Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
domingo, 29 de abril de 2012
Cartas pra você - DOWNLOAD
ODEIO postar DUAS VEZES num único dia, mas diante do e-mail que acabei de receber, flagrei-me sem alternativas...
Cartas pra você... Eu também gosto muito desta melodia, mas NUNCA havia visto a letra pelo SEU PONTO DE VISTA... Dói mesmo e é linda...
O amor NÃO CORRESPONDIDO, INTERROMPIDO e TRAÍDO dói muito, eu sei... Escrevi muito sobre... Mas o DEPENDENTE me é novidade. Claro que se é amor, se DEPENDE, mas assim... Nossa, chega a ser filosófico.
Sua resposta nunca será dada, me perdoe, não sei como responder adequadamente... Até porque não há NADA ADEQUADO no que você sente. Em contrapartida, sua urgência, seu desejar inclemente, seu querer INCESSANTE eu entendo... Não se transforme neste recipiente sofrido, onde apenas as lembranças do que já se passou possuem significado para você. Chore, sofra, esperneie, mas SIGA EM FRENTE. NÃO existe nada mais doentio que viver de passado... Não finja, não banque o forte, precise, peça e seja humilde... Mas contrária a música, não quero que cobre da outra pessoa sua felicidade. Ela depende ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE de você. Dê-se o tempo necessário CONSIGO MESMO, trave batalhas e saiba que NINGUÉM ALÉM DE VOCÊ MESMO pode se AMAR e RESPEITAR. Escreva cartas, lembre-se sim, mas nunca esmoreça. Você MERECE ser FELIZ. E nem sempre, amigo, as coisas acontecem ou as pessoas agem como gostaríamos. Improvise. Sua felicidade vale mais que qualquer promessa. Ela consiste em seu poder de improviso em cada ato. Seja feliz e grato por este poder. Ele lhe é ofertado em seu nascimento.
E "quebre a perna" neste espetáculo "ao vivo" que é a vida.
Estou na platéia, torcendo por você.
Amor vs. Loucura
"Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura".
Esta afirmativa de Nietzsche é no mínimo curiosa. Há sempre um "quê" de loucura no amor... Até aí, ok... No entanto, onde achar alguma razão na loucura?
Bom, existe uma máxima que diz que o louco nunca admite o que é, mas e o apaixonado? Ele admite, creio... Pode ser para um amigo, um animal de estimação ou até a si próprio, seja por livre e espontânea vontade entre os lençóis na calada da noite, tendo o travesseiro como testemunha ocular ou a contragosto, diante do espelho da alma... Seja como for, admite-se a tal "condição"... Será que é nisso que reside a razão? Ou será que esta admissão transparece a loucura? Este é um dilema quase "Shakespeareano", que nos remete ao princípio de quem veio primeiro - O ovo ou a galinha - nesta conversa de doido. E é melhor parar por aqui ou acabaremos em algum episódio caseiro de The Big Bang Theory, discutindo o sentido da vida com Sheldon Cooper e seu caso amoroso com átomos...
Seja no pleno controle das faculdades mentais ou em meio á loucura, apesar de causar estragos irreparáveis e conduzir a um caminho sem volta, o ato de amar, de alguma forma insana, parece correto...
Hum... Uma boa LOUCURA a se cometer... Com toda RAZÃO do mundo.
Esta afirmativa de Nietzsche é no mínimo curiosa. Há sempre um "quê" de loucura no amor... Até aí, ok... No entanto, onde achar alguma razão na loucura?
Bom, existe uma máxima que diz que o louco nunca admite o que é, mas e o apaixonado? Ele admite, creio... Pode ser para um amigo, um animal de estimação ou até a si próprio, seja por livre e espontânea vontade entre os lençóis na calada da noite, tendo o travesseiro como testemunha ocular ou a contragosto, diante do espelho da alma... Seja como for, admite-se a tal "condição"... Será que é nisso que reside a razão? Ou será que esta admissão transparece a loucura? Este é um dilema quase "Shakespeareano", que nos remete ao princípio de quem veio primeiro - O ovo ou a galinha - nesta conversa de doido. E é melhor parar por aqui ou acabaremos em algum episódio caseiro de The Big Bang Theory, discutindo o sentido da vida com Sheldon Cooper e seu caso amoroso com átomos...
Seja no pleno controle das faculdades mentais ou em meio á loucura, apesar de causar estragos irreparáveis e conduzir a um caminho sem volta, o ato de amar, de alguma forma insana, parece correto...
