Ahá! Te peguei! Não é analogia á música do Legião Urbana... É apenas um leve plágio de título, mas o assunto é outro...
Eu poderia ter colocado "as muitas facetas de nós mesmos" ou "os muito que habitam em nós", mas ficaria meio mórbido e extenso, então resumi, porque "mais do mesmo" é exatamente sobre o quero escrever.
Somos um único ser com uma alma, certo? Até aí, nada novo... Você pode ser rabujento, chato, ciumento, sisudo, crítico e irônico e de repente ser descrito por alguém que você tenha conhecido como charmoso, inteligente, interessante, bem humorado, liberal ou até mesmo por uma outra pessoa como carinhoso, amoroso e apaixonado... Que confusão arrusmastes hein? Quem é você afinal?
Era nesse ponto que eu queria chegar... Ninguém além de VOCÊ sabe quem realmente habita por baixo desta "roupagem física". O ser humano no geral é flexível, adaptável e quando nos convém somos o que quisermos (Ou o que a pessoa que queremos conquistar - ou repelir - espera de nós). Por aí mesmo... Quem nunca foi chamado de frio e calculista por um e depois de meloso até demais por outro? E o que isso nos transforma? Em falsos, fingidos, dissimulados, manipuladores e metamorfos? Mas é claro que não! Somos apenas o produto de uma determinada interpretação inerente a nossas pretenções, ou nos transformamos em tal a fim de nos adaptarmos a certas personalidades que esbarram com a nossa no caminho e o resultado desta miscelânea pode sair completamente oposto ao que somos por dentro. E nem adianta desviar os olhos do post, a culpa é nossa mesmo. Inconscientemente ou não.
Eu já fui santa para alguns e pecadora para outros, fui burra para uns e inteligente mais adiante, deixei que me pisassem e pisei, dancei conforme o ritmo que cada pessoa que me interessava - ou não - me impôs e isso apenas me transformou numa eclética "dançarina" da vida. Junto a isto, obviamente nossa faceta "original" vai descortirnar-se em algum momento, mas até esse dia chegar, ao longo do percurso, ela sofrerá "adaptações" necessárias para sobrevivermos neste habitat nada natural criados por nossas próprias expectativas. Essa selva chama-se sociedade meus queridos, e o modo que nós, animais racionais reagimos a ela é este. Não importa como ou com quem nos relacionamos, a projeção de nossas múltiplas facetas se manifesta naturalmente, á medida que a necessidade surge. Não é uma questão de opinião, sexo ou classe social. É questão de raça, a NOSSA raça e são estas metamorfoses que tornam qualquer julgamento externo feito para nós e por nós tão injusto e incoerente.
Não importa a maneira que somos vistos pelo mundo e sim as circunstâncias que nos levaram a ser (ou estar) como somos, já que a lição final está clara em nossos corações: NUNCA SE ESQUEÇA DE QUEM REALMENTE É.
Priorize esta lição... É indispensável relembrá-la ao longo da vida.
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
What you want Evanescence - DOWNLOAD
A música nova do Evanescence não deveria se chamar "what you want" e sim "Ode á consciência".
Por quê???
Baixe a letra traduzida acima e veja a si mesmo refletido pelo espelho talentoso de Amy Lee. Como não poderia ser diferente, ela arrasou de novo depois de um bom tempo sem novidades, já que é a única integrante da banda original que ainda resta. Os outros são novos, mas promissores...
Comentários musicais á parte, creio que mesmo quem não aprecie o estilo gótico-levemente depressivo das melodias, já ouviu em algum momento - e tenho certeza que se identificou com ao menos uma das letras - uma música do Evanescence, interpretada pela voz inconfundível de uma mulher de beleza incomum e sombria que transpira talento.
