, sou religiosa e não vou usar o blog muito menos o post para espezinhar o desespero alheio, mas povo, por favor... Existem coisas que nem o "povo celestial casamenteiro" pode resolver... E simplesmente ás vezes temos que admitir que o parceiro que DESEJAMOS para nós, pode não ser o que DEVEMOS ou NECESSITAMOS ter em nossas vidas...
Ah, não, não estou tentando melar seu dia especial não... Estou apenas ratificando um fato. E contra eles, não conheço argumento... Vamos pôr fatos no enredo? Ok...
Vamos á um confissão mais que obscura: Sou apaixonada por uma pessoa... Até aí, nenhuma novidade, meus posts sempre tenderam a este "detalhe"... Mas saibam que meu objeto de desejo NEM IMAGINA o que sinto. Ou seja, estou na camada platônica da coisa... Tá legal, nem tão platônica assim, devo admitir... E sim, desde algum tempo...
Se fico triste em datas como estas? Não! O dia de hoje apenas me serve como uma espécie de "marco estilo gótico/Emo" com direio a fundo musical e bebida alcoólica de pano de fundo.
Pasmem: Também tenho coração!!! E contrariando todas as hipóteses possívelmente negativas de desfecho para esta paixão masoquista na qual me encontro desde... Bem, não importa, continuo no ciclo auto-punitivo do anonimato... Ainda bem que existe a era digital, eletrônica e global, na qual se atesta científicamente que uma paixão dura em média de dezoito a trinta meses...
O que me dá um tempinho relativamente curto para trabalhar minha paixão secreta... Que o dia de hoje, o amanhã ou até o dia de São Valentin, comemorado meses antes, apenas intensificaram minha impotência diante de meus sentimentos. Posso conviver com eles, obviamente ou não os estaria citando. Entendo que depois de certo ponto não fazem bem, embora possuam o dom de entoxicar sentidos.
Então, a pergunta para os que como eu, seguem no dilema acima é: Até que ponto se controla uma paixão?
Anyway...
Feliz dia dos namorados, véspera de Santo Antônio, São Valentin...

P.S: Coloquei uma música que traduz bem a situação emocional que o post criou. Pode até não refletir a sua, mas vale a pena assistir. Clique no título.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Ossos do ofício

Quem nunca ouviu, executou, passou por ou até presenciou algum episódio da frase acima? Creio que o termo por si só fale o que precisa ser entendido neste post. E na situação em nossa vida na qual tal citação foi utilizada.
Não importa se você foi o "detendentor" dos ossos ou a "cova" dos ossos... São ossos do ofício, quer gostemos ou não.
O grande desafio na frase é saber até que ponto se está disposto a executar tal façanha. Porque é difícil, não neguem.
Hoje tive um HARD DAY... Fui a detentora dos ossos e eliminei boas pessoas, que já não executavam bons trabalhos... Dói, incomoda e faz sofrer, além de tomar noites de sono, mas são os "tais". Ou se foge deles ou se vai á seu encontro. Sem meio-termo.
Mas saibam queridos, que TUDO nesta vida detém dois lados. E sim, se o compromisso foi assumido, nào importa o cargo, empresa, profissão ou segmento, só podemos ficar com UM deles.
Surpriendi-me com minha própria capacidade em lidar com os tais. E vc? Está pronto para enfretar os "ossos de seu ofício?"

terça-feira, 29 de maio de 2012

She will be loved - DOWNLOAD

Após um exaustivo dia de trabalho burocrático, com números e planilhas flutuando em minha mente, encerrei o expediente com o bom e velho repertório musical que guardo em meu net. Zapeando a lista, deparei-me com a música "She will be loved" que não é particularmente nova, mas ganhou um novo significado para mim desde um episódio que vivi protagonizado por ela...
Vou lhes confessar uma coisa: Há um tempinho atrás, recebi uma mensagem de voz com esta música. Não inteira, apenas o trecho final, que desde então eu guardo com carinho na memória... Apenas uma estrofe, mas que me marcou muito, porque mesmo que eu nunca venha a saber o autor de tamanha declaração, já que fiz o favor de apagar a mensagem (Nem adianta me xingar, já me perguntei zilhões de vezes como pude ser tão estúpida e ainda não encontrei a resposta) senti-me querida, desejada. E sim, pessoal, sou obrigada a admitir mesmo a contragosto, que me senti amada com aquele singelo gesto como nunca antes na vida. Chega a ser irônico, mas é verdade. Num mundo onde as pessoas escondem a todo e qualquer custo o que realmente sentem com o pseudo-medo de se machucarem, o que acaba acontecendo, pois AMAR é quase uma função vital para nossa espécie, pequenas demonstrações como a citaca acima tomam proporções quase fantasmagóricas com um brilho que beira ao sobrenatural, quando na realidade deveriam ser uma simples e natural demonstração de apreço e afeto...
Mas o ser humano é um bicho meio complicado, né? Decifrá-los não me cabe e creio que nem a ninguém aqui... Mas bem que poderíamos tentar ser um pouco mais "gente"...

A música está aí para quem quiser ouvir, basta clicar no título do post... E apesar de apagada no celular, ela ficará por muito e muito tempo gravada em meu coração...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Quando a atração fica FATAL

Todos que lêem meu blog já viram ou ao menos ouviram falar do filme "Atraçào fatal" estrelado por Michael Douglas e Glen Close... NÃO é do "meu tempo", aproveito para ressaltar, mas sim, o vi alguns anos (não importa quantos) depois...
Na vida REAL, talvez o caso acima acabe em pancadaria e até morte, mas como sei que somos seres razoavelmente racionais, não vou abordar o aspecto puramente "físico" desta dinâmica doentia cujo resultado amplamente variado aponta uma gama de desfechos, exceto o tão almejado "final feliz".
Desde a tenra idade, aprendemos que dosar tudo é saudável e toda aquela baboseira ética/politicamente correta de convivência social que martelam em nossas mentes é o caminho para se tornar um cidadão de bem, mas em dado momento, uma atração (seja sexual ou sentimental) torna-se o centro das atenções e outras funções antes consideradas vitais, como comer e dormir por exemplo, passam a ser secundárias e pensar no trabalho já não parece tão atraente e importante como desejar, lembrar, pensar e fantasiar tendo o objeto de desejo como ator único e principal de um teatrinho criado com o intuito de aliviar as angústias e dúvidas em relaçào ao ser que literalmente tomou conta de tudo, até que a patologia evolua tanto que viver a própria vida já não parece o suficiente.
E é aí que mora o perigo... E um BAITA perigo, porque o desejo é natural, sofrer de amor é um mal "quase" necessário, mas a estrada "obcecado (a)" nunca leva para um bom lugar. E o pior disto tudo é que SUTILMENTE o próprio coração de conluio com a mente, obviamente, enche o saco com alertas e avisos, em muitas, esmagadoras vezes, eu diria, IGNORADOS.
A Obsessào é uma doença. Da alma, espiritual, capricho ou falta de vergonha na cara mesmo. Não importa a fonte e sim o ESTRAGO que ela proporciona no final.
E aí vem a pergunta que não quer calar, ou melhor, duas: O que um obcecado faz quando atinge finalmente seu objetivo e "aprisiona" o objeto de desejo? (Porque a obsessão NÃO leva em consideração a humanidade muito menos a individualidade de ninguém e simplesmente "passa por cima" deste "detalhe" como um rolo compressor)e a mais devastadora questão: Como se sentiria se fosse VOCÊ o tal objeto/objetivo?
Aff, uma última, para não perder o costume: Onde entra O RESPEITO nesta história? Vale a pena ser desejado além de seu próprio eu?
Eu sei minha IMUTÁVEL resposta. Espero que também tenha a sua.

sábado, 19 de maio de 2012

Estar SEMPRE BEM E SORRIDENTE dá muito trabalho... Mas vale a pena?

Há quem diga que vale. Mas tenho minhas dúvidas. Pois é, hoje "não estou muito boa" para introduções e no mais, acho que entenderam ao que me referi com a frase acima.
Ser sempre a pessoa "de bem com a vida", agradabilíssima, que todos adoram e a quem recorrem em seus momentos de tristeza e insegurança, a quem contam seus segredos mais ocultos e a quem acordam no meio da noite sem misericórdia e despejam seus mais terríveis pecados realmente requer muita energia... Energia esta que muitas vezes não se tem para si próprio, porque o que sobra depois de um dia de batalha é extraído pelos outros como se explora uma "Serra pelada"... E não se queixe, meu caro (a), você quis assim e se não, no mínimo permitiu que assim fosse.
Enfim, sem a pretenção sórdida de se procurar culpados para sua atual "sócio-ocupação" de "amigo(a) para o que der e vier" , mas "der" que "vier", obviamente, porque é disso que se trata o post, vamos ao X da questão...
A quem recorre quando o "carente, triste, desanimado, preocupado, angustidado e desiludido" do momento é você?
Ahá! Se pensaste por um segundo imaginário que a pergunta supracitada era o tal X que te incomoda agora, engana-se meu bem... É ainda PIOR... A RESPOSTA que MATA. Graças a Deus não literalmente...
O que faz rever a forma como se conduz certas situações e em como a postura perante a vida é vista pelos que te cercam. E que deveria fazer entender que NINGUÉM está acima da razão, somos todos seres humanos, com "sentimentos" e querer estar "sempre bem" pode ser a forma vil e mesquinha do mais puro egoísmo e falsa pretensào de achar que se pode resolver os próprios problemas através dos alheios.
E a pergunta que não quer calar ecoa na mente em momentos em que a melancolia da humanidade (não importa o motivo) instala-se no coração: Vale a pena?

domingo, 13 de maio de 2012

MÃE...