Hum... Uma boa LOUCURA a se cometer... Com toda RAZÃO do mundo.
domingo, 22 de abril de 2012
Amizade colorida
Zapeando os canais ontem em busca de algo que fosse capaz de me entreter além de meus pensamentos traiçoeiros e da insônia constante, minha companheira mais que conhecida nas madrugadas, deparei-me com a comédia romântica "Amizade Colorida", estrelada por Justin Timbarlake e outra mocinha de olhos grandes que não sei o nome, mas é uma gracinha... Bom, atores jovens e politicamente corretos á parte, a história até que é digerível, levando-se em conta que RARAMENTE vejo filmes do gênero. Comédias românticas me irritam profundamente e acabam tendo o efeito contrário a que se propõem na minha opinião... Mas isso não importa, vamos ao que interessa... O TÍTULO do post.
Amizade colorida... Uma amizade SINCERA, REAL, com leves nuances distintas ao termo amizade... Vulgarmente falando, a gente pode se relacionar fisicamente (não me forcem a escrever SEXO) com alguém que teoricamente conhece cada pedacinho de nós. Medos, desejos e principalmente DEFEITOS...
Até que ponto manter este tipo de relacionamento é interessante?
Claro que no filme tudo acaba em romance, afinal investiu-se grana no longa, mas "humanizando" o contexto da coisa, até que ponto a "amizade colorida" é viável?
Esta é a pergunta que não quer calar... Até porque o termo ao lado transformou-se em algo demodé e como tudo na vida considerado obsoleto, substituído por "caso" ou "peguete"... Me desculpem os caros leitores, sou TRADICIONAL (Não velha, hein????) e os substitutos da modernidade não me fazem a cabeça neste quesito, então, vou utilizar SIM, o termo AMIZADE COLORIDA...
Até onde este tipo de pseudo-relação é viável eu não sei, mas sou obrigada a admitir uma verdade CRUCIAL sobre: Ao menos é VERDADEIRA. Se é SAUDÁVEL? Quem sabe? Eu NÃO SEI. Mas sei de uma coisa e acho que já temos um progresso substancial aqui... Faz BEM pra alma saber que estamos lidando com um ser REAL, com toda aquela bagagem sentimental que o porta-malas do "romance ideal" não suporta e nem carrega simplesmente porque problemas perfeitamente humanos não cabem no contexto "ideal" do que se almeja quando se pensa no termo entre aspas acima. É isso mesmo. Mandem-me para o inferno se quiserem, mas admitam certa coerência nisto. Na amizade colorida, as roupas, trejeitos e palavras ensaiadas não têm vez, é tudo "preto no branco", "pegar ou largar", esse (a) sou eu, me ame ou deixe-me.
Muitos gostariam de companheiros assim... Alguém que não medisse nossa pessoa pelo que aparentamos, temos ou mostramos ao mundo, muito menos pelos rótulos impostos por outros... Seria bastante interessante ser admirado (a) pelas conquistas, idéias e principalmente e APESAR dos defeitos... Mas em contrapartida, nada de agrados e perspectivas, porque seria apenas uma AMIZADE. Sem amarras e compromisso.
A cor que ele (a) possui é indiferente, mas a pergunta a seguir não...
Você está emocionalmente pronto para ter/manter uma amizade colorida?
Amizade colorida... Uma amizade SINCERA, REAL, com leves nuances distintas ao termo amizade... Vulgarmente falando, a gente pode se relacionar fisicamente (não me forcem a escrever SEXO) com alguém que teoricamente conhece cada pedacinho de nós. Medos, desejos e principalmente DEFEITOS...
Até que ponto manter este tipo de relacionamento é interessante?
Claro que no filme tudo acaba em romance, afinal investiu-se grana no longa, mas "humanizando" o contexto da coisa, até que ponto a "amizade colorida" é viável?
Esta é a pergunta que não quer calar... Até porque o termo ao lado transformou-se em algo demodé e como tudo na vida considerado obsoleto, substituído por "caso" ou "peguete"... Me desculpem os caros leitores, sou TRADICIONAL (Não velha, hein????) e os substitutos da modernidade não me fazem a cabeça neste quesito, então, vou utilizar SIM, o termo AMIZADE COLORIDA...
