Finalmente o suspense termina e a história COMPLETA é postada.
Seu comentário sobre o livro será muito bem-vindo, assim como dicas de temas para as próximas aventuras.
Feliz Natal e Boa leitura!
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
ARMAGEDON CARIOCA?
Queridos amigos leitores,
Como sabem, eu moro na cidade maravilhosa, lugar onde astros e estrelas de Hollywood gostam de passear e cineastas filmam seus longas, onde o Sol e a beleza brilham em cada esquina... Junto aos giroflex sempre acesos de viaturas e ao som do espocar de fuzis e granadas... Porque hoje aqui no Rio, pistola é coisa do passado. Coquetéis Molotov e caixas e mais caixas de palitos extra-longos Fiat Lux são artigos de luxo-lixo, utilizados pelos joão-vai-com-os-outros para incendiar carros, ônibus e vans...
Eu moro num lugar razoavelmente calmo, no centro de um bairro nobre da baixada fluminense, mas nem minha linda cidadezinha, com árvores, teatro e chafariz escapou desta onda de falta do que fazer e ontem á noite presenciei uma cena que me deixou literalmente "passada", a ponto de pedir á minha mamacita para me amarrotar de volta. Porque só pode ser falta do que fazer mesmo... Terrorista que se preze explode a si mesmo, não é?
Estava eu no ponto de ônibus aguardando minha condução básica de cada dia quando vários estrondos vindos a menos de cinquenta metros de distância de onde eu estava me fizeram desligar a voz esganiçada de minha querida Avril Lavigne... Até que agora, lembrando do episódio, sinto-me obrigada admitir que a música Alice muito veio a calhar para o que se seguiu ao meu ato de prestar ateção aos sons ao meu redor... Simplesmente, os ditos cujos que citei acima metralharam uma cabine da PM, com apenas um único policial desavisado dentro com tiros de M16... Isso mesmo, meus caros leitores, a ARMA DO RAMBO!!! Em um carro roubado, óbvio... Como esses caras conseguem dirigir se eu nem consegui passar da baliza, hein?
Bom, devaneios passados sobre como sou ruim de roda á parte, voltemos para a história principal, de fazer inveja a qualquer "duro de matar" que tenha existido...
Os meliantes, vulgarmente chamados "vagabundos" pela corporação toparam com uma PATAMO da PM quando saíram do local de depois de uma leve batida num poste correram na pista em frente ao ponto em que eu estava com outros dez trabalhadores ansiosos para retornarem com vida para suas casas, atirando com o tal trabuco imenso para o céu, como se queisessem ferir os anjos... Como se fosse possível feri-los mais do que já feriram com esta maldade toda sem limites...
É isso aí, os bonecos atiraram para cima e sumiram, como se nada tivesse acontecido. A polícia foi atrás, logicamente, mas não conseguiu muito, já que para atirar, deve-se se pensar duas vezes, porque senão pode aparecer um "sujeito" - na falta de um nome mais apropriado - e ainda reclamar, citando o impopular "direitos humanos" para entrar na conversa... Esquecendo-se de que "este cara" não tem acesso á guerra... Nem está presente quando colocam fogo nos carros de TRABALHADORES e assaltam PESSOAS INOCENTES... Resumindo, esta criatura pavorosa só aparece quando o VAGABUNDO toma tiro. Chamado pelo tenebroso "sujeito", que aparece nas horas mais incovenientes possíveis...
Bom, questionando com o coitado dos meus botões, que não aguenta mais ouvir sobre tanta violência, fui dormir para trabalhar no dia seguinte. Porque minhas contas mensais não se interessam por traficantes desempregados atirando literalmente para tudo que é lado e faça chuva, sol ou cápsulas deflagradas, elas aparecem pontualmente todo quinto dia útil.
Aí, depois de passar por outra confusão básica, onde o comércio fecha as portas por ordem desses incendiários, lunaticos e despejados de seus antigos territórios hoje dominados pelos "homens de azul", consigo finalmente chegar onde trabalho e qual não é minha surpresa ao me deparar com pessoas PASSEANDO DESPREOCUPADAMENTE PELOS CORREDORES...
Se eu trabalho em outro estado?
Ah, não...
Só que lá, no Éden urbano, a onda de violência ainda não chegou... AINDA... E como não há fogo nem tiros pelas ruas, porque se preocupar com quem sofre dentro de comunidades, comendo o pão que o energúmeno amassou? Ah, os outros que se F... não é? Antes eles que eu... NEGATIVO!
A cidade é nossa e devemos zelar por ela, pouco importanto se nossa grama é mais pacífica que a sintética do vizinho. Devemos sim, manter nossas rotinas e não nos deixar dominar pelo medo, muito menos nos sentir reféns das trevas, mas daí a ignorar o problema simplesmente porque ele não nos diz respeito já é demais! É hora de unir forças e denunciar o vizinho que lucra traficando armas, cheio de dinheiro numa cobertura de meio milhão de Reais e um quilo de ouro no pescoço ao lado, enquanto o Bob Esponja que ateia fogo vai para o presidío de segurança máxima... Não é apenas esse Nemo que devemos punir por fazer "caca" e sim, a "Grande Gárgula", que se alimenta das carcaças deixadas para trás.
Saia de cima do muro e escolha seu lado neste armagedon. Jedi ou Sith?
Não importa. É sempre a gente que paga a conta no fim da festa.
Como sabem, eu moro na cidade maravilhosa, lugar onde astros e estrelas de Hollywood gostam de passear e cineastas filmam seus longas, onde o Sol e a beleza brilham em cada esquina... Junto aos giroflex sempre acesos de viaturas e ao som do espocar de fuzis e granadas... Porque hoje aqui no Rio, pistola é coisa do passado. Coquetéis Molotov e caixas e mais caixas de palitos extra-longos Fiat Lux são artigos de luxo-lixo, utilizados pelos joão-vai-com-os-outros para incendiar carros, ônibus e vans...
Eu moro num lugar razoavelmente calmo, no centro de um bairro nobre da baixada fluminense, mas nem minha linda cidadezinha, com árvores, teatro e chafariz escapou desta onda de falta do que fazer e ontem á noite presenciei uma cena que me deixou literalmente "passada", a ponto de pedir á minha mamacita para me amarrotar de volta. Porque só pode ser falta do que fazer mesmo... Terrorista que se preze explode a si mesmo, não é?
