https://m.youtube.com/watch?v=DAkW-tLYgDE
O tempo é implacável. Em muitos sentidos, admito. Em contrapartida, é o juiz e o professor mais imparcial e justo que já tive o privilégio de conhecer em todos os meus muitos anos (não vou revelar minha idade) de vida. Ao longo do dito cujo, pude observar muita coisa, inclusive o desperdício que muitos fazem do que para muitos outros é um verdadeiro tesouro e percebo que ainda não sabemos como lidar com o tempo que nos é dado - ou ainda nos resta -, não cabe à reflexão aqui, mas entenderam onde quero chegar... Não???
Tudo bem, tenho "tempo" pra explicar.
Acho que o que mais desperdiçamos hj em nossas vidas é o dom do amor e em como enquadrá-lo sem orgulho, remorso, mágoas, perdas ou o que quer que seja em nossas ordens cronológicas, porque, acreditem, todos temos início, meio e fim. E ouvindo esta melodia gostosa hj resolvi escrever este texto curtinho e até refletir em como somos tolos e deixamos pra trás o melhor de nós sem nos preocuparmos com um "cara" que é tão importante e no fim das contas, vai determinar o que fizemos ou não e principalmente o peso da bagagem que levaremos para o além.
Estou numa fase que quero curtir, sentir e aproveitar o tesouro tempo como me aprouver. E não se atreva a dar pitaco. Quero amar, quebrar a cara, chorar e começar tudo de novo, Pq ao longo da minha jornada aqui descobri que esta é a minha missão e o legado que quero deixar á posteridade. Eu escolhi o amor e a transparência, a sinceridade, o caráter acima de tudo e escolhi a espiritualidade como forma de caridade e nessa batalha interna, meu orgulho juvenil perdeu. Eu escolhi pedir desculpas, não discutir ou discutir até a exaustão para que tudo se resolva. Eu escolhi me amar e amar a todas as criaturas ao redor, Pq fazem parte do mesmo mundo que eu e escolhi agradecer o que me é dado todos os dias. Eu escolhi chorar quando estiver triste e escolhi acima de tudo externar a causa á quem interessar, sem me defender de um inimigo que existe apenas em minha mente doentia por um controle que não existe, Pq o tempo detém todas as respostas. Aqui eu sou apenas uma aprendiz temporária. Eu escolhi ser eu.
E vc?
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Cartas pra vc
https://m.youtube.com/watch?v=KBWJuJtcBlE
Definitivamente estamos na era digital. Tudo é tratado por e-mail, mensagem, rede social e até aplicativo de paquera, o que obviamente é evolução, progresso e os cibernéticos de plantão que me perdoem, mas não inventaram nada mais íntimo, pessoal, charmoso, vitoriano, retrô e pessoal que a boa e velha carta.
Na minha época, o meio mais usado para expressar sentimentos, sabores e dissabores relacionados à outrem e principalmente o que resultava disso eram cartas e mais cartas. Com letras de fôrma, bonitas, feias, caligrafadas ou não, elas sempre entregavam o resultado que prometiam.
Escrever uma carta pra mim é quase um ato de redenção. É comungar com o recôndito mais inexplorado de seu ser, é interagir com seu íntimo, penetrar no seu âmago e dialogar com seu próprio ego. Somente uma carta escrita com todas as mazelas ordenadamente relacionadas no papel é capaz de emocionar tanto quem as lê que uma simples mensagem de texto ou afins. Pq aquele pedaço de papel carrega sua energia, sua essência, sua forma é só quem já escreveu e recebeu uma carta bem escrita sabe do que estou falando neste post.
A música veio bem a calhar pelo título, mas não se prendam ao enredo. Pensem em todas as cartas que vcs poderiam e/ou gostariam de escrever neste momento em que me lêem e sintam a carga que está simples idéia transmite para seus corações. Não tenham medo, peguem papel, caneta e não se assustem com a falta de prática. Simplesmente escrevam.