Até onde este tipo de pseudo-relação é viável eu não sei, mas sou obrigada a admitir uma verdade CRUCIAL sobre: Ao menos é VERDADEIRA. Se é SAUDÁVEL? Quem sabe? Eu NÃO SEI. Mas sei de uma coisa e acho que já temos um progresso substancial aqui... Faz BEM pra alma saber que estamos lidando com um ser REAL, com toda aquela bagagem sentimental que o porta-malas do "romance ideal" não suporta e nem carrega simplesmente porque problemas perfeitamente humanos não cabem no contexto "ideal" do que se almeja quando se pensa no termo entre aspas acima. É isso mesmo. Mandem-me para o inferno se quiserem, mas admitam certa coerência nisto. Na amizade colorida, as roupas, trejeitos e palavras ensaiadas não têm vez, é tudo "preto no branco", "pegar ou largar", esse (a) sou eu, me ame ou deixe-me.
Muitos gostariam de companheiros assim... Alguém que não medisse nossa pessoa pelo que aparentamos, temos ou mostramos ao mundo, muito menos pelos rótulos impostos por outros... Seria bastante interessante ser admirado (a) pelas conquistas, idéias e principalmente e APESAR dos defeitos... Mas em contrapartida, nada de agrados e perspectivas, porque seria apenas uma AMIZADE. Sem amarras e compromisso.
A cor que ele (a) possui é indiferente, mas a pergunta a seguir não...
Você está emocionalmente pronto para ter/manter uma amizade colorida?
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Seguindo o próprio coração
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos".
É com esta frase de Antoine de Saint-Exupéry que inicio o post de hoje... Quem foi este cara eu não sei, mas que ao recitar as palavras acima ele estava inspirado, não há como negar... Porque é isso mesmo. Sem tirar nem pôr, sem mais nem menos. O essencial a cada um de nós é invisível aos olhos... Que olhos?
Ah, não, esses não... Definitivamente não... Os OLHOS DA ALMA tudo enxergam.
Falo dos olhos mundanos, dos olhos superficiais, dos olhos subjetivos, que focalizam banalidades, aparências, etnias e vestimentas... Muitas vezes nossos olhos almejam cargos, altas posições, bens materiais e partimos "cegamente" em busca de simples subterfúgios que não nos garantem a felicidade plena da qual a frase acima fala... E vou mais além. Não existe felicidade PLENA. A gente nunca será completamente feliz porque somos insatisfeitos por natureza, mas alcançar um mínimo de paz e alegria interiores não dependem das roupas ou bens que possuimos. Independe do quanto se é ou não popular entre os amigos ou quantos amigos se tenha. Independe da classe social, cor e beleza. Existem anseios que só nosso coração conhece, só nosso íntimo sabe, tão "essenciais" e inúmeras vezes ofertado "de graça" pela vida... E por que não aproveitamos o que a vida nos dá tão generosamente?
Isso só você pode responder a si mesmo...
MAS, como estou didática hoje, vou tentar explicar minha concepção com uma historinha que ouvi recentemente no programa do Padre Marcelo:
"Certa vez, um menino catador de papel, realizando seu trabalho diário pelas ruas da cidade, chegou a um estabelecimento muito bonito e grande, repleto de pessoas bem vestidas e pensou consigo:
- Aqui deve haver muitas caixas vazias. Após o expediente voltarei para falar com o dono para pedi-las a fim de que possa vendê-las.
Quando o comércio fechou, o menino voltou à loja e viu um senhor muito alinhado na porta despedindo-se dos visitantes. Aproximando-se, disse:
- Senhor, posso falar com o dono da loja?
- Sou eu mesmo. O que você quer? - respondeu desconfiado o empresário.
- Gostaria de saber se o senhor poderia dar-me aquelas caixas para eu vendê-las.
O empresário, raivoso, enxotou o menino aos gritos, ameaçando chamar pela polícia, pois não tolerava pedintes em sua loja. O garoto apanhou seu carrinho de papel e saiu, resignado e muito triste.
Porém, alguns metros adiante, ouviu gemidos muito fortes vindos da loja. Correu até lá e encontrou o empresário caído no chão, acometido por um enfarto. O menino clamou por ajuda mas ninguém o escutou. Então, desocupou seu carrinho de papel e com muita dificuldade colocou o moribundo dentro. Correu até o hospital mais próximo e a vida do empresário foi salva.