Estava eu no ponto de ônibus aguardando minha condução básica de cada dia quando vários estrondos vindos a menos de cinquenta metros de distância de onde eu estava me fizeram desligar a voz esganiçada de minha querida Avril Lavigne... Até que agora, lembrando do episódio, sinto-me obrigada admitir que a música Alice muito veio a calhar para o que se seguiu ao meu ato de prestar ateção aos sons ao meu redor... Simplesmente, os ditos cujos que citei acima metralharam uma cabine da PM, com apenas um único policial desavisado dentro com tiros de M16... Isso mesmo, meus caros leitores, a ARMA DO RAMBO!!! Em um carro roubado, óbvio... Como esses caras conseguem dirigir se eu nem consegui passar da baliza, hein?
Bom, devaneios passados sobre como sou ruim de roda á parte, voltemos para a história principal, de fazer inveja a qualquer "duro de matar" que tenha existido...
Os meliantes, vulgarmente chamados "vagabundos" pela corporação toparam com uma PATAMO da PM quando saíram do local de depois de uma leve batida num poste correram na pista em frente ao ponto em que eu estava com outros dez trabalhadores ansiosos para retornarem com vida para suas casas, atirando com o tal trabuco imenso para o céu, como se queisessem ferir os anjos... Como se fosse possível feri-los mais do que já feriram com esta maldade toda sem limites...
É isso aí, os bonecos atiraram para cima e sumiram, como se nada tivesse acontecido. A polícia foi atrás, logicamente, mas não conseguiu muito, já que para atirar, deve-se se pensar duas vezes, porque senão pode aparecer um "sujeito" - na falta de um nome mais apropriado - e ainda reclamar, citando o impopular "direitos humanos" para entrar na conversa... Esquecendo-se de que "este cara" não tem acesso á guerra... Nem está presente quando colocam fogo nos carros de TRABALHADORES e assaltam PESSOAS INOCENTES... Resumindo, esta criatura pavorosa só aparece quando o VAGABUNDO toma tiro. Chamado pelo tenebroso "sujeito", que aparece nas horas mais incovenientes possíveis...
Bom, questionando com o coitado dos meus botões, que não aguenta mais ouvir sobre tanta violência, fui dormir para trabalhar no dia seguinte. Porque minhas contas mensais não se interessam por traficantes desempregados atirando literalmente para tudo que é lado e faça chuva, sol ou cápsulas deflagradas, elas aparecem pontualmente todo quinto dia útil.
Aí, depois de passar por outra confusão básica, onde o comércio fecha as portas por ordem desses incendiários, lunaticos e despejados de seus antigos territórios hoje dominados pelos "homens de azul", consigo finalmente chegar onde trabalho e qual não é minha surpresa ao me deparar com pessoas PASSEANDO DESPREOCUPADAMENTE PELOS CORREDORES...
Se eu trabalho em outro estado?
Ah, não...
Só que lá, no Éden urbano, a onda de violência ainda não chegou... AINDA... E como não há fogo nem tiros pelas ruas, porque se preocupar com quem sofre dentro de comunidades, comendo o pão que o energúmeno amassou? Ah, os outros que se F... não é? Antes eles que eu... NEGATIVO!
A cidade é nossa e devemos zelar por ela, pouco importanto se nossa grama é mais pacífica que a sintética do vizinho. Devemos sim, manter nossas rotinas e não nos deixar dominar pelo medo, muito menos nos sentir reféns das trevas, mas daí a ignorar o problema simplesmente porque ele não nos diz respeito já é demais! É hora de unir forças e denunciar o vizinho que lucra traficando armas, cheio de dinheiro numa cobertura de meio milhão de Reais e um quilo de ouro no pescoço ao lado, enquanto o Bob Esponja que ateia fogo vai para o presidío de segurança máxima... Não é apenas esse Nemo que devemos punir por fazer "caca" e sim, a "Grande Gárgula", que se alimenta das carcaças deixadas para trás.
Saia de cima do muro e escolha seu lado neste armagedon. Jedi ou Sith?
Não importa. É sempre a gente que paga a conta no fim da festa.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Quatro mulheres, um único destino Vol. I
Pessoal,
Estou em fase final do primeiro livro da série super romântica com histórias "teoricamente" curtinhas que pensei em escrever.
O engraçado, é que a primeira trama não inicia o ciclo do destino destas mulheres, porque uma delas já aparece casada e muito bem por sinal, com o irmão da heroína de OBSESSÃO, Nina Gabriel, forçada a conviver com o primo da cunhada Faruk por conta de circunstâncias adversas... Estou apaixonada pelo libanês super protetor e forte e sedutor e muitas utras "cousitas más". Espero que gostem também...
EM BREVE!
Estou em fase final do primeiro livro da série super romântica com histórias "teoricamente" curtinhas que pensei em escrever.
O engraçado, é que a primeira trama não inicia o ciclo do destino destas mulheres, porque uma delas já aparece casada e muito bem por sinal, com o irmão da heroína de OBSESSÃO, Nina Gabriel, forçada a conviver com o primo da cunhada Faruk por conta de circunstâncias adversas... Estou apaixonada pelo libanês super protetor e forte e sedutor e muitas utras "cousitas más". Espero que gostem também...
EM BREVE!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Like You - Evanescence / Tradução
Pessoal,
Meu companheiro de quatro patas pelos últimos dezesseis anos se foi e em homenagem ao meu amado felino, escolhi esta música. Que a linda melodia aqueça seu espírito imortal, onde quer que esteja. Mamacita te ama... Pra sempre.
" Fique calmo
Leve, escuro e sem sonhos,
Muito abaixo dos meus pesadelos
Eu me odeio
Por respirar sem você
Eu não quero sentir mais nada por você.
De luto por você,
Eu não estou de luto por você
Nada pode empobrecer o amor real
E embora eu possa ter perdido meu caminho
Todos caminhos me levam a você...
Eu queria ser como você
Deitar fria no chão como você.
Glória,
Barreiras entre nós
Derretam e nos deixe sozinhos novamente
Sussurrando
Assombrando em algum lugar lá fora
Eu acredito que
Nosso amor pode nos ver através da morte
Eu quero ser como você
Deitar fria no chão como você
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou sofrendo por você.
Eu estou indo por você...
Você não está sozinho
Não importa o que disseram a você
Você não está sozinho
Eu estarei ao seu lado
Para todo o sempre
Eu quero ser como você, Pompom
Repousar fria na terra como você fez
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou de luto por você.