Hoje é sexta e o trânsito aqui no Rio é detestável, então, ao longo do tempo, desenvolvi mecanismos psicológicos para me manter centrada enquanto freio, acelero, freio, acelero, paro, acelero, freio e por aí vai e como sou agitada, o sono me consome nessas horas de "coreografia do engarrafamento". Um desses mecanismos é pensar em cartas, sim cartas. Penso no que escreveria para determinadas pessoas, como escreveria, Pq escreveria e me perco nesse labirinto infinito de possibilidades. Esta semana, tive muitas "cartas mentais" pra escrever e pensei muito, mas muito mesmo no que escreveria e pode parecer loucura, mas me deu um alívio muito grande externar, mesmo que pra mim, o que eu gostaria de ter registrado para o outro. Mesmo tenho plena convicção de que este nunca sequer cogitará a existência ou o teor de minhas cartas.
Obviamente, meu "correio mental" continua com um único remetente, mas isso não importa, Pq a partir do momento em que subjuguei minha consciência e meus verdadeiros sentimentos - não estou me referindo ao que deixamos o mundo ver da gente - o que eu realmente pensei e senti daquilo ou daquele, de alguma forma bizarra e ainda desconhecida, tive a plena certeza de que de alguma forma, minha mensagem foi entregue no cosmos e de um modo extraordinário eu liberei aquela energia nociva. O universo realmente conspira a favor de quem não conspira contra ninguém e não é crime a gente ficar triste ou resmungar ou até mesmo chorar de vez em quando. Quando a selva de pedra nos obriga a ser fortes, ainda existe aquela entidade habitando dentro de vc mesmo, com quem vc pode desabafar sem se arriscar ou se expor ao ridículo estipulado pela sociedade.
Quando se trata de vc, esqueça as redes sociais e comunique-se consigo mesmo. Vc vai se surpreender com as respostas dadas por "alguém" que realmente torce pelo seu sucesso.
E então? Vc já escreveu sua carta hj?
Definitivamente estamos na era digital. Tudo é tratado por e-mail, mensagem, rede social e até aplicativo de paquera, o que obviamente é evolução, progresso e os cibernéticos de plantão que me perdoem, mas não inventaram nada mais íntimo, pessoal, charmoso, vitoriano, retrô e pessoal que a boa e velha carta.
Na minha época, o meio mais usado para expressar sentimentos, sabores e dissabores relacionados à outrem e principalmente o que resultava disso eram cartas e mais cartas. Com letras de fôrma, bonitas, feias, caligrafadas ou não, elas sempre entregavam o resultado que prometiam.
Escrever uma carta pra mim é quase um ato de redenção. É comungar com o recôndito mais inexplorado de seu ser, é interagir com seu íntimo, penetrar no seu âmago e dialogar com seu próprio ego. Somente uma carta escrita com todas as mazelas ordenadamente relacionadas no papel é capaz de emocionar tanto quem as lê que uma simples mensagem de texto ou afins. Pq aquele pedaço de papel carrega sua energia, sua essência, sua forma é só quem já escreveu e recebeu uma carta bem escrita sabe do que estou falando neste post.
A música veio bem a calhar pelo título, mas não se prendam ao enredo. Pensem em todas as cartas que vcs poderiam e/ou gostariam de escrever neste momento em que me lêem e sintam a carga que está simples idéia transmite para seus corações. Não tenham medo, peguem papel, caneta e não se assustem com a falta de prática. Simplesmente escrevam.
Hoje é sexta e o trânsito aqui no Rio é detestável, então, ao longo do tempo, desenvolvi mecanismos psicológicos para me manter centrada enquanto freio, acelero, freio, acelero, paro, acelero, freio e por aí vai e como sou agitada, o sono me consome nessas horas de "coreografia do engarrafamento". Um desses mecanismos é pensar em cartas, sim cartas. Penso no que escreveria para determinadas pessoas, como escreveria, Pq escreveria e me perco nesse labirinto infinito de possibilidades. Esta semana, tive muitas "cartas mentais" pra escrever e pensei muito, mas muito mesmo no que escreveria e pode parecer loucura, mas me deu um alívio muito grande externar, mesmo que pra mim, o que eu gostaria de ter registrado para o outro. Mesmo tenho plena convicção de que este nunca sequer cogitará a existência ou o teor de minhas cartas.