Hoje é o segundo domingo de Maio, dia tradicionalmente conhecido e comemorado como DIA DAS MÃES... Eu AMO minha mãe de todo meu coração e dentro das minhas possibilidades (desenvolvidas com a ajuda VITAL dela), tento lhe proporcionar o melhor. Se você tem a sua mãe, ame-a, valorize-a. Se ela já se foi, lembre-se dela. Não com tristeza, mas com saudade. Ela olha por você onde está. E sabe qual é o melhor disso tudo? Ela NÃO precisa esperar a data acima para ser lembrada, porque de alguma maneira milagrosa ela está com você... E você é uma parte MUITO IMPORTANTE dela. Portanto, trate-se com o carinho e respeito que Ela merece.
Selecionei um texto que li pela internet, de Lena Gino para ilustrar a complexidade desta "função"...

Que mãe é essa?

Tem bicho mais estranho do que mãe?
Mãe é alma contraditória.
É alegria no choro.
É carinho na raiva.
É o sim no não.

Só mãe mesmo pra ser o oposto...
E depois o contrário de novo.

Vai ver que é porque filho não vem com manual de instrução. e pra conduzir as crias no mundo, ela usa só de intuição, pra tentar fazer tudo direito.

Mas como pode ser assim, tão incoerente?

Ela diz:
Filho, você não come nada...
E logo se contradiz:
Para de comer, que eu tô botando o jantar!

E aí ela lamenta:
Ai, que eu não vejo a hora desse menino crescer!
Mas logo se arrepende:
Deixa que eu faço, você ainda é uma criança...

E quando ela manda:
Tira essa roupa quente, menina!
E logo em seguida:
Veste o casaco, quer pegar um resfriado?

Esse menino dorme demais...
Esse menino não descansa...

Essa menina vive na rua!...
Filha, sai um pouquinho, vai pegar um sol...

Pois é, gente, que pessoa é essa que jura que nunca mais...
E no momento seguinte promete que vai ser pra sempre?

Essa pessoa é assim mesmo:
Igual e diferente de tudo o que a gente já viu.
É a fortaleza que aguenta o tranco, só pra não ver o filho chorar.
É o sorriso de orgulho escondido, só pra não se revelar.

Mãe dá uma canseira na gente.
E às vezes tira do sério...

Até que um dia a gente se depara com uma ausência insuportável:
É a mãe que vai embora, deixando um vazio enorme, escuro, silencioso.
E aí descobre que, mesmo errando, ela sabia de tudo, desde o início.
E fez de tudo pra acertar.
Porque criar filho não tem regra - é doação e amor simplesmente.

Então, se você tiver privilégio de abraçar sua mãe nesse segundo domingo de maio, agradeça, porque o presente é seu. E esteja certo:
Mesmo sem manual de instrução, ela continua aí, atrapalhada, contraditória...
Mas com o olhar atento, querendo entender como você funciona.
E fazendo de tudo pra você não falhar.

Feliz dia das mães!

sábado, 12 de maio de 2012

O que interfere no grau de exigência? A classe social ou a falta de opção?

Até que ponto a classe social, poder aquisitivo, status, fama ou qualquer outra definição "socioeconômica/intelectal" define o alto ou baixo grau da exigência de um indivíduo? Este questionamento me veio á mente hoje á tarde, por conta de uma visita para lá de infeliz que fiz a uma churrascaria em minha cidade... Vejam bem, queridos, SEMPRE prezei a humildade acima de tudo, sou moradora do subúrbio com MUITO ORGULHO, sou trabalhadora, honesta, no entanto ser pobre não faz de mim um ser ignorante, certo? Como meu trabalho exige que eu transite por vários bairros e cidades do estado onde vivo, posso afirmar sem falsa modéstia, que conheço razoavelmente a culinária oferecida em restaurantes, lanchonetes, cafés, botecos, barraquinhas da esquina e afins e que depois de MUITAS INDIGESTÕES (termo suave compatível com os possíveis nomes das consequências que sofrem TODOS que comem PORCARIAS na rua... rs), sei quando a comida é boa ou NÃO. E foi assim que joguei uma quantia considerável no lixo. É isso aí, rasguei dinheiro e isso faz de mim uma louca varrida... Ou exigente demais... Porque a churrascaria estava "bombando"... Jesus, Maria e José, como aquele povo todo paga a mesma coisa que pagariam num estabelecimento de RESPEITO na ZONA SUL, por exemplo, para comerem carne quase crua, mal temperada, com gosto de sei-lá-o-quê, queijo coalho que a barraquinha da esquina faz muito melhor, pão de alho embebido em ÓLEO, gelo com gosto de CLORO e ainda PAGAR CARO POR ISSO??? Ah, vc deve estar se perguntando porque eu citei a ZONA SUL como referência... Ok, eu explico COM PRAZER... No lugar em questão, mesmo falidas em algumas situações e vivendo de aparências, as pessoas que lá vivem mantém contato com coisas boas, bons serviços e boa comida... Se não na atualidade, tiveram um dia e esse conhecimento contribuiu bastante para o aumento do seu grau de exigência, certo? Quando não se experimenta outros sabores, outras marcas, aromas e lugares, não existe comparação. E foi esse o prisma que vislumbrei ao observar as expressões do mais puro prazer que a "santa ignorância" emprestava aos clientes que comiam aquela comida insossa incessantemente... Deus, como eu desejei aquela ignóbil sensação... Mas NÃO ROLOU. EU TENTEI! Depois de uma tarde de trabalho pesado, decidi levar meu sobrinho mais novo para um rodízio de pizza - ele ADORA pizza - , mas os lugares legais só abririam as 19hs e como quem tem fome tem pressa, aliás, para comer meu sobrinho não precisa necessariamente estar com fome, mas SEMPRE tem pressa, acabei cedendo a seus apelos famintos e desesperados e estacionei na tal churrascaria. Este meu sobrinho, que é também meu afilhado, pode-se chamar de "parceirinho" para todas as horas, está sempre em minha casa e vive me infernizando para levar ele para passear, entào, obviamente já fizemos muitas coisas juntos, inclusive comer em outros lugares... Bom, não vou me repetir e escrever novamente o quanto a comida era ruim, porque até agora meu estômago está embrulhado... E o dele também... Não faz mal, um bom efeverscente resolve e demos boas risadas com as comparações, pois ele ficou tão chocado quanto eu e me sinto até meio coruja em dizer que no quesito "sempre tentar enxergar algo positivo nas derrotas", ele se parece muito comigo. Acho que por isso nos damos tão bem... Mas isso é um papo para outro post. O quê? Você ainda NÃO achou o lado positivo de toda esta tragédia grega??? Vixi... Nem eu!!!

domingo, 6 de maio de 2012

Qual é o limite da paciência?

Quantas vezes você já ouviu a frase "minha paciência tem limite" na vida? Não, não precisa contar, até porque "time is money" e o meu é contadinho até nos segundos... Concentremo-nos na questão acima... E principalmente nas situações do cotidiano na qual a supracitada é dita... Numa fila de banco (geeeeeeente, existe bankline, pelo amor de Deus, né?) num caixa de supermercado (dessa não há como fugir) numa loja de roupas e afins (a mulherada passa o dia escolhendo, enchendo o saco do vendedor, mas a tal paciência se esgota como num passe de mágica quando chega a hora de pagar) e no entanto, é capaz de aguardar HORAS a fio por uma ligação que raramente é recebida, espera-se "pacientemente" que o objeto de desejo note a admiração e explica-se over and over again porque se atrasou para "aquele encontro" sem ao menos pensar na palavra tema do post... Afinal, alguém que me lê sabe qual é o limite da dita cuja? Porque seres impacientes e naturalmente inquietos, que discutem no trânsito, sofrem de insônia (qualquer semelhança com a minha pessoa NÃO é mera coincidência), evitam filas de qualquer espécie, carregam peso, faxinam a residência e falam sem parar mesmo quando acabam de arrancar um ciso (essa última inspirada em uma criatura teimosa que ainda acha que está certa em NÃO ter paciência com a própria cicatrização da boca) simplesmente transformam-se em monges tibetanos quando estão explicando algo para alguém que lhes é importante, podem esperar dias, semanas e até meses para conseguir um mero encontro fortuito e PACIENTEMENTE trabalham nos mesmos lugares, fazendo as MESMAS coisas, ENSINANDO os MESMOS métodos zilhões de vezes sem pestanejar??? Como sua paciência é medida? Ela encurta quando algo desagrada e estica a bel prazer? E se é assim que funciona, por quem a frase tema do post foi criada e em qual circunstância ela foi dita? NUNCA saberemos, mas uma coisa é certa: A paciência TEM MESMO LIMITE. Só nos resta descobrir qual é o nosso...

domingo, 29 de abril de 2012

Cartas pra você - DOWNLOAD

ODEIO postar DUAS VEZES num único dia, mas diante do e-mail que acabei de receber, flagrei-me sem alternativas... Cartas pra você... Eu também gosto muito desta melodia, mas NUNCA havia visto a letra pelo SEU PONTO DE VISTA... Dói mesmo e é linda... O amor NÃO CORRESPONDIDO, INTERROMPIDO e TRAÍDO dói muito, eu sei... Escrevi muito sobre... Mas o DEPENDENTE me é novidade. Claro que se é amor, se DEPENDE, mas assim... Nossa, chega a ser filosófico. Sua resposta nunca será dada, me perdoe, não sei como responder adequadamente... Até porque não há NADA ADEQUADO no que você sente. Em contrapartida, sua urgência, seu desejar inclemente, seu querer INCESSANTE eu entendo... Não se transforme neste recipiente sofrido, onde apenas as lembranças do que já se passou possuem significado para você. Chore, sofra, esperneie, mas SIGA EM FRENTE. NÃO existe nada mais doentio que viver de passado... Não finja, não banque o forte, precise, peça e seja humilde... Mas contrária a música, não quero que cobre da outra pessoa sua felicidade. Ela depende ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE de você. Dê-se o tempo necessário CONSIGO MESMO, trave batalhas e saiba que NINGUÉM ALÉM DE VOCÊ MESMO pode se AMAR e RESPEITAR. Escreva cartas, lembre-se sim, mas nunca esmoreça. Você MERECE ser FELIZ. E nem sempre, amigo, as coisas acontecem ou as pessoas agem como gostaríamos. Improvise. Sua felicidade vale mais que qualquer promessa. Ela consiste em seu poder de improviso em cada ato. Seja feliz e grato por este poder. Ele lhe é ofertado em seu nascimento. E "quebre a perna" neste espetáculo "ao vivo" que é a vida. Estou na platéia, torcendo por você.