E quando nos deitarmos numa felicidade silenciosa
Eu sei, você se lembrará de mim
Eu queria ser como você
Deitar friamente no chão como você
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou de luto por você
Eu estou indo por você "...
Meu companheiro de quatro patas pelos últimos dezesseis anos se foi e em homenagem ao meu amado felino, escolhi esta música. Que a linda melodia aqueça seu espírito imortal, onde quer que esteja. Mamacita te ama... Pra sempre.
" Fique calmo
Leve, escuro e sem sonhos,
Muito abaixo dos meus pesadelos
Eu me odeio
Por respirar sem você
Eu não quero sentir mais nada por você.
De luto por você,
Eu não estou de luto por você
Nada pode empobrecer o amor real
E embora eu possa ter perdido meu caminho
Todos caminhos me levam a você...
Eu queria ser como você
Deitar fria no chão como você.
Glória,
Barreiras entre nós
Derretam e nos deixe sozinhos novamente
Sussurrando
Assombrando em algum lugar lá fora
Eu acredito que
Nosso amor pode nos ver através da morte
Eu quero ser como você
Deitar fria no chão como você
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou sofrendo por você.
Eu estou indo por você...
Você não está sozinho
Não importa o que disseram a você
Você não está sozinho
Eu estarei ao seu lado
Para todo o sempre
Eu quero ser como você, Pompom
Repousar fria na terra como você fez
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou de luto por você.
E quando nos deitarmos numa felicidade silenciosa
Eu sei, você se lembrará de mim
Eu queria ser como você
Deitar friamente no chão como você
Há espaço aí dentro para dois
E eu não estou de luto por você
Eu estou indo por você "...
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ode ao Luto que se aproxima
Quão frágil é a vida?
Num estalar de dedos a saúde,
Num piscar de olhos, a doença com sua foice pontual.
Quando a hora chegar, não quero lamentações,
Arrependimentos ou ilusões sobre um ser melhor que se foi, deixou saudades,
Mas não fui eu.
Fui injusta, malévola, irônica e desprezível em alguma parte do camimho.
Uma criatura como tantas outras, cercada de sofrimentos e sujeira,
Soterrada no limo da vida.
Mas também fiz feliz, fui feliz e bondosa.
Em muitos momentos senti luz, mas neste mundo, há mais trevas.
E é para elas que retorno.
E será através delas que darei mais um trôpego passo em direção á claridade.
E quando a sua hora chegar, Pompom, descanse vitorioso como um lindo felino que teve sua árdua missão cumprida...
A de me fazer enxergar através de seus olhos a simplicidade e a magnitude do amor..."
Sentirei muito sua falta, meu amigo, anjo e companheiro. Que amava todas as coisas que fui e amaria as que ainda serei, se pudesse.
Num estalar de dedos a saúde,
Num piscar de olhos, a doença com sua foice pontual.
Quando a hora chegar, não quero lamentações,
Arrependimentos ou ilusões sobre um ser melhor que se foi, deixou saudades,
Mas não fui eu.
Fui injusta, malévola, irônica e desprezível em alguma parte do camimho.
Uma criatura como tantas outras, cercada de sofrimentos e sujeira,
Soterrada no limo da vida.
Mas também fiz feliz, fui feliz e bondosa.
Em muitos momentos senti luz, mas neste mundo, há mais trevas.
E é para elas que retorno.
E será através delas que darei mais um trôpego passo em direção á claridade.
E quando a sua hora chegar, Pompom, descanse vitorioso como um lindo felino que teve sua árdua missão cumprida...
A de me fazer enxergar através de seus olhos a simplicidade e a magnitude do amor..."
Sentirei muito sua falta, meu amigo, anjo e companheiro. Que amava todas as coisas que fui e amaria as que ainda serei, se pudesse.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Mistérios do Prazer Lynne Graham
Pessoal,
Como já devem ter notado, ando meio sem inspiração... Estou com três obras quentes e interessantes congeladas no computador por um breve - espero do fundo de meu coração que seja mesmo breve - bloqueio no desenrolar das tramas... Em um, tenho 93 páginas explosivas, que aguradam ansiosamente minha volta ao dedilhar "madrugal" frenético, em outro, 67 páginas do que poderia ser bem interessante, se não fosse meu "pequeno/grande" atual problema com dedos suspensos no teclado e uma singela de 44 folhas bem traçadas... E inacabadas linhas.
Enfim, em meio á este vendaval ou DESERTO de palavras melhor dizendo, estou tentando relaxar minha mente com leituras diárias. Algumas leves, outras nem tanto, afinal de contas, mesmo que o danado do cérebro esteja exigindo férias, descanso bimestral ou repouso sei lá do quê, ainda preciso mantê-lo na linha e mostrar quem manda... Então, entre "livros de ouro de mitologias, civilização egípicia e mistérios da humaninade", muitas obras de banca têm passado pelas minhas mãos.
A desta vez, que me deixou bem ansiosa foi Mistérios do Prazer , escrita por Lynne Graham e sem medo de parecer uma idiota romântica, posso afirmar que me arrancou muitos suspiros...
Angelo é prepotente, frio e calculista... Mas direto e decidido. Quiçá, todos os homens fossem como ele...
Leitura boa, com muitos sobressaltos e surpresas. Ver o mocinho relutante se render ao poder do amor foi uma experiência esclarecedora para mim. E se inveja matasse, a mocinha estaria morta e enterrada e eu vivinha da Silva, desfrutando do garanhão italiano.
***** Estrelas.
Como já devem ter notado, ando meio sem inspiração... Estou com três obras quentes e interessantes congeladas no computador por um breve - espero do fundo de meu coração que seja mesmo breve - bloqueio no desenrolar das tramas... Em um, tenho 93 páginas explosivas, que aguradam ansiosamente minha volta ao dedilhar "madrugal" frenético, em outro, 67 páginas do que poderia ser bem interessante, se não fosse meu "pequeno/grande" atual problema com dedos suspensos no teclado e uma singela de 44 folhas bem traçadas... E inacabadas linhas.
Enfim, em meio á este vendaval ou DESERTO de palavras melhor dizendo, estou tentando relaxar minha mente com leituras diárias. Algumas leves, outras nem tanto, afinal de contas, mesmo que o danado do cérebro esteja exigindo férias, descanso bimestral ou repouso sei lá do quê, ainda preciso mantê-lo na linha e mostrar quem manda... Então, entre "livros de ouro de mitologias, civilização egípicia e mistérios da humaninade", muitas obras de banca têm passado pelas minhas mãos.