Obviamente, meu "correio mental" continua com um único remetente, mas isso não importa, Pq a partir do momento em que subjuguei minha consciência e meus verdadeiros sentimentos - não estou me referindo ao que deixamos o mundo ver da gente - o que eu realmente pensei e senti daquilo ou daquele, de alguma forma bizarra e ainda desconhecida, tive a plena certeza de que de alguma forma, minha mensagem foi entregue no cosmos e de um modo extraordinário eu liberei aquela energia nociva. O universo realmente conspira a favor de quem não conspira contra ninguém e não é crime a gente ficar triste ou resmungar ou até mesmo chorar de vez em quando. Quando a selva de pedra nos obriga a ser fortes, ainda existe aquela entidade habitando dentro de vc mesmo, com quem vc pode desabafar sem se arriscar ou se expor ao ridículo estipulado pela sociedade.
Quando se trata de vc, esqueça as redes sociais e comunique-se consigo mesmo. Vc vai se surpreender com as respostas dadas por "alguém" que realmente torce pelo seu sucesso.
E então? Vc já escreveu sua carta hj?
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Pelo amor ou pela dor?
https://m.youtube.com/watch?v=iLhFVXTmolo
Definitivamente, não há maneira mais eficiente de se demonstrar um ponto de vista existente e digno de se discutir e levar em consideração que uma bela imagem ou canção. Hoje eu vou de Alicia Keys Pq a mulher manda muuuito bem e expressa com muito ardor situações do nosso cotidiano como poucos e o título desta canção se encaixa bem no âmbito abordado e apesar de não ter sido minha primeira escolha, confesso que talvez "Uninvited" de Alanis Morissette pudesse soar muito direto e ofensivo, então, a deixei para uma outra ocasião, onde minha posição quase Suíça não seja comprometida.
Deixando a politicagem de lado, visto que o país já faz até demais este papel em todas as esferas possíveis e imagináveis, voltemos ao tópico e título acima:
Quem nunca ouviu algo do tipo com a máxima "se não pelo amor, pela dor", não viveu. Simples assim. Na vida de todo mundo sempre há estas duas opções, ou ao menos fui muito bombardeada delas na infância e adolescência e até me arrisco, no início da idade adulta, para saber que a sentença existe meu amigo (a) e pode determinar sua vida a partir desta frase infame. A gente aprende certas lições que a vida nos apresenta na escala da evolução repetidas vezes quando "emburrecemos" no caminho ou a teimosia fala mais alto e a professora cruel a repete "over and over again" até que a tenhamos entendido, superado e entendido. Nesta escola, meu caro, não existe cola certa, ou se aprende "pelo amor ou pela dor vs. Pelo jeito fácil ou difícil". E é aí que a gente entra. Não se pode ser aluno de uma série a vida inteira, então, a gente aceita o pacto, pq vai ter que descer pela goela a seco - ou não - o aprendizado.
A verdade é que a gente resmunga, rejeita e maldiz, mas acaba processando e acatando e finalmente obedecendo o que a evolução pessoal de cada um determina porque é assim que deve ser e foi acordado em outrora. (Não vou entrar neste mérito). O crucial nesta guerra toda fica por conta do que se conquista e principalmente, o que inevitavelmente, se deixa pra trás. Muitas vezes, me arrisco a escrever, na maioria das vezes, a gente gosta do que se alcança, após tanto alarde.