Amor vs. Loucura

"Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura".
Esta afirmativa de Nietzsche é no mínimo curiosa. Há sempre um "quê" de loucura no amor... Até aí, ok... No entanto, onde achar alguma razão na loucura?
Bom, existe uma máxima que diz que o louco nunca admite o que é, mas e o apaixonado? Ele admite, creio... Pode ser para um amigo, um animal de estimação ou até a si próprio, seja por livre e espontânea vontade entre os lençóis na calada da noite, tendo o travesseiro como testemunha ocular ou a contragosto, diante do espelho da alma... Seja como for, admite-se a tal "condição"... Será que é nisso que reside a razão? Ou será que esta admissão transparece a loucura? Este é um dilema quase "Shakespeareano", que nos remete ao princípio de quem veio primeiro - O ovo ou a galinha - nesta conversa de doido. E é melhor parar por aqui ou acabaremos em algum episódio caseiro de The Big Bang Theory, discutindo o sentido da vida com Sheldon Cooper e seu caso amoroso com átomos...
Seja no pleno controle das faculdades mentais ou em meio á loucura, apesar de causar estragos irreparáveis e conduzir a um caminho sem volta, o ato de amar, de alguma forma insana, parece correto...
Hum... Uma boa LOUCURA a se cometer... Com toda RAZÃO do mundo.

domingo, 22 de abril de 2012

Amizade colorida

Zapeando os canais ontem em busca de algo que fosse capaz de me entreter além de meus pensamentos traiçoeiros e da insônia constante, minha companheira mais que conhecida nas madrugadas, deparei-me com a comédia romântica "Amizade Colorida", estrelada por Justin Timbarlake e outra mocinha de olhos grandes que não sei o nome, mas é uma gracinha... Bom, atores jovens e politicamente corretos á parte, a história até que é digerível, levando-se em conta que RARAMENTE vejo filmes do gênero. Comédias românticas me irritam profundamente e acabam tendo o efeito contrário a que se propõem na minha opinião... Mas isso não importa, vamos ao que interessa... O TÍTULO do post.
Amizade colorida... Uma amizade SINCERA, REAL, com leves nuances distintas ao termo amizade... Vulgarmente falando, a gente pode se relacionar fisicamente (não me forcem a escrever SEXO) com alguém que teoricamente conhece cada pedacinho de nós. Medos, desejos e principalmente DEFEITOS...
Até que ponto manter este tipo de relacionamento é interessante?
Claro que no filme tudo acaba em romance, afinal investiu-se grana no longa, mas "humanizando" o contexto da coisa, até que ponto a "amizade colorida" é viável?
Esta é a pergunta que não quer calar... Até porque o termo ao lado transformou-se em algo demodé e como tudo na vida considerado obsoleto, substituído por "caso" ou "peguete"... Me desculpem os caros leitores, sou TRADICIONAL (Não velha, hein????) e os substitutos da modernidade não me fazem a cabeça neste quesito, então, vou utilizar SIM, o termo AMIZADE COLORIDA...
Até onde este tipo de pseudo-relação é viável eu não sei, mas sou obrigada a admitir uma verdade CRUCIAL sobre: Ao menos é VERDADEIRA. Se é SAUDÁVEL? Quem sabe? Eu NÃO SEI. Mas sei de uma coisa e acho que já temos um progresso substancial aqui... Faz BEM pra alma saber que estamos lidando com um ser REAL, com toda aquela bagagem sentimental que o porta-malas do "romance ideal" não suporta e nem carrega simplesmente porque problemas perfeitamente humanos não cabem no contexto "ideal" do que se almeja quando se pensa no termo entre aspas acima. É isso mesmo. Mandem-me para o inferno se quiserem, mas admitam certa coerência nisto. Na amizade colorida, as roupas, trejeitos e palavras ensaiadas não têm vez, é tudo "preto no branco", "pegar ou largar", esse (a) sou eu, me ame ou deixe-me.
Muitos gostariam de companheiros assim... Alguém que não medisse nossa pessoa pelo que aparentamos, temos ou mostramos ao mundo, muito menos pelos rótulos impostos por outros... Seria bastante interessante ser admirado (a) pelas conquistas, idéias e principalmente e APESAR dos defeitos... Mas em contrapartida, nada de agrados e perspectivas, porque seria apenas uma AMIZADE. Sem amarras e compromisso.
A cor que ele (a) possui é indiferente, mas a pergunta a seguir não...
Você está emocionalmente pronto para ter/manter uma amizade colorida?


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Seguindo o próprio coração

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos".
É com esta frase de Antoine de Saint-Exupéry que inicio o post de hoje... Quem foi este cara eu não sei, mas que ao recitar as palavras acima ele estava inspirado, não há como negar... Porque é isso mesmo. Sem tirar nem pôr, sem mais nem menos. O essencial a cada um de nós é invisível aos olhos... Que olhos?
Ah, não, esses não... Definitivamente não... Os OLHOS DA ALMA tudo enxergam.
Falo dos olhos mundanos, dos olhos superficiais, dos olhos subjetivos, que focalizam banalidades, aparências, etnias e vestimentas... Muitas vezes nossos olhos almejam cargos, altas posições, bens materiais e partimos "cegamente" em busca de simples subterfúgios que não nos garantem a felicidade plena da qual a frase acima fala... E vou mais além. Não existe felicidade PLENA. A gente nunca será completamente feliz porque somos insatisfeitos por natureza, mas alcançar um mínimo de paz e alegria interiores não dependem das roupas ou bens que possuimos. Independe do quanto se é ou não popular entre os amigos ou quantos amigos se tenha. Independe da classe social, cor e beleza. Existem anseios que só nosso coração conhece, só nosso íntimo sabe, tão "essenciais" e inúmeras vezes ofertado "de graça" pela vida... E por que não aproveitamos o que a vida nos dá tão generosamente?
Isso só você pode responder a si mesmo...
MAS, como estou didática hoje, vou tentar explicar minha concepção com uma historinha que ouvi recentemente no programa do Padre Marcelo:
"Certa vez, um menino catador de papel, realizando seu trabalho diário pelas ruas da cidade, chegou a um estabelecimento muito bonito e grande, repleto de pessoas bem vestidas e pensou consigo:
- Aqui deve haver muitas caixas vazias. Após o expediente voltarei para falar com o dono para pedi-las a fim de que possa vendê-las.
Quando o comércio fechou, o menino voltou à loja e viu um senhor muito alinhado na porta despedindo-se dos visitantes. Aproximando-se, disse:
- Senhor, posso falar com o dono da loja?
- Sou eu mesmo. O que você quer? - respondeu desconfiado o empresário.
- Gostaria de saber se o senhor poderia dar-me aquelas caixas para eu vendê-las.
O empresário, raivoso, enxotou o menino aos gritos, ameaçando chamar pela polícia, pois não tolerava pedintes em sua loja. O garoto apanhou seu carrinho de papel e saiu, resignado e muito triste.
Porém, alguns metros adiante, ouviu gemidos muito fortes vindos da loja. Correu até lá e encontrou o empresário caído no chão, acometido por um enfarto. O menino clamou por ajuda mas ninguém o escutou. Então, desocupou seu carrinho de papel e com muita dificuldade colocou o moribundo dentro. Correu até o hospital mais próximo e a vida do empresário foi salva.
Dias depois, o menino passava em frente à loja e o empresário foi ao seu encontro:
- Meu jovem, venha cá. Hoje quero que você vá até minha casa para eu lhe agradecer pelo que fez por mim.
O menino foi recebido com um grande banquete como gesto de agradecimento. Após a sobremesa, o empresário chamou-o até um galpão onde encontravam-se iates, carros importados e outras riquezas, todas embaladas em grandes caixas. Disse ao garoto:
- Escolha o que você quiser deste galpão.
- Qualquer coisa mesmo? – perguntou-lhe o menino.
- Sim.
O menino pensou, pensou e disse...
- Eu quero as caixas que estão envolvendo tudo o que está no barracão.
O empresário, não compreendendo, satisfez seu pedido. Passados dez anos, o empresário encontrou o menino, agora um jovem bem arrumado e aparentando estar muito bem de vida. O empresário, que ficara intrigado com o desejo do garoto na época, perguntou-lhe nesta oportunidade:
- Por que você não escolheu um iate ou carro ou outro objeto valioso?
O menino respondeu-lhe:
- Porque para a meta que eu havia traçado para a minha vida, as caixas garantiriam o meu futuro. Com elas paguei por meus estudos, tornei-me diretor da empresa de reciclagem na qual trabalhava e com o curso de engenharia que concluí, desenvolvi um projeto inovador na área que me proporcionou o sucesso.
A maior recompensa que podemos receber é o necessário para conquistarmos o sucesso na vida."