Ok, eu confesso. Gosto muito dela e me identifico com muitas letras, mas vocês sabem disso não? Estou sempre aflorando meu lado "negro" por aqui. rs
Apesar da sutileza na analogia da letra, não consigo enxergar outro alvo além daquela voz dentro de nós que sussurra sentenças curtas, diretas e muitas vezes cruéis - a verdade não é nenhuma borboletinha colorida, não é? - quando fazemos algo, mesmo e principalmente apesar de ter ouvido claramente a ordem sucinta desta "voz do além" chamada consciência. E o mais impressinante é que diferente de uma amiga mais objetiva, esta voz nào nos sussurra "eu avisei" com sarcasmo no fim de tudo, quando a M... (MELECA) está feita e circo armado. Ela apenas nos pede para lembrarmos quem somos e guia-nos gentilmente pelo caminho de volta a nosso centro a fim de clarearmos as idéias e o mais irônico disso tudo é que apesar de ela estar sempre ali por nós e "para nós", definitivamente, a consciência é a ÚNICA coisa que não podemos controlar.
Dê uma olhada na letra e me corrija se estiver errada... Se não estiver... Bom, desejo-te boa sorte em sua "viagem ao centro da dita cuja".
Por quê???
Baixe a letra traduzida acima e veja a si mesmo refletido pelo espelho talentoso de Amy Lee. Como não poderia ser diferente, ela arrasou de novo depois de um bom tempo sem novidades, já que é a única integrante da banda original que ainda resta. Os outros são novos, mas promissores...
Comentários musicais á parte, creio que mesmo quem não aprecie o estilo gótico-levemente depressivo das melodias, já ouviu em algum momento - e tenho certeza que se identificou com ao menos uma das letras - uma música do Evanescence, interpretada pela voz inconfundível de uma mulher de beleza incomum e sombria que transpira talento.
Ok, eu confesso. Gosto muito dela e me identifico com muitas letras, mas vocês sabem disso não? Estou sempre aflorando meu lado "negro" por aqui. rs
Apesar da sutileza na analogia da letra, não consigo enxergar outro alvo além daquela voz dentro de nós que sussurra sentenças curtas, diretas e muitas vezes cruéis - a verdade não é nenhuma borboletinha colorida, não é? - quando fazemos algo, mesmo e principalmente apesar de ter ouvido claramente a ordem sucinta desta "voz do além" chamada consciência. E o mais impressinante é que diferente de uma amiga mais objetiva, esta voz nào nos sussurra "eu avisei" com sarcasmo no fim de tudo, quando a M... (MELECA) está feita e circo armado. Ela apenas nos pede para lembrarmos quem somos e guia-nos gentilmente pelo caminho de volta a nosso centro a fim de clarearmos as idéias e o mais irônico disso tudo é que apesar de ela estar sempre ali por nós e "para nós", definitivamente, a consciência é a ÚNICA coisa que não podemos controlar.
Dê uma olhada na letra e me corrija se estiver errada... Se não estiver... Bom, desejo-te boa sorte em sua "viagem ao centro da dita cuja".
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Atração ardente Kate Hardy - DOWNLOAD
Bom, não foi esse livro que me pediram para comentar, mas eu não aguentei o água com açucar que me indicaram e decidi postar algo mais "temperado"...
Leo é o típico advogado sério, racional e focado no topo da pirâmide de sua carreira... Rose é uma mulher linda, inteligente, criativa, arredia e passional... Não poderiam ser mais distintos...
O livro é básico, estilo romances de novela (só que bem menos dramáticos e mais dinâmicos) e não tem muitas reviravoltas mirabolantes como gravidez indesejada, mortes misteriosas e afins... Mas é gostosinho de ler quando se quer relembrar o quanto nossas primeiras impressões sobre o estilo de vida de alguém e até mesmo sobre a própria vida em si, podem mudar num piscar de olhos... Ou no calor de um beijo ardente... Ô fogo bom de queimar esse da paixão...
O que mais me encanta nesta história é a mocinha. Impetuosa, irônica e sarcástica, sem o esteriótipo de "vou pisar em você por ser bonito e para me fazer de mulher honesta e desinteressada"... Longe disso, Rose é bem humana, reconhece o tipão que ela tem e lida bem com isso... Aff, não tão bem assim - humanos têm o péssimo hábito de não digerir certas coisas - e é isso que vai fazer com que vocês continuem a leitura.
Espero que gostem do casal Leo e Rose como eu.
Leo é o típico advogado sério, racional e focado no topo da pirâmide de sua carreira... Rose é uma mulher linda, inteligente, criativa, arredia e passional... Não poderiam ser mais distintos...