As pessoas fazem conosco o que deixamos que façam, a vida nos castiga ou ensina, prefiro pensar que ensinam, de acordo com nossos pecados e ações e eu não consigo admitir nem por um instante, que nossas dores não sejam ocasionadas por nós e nossas escolhas errôneas e o quão libertador é se livrar delas. Inadvertidamente, vamos cruzar com pessoas em nosso caminho, que muitas vezes se tornarão ate importantes pra nós, que ainda não desfrutam do mesmo entendimento que temos ou talvez até mais esclarecidas e que de alguma forma foram alocadas ali para nos fazer entender uma lição que pode conduzir a muitos lugares, onde somente nós teremos acesso, mas o importante a ratificar não é o indivíduo e sim a carga energética/lição por trás de seu surgimento/aparição/reaparição a partir do momento que se entender que em nossa vida existem "instrumentos" e que vc é em outras vidas o que outros são pra vc.
Todos temos nossos universos com portas abertas, só precisamos entender quem entra e pra quê entra e o primordial, qual a hora exata de encerrar esta visita e seguir adiante, renovado e esclarecido.
Esta escolha só depende de nós e por muitos afora, é conhecida como " livre arbítrio" e assim como o bom senso, use com sabedoria. Mude, melhore e cresça por vc e PARA VC.
Definitivamente, não há maneira mais eficiente de se demonstrar um ponto de vista existente e digno de se discutir e levar em consideração que uma bela imagem ou canção. Hoje eu vou de Alicia Keys Pq a mulher manda muuuito bem e expressa com muito ardor situações do nosso cotidiano como poucos e o título desta canção se encaixa bem no âmbito abordado e apesar de não ter sido minha primeira escolha, confesso que talvez "Uninvited" de Alanis Morissette pudesse soar muito direto e ofensivo, então, a deixei para uma outra ocasião, onde minha posição quase Suíça não seja comprometida.
Deixando a politicagem de lado, visto que o país já faz até demais este papel em todas as esferas possíveis e imagináveis, voltemos ao tópico e título acima:
Quem nunca ouviu algo do tipo com a máxima "se não pelo amor, pela dor", não viveu. Simples assim. Na vida de todo mundo sempre há estas duas opções, ou ao menos fui muito bombardeada delas na infância e adolescência e até me arrisco, no início da idade adulta, para saber que a sentença existe meu amigo (a) e pode determinar sua vida a partir desta frase infame. A gente aprende certas lições que a vida nos apresenta na escala da evolução repetidas vezes quando "emburrecemos" no caminho ou a teimosia fala mais alto e a professora cruel a repete "over and over again" até que a tenhamos entendido, superado e entendido. Nesta escola, meu caro, não existe cola certa, ou se aprende "pelo amor ou pela dor vs. Pelo jeito fácil ou difícil". E é aí que a gente entra. Não se pode ser aluno de uma série a vida inteira, então, a gente aceita o pacto, pq vai ter que descer pela goela a seco - ou não - o aprendizado.
A verdade é que a gente resmunga, rejeita e maldiz, mas acaba processando e acatando e finalmente obedecendo o que a evolução pessoal de cada um determina porque é assim que deve ser e foi acordado em outrora. (Não vou entrar neste mérito). O crucial nesta guerra toda fica por conta do que se conquista e principalmente, o que inevitavelmente, se deixa pra trás. Muitas vezes, me arrisco a escrever, na maioria das vezes, a gente gosta do que se alcança, após tanto alarde.
As pessoas fazem conosco o que deixamos que façam, a vida nos castiga ou ensina, prefiro pensar que ensinam, de acordo com nossos pecados e ações e eu não consigo admitir nem por um instante, que nossas dores não sejam ocasionadas por nós e nossas escolhas errôneas e o quão libertador é se livrar delas. Inadvertidamente, vamos cruzar com pessoas em nosso caminho, que muitas vezes se tornarão ate importantes pra nós, que ainda não desfrutam do mesmo entendimento que temos ou talvez até mais esclarecidas e que de alguma forma foram alocadas ali para nos fazer entender uma lição que pode conduzir a muitos lugares, onde somente nós teremos acesso, mas o importante a ratificar não é o indivíduo e sim a carga energética/lição por trás de seu surgimento/aparição/reaparição a partir do momento que se entender que em nossa vida existem "instrumentos" e que vc é em outras vidas o que outros são pra vc.