E sabem do que mais? O motivo da preferêcia do menino pelos papelões ao invés de um Iate que provavelmente poderia comprar-lhe uma casa e até mesmo custear seus estudos sem forçá-lo a trabalhar pode nos parecer loucura, insano e "invisível aos olhos", mas para ele foi essencial, porque ele apenas estava SEGUINDO O SEU PRÓPRIO CORAÇÃO.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sexta-feira Santa

Hoje é o dia em que Jesus é crucificado... Depois de quase uma semana sofrendo abusos, humilhações, tomando socos e pontapés, Jesus finalmente cumpre seu destino final...
CALMA AÍ: Não estou querendo insinuar que ele se comprazia com este sofrimento ou que Sua vinda ao nosso mundo tenha servido ÚNICA e SOMENTE para nos ensinar como sofrer com dignidade ou ir literalmente até o FIM para chegar ao reino do CÉUS... Que isso, gente??? Se alguém pensa desta maneira pobre, quase medíocre do que foi a curta passagem do filho de Deu entre nós, precisa URGENTEMENTE estudar a bíblia... Não como um instrumento a ser seguido (Me desculpem, mas a bíblia foi traduzida por homens FALHOS COMO NÓS e na minha concepção o que importa MESMO de tudo que ali está escrito é sua essência... A essência de AMOR ÁGAPE e CARIDADE e principalmente FÉ. E não adianta me enviarem mensagens ou e-mails indignados tentando me demover desta idéia, porque certo ou errado, é assim que eu SINTO a palvra de Deus em meu coração e faço uso do livre arbítrio que Ele me deu para entendê-lo desta forma em minha alma), mas como um livro muitas vezes confuso e difícil, mas com um propósito simples e objetivo: AMAR... Sim, queridos. Amar. E digo-lhes que amar é uma tarefa quase sobrehumana, porque o verbo deste substantivo nos remete a situações injustas, onde amar parece quase um ato de loucura, mas é isso mesmo... E me desculpem a sinceridade, NÃO EXISTE NINGUÉM NESTE MUNDO (certamente em outros há) com esta capacidade... E sabem por quê? Porque estamos muito aquém da alma de Cristo.
Nós temos raiva, inveja, rancor, avareza pelas nossas conquistas, egoísmo, vaidade e tantos outros sentimentos que inibem e enfraquecem o AMOR ÁGAPE dentro de nós. Isso é terrível? Sim, de certo modo, mas é aí que está todo o barato de nossa jornada. A capacidade de lidar com estes sentimentos e trabalhar estas fraquezas, nos policiando... Orai e vigiai. Esse é o lema. Jesus teve o seu, num tempo longíncuo e apesar de toda tentação (longe de mim compará-Lo a nós), ele apenas pediu: "Afasta de mim este cálice".
Você pede que as tentações lhe sejam apartadas ou vai de encontro á elas causando dor e sofrimento a si mesmo e depois clama por Deus como se ele fosse o responsável pelas SUAS ESCOLHAS? Deus deu o filho Dele como exemplo de amor, fé e sacrifício e ainda não foi o bastante para nos ensinar alguma coisa?
Será que o FILHO de Deus merece ser lembrado apenas como um homem vestido com um manto vermelho e uma coroa de espinhos crucificado ao lado de um ladrão pela inveja de pseudo-reis que cobiçaram os bens de um Homem que não tinha NADA além de AMOR e FÉ?
Ou como um exemplo de PERSEVERANÇA, DESAPEGO, CARIDADE, VERDADE e AMOR??? Ele foi O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA...
E que assim seja lembrado, rogado e AMADO o REI DOS REIS em nossos corações.

Dicas de leitura: O livro ÁGAPE, que me ensina a entender um pouco mais sobre este tão magnífico e distante senttimento e que me leva de volta á vida simples e VERDADEIRA que Jesus deseja para nós.

sábado, 31 de março de 2012

Realização profissional ou amorosa?

Em um dado momento de nossas vidas, a pergunta-tema deste post torna-se crucial, indispensável e inevitável... Assim como a resposta determina a estratégia a seguir depois da decisão tomada... Através de inúmeras sub-perguntas hipotéticas que nos roubam a paz de espírito, arrancam nosso sono e nossa energia, onde o bater errático de nossos corações irrigam sangue nas veias na velociade da luz e o cérebro trabalha freneticamente em busca de uma solução a curto prazo, nos enlouquecendo diante de tão enorme e magnânima decisão. Porque escolher apenas UMA de tais coisas tão IMPORTANTES em nossa vida é uma tarefa que eu não desejaria nem para meu pior inimigo.
O quê? Você acha que eu sou uma desmiolada que não planeja o futuro, não trabalha arduamente para crescer profissionalmente ou que está se lixando para o próprio coração?
Na-na-ni-na-não, chuchu... Assim como você, também enfrentei tal dilema crudelíssimo, e graças ao raciocínio coerente que Deus me deu, a educação que mami me deu e experiências ao longo da vida (Já bati muito a cabeça), cheguei a uma única, simples e IRREFUTÁVEL resposta...
Quem foi o descompensado que inventou tamanho disparate???
NÃO precisamos ESCOLHER. Tudo que é conduzido com EQUILÍBRIO em nossa vida, tem seu DETERMINADO LUGAR e ter sucesso profissional não nos obriga a abdicar do amor ou vice-versa.
O que pode acontecer é nossa insistência teimosa em nutrir relacionamentos unilaterais, egoístas e doentios - seja com a carreira ou o pseudo-companheiro(a) - que nada têm de saudável e fatalmente nos levará á estrada da frustração lá na frente... Pode não ser hoje, nem amanhã, nem ano que vem... Mas um dia o espelho (Quase um espelho de Ojesed) reflete o que se deixou para trás forçosamente e esta dívida consigo mesmo(a)talvez não possa mais ser paga...
De quem é a culpa?
Pois é... Uma confusão dos diabos se arma quando um dia tentamos fazer o que julgávamos certo... Certo para quem, pelo amor de Deus?
Não estamos aqui para sofrer, amigos. Nossa vida deveria ser um aprendizado constante, não um amontoado de decisões DESUMANAS que nos farão infelizes e incompletos. A feliciade é um dom PÚBLICO, dado a todos a partir do nascimento, portanto se esta escolha de alguma forma o incomoda, amedronta ou faz infeliz, NÃO O FAÇA. Seu emprego ou seu atual amor podem não ser definitivos em sua vida, mas sua PAZ DE ESPÍRITO é. Não há dúvidas quanto a isto.
Portanto, aprenda e trabalhe arduamente sim, para equilibrar todas as "gavetinhas" de sua vida e leve contigo a certeza de que se seu emprego exige que pare de viver e torne-se uma máquina de fazer dinheiro, demita-se e se seu parceiro exige que pare de crescer profissionalmente e viva como um escravo feudal, desista dele(a). Quem te obriga a abandonar seus sonhos, sua vida, seu potencial, sua identidade e sua essência, não merece seu amor. Acredite.
É possível ter tudo, desde que este tudo seja seu por direito.

terça-feira, 20 de março de 2012

O espelho de ojesed

"Erised strae hruo ytub ecaf ruoyt on woh si".
A inscição acima parece esquisita, louca, um mantra, uma maldição ou simplesmente letras espalhadas a esmo? Um idioma élfico, celta ou ritualístico?
Bom, a inscriçào acima pertence ao lendário espelho em tamanho natural, cuja moldura talhada em ouro maciço impressiona até o mais crítico artesão e foi tema de um dos livros de J.K Rowling em sua obra mais-do-que-prima Harry Potter... Há quem diga de pé junto que o tal objeto mágico existe mesmo, outros afirmam que nada mais é do que um dos tantos artifícios fantasiosos utilizados pela autora mais criativa de todos os tempos depois de J.R.R Tolkien e sua terra média em Senhor dos Anéis, na minha opinião (As iniciais lhe soam familiares ou estou viajando na maionese?)... Alguns de vocês sabem o que ele faz, mas vamos esclarecer aos céticos ou desavidados de plantão...
Para começar a aula, leiam de trás para frente a inscrição do início em negrito... Ok, ok... Você não entende inglês, a língua natal da autora ou do tal bruxo que enfeitiçou o objeto... Joguemos no tradutor então... O que teremos?
"Nào mostro seu rosto, mas o desejo em seu coração"... Em suma, é isso que o espelho de Ojesed faz. Ele não apenas nos reflete como qualquer outro espelho existente, mas nos mostra os desejos mais ocultos e poderosos de nossa alma...
O que você veria refletido caso se colocasse á frente do espelho de Ojesed?
Hum... Chegamos ao objetivo do post... Ultimamente ando meio pragmática com esses questionamentos da alma, sabiam? Encontro-me numa fase em que agradecer as graças e conquistas atingidas ao longo de minha trajetória me parecem infinitamente mais importantes do que questionar o que ainda me falta (E cá entre nós, SEMPRE nos falta alguma coisa, por mais que tenhamos muito) e vou direto ao ponto:
"O homem mais feliz do mundo poderia usar o Espelho de Ojesed como um espelho normal, ou seja, ele olharia e se veria exatamente como é, [...] ele mostra-nos nada mais nem menos do que o desejo mais íntimo, mais desesperado de nossos corações[...]
Porém, o espelho não nos dá nem o conhecimento nem a verdade. Já houve homens que definharam diante dele, fascinados pelo que viram, ou enlouqueceram sem saber se o que o espelho mostrava era real ou sequer possível[...]Peço que não volte a procurá-lo. Não faz bem viver sonhando e se esquecer de viver[...]"
(J.K. Rowling)
Reflitam sobre isso antes de saírem procurando por aí um espelho de Ojesed (Leia este nome de trás para frente)... Ele pode estar num canto escuro e inexplorado dentro de você.