Dias depois, o menino passava em frente à loja e o empresário foi ao seu encontro:
- Meu jovem, venha cá. Hoje quero que você vá até minha casa para eu lhe agradecer pelo que fez por mim.
O menino foi recebido com um grande banquete como gesto de agradecimento. Após a sobremesa, o empresário chamou-o até um galpão onde encontravam-se iates, carros importados e outras riquezas, todas embaladas em grandes caixas. Disse ao garoto:
- Escolha o que você quiser deste galpão.
- Qualquer coisa mesmo? – perguntou-lhe o menino.
- Sim.
O menino pensou, pensou e disse...
- Eu quero as caixas que estão envolvendo tudo o que está no barracão.
O empresário, não compreendendo, satisfez seu pedido. Passados dez anos, o empresário encontrou o menino, agora um jovem bem arrumado e aparentando estar muito bem de vida. O empresário, que ficara intrigado com o desejo do garoto na época, perguntou-lhe nesta oportunidade:
- Por que você não escolheu um iate ou carro ou outro objeto valioso?
O menino respondeu-lhe:
- Porque para a meta que eu havia traçado para a minha vida, as caixas garantiriam o meu futuro. Com elas paguei por meus estudos, tornei-me diretor da empresa de reciclagem na qual trabalhava e com o curso de engenharia que concluí, desenvolvi um projeto inovador na área que me proporcionou o sucesso.
A maior recompensa que podemos receber é o necessário para conquistarmos o sucesso na vida."
E sabem do que mais? O motivo da preferêcia do menino pelos papelões ao invés de um Iate que provavelmente poderia comprar-lhe uma casa e até mesmo custear seus estudos sem forçá-lo a trabalhar pode nos parecer loucura, insano e "invisível aos olhos", mas para ele foi essencial, porque ele apenas estava SEGUINDO O SEU PRÓPRIO CORAÇÃO.
É com esta frase de Antoine de Saint-Exupéry que inicio o post de hoje... Quem foi este cara eu não sei, mas que ao recitar as palavras acima ele estava inspirado, não há como negar... Porque é isso mesmo. Sem tirar nem pôr, sem mais nem menos. O essencial a cada um de nós é invisível aos olhos... Que olhos?
Ah, não, esses não... Definitivamente não... Os OLHOS DA ALMA tudo enxergam.
Falo dos olhos mundanos, dos olhos superficiais, dos olhos subjetivos, que focalizam banalidades, aparências, etnias e vestimentas... Muitas vezes nossos olhos almejam cargos, altas posições, bens materiais e partimos "cegamente" em busca de simples subterfúgios que não nos garantem a felicidade plena da qual a frase acima fala... E vou mais além. Não existe felicidade PLENA. A gente nunca será completamente feliz porque somos insatisfeitos por natureza, mas alcançar um mínimo de paz e alegria interiores não dependem das roupas ou bens que possuimos. Independe do quanto se é ou não popular entre os amigos ou quantos amigos se tenha. Independe da classe social, cor e beleza. Existem anseios que só nosso coração conhece, só nosso íntimo sabe, tão "essenciais" e inúmeras vezes ofertado "de graça" pela vida... E por que não aproveitamos o que a vida nos dá tão generosamente?
Isso só você pode responder a si mesmo...
MAS, como estou didática hoje, vou tentar explicar minha concepção com uma historinha que ouvi recentemente no programa do Padre Marcelo:
"Certa vez, um menino catador de papel, realizando seu trabalho diário pelas ruas da cidade, chegou a um estabelecimento muito bonito e grande, repleto de pessoas bem vestidas e pensou consigo:
- Aqui deve haver muitas caixas vazias. Após o expediente voltarei para falar com o dono para pedi-las a fim de que possa vendê-las.
Quando o comércio fechou, o menino voltou à loja e viu um senhor muito alinhado na porta despedindo-se dos visitantes. Aproximando-se, disse:
- Senhor, posso falar com o dono da loja?
- Sou eu mesmo. O que você quer? - respondeu desconfiado o empresário.
- Gostaria de saber se o senhor poderia dar-me aquelas caixas para eu vendê-las.
O empresário, raivoso, enxotou o menino aos gritos, ameaçando chamar pela polícia, pois não tolerava pedintes em sua loja. O garoto apanhou seu carrinho de papel e saiu, resignado e muito triste.