A desta vez, que me deixou bem ansiosa foi Mistérios do Prazer , escrita por Lynne Graham e sem medo de parecer uma idiota romântica, posso afirmar que me arrancou muitos suspiros...
Angelo é prepotente, frio e calculista... Mas direto e decidido. Quiçá, todos os homens fossem como ele...
Leitura boa, com muitos sobressaltos e surpresas. Ver o mocinho relutante se render ao poder do amor foi uma experiência esclarecedora para mim. E se inveja matasse, a mocinha estaria morta e enterrada e eu vivinha da Silva, desfrutando do garanhão italiano.
***** Estrelas.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Feira da semana
Hoje reiniciei minhas aulas do curso de inglês, mas como ainda não saiu minha transferência de unidade, saí mais cedo e decidi caminhar pela pracinha do centro da cidade onde moro a fim de protelar minha ida para o trabalho, pois ainda estava muito cedo... Qual não foi minha surpresa - agradabilíssima por sinal, - ao vislumbrar não uma, não duas, nem três, mas váaaarias barraquinhas de livros e mais livros e mais livros usados... E a preços mais surpreendentes que ver em meio ao disputadíssimo espaço da praça, obras de autores magníficos, que independente da grandiosidade ou repercussão da obra, deixaram um pedacinho de si ou de outros, no caso dos psicografados. Transformando pensamentos e imaginações em folhas e mais folhas que nós ávidos leitores, devoramos sem piscar... Um verdadeiro mar de legados grandes, médios e pequenos, para estudiosos ou curiosos, aprendizes ou magistrados... Enfim, fascinada com a visão multicolorida de capas e mais capas, perdi a noção de tempo e espaço em meio áquele verdadeiro santuário de literatura...
Exageros á parte, vocês hão de me perdoar, já que neste aspecto de bienais e feras livres sou meio "capiau", esbaldei-me e li muitas resenhas e sinopses.
Nesta primeira incursão, escolhi três obras que me chamaram atenção e no longo caminho para o trabalho, li um livro muito fofo, da Sandra Marton que eu já havia lido há muitos anos atrás. Foi muito bem reler NADA SERÁ COMO ANTES. Aliás, tem duas histórias desta mesma autora no livro, de dois de quatro irmãos. Será que consigo achar alguma história sobre Cade e Kyra?
Bom, Grant e Zach, os irmãos rebeldes narrados deliciosamente pela autora, não deixaram a desejar... Seria maravilhoso reunir a família de irmãos mal-amados pelos laços do amor... Intepestuosamente imprevisível, é claro. Se com Grant e Zach foi um furdunço só, imaginem os outros dois que ficaram para trás?
Vale a pena dar uma folheada. Ah, a história seguida é LENÇOS DE CETIM.
Boa leitura e divirtam-se com os diálogos engraçados e dinâmicos que recheiam a história de brigas calientes e discussões previamente perdidas.
Até a próxima "garimpada".
Exageros á parte, vocês hão de me perdoar, já que neste aspecto de bienais e feras livres sou meio "capiau", esbaldei-me e li muitas resenhas e sinopses.
Nesta primeira incursão, escolhi três obras que me chamaram atenção e no longo caminho para o trabalho, li um livro muito fofo, da Sandra Marton que eu já havia lido há muitos anos atrás. Foi muito bem reler NADA SERÁ COMO ANTES. Aliás, tem duas histórias desta mesma autora no livro, de dois de quatro irmãos. Será que consigo achar alguma história sobre Cade e Kyra?
Bom, Grant e Zach, os irmãos rebeldes narrados deliciosamente pela autora, não deixaram a desejar... Seria maravilhoso reunir a família de irmãos mal-amados pelos laços do amor... Intepestuosamente imprevisível, é claro. Se com Grant e Zach foi um furdunço só, imaginem os outros dois que ficaram para trás?
Vale a pena dar uma folheada. Ah, a história seguida é LENÇOS DE CETIM.
Boa leitura e divirtam-se com os diálogos engraçados e dinâmicos que recheiam a história de brigas calientes e discussões previamente perdidas.
Até a próxima "garimpada".
terça-feira, 13 de julho de 2010
Self Service
Pessoal,
Na última postagem, escrevi sobre a possibilidade concreta de escrever contos para entreter nossas manhãs, tardes, noites ou madrugadas... Acontece que em minha imaginação 220v, muitas histórias foram iniciadas, entre elas uma série interessante que entitulei "Quatro mulheres, um único destino", onde quis trazer um pouco do cotidiano para as páginas cibernéticas de meus e-books, desviando de temas que costumo abordar em meus outros livros. Quem me acompanha, saberá ao que me refiro.
Então, esbarrando na busca pelo melhor assunto, encontrei a inspiração self-service, que nada mais é que um bufê temático, onde vocês, queridos leitores, escolherão o que ler nos próximos contos postados a fim de satisfazer seus apetites intelectuais. Lembrando, é claro que sou uma simples criatura sem pretensão nenhuma além de aquecer um pouco mais os corações - ou aguçar mentes - que como as minhas, necessitam de um pouco de magia e distração enquanto recarregam suas baterias internas para enfrentar as batalhas diárias da vida.
Portanto, sirvam-se e escolham o "cardápio" que mais apetece e deixem suas sugestões.
Até breve.
Na última postagem, escrevi sobre a possibilidade concreta de escrever contos para entreter nossas manhãs, tardes, noites ou madrugadas... Acontece que em minha imaginação 220v, muitas histórias foram iniciadas, entre elas uma série interessante que entitulei "Quatro mulheres, um único destino", onde quis trazer um pouco do cotidiano para as páginas cibernéticas de meus e-books, desviando de temas que costumo abordar em meus outros livros. Quem me acompanha, saberá ao que me refiro.
Então, esbarrando na busca pelo melhor assunto, encontrei a inspiração self-service, que nada mais é que um bufê temático, onde vocês, queridos leitores, escolherão o que ler nos próximos contos postados a fim de satisfazer seus apetites intelectuais. Lembrando, é claro que sou uma simples criatura sem pretensão nenhuma além de aquecer um pouco mais os corações - ou aguçar mentes - que como as minhas, necessitam de um pouco de magia e distração enquanto recarregam suas baterias internas para enfrentar as batalhas diárias da vida.
Portanto, sirvam-se e escolham o "cardápio" que mais apetece e deixem suas sugestões.
Até breve.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
O encanto de um conto...
Era uma vez...