sábado, 17 de março de 2012

Lidando com diferenças

Como você lida com diferenças? Debate sobre seu ponto de vista, mas ouve os diferentes primas da situaçào, o impõe como se ele fosse a única e absoluta verdade ou nem e dá o trabalho de discutir, já que as coisas são como você as vê e ponto final?
Estava eu, pensando sobre este complexo assunto, afinal de contas saber lidar com pessoas completamente diferentes umas das outras em seu cotidiano é quase um dom celestial, e me deparei com o texto abaixo... Você pode até discordar e odiar o Paulo Coelho (O que não é o meu caso, já que leio todas as obras que ele publica), mas há de convir que nesta crônica ele tem razão... Ok, certa razão... Bom, não briguemos. Eu gostei do texto e percebi certo fundamento nele. Espero que gostem.

"Eu conversava com um sacerdote católico e um rapaz muçulmano durante um almoço. Quando o garçom passava com uma bandeja, todos se serviam, menos o muçulmano, que fazia o jejum anual prescrito no Alcorão.
Quando o almoço terminou e as pessoas saíram, um dos convidados não deixou de alfinetar: “veja como os muçulmanos são fanáticos! Ainda bem que vocês não tem nada em comum com eles”.
“Temos sim”, disse o padre. “Ele tenta servir a Deus tanto quanto eu. Apenas seguimos leis diferentes”.
E concluiu: “pena que as pessoas só vejam as diferenças que as separam. Se olhassem com mais amor, enxergariam principalmente o que há de comum entre elas – e metade dos problemas do mundo seriam resolvidos”."

quarta-feira, 7 de março de 2012

Derrubando paredes

Faz tempo que não posto nada... Estava dando um tempo para me recuperar da indecisão ferrenha entre mudar e recomeçar. Estava tentando encontrar razão para mudanças enquanto o recomeço acenava com um convite tentador ao novo, atrapalhando minha capacidade de raciocínio lógico. Estava tendo dificuldades de me desvincular de sentimentos enraizados e hábitos quase autômatos de uma alma condicionada a viver na bolha imaginária da segurança emocional.
Em meio ao caos criado pelas minhas próprias conjecturas a respeito do leque infinito de possibilidades de outrem, transformei minha própria mente num vale de incertezas e insatisfações expostas a partir de uma lista de escolhas que NÃO existem, porque a liberdade vai muito mais além de alternativas.
Sim, queridos... Mudar e recomeçar não me atrai, porque neste momento crucial a palavra que me seduz é REINVENTAR-SE.
Não são os fatos, situações ou terceiros que tenho que resolver agora, mas única e simplesmente o modo como reajo ás essas coisas e pessoas que aparecem no decorrer da minha caminhada de vida. Sim, preciso "reformar" minhas próprias concepções antes de me decidir pela mudança ou recomeço. Não há como mudar algo danificado na estrutura muito menos construir em cima de escombros não recolhidos. Portanto, um brinde á mudança e ao recomeço, que ficarão para o gran finale de todo este "papo-cabeça" comigo mesma.
O que farei hoje já está decidido e o que vier amanhã... Bem, amanhã eu resolvo. O ontem nem preciso citar porque já passou, ficou no ontem junto ao entulho das paredes que eu quebrei em mim.
P.S: Não poderia deixar este post passar sem um fundo musical, não é mesmo? rsrsrs. É só clicar no título e boa viagem á letra forte da Anouk, uma cantora que descobri recentemente.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mudar ou recomeçar? Eis a questão.

O que é mais difícil? Mudar uma situação desgastada, rachada e de alguma forma insustentável ou recomeçar do ZERO, deixando tudo para trás, praticando o mais puro e imutável desapego? Eis a questão... Ou a escolha. Porque ambas são árduas e exigem de nós, na maioria das vezes, mais do que estamos preparados para "perder" em prol deste mergulho a vácuo rumo ao "desconhecido"... De um lado, todo um conglomerado de enganos, falhas e atitudes a espera de reparos monumentais, onde a paciência sábia de um monge tibetano e a habilidade artística de um restaurador são ferramentas indispensáveis á reforma da mudança e de outro, um enorme campo inexplorado de possibilidades, vazio, ermo e oco, onde a força colossal de um guerreiro e a persistência incansável de um atleta são peças-chave para "iniciar" o projeto de recomeço. Ficou exausto só de ler? Aff, eu também... O que me faz voltar a questão "Hamletesca" que nem Freud explica... Sim, cansa, machuca muito e dá trabalho. As duas. Mas em algum momento de nossas vidas teremos que pensar nelas, então porque não agora, num ano tão místico como 2012? Assim como as moedas têm dois lados, o dilema acima possui outra face, que ironicamente coincide com as duas opções completamente distintas descritas acima. Falo da emoção, do pulsar veloz nas veias, da ansiedade de fazer dar certo, da motivação em ser vitorioso nesta empreitada, falo do suor que escorre pelo esforço, misturado ás lágrimas de dor e saudade, falo da fé em seguir em frente apesar de todas as adversidades e principalmente do terminar o que se começou. Diga sim a você mesmo! Vá á luta! Invoque seu monge, seu restaurador, seu guerreiro e seu atleta, porque fizeste a sua escolha! Acredite nela. Acredite nos apelos de sua alma, viva, vivaz, animada, cheia de esperança e sagacidade, que é sua melhor torcida e faz bem a seu coração. Chore, reze, ame sua jornada sem esperar nada em troca. Todas as ferramentas de que precisa estão dentro de você mesmo, a seu dispor e lhe serão dadas. Basta você adquirir um dos mais nobres e mais bonitos dons que um ser humano errático como nós pode adquirir: A humildade. Peça somente o que realmente precisa. E lhe será dado por merecimento. Você merece ser feliz. Este é o seu destino. Basta apenas decidir-se entre mudar ou recomeçar. Eis sua questão. Trabalhe nela.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O tempo NÃO determina a importância de ninguém em nossa vida...

Essa é a mais pura e definitiva verdade sobre o grau de significância que alguém que cruza nosso caminho pode ter. Permanecendo ou não nele. A grande ironia nisso tudo é que na maiora das vezes, elas NÃO permanecem. Esse é o grande mistério. E nào me perguntem o porquê. Ainda tento entender o motivo de cruzar com elas, já que aparentemente elas "evaporam" na esquina seguinte, como um sonho do qual não se desejava despertar. Mas vamos combinar que não há lembrança melhor, mais nítida/nebulosa e mais intensa que esta... É como se nos tornássemos o miolo de um furacão ou a chuva forte de verão... Que termina da mesma forma que começou: Abruptamente, deixando um rastro inigualável e devastador. Como você lida com essa perda súbita? Existe alguma maneira de se desapegar deste alguém tão especial, fascinante, inesquecível e passageiro que nos deixou tantas marcas, sentimentos e sensações inimagináveis em tão pouco tempo? Como olhar para a porta deixada entreaberta após esta saída intempestiva sem sentir o frio do "poderia ser diferente" a embrulhar nosso estômago e estremecer nossas estruturas? Independente da forma com a qual você e principalmente seu coração lidam com isso, nào há como negar a fatídica verdade: Não era para ser. Não, era para ser sim. E exatamente da forma como foi, porque temos livre arbítrio, mas o caminho é um só e está pré-determinado no momento em que abrimos os olhos e o berreiro depois do primeiro tapa. Sim, muitos e muitos outros tapas se seguirão ao do médico que nos colocou onde estamos hoje. Nossas escolhas determinaram onde chegamos agora, nào há como negar, mas a estrada é comum a todos, a "velha conhecida" de todos nós, com atalhos diferentes, mas um único destino. Sei que pode parecer loucura, mas é assim que deve ser. Pessoas entram e saem de nossas vidas e receio que será assim até nosso último suspiro e a grande sacada neste emaranhado sentimental no qual elas nos colocam não é tentar segurá-las com unhas e dentes por mais um tempo ínfimo e sim aprender o que elas vêm nos ensinar. Acreditem meus queridos, NADA é por acaso. Você agora pode estar sendo o aluno, portanto, aprenda ou ao menos tente. Neste exato momento, enquanto se esforça para entender a essência do post, existe alguém que tenta o mesmo que você, do lado oposto... Tendo-o como professor. E a moral desta história/ciclo? Bom, o tempo se encarregará de responder.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Antes um encerramento trágico que um eterno inacabado