O livro é básico, estilo romances de novela (só que bem menos dramáticos e mais dinâmicos) e não tem muitas reviravoltas mirabolantes como gravidez indesejada, mortes misteriosas e afins... Mas é gostosinho de ler quando se quer relembrar o quanto nossas primeiras impressões sobre o estilo de vida de alguém e até mesmo sobre a própria vida em si, podem mudar num piscar de olhos... Ou no calor de um beijo ardente... Ô fogo bom de queimar esse da paixão...
O que mais me encanta nesta história é a mocinha. Impetuosa, irônica e sarcástica, sem o esteriótipo de "vou pisar em você por ser bonito e para me fazer de mulher honesta e desinteressada"... Longe disso, Rose é bem humana, reconhece o tipão que ela tem e lida bem com isso... Aff, não tão bem assim - humanos têm o péssimo hábito de não digerir certas coisas - e é isso que vai fazer com que vocês continuem a leitura.
Espero que gostem do casal Leo e Rose como eu.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A formiga indignada!
Sempre recebo e-mails com pedidos de conselhos, alguns dos assuntos até abordo aqui no blog, sugestões de títulos e críticas muito bem-vindas. Aproveitando o encejo "críticas", quero deixar registrado que sei que acabo viajando em alguns assuntos mesmo e complico ainda mais a mente de quem me pediu o conselho e depois... Aff... Leio injúrias por um par de dias, mas GOSTO mesmo desta interação... Sinal de que ao menos lhes dou o que pensar quando me lêem e visitam meu cantinho, né? rsrsrsrs
Prometi para mim mesma que hoje NÃO iria postar nada, até porque a loucura do post anterior me tirou as forças (e deixou muitos leitores de cabelo em pé e mais perdidos que cachorro quando cai do caminhão de mudanças), mas recebi um texto intressante e gostaria de dividir com vocês... Boa leitura!
"Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; Não desperdiçou nem um minuto sequer...
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar...
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: - Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a Puta Que O Pariu!!!
Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer,pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão,adicione açúcar, pinga e gelo, e... SEJA FELIZ!"
P.S: Qualquer semelhança com o que escrevi no post anterior NÃO é mera coincidência.
Prometi para mim mesma que hoje NÃO iria postar nada, até porque a loucura do post anterior me tirou as forças (e deixou muitos leitores de cabelo em pé e mais perdidos que cachorro quando cai do caminhão de mudanças), mas recebi um texto intressante e gostaria de dividir com vocês... Boa leitura!
"Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; Não desperdiçou nem um minuto sequer...
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar...
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: - Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a Puta Que O Pariu!!!
Moral da História:
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer,pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão,adicione açúcar, pinga e gelo, e... SEJA FELIZ!"
P.S: Qualquer semelhança com o que escrevi no post anterior NÃO é mera coincidência.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Você sabe para onde ir?
Onde eu quero chegar? Alguém que lê o blog já se fez esta pergunta?
Bom, não preciso consultar minha bola de cristal para saber a resposta. Eu já me fiz esta pergunta mais vezes do que gostaria e muito menos do que deveria...
Ficou confuso? Calma, eu explico. Ou melhor, recoloco a indagação: QUANTAS VEZES em sua vida você se perguntou aonde queria chegar? e COMO chegar? A cabeça fervilha como um gps em busca de possíveis caminhos, não é? O que me faz pensar em quanto tempo demora para se perceber que em algum momento deste minucioso planejamento, o real objetivo desencadeador oficial dos preparativos acima, deixou de ser o foco principal desta narrativa.
Ah, tirei dez, hein? Não? Hum...
Se você não concordou com a nota passional que me dei, no mínimo sabe exatamente onde quer chegar e está com o caminho inteiro em mente há tanto tempo que seria capaz de atravessá-lo na escuridão total sem precisar de uma lanterninha de chaveiro sequer... Impressionante mesmo!!!
Me fez lembrar das inúmeras vezes em que estive segura assim, exatamente como você está agora... Para no momento seguinte ter que refazer toda uma rota por conta de algum acontecimento que mudou meu objetivo final.
Eu sei, eu sei, é complexo... E perfeitamente NATURAL.