Quantas vezes não esperamos tão ansiosamente para ouvir esta célebre frase no fim de cada dia em nossas infâncias?
Mas acontece que hoje, esta infância acabou... Você já não é mais aquela criança inocente á espera de uma boa noite de sonhos igualmente inocentes ao fim da cada conto narrado...
Com amor, dor, enfado... Pela mãe, irmã, avó...
Não importa de que lábios soaram histórias desse mundo paralelo, ansiado tão desesperadamente, muito menos a entonação do era uma vez em seus pequeninos ouvidos... Aquele conto nunca se apagará da lembrança... Nem deixará seu coração.
Pensando nesta fase tão pura da vida de cada um de nós, estarei postando breves relatos, pequenas histórias, curtos romances... Na esperança de acalentar corações, que como o meu, sofrem desta nostalgia sem fim...
E que venham todos os "Era uma vez..." que a vida nos der...
Aguardem!
Quantas vezes não esperamos tão ansiosamente para ouvir esta célebre frase no fim de cada dia em nossas infâncias?
Mas acontece que hoje, esta infância acabou... Você já não é mais aquela criança inocente á espera de uma boa noite de sonhos igualmente inocentes ao fim da cada conto narrado...
Com amor, dor, enfado... Pela mãe, irmã, avó...
Não importa de que lábios soaram histórias desse mundo paralelo, ansiado tão desesperadamente, muito menos a entonação do era uma vez em seus pequeninos ouvidos... Aquele conto nunca se apagará da lembrança... Nem deixará seu coração.
Pensando nesta fase tão pura da vida de cada um de nós, estarei postando breves relatos, pequenas histórias, curtos romances... Na esperança de acalentar corações, que como o meu, sofrem desta nostalgia sem fim...
E que venham todos os "Era uma vez..." que a vida nos der...
Aguardem!
domingo, 23 de maio de 2010
Sobre a coragem...
Li recentemente um texto muito interessante de Paulo Coelho sobre a coragem e gostaria de dividí-la com todos, que como eu, neste exato momento da vida, precisam "relembrar" os preceitos desta palavra tão simples e poética, capaz de arrastar multidões para teatros, cinemas e livrarias em busca de feitos heróicos e é claro, corajosos que marcam época...
Seu feito de coragem, se já ocorreu ou ainda há de acontecer, não precisa ser tão notória quanto a dos deuses do Olimpo ou como a nova tendência titãnica atual, mas coragem é coragem... E independente do momento pelo qual ela seja evocada, use-a sem moderação... Mas não busque do lado de fora algo que está intrísseco dentro de você.
Boa leitura.
CORAGEM
Se o que você está percorrendo é o caminho dos seus verdadeiros sonhos,
comprometa-se com ele.
Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria".
Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota.
Assuma o seu caminho, mesmo que precise dar passos incertos, mesmo que saiba que pode fazer melhor o que está fazendo.
Se você aceitar suas possibilidades no presente, vai melhorar no futuro, mas se negar suas limitações, jamais se verá livre delas.
Enfrente seu caminho com coragem, não tenha medo da crítica dos outros.
E, sobretudo, não se deixe paralisar por sua própria crítica.
Deus estará sempre com você nas noites insones, e enxugará com seu amor
as lágrimas ocultas.
Deus é o Deus dos valentes.
Seu feito de coragem, se já ocorreu ou ainda há de acontecer, não precisa ser tão notória quanto a dos deuses do Olimpo ou como a nova tendência titãnica atual, mas coragem é coragem... E independente do momento pelo qual ela seja evocada, use-a sem moderação... Mas não busque do lado de fora algo que está intrísseco dentro de você.
Boa leitura.
CORAGEM
Se o que você está percorrendo é o caminho dos seus verdadeiros sonhos,
comprometa-se com ele.
Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria".
Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota.
Assuma o seu caminho, mesmo que precise dar passos incertos, mesmo que saiba que pode fazer melhor o que está fazendo.
Se você aceitar suas possibilidades no presente, vai melhorar no futuro, mas se negar suas limitações, jamais se verá livre delas.
Enfrente seu caminho com coragem, não tenha medo da crítica dos outros.
E, sobretudo, não se deixe paralisar por sua própria crítica.
Deus estará sempre com você nas noites insones, e enxugará com seu amor
as lágrimas ocultas.
Deus é o Deus dos valentes.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Substitutos
Há poucos dias, vi o filme "Substitutos", estrelado pelo ator Bruce Willis...
O que me fez viajar na história e trazê-la para nosso cotidiano atual... A moral do filme é realmente forte, para fazer pensar...
Imaginar um mundo onde o calor humano, as emoções imprevisíveis que nos diferem um dos outros, as milhões de expressões faciais, as carícias, o acelerar do coração numa corrida e até mesmo a dor, fossem instintas... Onde todas as vidas fossem controladas por controle remoto...
Imagine fazer amor sem sentir prazer, trair sem se machucar, cair e não sangrar - ou até mesmo não cair -, não sentir o suor escorrer pela pele como um prêmio final pelo esforço recompensado... O choro aliviado quando tudo se resolve no fim... Ao final daquela faxina no quarto, onde uma pesada mesa de computador foi empurrada para o outro extremo do aposento pelas suas próprias mãos... Ter paredes, quadros e cadernos pintados por emoções que sua alma não expressou, ou palavras escritas num momento de inspiração espiritual, eternas e especiais, mesmo que não tenha sido mais que umas poucas linhas... Que o reportará para aquele momento, num trem veloz a caminho daquele instante, que algum substituto viverá por você...
As máquinas dominan nossas vidas hoje e devo admitir, sem sombra de dúvida, que muitas delas são indispensáveis e fundamentais para o nosso crescimento... Mas até que ponto esta febre psíquica pela comodidade é benéfica para nosso desenvolvimento?
Quão tênue é a linha que divide a busca pela modernidade da dependência fatal?
Pode alguma máquina criada pelos imperfeitos seres humanos substituir um dos dons mais preciosos que a natureza nos deu, o de sentir?
O exterminador do futuro que nos diz como caminha á humanidade hoje, que cria andróides capazes de viver as nossas vidas por nós... Mas se a lei do retorno existe, quanto essa "brincadeira" poderá nos custar num futuro próximo???
2012...
O que me fez viajar na história e trazê-la para nosso cotidiano atual... A moral do filme é realmente forte, para fazer pensar...
Imaginar um mundo onde o calor humano, as emoções imprevisíveis que nos diferem um dos outros, as milhões de expressões faciais, as carícias, o acelerar do coração numa corrida e até mesmo a dor, fossem instintas... Onde todas as vidas fossem controladas por controle remoto...