É isso mesmo, pessoal... Sem franzir de testas. Nada de sadomasoquismo, apenas a atestação de uma preferência - que pode não ser nacional - mas é o único atalho certeiro para o virar de uma página da vida. Vamos recapitular... Olhemos em nosso armário interior, aquele que abriga nosso imenso esqueleto repleto de cicatrizes e investiguemos a fundo o arquivo cinzento cuja legenda nos dá arrepios... INACABADO... Sim, não negue a si mesmo esta necessidade quase enraizada de desvendar cada uma das situações suspensas, adiadas ou como o post sugere INACABADAS... Esses "casos" ainda não resolvidos vira e mexe lhe roubam o sono e independente de sua capacidade de seguir em frente, sempre assombram suas noites solitárias, quando menos se espera, pegando-os de guarda baixa... Quando algo termina, se quebra, se rompe ou se destrói, dói. Muito... Mas... ACABA. Não importa o tempo que demore a cicatrizaçào da ferida exposta ao raio violento do fim, superá-lo é caminho certo, cadastrado em nosso GPS interno como "POI"... Mas e quando it's not over???? Pois é... Eu sabia que concordaria comigo... Sou muto esotérica e todos aqui devem saber - ou desconfiar - disso, e há tempos minha alma me cobra um banho de mar... O tomei hoje... E depois de infindáveis semanas, que se transformaram em meses, obtive minha resposta, da forma mais casual, corriqueira, estúpida e DEFINITVA possível... Se doeu? Nossa, dói até agora. Dói tudo até a raiz dos cabelos, posso escrever com ciência infusa de causa. Chorei? Sim... Me descabelei? Não... Obtive a resposta que há tanto procuarava e só tenho a agradecer... A Deus por me colocar na hora e momento exatos Dele e não meu (As coisas nem sempre acontecem no nosso tempo), ao mar pela purificação e principalmente a este dom tão maravilhoso que me foi dado ao nascer: A intuição... E que venham mais e mais finais... Porque eu simplesmente NÃO ADMITO eternos inacabados. E você?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Quem - ou o quê - matou a Amy???

A pergunta que não quer calar... Eu sei, muito se comentou e especulou sobre o tópico e não vou me alongar escrevendo sobre as peripécias da dona de uma voz inesquecível e profundamente sentida, que indiscutivelmente se deixou levar pelas letras únicas e realistas de tudo que se vive quando se sente profundamente algo, alguém ou pior, alguma coisa... Analisando por outro prisma a partida desta DIVA do Soul (Adoro jazz e soul), diria que a emoção a matou... Numa analogia ARTÍSTICA da coisa, ratifico aqui e creio que ela gostaria de ser lembrada assim... Também nào vou citar a artista fantástica que o "outro lado" ganhou... Ela, de onde estiver, sabe... E nós aqui, órfãos de seu talento também... Passei a pensar na morte da Amy anteontem, quando comecei a caçar na net músicas para colocaar no meu mp4... Estava muito afim de inserir no meu aparelhinho indispensável gêneros musicais como os que citei acima e sem querer, cliquei no nome dela... BENDITO dedo... Confesso que nunca havia Ouvido nada dela, muito menos parado para prestar atenção em sua tragetória errática de vida e em seus problemas, já que os meus me são suficientes... Depois da primeira música, uma bem famosa, chamada "Tears dry on their own", que canta algo tão cotidiano e ao mesmo tempo tão COMPLICADO como relacionamento, resolvi procurar mais dela e como quem procura acha, deparei-me com as pérolas abaixo: _ Just Friends; _ Will you still love me tomorrow?; _ Love is a losing game; _ Wake up alone. E creiam que as letras por si só ilustram, explicam, replicam e completam o que quero dizer... Obviamente, muitos outros artistas cantam a "dor de cotovelo/dor da saudade/ dor do adeus/ dor do não-deu-certo ou não-era-para-ser" e concordo em gênero, número e grau que NINGUÉM morrre de amor ou FALTA de... Mas como já escrevi em outras ocasiões, coraçào é TERRENO QUE NINGUÉM PISA, não é? Definitivamente o emocional da Amy era uma cruz pesada demais para seus ombros e se você ouvir e ver os clipes das músicas acima, entenderá onde quero chegar... E aonde ela chegou... Hoje eu descobri que a Amy Winehouse era a própria arma e que as drogas e o álcool foram apenas a munição e o gatilho... Uma pena... Mas as coisas acontecem quando têm de acontecer.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Perguntas que NUNCA devem ser feitas

No jogo do romance, existem três perguntas que NUNCA, JAMAIS, NO WAY devem ser feitas... Você pode encontrar nas ditas cujas leves variações no tom ou mudança de palavras, mas a grosso modo, levam ao mesmo lugar: Ao bye-bye... E levante as mãos para o céu por não ter sido rechaçado na hora em que pronunciou as cabais ou ter sido motivo do mais puro escárnio... Sinal de que topou com uma pessoa sensível e educada... Que não vai mais voltar depois disso. E nem me venha com o papinho de que não joga com ninguém, não faz tipo e não planeja. TODO e QUALQUER início - ou tentativa de - relacionamento é como uma tensa partida de poker, porque a gente nunca sabe quais cartas nosso par/adversário tem nas mãos e muito menos até onde ele(a) está disposto a perder... Ou ganhar se você cair na besteira de fazer as perguntas abaixo... 1) "Você promete que vai me ligar?" - Jesus, Maria e José, coloquem juízo na cabecinha da criatura que fez esta pergunta pra lá de INFELIZ!!! - Chuchu, se a pessoa que lhe rouba o sono pediu seu telefone, vai ligar. Agora é ter paciência e aguardar, tendo em mente que o risco desta mesma pessoa não ligar também existe, mas será ELA e não VOCÊ quem vai perder... Ame-se acima de qualquer coisa ou pessoa e verá quão fácil é NÃO FAZER esta pergunta. 2) "O que você sente por mim?" e/ou "Qual tipo de relacionamento nós temos?" e/ou pior "Quando vou ver você de novo?" - Vamos lá, calma, calma, calma... Por partes... Releiam as três. Apesar de serem distintas á primeira vista, as três variações indiscutivelmente significam que você tem muitas dúvidas a respeito do que a pessoa com a qual você está de "rolo" sente e quer com você a médio prazo, já que a curto vocês já saem, não é mesmo? - Até aí, ok... Mas vamos combinar uma coisa: Será que não dá para prestar atenção ao modo como essa pessoa te trata, te olha, te toca e te beija (Um gesto sempre reflete o que a pessoa realmente sente e vale mais que mil palavras) antes de se jogar no abismo SEM VOLTA de se entregar numa bandeja? Arriscar-se é bom, libera endorfina e adrenalina, mas você não precisa necessariamente transformar-se num Kamikaze* (Pesquise no Google) até porque somos HUMANOS e note que até os adeptos aos esportes mais radicais usam acessórios de proteção e eu tenho certeza que lá no fundinho de seu coração, por mais que a paixão avassaladora do momento insista em apelar para estas perguntas, você não quer ser o protagonista do programa *Sobrevivi da Discovery Channel (Pesquisa, preguiçoso(a)). 3)"Você gostou de fazer amor comigo?" e ou a variante desta que é o fim da picada "Que nota você me dá?" - Geeeeeeeeeeeeeeente... Acho que esta última dispensa comentários... NÃO???? Se você abriu a boca para perguntar uma M... Meleca dessas, merece no mínimo, nota ZERO. Então, acho que é isso. Antes de se aventurar pelo labirinto destas palavras, observe mais o desenrolar de seu romance sendo honesto(a) consigo mesmo, principalmente se os sinais emitidos o desagradarem. Ouça mais, pois temos DOIS OLHOS, DOIS OUVIDOS e apenas UMA BOCA... Para um bom entendedor, meia - ou nenhuma - palavra basta.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Uma verdade ABSOLUTA sobre a verdade

A verdade pode se atrasar, se esconder, se ausentar, mas sempre aparece quando menos se espera, a seu bel prazer. Pode demorar um dia, uma semana, um mês e até um ano ou mais... Mas marcará sua presença poderosa e aniquiladora. Pode acreditar em mim. É a mais pura VERDADE. Não importa o quão duvidoso seja determinado acontecimento ou explicação tampouco o quanto você se deixou levar por isso, porque quando ela resolve dar o ar da graça na sua vida, não há lágrima, súplica ou arrependimento que possa conter a avassaladora experiência de confrontá-la. Não perca seu tempo se você foi o mentiroso, Chuchu... Renda-se. Não existe e nem há de existir em minha concepção NADA que possa detê-la. Não existe neste mundo e em nenhum outro (infelizmente não temos nenhum colega alienígena para confirmar) adversário capaz de vencê-la. A verdade é a força mais determinada, destruidora e incontrolável de que se tem notícia. Ah, você duvida? Então refaça alguns caminhos obscuros da sua vida que percorreu no passado, onde uma "mentirinha inofensiva" acabou transformando-se numa avalanche pouco mais adiante sem que você pudesse fazer nada a respeito? Lembre-se da imensa bola de neve que uma história criada para te safar de alguma traquinagem criou-se e literalmente o atropelou quando você se vangloriava pelo feito? Hum... Doeu? Não fique triste, se você está aqui lendo este post, considere-se um sobrevivente. Porque, meu caro(a), poucos sobrevivem á visita da verdade. E sim, antes que você me tache de "a louca do blog" é uma metáfora. E cabe direitinho em seu bolso interno. A moral da história é a seguinte, coleguinha: Antes de mentir, pense uma, duas, dez vezes em para quem você mente, porque mente e principalmente PARA QUÊ mente, já que não importa o grau de inteligência e articulação que você tenha para lidar com as complicações que suas mentiras podem gerar lá na frente, muito á frente ou na esquina... No ramo vivido, malandro, inexorável e predador da VERDADE, não existe mentira fortuita. A verdade sempre encontra sua presa.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Vivendo e aprendendo por William Shakespeare

Meu trem chamado alma definitivamente entrou na estação dos questionamentos e como sempre em minhas "andanças virtuais" á procura de um nada que me explique um tudo sobre determinado assunto, no caso o dom da PACIÊNCIA e FÉ no tempo da vida e não no meu, sempre adiantado por conta da minha ansiedade quase crônica, deparei-me com este texto de William Shakespeare... Que vocês notarão que NADA tem a ver com o assunto que abala minhas eternamente tumultuadas estruturas no momento... Não pude deixar de sorver cada frase como um ser sedento que encontra á frente uma fonte de água límpida e fresca e se estira de prazer ao contato ansiado, mesmo que o "apetite" inicial não tenha sido este. Mas foi o William quem escreveu, não é mesmo? E isso por si só já faz uma grande/toda diferença.

"Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer."

A essência da fé

Fé: Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro./[Religião] Sentimento de quem acredita em determinados idéias ou princípios religiosos. = CRENÇA Religião, culto (ex.: fé cristã, fé islâmica). /Estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo. = CONFIANÇA, ESPERANÇA. /Fidelidade. /Prova. Quantos conceitos grandiosos para uma palavra tão singela não é? Pois é, desde os primórdios dos tempos, esta palavra é a personificação da credulidade absoluta e amálgama em algo, alguém ou alguma coisa, mas como esta ínfima monossílaba consegue a peripécia de abrigar consquências tão opostas e devastadoras como um estado de quase nirvana ou o próprio purgatório de quem age, pensa, sente e até vive - e morre - cegamente e obstinadamente em nome dela? O rodeio acima é proposital. Gostaria de convidar meus amigos leitores de cada postagem a meditar sobre o tema controverso... Sim, porque falar de fé é tão ou mais difícil que falar de amor. E não me refiro ao pasquim de sempre - meu amor não me ama, me traiu, quem eu quero não me quer, quem eu quero tem outra pessoa e afins - falo do AMOR LITERAL, ou o ÁGAPE que o Padre Marcelo tanto fala em seus programas... Pois é, pasmem... Sou meio pagã-esotérica-bruxa, mas ouço SEMPRE QUE POSSO o seu programa... Porquê? Não vou me alongar citando os muitos motivos, basta o principal pertinente ao tópico... Eu acredito nele. Eu creio. Acredito que NADA em nossa vida acontece por acaso e todos temos uma missão a cumprir e também creio que é impossível falar de fé sem acabar discutindo religião. Mas hoje não, pessoal. Quero somente tentar desenvolver o tema. Sabe, vou dividir um segredo com vocês... Em muitas ocasiões perdi a minha, passei por muitas dificuldades que acreditei não serem minhas, travei muitas batalhas pela sobrevivência minha e de minha mãe, que é o ser que eu mais amo nessa vida e muitas vezes estive muito perto da linha da desistência, mesmo sendo um ser crédulo por natureza por ter sido criada para crer que tudo é possível por uma pessoa que apesar de três derrames e muito sofrimento, sempre foi religosa até a raiz de seus cabelos... Acho que está explicado o motivo de eu amá-la tanto... E hoje, numa fase mais madura e questionadora (não adianta que nào vou revelar minha idade) percebo que esta palavra tão poderosa é utilizada de muitas outras formas em nosso cotidiano, quando as dúvidas mais banais, estilo "quem vai ficar com Mary" dominam nossas mentes conturbadas e transviadas pela modernidade, falta de diálogo e empatia, banalizando uma nomenclatura inventada cuidadosmente não-sei-por-quem para traduzir meras expectativas sobre QUALQUER coisa, enfraquecendo uma palavra que poderia estar removendo montanhas... Principalmente as do nosso interior. Houve uma época em que todas as palavras eram mágicas... A época em que a FÉ era a FÉ e não apenas mais uma junção didática explicativa para o fenômeno. Ainda hoje, existem pessoas dedicadas em propagar a máxima de que as palavras têm poder e se analisarmos este prisma específico da questão, vamos perceber o quanto desperdiçamos nosso potencial falando de coisas que não conhecemos de verdade. E assim como eu, vocês vão descobrir quão pobre está nossa fé na vida e principalmente no que poderemos fazer de bom com ela. Você entende a essência da sua fé?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

SEXO vs. AMOR - DOWNLOAD IMBRANATO - Tiziano Ferro

Apenas sexo casual por um tempo... Até que um dia você descobre que em algum momento ainda não definido, deixou de ser "só isso" para vc... A troca de carícias depois da explosão de centenas de estrelas á sua frente deixou de ser apenas um clímax físico. A necessidade de ver, ouvir, tocar e acariciar, sentir o cheiro da pele e saborear transporta a sensação destes sentidos puramente físiológicos direto ao seu coração... Que bate forte e oprimido, na prisão fina, transparente e resistente da casualidade... Porque você conhecia a existência desta barreira singela e firme antes de se deixar enveredar pelo bosque desconhecido da paixão vestido apenas com o coração e essa vontade corajosa cada vez mais ferrenha de ultrapassar as grades, que parecem zombar de sua ingenuidade... Se esta barreira é transponível? Bom, creio que muitos temos exemplos vivos, bem ao nosso lado e em nosso cotidiano de que é possível... DEPENDENDO das CIRCUNSTÂNCIAS... Porque não é o casual quem decide quando se metamorfosear em romance, mas a ATMOSFERA ao redor quem determina suas chances de sucesso - ou não - nesta empreitada.
Recebi um e-mail agora a pouco de um leitor que precisa de respostas e decidi postar sobre o tema que ele levantou. (Raramente recebo e-mails de homens e este achei uma graça, obrigada por me confiar seu segredo) Complexo hein, moço? Como te respondi por lá e vou ratificar por aqui, NÃO sou psicóloga, não conheço nada sobre os mistérios do ser humano, muito menos estudo seu comportamento ou os prováveis desfechos para sua atual situação... E sim, vou me expor aqui, assim como te escrevi por lá, comentando que não é fácil nem indolor e muito menos prazeroso quando a gente se envolve neste tipo de relacionamento (relacionamento eu escrevi???) este risco é tão palpável quanto o corpo que você toca, acaricia e saboreia sempre que tem a oportunidade...
O que posso dizer sobre isso? Bom, a situação faz o ladrão, certo? Obviamente não vamos sair por aí a usurpar o que não é nosso e em nossa loucura insana de achar que é, a tomamos como propriedade... Mexer com o sentimento alheio é perigoso e cativar por capricho é quase um crime hediondo em minha opinião...
Então, meu querido leitor, se estiver neste trajeto sombrio, pense BEM e DETALHADAMENTE se quer seguir adiante... Definidas estas diretrizes nada náuticas, mergulhe fundo neste lago nebuloso e espere para ver onde o barco desgovernado - porque se deixar envolver é deixar-se guiar pelo "acaso" - desemboca.
E rezemos para que não seja em uma catarata de emoções tumultuosas e vãs....
Boa sorte.
Sua resposta está lá, meu caro leitor... Me escreva de volta se tudo der certo... Ou não. Poderá ser eu amanhã a estar precisando de seus sábios conselhos a respeito destas águas turvas que estás disposto a navegar. Boa leitura, com a música que você escolheu para compor o fundo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

O poder da intuição

Ouça sempre sua intuição acima que qualquer coisa, sob quaisquer circunstâncias porque ela é o anjo da guarda sussurrando-lhe das entranhas de sua alma.
Essa não é apenas uma frase que escolhi para iniciar o post... É A FRASE. Criada por mim, para expressar eterna gratidão e confiança nesta ferramenta que Deus deu a todos nós e que por diversos motivos, nos esquecemos de utilizar quando mais precisamos dela...
Ao contrário da consciência, que nos flagela dias a fio, a intuição apenas deixa seu rastro suave quando finalmente decidimos ouvir seus apelos e enxergamos com clareza o prisma de cada situação que passamos... Mesmo que a tenhamos subestimado e ignorado.
Quando se está conectado com este ANJO dentro de nós, a postos 24horas, sem férias ou horas extras, permitimo-nos caminhar com mais critério e respeito por nós mesmos e nossos anseios... Não importa quanto tempo passe depois que se toma a intuição como COMPANHEIRA de vida, não importa o que aconteça em sopreposição a um momento crucial de ontem que hoje pareça não ter mais significado para você, quando se está conectado com a essência da alma, o oráculo particular que todos carregamos dentro de nós, nosso guia e conselheiro, a vida sempre nos dá uma amostra de como acertada foi determinada decisão tomada em nome "dela"...
Parece confuso e irracional no início, mas depois de um tempo, a voz ganha vida e acopla-se a seu eu como uma segunda entidade habitante de você.
Recentemente recebi por intermédio de uma amiga uma demosntração do poder deste anjo, que num passado não muito distante me salvou da infelicidade... Eu julgava estar sendo traída e nada além da minha INTUIÇÃO atestava este fato, completamente camulfado na confusão da situação que eu enfrentava na época... A ouvi, acolhi como aliada e lutei contra pessoas que me amavam e queriam meu bem, magoando-as com minha atitude "irracional"... Pois bem, passado o tempo gladiador, recebo a cabal notícia.. O ser que ontem era mártir passou a ser o agressor... Não, queridos, acalmem-se... Ele apenas agrediu a inteligência de todos ao redor quando se colocou como vítima de uma cirscustância que ele mesmo criou...Foi pego, em FLAGRANTE DELITO, com a criatura da qual eu e minha intuição sempre descrevemos como A OUTRA...
Não fiquem tristes, não existia mais amor... Mas a todo custo eu tentei salvar a VERDADE... Como um flagelado, gritava minha certeza... Até o fim... Minha intuição e eu fomos condenadas á fogueira por inquisidores seduzidos por lágrimas enganosas... Por quanto tempo? Poucos meses?
O que posso escrever por EXPERIÊNCIA PRÓPRIA é que nada como um dia após o outro, a verdade SEMPRE aparece e mentira tem perna CURTA...
Como me sinto agora? Simples: Em paz comigo mesma e MINHA INTUICÃO.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Lost in paradise - DOWNLOAD

Você já perdeu-se dentro de si mesmo?
Já tentou sem sucesso voltar atrás num tempo de simplicidade e inocência que jamais se repetirá? No tempo em que você era você mesmo e que as respostas estavam dentro de seu coração?
Neste exato momento você se flagra diante do espelho de sua alma tentando entender o que deu errado e em que momento você deixou de ser suficiente para si mesmo. Sim, meu caro leitor\amigo de jornada... Você está perdido. Sem lenço, documento ou gps mental... Perdido numa espiral intríseca dentro de si... Perdido no paraíso que você mesmo criou...
Se dói?
Baixe o download e descubra.
Por maior e mais acidentada que esta viagem seja, faça-a. Talvez seja a única oportunidade que tenha de visitar a si mesmo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Saudade...