Trocando em miúdos, nossa vida não é uma provação pela qual temos que passar. Se assim fosse, qual o propósito de estarmos aqui? Viver, por si só já é uma vitória, uma bênção conquistada e não há sentido em focar o que já se tem por regra geral. Mas a forma com a qual se encara o desafio VIDA, essa sim é A META e repleta de ARMADILHAS montadas muitas vezes por nós mesmos, diga-se e passagem.
Então agora lhes questiono: Mesmo sabendo EXATAMENTE onde queria se chegar e COMO FAZER para se chegar, não tivemos que dar uma "desviada" ou "recuada" estratégica em alguns passos, mesmo que momentâneos porque simplesmente outro objetivo "menor" (Não há nada mais importante que a vida) nos pareceu mais urgente na circunstância em que nos foi imposto como desafio?
Aí está, queridos! O objetivo é um só: VIVER A VIDA PLENAMENTE! (Sem excessos, hein?)
SO, embutidas dentro do acima citado, estão muitas e muitas "micrometas" a serem atingidas e por favor, não subestime minha inteligência tentando me convencer de que apenas UM caminho, UMA maneira de lidar com a situação e UM sentimento são possíveis meios utilizados para atingir TODOS estes fins... Mesmo que você esteja certo e se por ventura for o caso, preciso lhe alertar de que está no mundo errado. Aqui não é o seu lugar, xô! Vá para uma escola para almas evoluídas como você e nos deixe aqui, com nossos aprendizados pelo amor - ou infelizmente o mais comum - pela dor e SE lá na frente nos esbarramos em pé de igualdade, talvez possamos retomar este papo cabeça sobre não errar NUNCA, não MUDAR a rota ou FOCO nem diante das mais inimagináveis adversidades, porque sem esses desafios NENHUMA meta alcançada trará consigo o doce gosto da vitória independente do desfecho, porque existe um adversário dentro de cada um de nós muito mais poderoso que qualquer outro que conhecemos ou venhamos a conhecer nesta ou em outras e outras vidas: Nós mesmos. E quando saímos vencedores de ao menos uma batalha travada nesta "guerra" interior, qualquer pequeno resultado é importante.
"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir", portanto, fiquemos atentos e estejamos preparaddos para qualquer mudança de trajeto ou estratégia, não importanto o tempo gasto e desvios que teremos de tomar ao longo do caminho. Tenha em mente ONDE VOCÊ QUER CHEGAR acima de tudo e não se atenha ao caminho, pois o escolhido e desejado pode não ser o NECESSÁRIO para você.
Bom, não preciso consultar minha bola de cristal para saber a resposta. Eu já me fiz esta pergunta mais vezes do que gostaria e muito menos do que deveria...
Ficou confuso? Calma, eu explico. Ou melhor, recoloco a indagação: QUANTAS VEZES em sua vida você se perguntou aonde queria chegar? e COMO chegar? A cabeça fervilha como um gps em busca de possíveis caminhos, não é? O que me faz pensar em quanto tempo demora para se perceber que em algum momento deste minucioso planejamento, o real objetivo desencadeador oficial dos preparativos acima, deixou de ser o foco principal desta narrativa.
Ah, tirei dez, hein? Não? Hum...
Se você não concordou com a nota passional que me dei, no mínimo sabe exatamente onde quer chegar e está com o caminho inteiro em mente há tanto tempo que seria capaz de atravessá-lo na escuridão total sem precisar de uma lanterninha de chaveiro sequer... Impressionante mesmo!!!
Me fez lembrar das inúmeras vezes em que estive segura assim, exatamente como você está agora... Para no momento seguinte ter que refazer toda uma rota por conta de algum acontecimento que mudou meu objetivo final.
Eu sei, eu sei, é complexo... E perfeitamente NATURAL.
Trocando em miúdos, nossa vida não é uma provação pela qual temos que passar. Se assim fosse, qual o propósito de estarmos aqui? Viver, por si só já é uma vitória, uma bênção conquistada e não há sentido em focar o que já se tem por regra geral. Mas a forma com a qual se encara o desafio VIDA, essa sim é A META e repleta de ARMADILHAS montadas muitas vezes por nós mesmos, diga-se e passagem.