Imagine fazer amor sem sentir prazer, trair sem se machucar, cair e não sangrar - ou até mesmo não cair -, não sentir o suor escorrer pela pele como um prêmio final pelo esforço recompensado... O choro aliviado quando tudo se resolve no fim... Ao final daquela faxina no quarto, onde uma pesada mesa de computador foi empurrada para o outro extremo do aposento pelas suas próprias mãos... Ter paredes, quadros e cadernos pintados por emoções que sua alma não expressou, ou palavras escritas num momento de inspiração espiritual, eternas e especiais, mesmo que não tenha sido mais que umas poucas linhas... Que o reportará para aquele momento, num trem veloz a caminho daquele instante, que algum substituto viverá por você...
As máquinas dominan nossas vidas hoje e devo admitir, sem sombra de dúvida, que muitas delas são indispensáveis e fundamentais para o nosso crescimento... Mas até que ponto esta febre psíquica pela comodidade é benéfica para nosso desenvolvimento?
Quão tênue é a linha que divide a busca pela modernidade da dependência fatal?
Pode alguma máquina criada pelos imperfeitos seres humanos substituir um dos dons mais preciosos que a natureza nos deu, o de sentir?
O exterminador do futuro que nos diz como caminha á humanidade hoje, que cria andróides capazes de viver as nossas vidas por nós... Mas se a lei do retorno existe, quanto essa "brincadeira" poderá nos custar num futuro próximo???
2012...
domingo, 21 de março de 2010
A fragilidade da vida
A vida é extremamente frágil. E por mais que se escreva milhares de linhas citando este fato ou horas a fio descorrendo sobre esta realidade. a verdade é que nunca achamos que pode acontecer conosco. Lemos ou ouvimos, nos emocionamos e em alguns casos até passamos adiante, mas o sentido de tais recitais termina aqui.
Ontem á tarde tive uma prova cabal e irrefutável deste fato.
Minha amada mãe sofreu um AVC. Para quem não sabe exatamente o que significa a sigla, aí vai: Acidente Vascular Cerebral...
Por que o termo " acidente"?
Por ser inesperado? Por conta das oscilações na pressão arterial do corpo humano, criando uma gangorra kamikase capaz de paralisar o corpo, afetando um lado do cérebro? Sim, claro, com o vai e vem, desce e sobre, um acidente desta magnitude seria inevitável... Mas como uma ciência tão moderna como a nossa não consegue detectar?
Calma, calma, calma... Não vou acusar nem falar sobre negligência médica aqui, até porque deste assunto sei somente a parte em que a pessoa desfalece e cai toda torta, pois foi a imagem que eu gravei na mente, quando vi o ser humano que eu mais amo no mundo sofrer o tal "acidente" bem diante de meus olhos, sem cortes e sem censura.
Bom, como vocês não sabem, minha mãe já havia sofrido um desses antes, precisamente há vinte anos e na época, o tal AVC também não foi detectado a tempo... A liberaram e no meio da madrugada, deitada na cama, voilá: O danado acidente ocorreu.
Desta vez, o tempo de internação foi maior e o mais curioso é que a pressão desta vez estava cuidadosamente controlada, oscilando insignificantes casas decimais para baixo ou para cima... Ok, deveriam ter deixado minha mãe mais tempo, poderiam ter feito mais exames, poderiam...
Não, não poderiam ter feito nada e eu estava lá para testemunhar. Não houve falta de atendimento, demora ou negligência... Foi um AVC muito leve, mas como todo acidente, inevitável.
E QUAL É A MORAL DESTA HISTÓRIA? : Acidentes acontecem, provações são dadas de acordo com a cruz de cada um e o mais importante: Agradeçam e pensem no "para quê" e nunca caiam no erro da falta de fé do "por que". Acreditem ao lerem poetas, cientistas, filósofos ou leigos que como eu escrevem sobre o quão frágil é a vida. Por isso, aproveite-a da melhor maneira possível com responsabilidade, pois não sabemos exatamente o valor da dívida que haverá para pagar na próxima jornada...
Ontem á tarde tive uma prova cabal e irrefutável deste fato.
Minha amada mãe sofreu um AVC. Para quem não sabe exatamente o que significa a sigla, aí vai: Acidente Vascular Cerebral...
Por que o termo " acidente"?
Por ser inesperado? Por conta das oscilações na pressão arterial do corpo humano, criando uma gangorra kamikase capaz de paralisar o corpo, afetando um lado do cérebro? Sim, claro, com o vai e vem, desce e sobre, um acidente desta magnitude seria inevitável... Mas como uma ciência tão moderna como a nossa não consegue detectar?
Calma, calma, calma... Não vou acusar nem falar sobre negligência médica aqui, até porque deste assunto sei somente a parte em que a pessoa desfalece e cai toda torta, pois foi a imagem que eu gravei na mente, quando vi o ser humano que eu mais amo no mundo sofrer o tal "acidente" bem diante de meus olhos, sem cortes e sem censura.
Bom, como vocês não sabem, minha mãe já havia sofrido um desses antes, precisamente há vinte anos e na época, o tal AVC também não foi detectado a tempo... A liberaram e no meio da madrugada, deitada na cama, voilá: O danado acidente ocorreu.
Desta vez, o tempo de internação foi maior e o mais curioso é que a pressão desta vez estava cuidadosamente controlada, oscilando insignificantes casas decimais para baixo ou para cima... Ok, deveriam ter deixado minha mãe mais tempo, poderiam ter feito mais exames, poderiam...
Não, não poderiam ter feito nada e eu estava lá para testemunhar. Não houve falta de atendimento, demora ou negligência... Foi um AVC muito leve, mas como todo acidente, inevitável.
E QUAL É A MORAL DESTA HISTÓRIA? : Acidentes acontecem, provações são dadas de acordo com a cruz de cada um e o mais importante: Agradeçam e pensem no "para quê" e nunca caiam no erro da falta de fé do "por que". Acreditem ao lerem poetas, cientistas, filósofos ou leigos que como eu escrevem sobre o quão frágil é a vida. Por isso, aproveite-a da melhor maneira possível com responsabilidade, pois não sabemos exatamente o valor da dívida que haverá para pagar na próxima jornada...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Última prévia A escolhida - Download
Pessoal,
Esta será a últtima prévia deste livro... Estou entrando de férias e o registrarei para postá-lo por completo muito em breve...