Todos temos nossos universos com portas abertas, só precisamos entender quem entra e pra quê entra e o primordial, qual a hora exata de encerrar esta visita e seguir adiante, renovado e esclarecido.
Esta escolha só depende de nós e por muitos afora, é conhecida como " livre arbítrio" e assim como o bom senso, use com sabedoria. Mude, melhore e cresça por vc e PARA VC.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Entregar-se ou não, eis a questão... Ou não
https://m.youtube.com/watch?v=x7KjLEQusTs
Esta música está bombando nas rádios e continua invicta nos top ten da vida. Até fizeram uma versão mais enxuta em meios a tantos "love me like you do" no enredo da letra, mas o importante a se frisar, é seu conteúdo, essência e âmago da melodia da vez a se comentar neste post. Pois bem, a dita cuja originou-se da febre de 50 tons e seu incompreendido Cristian Grey, de quem já falei e quase fui crucificada, mas volto a ressaltar o fato de que o tão pervertido personagem por alguns conservadores, não passa de um ser humano como nós, cobertos de inseguranças e medos e sim,
pasmem, baixo estima, ainda continua nas paradas de sucesso, assim como a trilha sonora escolhida para ele.
RELEIAM a trilogia ou até o manuscrito do novo livro que narrará o ponto de vista do moço se preciso, mas compreendam, que sim, Cristian Grey não estudou com o professor Xavier e NÃO possui mutação alguma, apenas aprendeu a amar de forma peculiar que não me cabe discutir Pq não é o objetivo aqui. Por isso escolhi Boyce Avenue para me ajudar a esclarecer as coisas (cliquem no link acima).
RELEIAM a trilogia ou até o manuscrito do novo livro que narrará o ponto de vista do moço se preciso, mas compreendam, que sim, Cristian Grey não estudou com o professor Xavier e NÃO possui mutação alguma, apenas aprendeu a amar de forma peculiar que não me cabe discutir Pq não é o objetivo aqui. Por isso escolhi Boyce Avenue para me ajudar a esclarecer as coisas (cliquem no link acima).
A letra fala de entrega, dos medos e anseios nerentes á ela e muitas vezes crucial para nossa felicidade ou "in". Estou num momento zen em que palavras negativas são proibidas, mas vcs entenderam. Recapitulando essa maluquice acima escrita: Eu entendo esta música como um ícone da entrega, Pq a letra traduz aquela encruzilhada em que todos nós nos colocamos ao fazer a cabal escolha antes de mergulhar no precipício de possibilidades infinitas e não planejadas que a entrega e confiança nos traz. Não se trata de um vôo ou mergulho, é de nossa vida que estamos falando e a forma como nosso corpo responde ao outro, de como os sentidos reagem à isto é algo pessoal, íntimo e individual demais para se traduzir. Cada um tem seu céu e sua treva e a música apenas conta a história da Anastácia, que contrariando todas as advertências, preferências e credos, rendeu-se de alguma forma ao que lhe era oferecido, Pq somente ela enxergou com as lentes potentes do coração - acreditem, não há lupa melhor -, quem era ela e o que ela queria EXATAMENTE daquele relacionamento. Quem leu, chorou e torceu pelo casal, sabe como termina a história, que poderia ter ocorrido com qualquer um de nós, Pq temos e somos muitos Greys por aí. Assalariados ou não. Grey não queria sexo sádico. Grey queria amor incondicional, mas como qualquer animal ferido, não sabia como pedir, só conhecia a abordagem de defesa. Então, pense, mas pense muuuito em que personagem vc representa neste teatro da vida antes de se envolver numa trama aparentemente atraente, mas que exigirá de vc entrega total... Da qual talvez ainda não esteja disposto. Tenha empatia e pense nos montes de Greys que podem ser resgatados com este único gesto de consciência e compaixão.
E o mais importante: tenha certeza de quem vc é é o que quer. Grey ou Ana?
