Estava revirando minhas coisas antigas atrás de uma apostila para emprestar ao meu sobrinho do meio quando me deparei com uma pasta roxa, velha e castigada pelo tempo num canto, esquecida. Ao abri-la, deparei-me com uma verdadeira "biblioteca" de memórias, fragmentadas em cartinhas, versinhos, poemas e fotos amareladas, tiradas de câmeras que nem existem mais... Adentrei no mundo ingênuo e juvenil do meu passado e achei um poema singelo, meigo e em contrapartida complexo, certamente escrito por alguém que nem havia experimentado em sua plenitude tais sentimentos descritos com tanta destreza...
Quero dividir com vocês.
"Eu te amo,
Tu não me amas.
Eu te quero,
Tu não me queres.
Eu te dou amor,
Tu me das amizade.
Eu te quero dar carinho,
Tu me das compreensão.
Sofro porque te quero
E outro sofre por querer para si o que te ofereço e rejeitas.
Por que o mundo é tão injusto?
Por que tanto sofrimento?
Somos quatro sofredores:
Ele porque me quer,
Eu porque te quero
E tu a padecer por ela,
Que sofre por não amar ninguém."
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Ode ao desapego
Soltar, entregar, deixar ir...
Deixar Partir, fluir.
Viver no presente
Sem o peso do passado
Sem expectativas
Saber de nossa finitude,
Saber que somos passageiros
Sem posses, sem medo, sem culpas.
"Renuncie a esta toda parte e a esta alguma coisa em troca deste lugar nenhum e deste nada"...
Deixar Partir, fluir.
Viver no presente
Sem o peso do passado
Sem expectativas
Saber de nossa finitude,
Saber que somos passageiros
Sem posses, sem medo, sem culpas.
"Renuncie a esta toda parte e a esta alguma coisa em troca deste lugar nenhum e deste nada"...
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