Porém, alguns metros adiante, ouviu gemidos muito fortes vindos da loja. Correu até lá e encontrou o empresário caído no chão, acometido por um enfarto. O menino clamou por ajuda mas ninguém o escutou. Então, desocupou seu carrinho de papel e com muita dificuldade colocou o moribundo dentro. Correu até o hospital mais próximo e a vida do empresário foi salva.
Dias depois, o menino passava em frente à loja e o empresário foi ao seu encontro:
- Meu jovem, venha cá. Hoje quero que você vá até minha casa para eu lhe agradecer pelo que fez por mim.
O menino foi recebido com um grande banquete como gesto de agradecimento. Após a sobremesa, o empresário chamou-o até um galpão onde encontravam-se iates, carros importados e outras riquezas, todas embaladas em grandes caixas. Disse ao garoto:
- Escolha o que você quiser deste galpão.
- Qualquer coisa mesmo? – perguntou-lhe o menino.
- Sim.
O menino pensou, pensou e disse...
- Eu quero as caixas que estão envolvendo tudo o que está no barracão.
O empresário, não compreendendo, satisfez seu pedido. Passados dez anos, o empresário encontrou o menino, agora um jovem bem arrumado e aparentando estar muito bem de vida. O empresário, que ficara intrigado com o desejo do garoto na época, perguntou-lhe nesta oportunidade:
- Por que você não escolheu um iate ou carro ou outro objeto valioso?
O menino respondeu-lhe:
- Porque para a meta que eu havia traçado para a minha vida, as caixas garantiriam o meu futuro. Com elas paguei por meus estudos, tornei-me diretor da empresa de reciclagem na qual trabalhava e com o curso de engenharia que concluí, desenvolvi um projeto inovador na área que me proporcionou o sucesso.
A maior recompensa que podemos receber é o necessário para conquistarmos o sucesso na vida."
E sabem do que mais? O motivo da preferêcia do menino pelos papelões ao invés de um Iate que provavelmente poderia comprar-lhe uma casa e até mesmo custear seus estudos sem forçá-lo a trabalhar pode nos parecer loucura, insano e "invisível aos olhos", mas para ele foi essencial, porque ele apenas estava SEGUINDO O SEU PRÓPRIO CORAÇÃO.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Sexta-feira Santa
Hoje é o dia em que Jesus é crucificado... Depois de quase uma semana sofrendo abusos, humilhações, tomando socos e pontapés, Jesus finalmente cumpre seu destino final...
CALMA AÍ: Não estou querendo insinuar que ele se comprazia com este sofrimento ou que Sua vinda ao nosso mundo tenha servido ÚNICA e SOMENTE para nos ensinar como sofrer com dignidade ou ir literalmente até o FIM para chegar ao reino do CÉUS... Que isso, gente??? Se alguém pensa desta maneira pobre, quase medíocre do que foi a curta passagem do filho de Deu entre nós, precisa URGENTEMENTE estudar a bíblia... Não como um instrumento a ser seguido (Me desculpem, mas a bíblia foi traduzida por homens FALHOS COMO NÓS e na minha concepção o que importa MESMO de tudo que ali está escrito é sua essência... A essência de AMOR ÁGAPE e CARIDADE e principalmente FÉ. E não adianta me enviarem mensagens ou e-mails indignados tentando me demover desta idéia, porque certo ou errado, é assim que eu SINTO a palvra de Deus em meu coração e faço uso do livre arbítrio que Ele me deu para entendê-lo desta forma em minha alma), mas como um livro muitas vezes confuso e difícil, mas com um propósito simples e objetivo: AMAR... Sim, queridos. Amar. E digo-lhes que amar é uma tarefa quase sobrehumana, porque o verbo deste substantivo nos remete a situações injustas, onde amar parece quase um ato de loucura, mas é isso mesmo... E me desculpem a sinceridade, NÃO EXISTE NINGUÉM NESTE MUNDO (certamente em outros há) com esta capacidade... E sabem por quê? Porque estamos muito aquém da alma de Cristo.
Nós temos raiva, inveja, rancor, avareza pelas nossas conquistas, egoísmo, vaidade e tantos outros sentimentos que inibem e enfraquecem o AMOR ÁGAPE dentro de nós. Isso é terrível? Sim, de certo modo, mas é aí que está todo o barato de nossa jornada. A capacidade de lidar com estes sentimentos e trabalhar estas fraquezas, nos policiando... Orai e vigiai. Esse é o lema. Jesus teve o seu, num tempo longíncuo e apesar de toda tentação (longe de mim compará-Lo a nós), ele apenas pediu: "Afasta de mim este cálice".