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Stay with me - Pra quê?
https://m.youtube.com/watch?v=lkhXkn_Iwpg
O link da música está acima, então é só baixar e aproveitar a maré boa do site.
Sam Smith. Esse cara ainda é pouco conhecido, mas seu estilo é romântico e sofrido, algo como Michael Bolton e Michael Boublé ( ambos " Michael's pode ter sido tendencioso Pq gosto dos dois), mas o ponto é que o cara manda bem e está conquistando espaço no mundo musical. Obviamente, entre tantas outras melodias e letras igualmente intensas e verdadeiras que ele interpreta, escolhi esta Por que quero a todo custo manter o estilo irônico dos meus posts. Com a idade avançada vamos ficando moles e quero deixar claro que ainda possuo forças para lutar contra essa "bananice d'Água".
Para os apreciadores solitários da dita vulgarmente " sofrência ", este título vem a calhar, mas e para os individualistas convictos de plantão? Como eu?
Pois é, gritem. Resmunguem. Eu gosto MESMO e curto MUITO a minha solidão Pq no decorrer da minha vida, eu aprendi a apreciar minha própria companhia e isso me deu muita vantagem sobre o "bicho homem " que precisa de um par, em contrapartida, me trouxe dissabores que a raça sociavel jamais experimentou.
Paradoxal e verdadeiro. O objetivo aqui é este mesmo, Pq a gente sabe que existem pessoas muito próximas de nós, até mesmo do nosso convívio, que simplesmente não conseguem ficar só e em contrapartida, temos pessoas em nosso ciclo, que como eu, têm até certa dificuldade em partilhar momentos Pq a individualidade cresceu a ponto de se tornar um indivíduo atraente e quase palpável em nossas vidas.
A questão a ser observada em ambos os casos não é a peculiaridade de cada uma em si, mas o fato da diversidade de necessidades oriundas das partes mais alimentadas em cada um. Ou seja, todos nós e eu afirmo sem medo, TODOS, têm a capacidade de precisar - ou não - de outro pra ser feliz e a única matemática básica utilizada é qual das duas partes se alimenta e exercita mais.
Complexo, não é? Concordo. Mas enquanto não houver manual, vamos nos virando com nossos instintos e preferências. As consequências, sempre há uma, dependerá do quão longe vc se afastou de seu "trato de aprendizado e ideal" discutido, selado é homologado lá atrás... É o resto, bem... Fica por nossa conta.
domingo, 19 de abril de 2015
Palavras o vento leva - Words get in the way (Glória Stefan)
Faz tempo que não posto nada, mas aviso de antemão que não foi intencional. O Blog pirou. Não permitia que eu postasse e pode parecer loucura, surpertição e paranóia, mas acredito que tudo tem seu momento e esta pane - acreditem ou não - no fim de tudo foi providencial. Creio que tudo tem seu momento certo e acho que chegou o meu.
Queria ter dado nome a este post, algo como "palavras o vento leva", mas confesso que o apelo, a interpretação e o carisma da Glória Stefan estejam acima de qualquer idéia genial que eu poderia ter tido, então, ao lerem, cliquem no título. Com fundo musical fará sentido, confiem em mim.
Hoje eu trabalhei e chegando do trabalho, recebi um vídeo da minha cunhada declarando seu amor a meu írmão, o que achei fofo, mas desnecessário. Todo mundo sabe o quanto se amam, mas uma observação de mami me pôs em alerta. Ela viu o vídeo e demonstrou sua preocupação natural maternal sobre os sentimentos de meu irmão em relação á sua companheira. Achou que era tudo muito normal, simples e que achava que não havia amor. Eu, pelo contrário, a desmenti. Pq na minha concepção, este sentimento acalenta, dá segurança e com ele você pode ser o que quiser e como quiser. Sem farsas e amarras. Para minha surpresa, ela não somente aceitou meus argumentos, como concordou comigo nas melhorias que vimos em meu irmão ao longo do desenrolar do relacionamento, mas teimosa que sou, quis ir além. Seria muito mais fácil ter encerrado por ali, mas eu precisava externar minhas certezas, que acredito ser a de muitos que como eu, precisaram se decidir entre a dor da realidade ou a ilusão traiçoeira e indefinida do querer. Pq nem sempre o que queremos é o melhor pra nós. Já falei sobre isso em outros posts, mas creio que o objetivo não tenha sido claro. Nem mesmo pra mim, que acabei de expulsar da minha vida a pontapés, uma pessoa formidável que eu nunca esquecerei e que ao mesmo tempo, preciso exorcisar para seguir adiante.