Então agora lhes questiono: Mesmo sabendo EXATAMENTE onde queria se chegar e COMO FAZER para se chegar, não tivemos que dar uma "desviada" ou "recuada" estratégica em alguns passos, mesmo que momentâneos porque simplesmente outro objetivo "menor" (Não há nada mais importante que a vida) nos pareceu mais urgente na circunstância em que nos foi imposto como desafio?
Aí está, queridos! O objetivo é um só: VIVER A VIDA PLENAMENTE! (Sem excessos, hein?)
SO, embutidas dentro do acima citado, estão muitas e muitas "micrometas" a serem atingidas e por favor, não subestime minha inteligência tentando me convencer de que apenas UM caminho, UMA maneira de lidar com a situação e UM sentimento são possíveis meios utilizados para atingir TODOS estes fins... Mesmo que você esteja certo e se por ventura for o caso, preciso lhe alertar de que está no mundo errado. Aqui não é o seu lugar, xô! Vá para uma escola para almas evoluídas como você e nos deixe aqui, com nossos aprendizados pelo amor - ou infelizmente o mais comum - pela dor e SE lá na frente nos esbarramos em pé de igualdade, talvez possamos retomar este papo cabeça sobre não errar NUNCA, não MUDAR a rota ou FOCO nem diante das mais inimagináveis adversidades, porque sem esses desafios NENHUMA meta alcançada trará consigo o doce gosto da vitória independente do desfecho, porque existe um adversário dentro de cada um de nós muito mais poderoso que qualquer outro que conhecemos ou venhamos a conhecer nesta ou em outras e outras vidas: Nós mesmos. E quando saímos vencedores de ao menos uma batalha travada nesta "guerra" interior, qualquer pequeno resultado é importante.
"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir", portanto, fiquemos atentos e estejamos preparaddos para qualquer mudança de trajeto ou estratégia, não importanto o tempo gasto e desvios que teremos de tomar ao longo do caminho. Tenha em mente ONDE VOCÊ QUER CHEGAR acima de tudo e não se atenha ao caminho, pois o escolhido e desejado pode não ser o NECESSÁRIO para você.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Lambendo a própria ferida
Todo cão que se preze lambe as próprias feridas depois de uma briga territorial ou até acidente para os mais distraídos, ocupados em xeretar o que o cãozinho da frente faz antes de olhar para os dois lados da rua e principalmente a própria cauda...
Seja qual for o ferimento, a bendita enzima produzida naturalmente e fornecida em abundância - desde que se beba no mínimo dois litros de água por dia para manter o mínimo de hidratação corporal - vulgarmente conhecida como "saliva", cura qualquer ferimento... É mesmo???
Por que não curamos as nossas assim também?
Calma... JAMAIS nos definiria como cães, embora alguns de nós ás vezes acabamos agindo como tal ou nem somos dignos de tal classificação, mas cá entre nós, o principal da analogia é alertar para o que estamos ESQUECENDO de fazer, que é LAMBER NOSSAS PRÓPRIAS FERIDAS.
Não torça o focinho para a frase acima, meu caro... É fato: Quando algo nos machuca, magoa e fere, acabamos nos preocupando mais com o ocorrido, remoendo, catucando e inflamando ainda mais a ferida propriamente dita do que dando tempo para nosso sistema imunológico-emocional reparar o dano causado em nosso "organismo"... É isso aí mesmo que estás lendo. Como um resfriado mal curado que vira pneumonia ou algo pior lá na frente (e não estou rogando praga para ninguém aqui), nossas feridas crescem dentro de nossos corações, formando hematomas quase impossíveis de apagar no futuro.
Quando nos damos o único remédio EFICAZ (TEMPO) para curar essas "pancadas", nossos tropeços transformam-se em CICATRIZES, umas maiores ou mais bonitas que outras, mas que apenas ilustram nossa trajetória digna em busca da felicidade. Erros e acidentes fazem parte de TODO e QUALQUER percurso, não importando a rota escolhida ou o atalho e se você não as possui, me desculpe a franqueza, eu sinto muito por você. De verdade.