Você pede que as tentações lhe sejam apartadas ou vai de encontro á elas causando dor e sofrimento a si mesmo e depois clama por Deus como se ele fosse o responsável pelas SUAS ESCOLHAS? Deus deu o filho Dele como exemplo de amor, fé e sacrifício e ainda não foi o bastante para nos ensinar alguma coisa?
Será que o FILHO de Deus merece ser lembrado apenas como um homem vestido com um manto vermelho e uma coroa de espinhos crucificado ao lado de um ladrão pela inveja de pseudo-reis que cobiçaram os bens de um Homem que não tinha NADA além de AMOR e FÉ?
Ou como um exemplo de PERSEVERANÇA, DESAPEGO, CARIDADE, VERDADE e AMOR??? Ele foi O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA...
E que assim seja lembrado, rogado e AMADO o REI DOS REIS em nossos corações.
Dicas de leitura: O livro ÁGAPE, que me ensina a entender um pouco mais sobre este tão magnífico e distante senttimento e que me leva de volta á vida simples e VERDADEIRA que Jesus deseja para nós.
CALMA AÍ: Não estou querendo insinuar que ele se comprazia com este sofrimento ou que Sua vinda ao nosso mundo tenha servido ÚNICA e SOMENTE para nos ensinar como sofrer com dignidade ou ir literalmente até o FIM para chegar ao reino do CÉUS... Que isso, gente??? Se alguém pensa desta maneira pobre, quase medíocre do que foi a curta passagem do filho de Deu entre nós, precisa URGENTEMENTE estudar a bíblia... Não como um instrumento a ser seguido (Me desculpem, mas a bíblia foi traduzida por homens FALHOS COMO NÓS e na minha concepção o que importa MESMO de tudo que ali está escrito é sua essência... A essência de AMOR ÁGAPE e CARIDADE e principalmente FÉ. E não adianta me enviarem mensagens ou e-mails indignados tentando me demover desta idéia, porque certo ou errado, é assim que eu SINTO a palvra de Deus em meu coração e faço uso do livre arbítrio que Ele me deu para entendê-lo desta forma em minha alma), mas como um livro muitas vezes confuso e difícil, mas com um propósito simples e objetivo: AMAR... Sim, queridos. Amar. E digo-lhes que amar é uma tarefa quase sobrehumana, porque o verbo deste substantivo nos remete a situações injustas, onde amar parece quase um ato de loucura, mas é isso mesmo... E me desculpem a sinceridade, NÃO EXISTE NINGUÉM NESTE MUNDO (certamente em outros há) com esta capacidade... E sabem por quê? Porque estamos muito aquém da alma de Cristo.
Nós temos raiva, inveja, rancor, avareza pelas nossas conquistas, egoísmo, vaidade e tantos outros sentimentos que inibem e enfraquecem o AMOR ÁGAPE dentro de nós. Isso é terrível? Sim, de certo modo, mas é aí que está todo o barato de nossa jornada. A capacidade de lidar com estes sentimentos e trabalhar estas fraquezas, nos policiando... Orai e vigiai. Esse é o lema. Jesus teve o seu, num tempo longíncuo e apesar de toda tentação (longe de mim compará-Lo a nós), ele apenas pediu: "Afasta de mim este cálice".
Você pede que as tentações lhe sejam apartadas ou vai de encontro á elas causando dor e sofrimento a si mesmo e depois clama por Deus como se ele fosse o responsável pelas SUAS ESCOLHAS? Deus deu o filho Dele como exemplo de amor, fé e sacrifício e ainda não foi o bastante para nos ensinar alguma coisa?
Será que o FILHO de Deus merece ser lembrado apenas como um homem vestido com um manto vermelho e uma coroa de espinhos crucificado ao lado de um ladrão pela inveja de pseudo-reis que cobiçaram os bens de um Homem que não tinha NADA além de AMOR e FÉ?
Ou como um exemplo de PERSEVERANÇA, DESAPEGO, CARIDADE, VERDADE e AMOR??? Ele foi O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA...
E que assim seja lembrado, rogado e AMADO o REI DOS REIS em nossos corações.
Dicas de leitura: O livro ÁGAPE, que me ensina a entender um pouco mais sobre este tão magnífico e distante senttimento e que me leva de volta á vida simples e VERDADEIRA que Jesus deseja para nós.
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