Boa leitura!
Esta será a últtima prévia deste livro... Estou entrando de férias e o registrarei para postá-lo por completo muito em breve...
Boa leitura!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Testemunha não tão ocular...
Com o cerco cada vez mais fechado da polícia nas comunidades inibindo o livre comércio dos entorpecentes, tais como cocaína, maconha, cheirinho da Loló, maconha e até o crack, gerando uma mini-crise financeira entre as facções e queda na economia das bocas, que fecham frequentemente em baixa, a onda de assaltos no que os delinquentes chamam "asfalto" têm aumentado consideravelmente... Ônibus e casas assaltadas, prédios luxuosos saqueados, sequestros relâmpagos e assaltos á mão armada, sem considerar os já bastante altos índices de roubos de carros e furtos a pedestres, ocorrem com uma frequência cada vez maior e o cidadão carioca e me arrisco a escrever brasileiro, tenta se proteger da melhor maneira que conhece - Ou a mais "eficiente" - , o circuito interno de tv...
Há quem o coloque em casa, no ônibus, escritório e até no estabelecimento comercial...
Desafio qualquer um a passar um único dia sequer sem notar algum lugar no qual se leia: Sorria, você está sendo filmado, ou: Estabelecimento equipado com circuito interno, ou até mesmo: Identifique-se para a câmera.
Pois é, a coisa está mais negra que minha raiz... Mas até que ponto as lentes de uma câmera são a testemunha ocular imparcial de um crime?
Veja bem, eu acho a idéia o máximo, temos que tentar todas as opções disponíveis no mercado que nosso dinheiro possa comprar, é claro. Nossa sensação de segurança não tem preço, óbvio, mas... Uma máquina pode REALMENTE captar TODOS os lados da questão?
Não estou tentando dar uma de advogada do caolha, longe de mim, mas esta semana, no shopping onde eu trabalho aconteceu uma situação bem interessante, que me fez pensar sobre o que escrevo agora...
Um loja que não citarei, coitadas das fofoletes, foi assaltada. O meliante entrou pela porta da frente, mostrou a arma disfarçadamente para não chamar atenção e "gentilmente" solicitou á vendedora que enchesse sua mochila com os apetrechos - e que apetrechos- que a loja vendia... Pois bem. Com uma arma carregada por um ser humano que profissionalizou-se em arrumar dinheiro, seja lá de que forma e a que limite for, a meninha rapidamente executou a "solicitação". Cinco minutos depois, o mocinho - se é que posso chamá-lo assim, pois não sei de suas preferências pessoais- , saiu caminhando em direção ao veículo que o aguardava. Provavelmente roubado de algum desavisado...
Dias depois, o depoimento dado pelas câmeras robóticas do avançado circuito que o estabelecimento mantinha, foi claro e objetivo: A MOCINHA ENCURRALADA PELA PISTOLA QUE SÓ ELA VIU FOI A RESPONSÁVEL PELO CRIME!
COMO???
Você deve estar se perguntando...
EU RESPONDO:
A bendita lente mecânica captou a loja vazia, a ausência do segurança, e somente a amedrontada funcionária a encher a mochila para o impassível "cliente"...
E DE QUEM É A CULPA?
1º.: Do segurança que não apareceu para dar um tchau para a câmera, já que provavelmente estava rendido pelo comparsa?
2º.:Do segurança do shopping, que deveria ter atirado no moço e nos traseuntes que passavam pelo corredor na hora do ocorrido?
3º.: Da polícia, que só fez figuração neste início de narrativa, porque estava ocupada demais com seu efetivo defasado tentando inibir o tráfico nas comunidades que são habitadas por muitos trabalhadores, que precisam tanto quanto nós, habitantes do "asfalto" de proteção?
4º.: Da vendedora, que ao invés de escolher levar um tiro decidiu cooperar por livre e espontânea pressão com o bandido?
Façam suas apostas, pois no final das contas, VOCÊ DECIDE...
MORAL DA HISTÓRIA: Não existe criminoso, você é quem gravou pouco...
Há quem o coloque em casa, no ônibus, escritório e até no estabelecimento comercial...
Desafio qualquer um a passar um único dia sequer sem notar algum lugar no qual se leia: Sorria, você está sendo filmado, ou: Estabelecimento equipado com circuito interno, ou até mesmo: Identifique-se para a câmera.
Pois é, a coisa está mais negra que minha raiz... Mas até que ponto as lentes de uma câmera são a testemunha ocular imparcial de um crime?
Veja bem, eu acho a idéia o máximo, temos que tentar todas as opções disponíveis no mercado que nosso dinheiro possa comprar, é claro. Nossa sensação de segurança não tem preço, óbvio, mas... Uma máquina pode REALMENTE captar TODOS os lados da questão?
Não estou tentando dar uma de advogada do caolha, longe de mim, mas esta semana, no shopping onde eu trabalho aconteceu uma situação bem interessante, que me fez pensar sobre o que escrevo agora...
Um loja que não citarei, coitadas das fofoletes, foi assaltada. O meliante entrou pela porta da frente, mostrou a arma disfarçadamente para não chamar atenção e "gentilmente" solicitou á vendedora que enchesse sua mochila com os apetrechos - e que apetrechos- que a loja vendia... Pois bem. Com uma arma carregada por um ser humano que profissionalizou-se em arrumar dinheiro, seja lá de que forma e a que limite for, a meninha rapidamente executou a "solicitação". Cinco minutos depois, o mocinho - se é que posso chamá-lo assim, pois não sei de suas preferências pessoais- , saiu caminhando em direção ao veículo que o aguardava. Provavelmente roubado de algum desavisado...
Dias depois, o depoimento dado pelas câmeras robóticas do avançado circuito que o estabelecimento mantinha, foi claro e objetivo: A MOCINHA ENCURRALADA PELA PISTOLA QUE SÓ ELA VIU FOI A RESPONSÁVEL PELO CRIME!
COMO???
Você deve estar se perguntando...
EU RESPONDO:
A bendita lente mecânica captou a loja vazia, a ausência do segurança, e somente a amedrontada funcionária a encher a mochila para o impassível "cliente"...
E DE QUEM É A CULPA?
1º.: Do segurança que não apareceu para dar um tchau para a câmera, já que provavelmente estava rendido pelo comparsa?
2º.:Do segurança do shopping, que deveria ter atirado no moço e nos traseuntes que passavam pelo corredor na hora do ocorrido?