Saber ouvir e sentir e acatar, independe de religião ou credo, a gente sabe quando está fadado ao fracasso e escolhi está melodia em especjal Pq a Glória canta com paixão e resignação, sentimentos que temos que entender e saber interpretar sem teatros ou próprios enganos vãos quando chega a hora de nos afastar. Chore, sofra, mas entenda.
O entendimento é primordial para que não haja a falha da volta. Existem pessoas e momentos que se tornam especiais e únicos pelo simples fato de não poderem se repetir. São intensos e únicos, sim. Mas não foram feitos pra durar. Pensem nisso antes de se renderem à teimosia pessoal de querer mudar o curso de um rio que já tem deságue certo.
Quem sabe lá na frente, a vida não lhe surpreenda?
Pensem nisso.https://m.youtube.com/watch?v=cpvuCxqOf-M
Queria ter dado nome a este post, algo como "palavras o vento leva", mas confesso que o apelo, a interpretação e o carisma da Glória Stefan estejam acima de qualquer idéia genial que eu poderia ter tido, então, ao lerem, cliquem no título. Com fundo musical fará sentido, confiem em mim.
Hoje eu trabalhei e chegando do trabalho, recebi um vídeo da minha cunhada declarando seu amor a meu írmão, o que achei fofo, mas desnecessário. Todo mundo sabe o quanto se amam, mas uma observação de mami me pôs em alerta. Ela viu o vídeo e demonstrou sua preocupação natural maternal sobre os sentimentos de meu irmão em relação á sua companheira. Achou que era tudo muito normal, simples e que achava que não havia amor. Eu, pelo contrário, a desmenti. Pq na minha concepção, este sentimento acalenta, dá segurança e com ele você pode ser o que quiser e como quiser. Sem farsas e amarras. Para minha surpresa, ela não somente aceitou meus argumentos, como concordou comigo nas melhorias que vimos em meu irmão ao longo do desenrolar do relacionamento, mas teimosa que sou, quis ir além. Seria muito mais fácil ter encerrado por ali, mas eu precisava externar minhas certezas, que acredito ser a de muitos que como eu, precisaram se decidir entre a dor da realidade ou a ilusão traiçoeira e indefinida do querer. Pq nem sempre o que queremos é o melhor pra nós. Já falei sobre isso em outros posts, mas creio que o objetivo não tenha sido claro. Nem mesmo pra mim, que acabei de expulsar da minha vida a pontapés, uma pessoa formidável que eu nunca esquecerei e que ao mesmo tempo, preciso exorcisar para seguir adiante.
Saber ouvir e sentir e acatar, independe de religião ou credo, a gente sabe quando está fadado ao fracasso e escolhi está melodia em especjal Pq a Glória canta com paixão e resignação, sentimentos que temos que entender e saber interpretar sem teatros ou próprios enganos vãos quando chega a hora de nos afastar. Chore, sofra, mas entenda.
O entendimento é primordial para que não haja a falha da volta. Existem pessoas e momentos que se tornam especiais e únicos pelo simples fato de não poderem se repetir. São intensos e únicos, sim. Mas não foram feitos pra durar. Pensem nisso antes de se renderem à teimosia pessoal de querer mudar o curso de um rio que já tem deságue certo.
Quem sabe lá na frente, a vida não lhe surpreenda?
Pensem nisso.https://m.youtube.com/watch?v=cpvuCxqOf-M
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