Finalmente consegui baixar a música Apartamento 82 de Maurício Manieri em meu computador... Mas o vídeo, não achei nem com reza braba... rs Alguém se habilita a caçar impiedosamente o bendito para mim?
Quero dividir a letra com vocês porque, na minha concepção, ela ilustra bem uma das nuances mais doídas da saudade... A do arrependimento... A do "faltando um pedaço" mesmo... A do querer voltar no tempo... A do querer e querer... O que não mais se tem... Por qualquer motivo, ele não é relevante neste tópico. Falo de saudade literal. E como ela machuca... Uma navalha a rasgar sem dó o peito e ferir sem piedade a alma...
A saudade a que me refiro te faz sentir-se solitário em meio á multidão e não importa quantas pessoas interessantes você conheça, não importa quantos lugares maravilhosos visite, não importa quantos porres você tome, ela ainda estará lá martelando, sangrando... Como um carrasco a te lembrar que uma pequena\grande parte de você está não se sabe onde, fazendo não se sabe o que, quando deveria estar a seu lado...
Bom, não vou me alongar mais... Assim como vocês, vou me afogar na saudade ao som da letra abaixo:
"É, a noite vem chegando
E eu aqui sozinho no quarto do apartamento 82
No rádio rola um som antigo
Que me faz lembrar das coisas de nós dois...
E quando é noite de inverno
Sinto saudade de você, saudade de você...
É, as suas poesias
Outro dia eu li, era como se eu pudesse ouvir a sua voz
Gostava tanto do teu jeito simples
Pena que eu nunca disse isso pra você.
E quando é noite de inverno
Sinto saudade de você...
E me pego ao lado da janela
Vendo as luzes da cidade
Parece estar virando o tempo
Quem sabe?
Bem que isso tudo poderia ser somente um sonho
Daqui a pouco amanhece o dia,
Mais um dia sem você..."

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A independência feminina atrai ou repele?

Você que se encaixa no título deste post já se fez esta pergunta?
E a que conclusão chegou?
Li num site um artigo sobre isso, no qual uma leitora fazia esta pergunta ao psicólogo, que enrolou, enrolou e não respondeu nada que nós ou até a pessoa que escreveu a pergunta não soubéssemos: Muitas vezes, para impor nossa independência, acabamos afastando as pessoas com medo de perdermos o controle ou de alguma maneira nos fragilizar diante do outro, projetando, mesmo que incoscientemente em nossas mentes um adversário, ao invés de uma pessoa que pode nos querer pelo que somos e não somente pelo que conquistamos...
Ok, concordo em partes com ele. Muitas mulheres que se auto-proclamam (e são mesmo) independentes, lá no fundinho de suas gavetas sentimentais são frustradas porque nào administraram bem os departamentos sentimentais dentro de si e reconhecer este "fracasso" nào é uma recordação nada agradável para se ter quando se olha para trás e acreditem, TODOS nós olhamos para trás em algum momento de nossas vidas. Mas também existem mulheres perfeitamente conscientes de sua alma e seu coração, que sabem o que querem e o que não querem de um homem e fazem questão de deixar muito claro suas escolhas em suas posturas e até mesmo através de gestos e palavras sutis, porque fiquem cientes de que nem todas as independentes são óbvias, ou seres sem consideração que devoram homens nas noites de Lua Cheia (Há também as que os prefiram com batatas). rsrsrsrsrs
O fato é que a independência de uma mulher é sexy, sensual, desperta admiração, respeito, uma centelha de inveja e MEDO... Sim, MEDO. Chegar até uma mulher que não precisa de NADA, que pode comprar sua comida, sua roupa, sua casa, seu veículo e sua bebida, requer muita habilidade, segurança e autoestima... Porque se relacionar com uma mulher que não precisa de NADA além de amor, carinho, compreensão e IGUALDADE é desnudar-se, ser criticado duramente quando necessário e em contrapartida ser amado por si só. Tudo na vida tem seus prós e contras e com as independentes não poderia ser diferente.
Somos muito exigentes sim, irônicas sim, cheias de mistérios sim, críticas sim, porque desejamos que há de melhor, abrimos mão de muitas coisas e lutamos muito para conseguir chegar onde estamos hoje... E o homem que tiver a humildade de aceitar as críticas JUSTAS que lhe forem dirigidas, desvendar os tais mistérios, entender as ironias e satisfazer ao menos metade das tais exigências (desde que não sejam irreais), terá a honra de ser respeitado pelo que é e não pelos bens que possui.
E se você que está lendo agora acha que as mulheres independentes não valem seu esforço, faça-me um favor: Reveja os conceitos sobre si mesmo e aproveite para "faxinar" suas gavetas internas.
Você vai se surpreender com os resultados.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Reflexão

Não importa como, onde ou porquê. O fato é que todos — de uma maneira ou de outra — vão te decepcionar...
Cruel, não é? A verdade na maioria das vezes tem esta característica... O que não faz dela um mal em si, apenas o remédio amargo cuja dose muitos evitam, porém poucos conseguem deixar de ingerir em algum momento.
Quantas pessoas já o decepcionaram e como num porre de dia seguinte você olhou sua imagem ferida no espelho e jurou a si mesmo nunca mais depositar esperanças vãs - ou na pior das hipóteses fantasiosas, inimagináveis, inatingíveis e impossíveis - em outrem?
Ok, ok, ok... Não precisa contar... Segure o lenço, "assoe" e responda, encarando o tal objeto-alvo de suas mais sofridas lamúrias: Quantas vezes VOCÊ decepcionou?
Ahá!!! Pegadinha do Malandro!!! Alguns de vocês surpreenderam-se com a quantidade de vezes de DEIXOU A DESEJAR para alguém, mesmo SEM a intençào de fazê-lo, certo?
E por que cargas d'água seria diferente com o ser que você crucifica ou crucificou um dia com tanto ardor?
A frase carece de acusação, sentimentalismo barato, auto-ajuda, flagelação, culpa ou qualquer "auto-tendência" existente no dicionário. É apenas a constatação nua e crua de um FATO.
E contra FATOS há argumentos?

domingo, 1 de janeiro de 2012

2012 Será o fim?

Ano-novo, vida nova...
Quem foi a criatura que inventou tamanha mentira, hein?
Esse papo não existe... As esperanças se renovam, novos sentimentos RENASCEM dentro do íntimo, porque ACREDITE, em alguma parte de sua existência eles ocorreram, mas por causa da atmosfera "virada de ano", o que já aconteceu em algum mês qualquer, ganha status de novidade... Ah, por favor, não me chame de pessimista, estraga-prazeres ou mosca da sopa... É assim mesmo... Comigo também e com a maioria de nós, não precisa se sentir deslocado por isso...
Mas NESTE ano, especificamente, muita coisa está em voga...
2012... Ano que o calendário Maia, Asteca, Egípicio e Hope abruptamente se interrompe... Seria o fim?
Ou um RECOMEÇO?
Qualquer que seja sua crença, o fato é que estamos em uma nova ERA, ou CICLO... As pessoas em geral - pode não ser o seu caso, mas é o meu, aliás, sempre foi - Onde a CONSCIÊNCIA está na moda... Pensar no meio-ambiente, nas outras espécies e nos estragos que fizemos ao longo dos anos é elegante, o que significa que se você não está nem aí para aquela linda espécie que está em estinção por causa dos cosméticos caríssimos que compra e que foram testados EXAUSTIVAMENTE nos bichanos escravizados por esteticistas obcecados pela beleza como você, você é literalmente DEMODÉ... Que M... Meleca, hein? Tanto gasto para NADA...
Enfim, pensar em nós mesmos, em nossas decisões erradas ao longo das décadas, séculos e por aí vai, é o que pode nos salvar desse verdadeiro "buraco negro" em que nos enfiamos... Ou não.
Podemos ser extintos também, de acordo com os especialistas, cientistas e estudiosos e o pior, por NOSSA causa, mas CERTAMENTE nossa raça será lembrada ETERNAMENTE como a MAIS PREDADORA E DESTRUIDORA de todas... Eu não gostaria de ser lembrada assim.
E você?
Reveja seus conceitos e boa sorte no ano do FIM DAS PROFECIAS... Assim como você, eu espero que AINDA dê tempo.