3º.: Da polícia, que só fez figuração neste início de narrativa, porque estava ocupada demais com seu efetivo defasado tentando inibir o tráfico nas comunidades que são habitadas por muitos trabalhadores, que precisam tanto quanto nós, habitantes do "asfalto" de proteção?
4º.: Da vendedora, que ao invés de escolher levar um tiro decidiu cooperar por livre e espontânea pressão com o bandido?
Façam suas apostas, pois no final das contas, VOCÊ DECIDE...
MORAL DA HISTÓRIA: Não existe criminoso, você é quem gravou pouco...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
A magia do improviso
Ah, o improviso...
Inconsequente, mexe com a gente, estimula a mente e acontece inesperadamente...
Rimas á parte, aconteceu recentemente uma dessas situações de improviso com uma colega de trabalho minha, que creio ilustrar satisfatóriamente minha idéia do que o bom - Nem tão bom ás vezes - e velho improviso pode salvar nossa pele, ou no caso específico em questão, a noite da minha coleguinha...
Estava ela, ansiosa pela sua noite de sexta, onde uma cantora em ascenção se apresentaria num clube aqui do Rio, quando a faxina de São Pedro atrapalhou seus planos... Indignada, - Não com o guardião dos portões do Céu, afinal ela sabe que Sexta-feira é dia de limpeza e ultimamente muita água cai lá de cima - e sim com suas colegas que furaram o programa, resolveu aninhar-se em sua estreita caminha e rezar que a luz não acabasse para terminar sua tão sonhada madrugada assistindo ao menos um filme mal dublado e repletos de comerciais. (Não sei se ela tem TV a cabo). Um outro colega com o qual ela havia combinado de encontrar no tal show, comete a infelicidade de ligar para saber o motivo de seu atraso. Consternada, por estar presa entre quatro paredes, ouvindo ecos do que parecia ser uma festa bombada, desligou. Mas a vontade de ver de perto dua cantora favorita do momento, a fez discar desesperadamente para alguém, qualquer colega que lhe desse o incentivo microscópico que fosse, para que a tal magia que estou tentando descrever nas mal traçadas linhas (que frase piegas) acontecesse...
Tomou um banho de Xaco-xaco e enfiou-se num táxi, contando a duras penas o rico dinheirinho de seu adiantamento. No meio do caminho, uma outra ligação frenética a fez praticamente avançar no taxista, achando que as esburacadas ruas de nossa cidade maravilhosa fossem pistas de fórmula 1... É claro que dentro de todo motorista existe um Rubinho, ou qualquer outro e o moço não se fez de rogado... Vinte minutos depois, uma ofegante mocinha, com a saia esvoaçante, chegou junto á bilheteria, com o dinheiro contado da entrada amassado na mão... Mas chegou tarde demais. Os portões ja haviam sido fechados, os bilheteiros haviam sumido, o taxista havia voltado em busca de outras corridas e nossa colega viu-se só, á beira de um ataque de nervos.
O colega de alma caridosa, percebendo o desespero da amiga, apelou para a magia do improviso, que no fim das contas não havia se evaporado... Simulou um ataque de histeria e praticamente fez um dos produtores do evento de refém, conseguindo salvar a noite, ou o que restava da madrugada já que o show já havia começado a um tempo, de nossa amiga, que enfim realizou o sonhe de poder ver de perto sua cantora e ter seu autógrafo num pedaço de guardanapo usado. (Entrando sorrateiramente pelos fundos...)
MORAL DA HISTÓRIA: Mai vale um amigo que improvisa nas mãos, do que duas amigas que furam o encontro voando...
Inconsequente, mexe com a gente, estimula a mente e acontece inesperadamente...
Rimas á parte, aconteceu recentemente uma dessas situações de improviso com uma colega de trabalho minha, que creio ilustrar satisfatóriamente minha idéia do que o bom - Nem tão bom ás vezes - e velho improviso pode salvar nossa pele, ou no caso específico em questão, a noite da minha coleguinha...
Estava ela, ansiosa pela sua noite de sexta, onde uma cantora em ascenção se apresentaria num clube aqui do Rio, quando a faxina de São Pedro atrapalhou seus planos... Indignada, - Não com o guardião dos portões do Céu, afinal ela sabe que Sexta-feira é dia de limpeza e ultimamente muita água cai lá de cima - e sim com suas colegas que furaram o programa, resolveu aninhar-se em sua estreita caminha e rezar que a luz não acabasse para terminar sua tão sonhada madrugada assistindo ao menos um filme mal dublado e repletos de comerciais. (Não sei se ela tem TV a cabo). Um outro colega com o qual ela havia combinado de encontrar no tal show, comete a infelicidade de ligar para saber o motivo de seu atraso. Consternada, por estar presa entre quatro paredes, ouvindo ecos do que parecia ser uma festa bombada, desligou. Mas a vontade de ver de perto dua cantora favorita do momento, a fez discar desesperadamente para alguém, qualquer colega que lhe desse o incentivo microscópico que fosse, para que a tal magia que estou tentando descrever nas mal traçadas linhas (que frase piegas) acontecesse...
Tomou um banho de Xaco-xaco e enfiou-se num táxi, contando a duras penas o rico dinheirinho de seu adiantamento. No meio do caminho, uma outra ligação frenética a fez praticamente avançar no taxista, achando que as esburacadas ruas de nossa cidade maravilhosa fossem pistas de fórmula 1... É claro que dentro de todo motorista existe um Rubinho, ou qualquer outro e o moço não se fez de rogado... Vinte minutos depois, uma ofegante mocinha, com a saia esvoaçante, chegou junto á bilheteria, com o dinheiro contado da entrada amassado na mão... Mas chegou tarde demais. Os portões ja haviam sido fechados, os bilheteiros haviam sumido, o taxista havia voltado em busca de outras corridas e nossa colega viu-se só, á beira de um ataque de nervos.
O colega de alma caridosa, percebendo o desespero da amiga, apelou para a magia do improviso, que no fim das contas não havia se evaporado... Simulou um ataque de histeria e praticamente fez um dos produtores do evento de refém, conseguindo salvar a noite, ou o que restava da madrugada já que o show já havia começado a um tempo, de nossa amiga, que enfim realizou o sonhe de poder ver de perto sua cantora e ter seu autógrafo num pedaço de guardanapo usado. (Entrando sorrateiramente pelos fundos...)
MORAL DA HISTÓRIA: Mai vale um amigo que improvisa nas mãos, do que duas amigas que furam o encontro voando...
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