Quem não arrisca, não petisca. E nem todos os petiscos são bons de digerir, mas talvez contenham elementos necessários para o nosso crescimento. Por isso, meu caro amigo leitor, lamba suas feridas, aconchegue-se em seu cantinho interior, chore, esperneie e busque a CURA, não perca tempo tentando entender o que deu errado. Sua saúde emocional é MUITO mais IMPORTANTE que investigar motivos. Tenha certeza de que quando nos concentramos em ficar bem e inteiros, as próprias marcas se encarregarão de trazer as respostas. Não importa o tamanho da dor. Foque-se na MELHORA. Ela é essencial. Cicatrizes fazem parte do que fizemos ontem e de quem somos hoje.
Não transforme seu coração numa enorme ferida aberta com livre acesso a "germes", onde muitos "remédios" passam e poucos querem ficar.
Lamba suas próprias feridas, no SEU ritmo. Quando se está em comunhão com a alma, o universo conspira a favor desta cura.
Seja qual for o ferimento, a bendita enzima produzida naturalmente e fornecida em abundância - desde que se beba no mínimo dois litros de água por dia para manter o mínimo de hidratação corporal - vulgarmente conhecida como "saliva", cura qualquer ferimento... É mesmo???
Por que não curamos as nossas assim também?
Calma... JAMAIS nos definiria como cães, embora alguns de nós ás vezes acabamos agindo como tal ou nem somos dignos de tal classificação, mas cá entre nós, o principal da analogia é alertar para o que estamos ESQUECENDO de fazer, que é LAMBER NOSSAS PRÓPRIAS FERIDAS.
Não torça o focinho para a frase acima, meu caro... É fato: Quando algo nos machuca, magoa e fere, acabamos nos preocupando mais com o ocorrido, remoendo, catucando e inflamando ainda mais a ferida propriamente dita do que dando tempo para nosso sistema imunológico-emocional reparar o dano causado em nosso "organismo"... É isso aí mesmo que estás lendo. Como um resfriado mal curado que vira pneumonia ou algo pior lá na frente (e não estou rogando praga para ninguém aqui), nossas feridas crescem dentro de nossos corações, formando hematomas quase impossíveis de apagar no futuro.
Quando nos damos o único remédio EFICAZ (TEMPO) para curar essas "pancadas", nossos tropeços transformam-se em CICATRIZES, umas maiores ou mais bonitas que outras, mas que apenas ilustram nossa trajetória digna em busca da felicidade. Erros e acidentes fazem parte de TODO e QUALQUER percurso, não importando a rota escolhida ou o atalho e se você não as possui, me desculpe a franqueza, eu sinto muito por você. De verdade.
Quem não arrisca, não petisca. E nem todos os petiscos são bons de digerir, mas talvez contenham elementos necessários para o nosso crescimento. Por isso, meu caro amigo leitor, lamba suas feridas, aconchegue-se em seu cantinho interior, chore, esperneie e busque a CURA, não perca tempo tentando entender o que deu errado. Sua saúde emocional é MUITO mais IMPORTANTE que investigar motivos. Tenha certeza de que quando nos concentramos em ficar bem e inteiros, as próprias marcas se encarregarão de trazer as respostas. Não importa o tamanho da dor. Foque-se na MELHORA. Ela é essencial. Cicatrizes fazem parte do que fizemos ontem e de quem somos hoje.
Não transforme seu coração numa enorme ferida aberta com livre acesso a "germes", onde muitos "remédios" passam e poucos querem ficar.
Lamba suas próprias feridas, no SEU ritmo. Quando se está em comunhão com a alma, o universo conspira a favor desta cura.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O melhor profeta do mundo é o passado
É com esta máxima que inicio o post.
Ficou surpresso com a frase? Seu passado NUNCA profetizou seu futuro (que no caso é o seu presente hoje)? Ou você NUNCA prestou atenção nas previsões diante de seus olhos?
É, chuchu... Pasme! Durante todo esse tempo em que buscou respostas em outras pessoas, situações e oráculos dos mais variados temas e seguimentos, vem a bruxa da Mona e aponta o Nostradamus que habita em você, ignorado até então e simplesmente espera que você acredite nela...
Bom, vamos aos FATOS. Contra estes, meu caro SÃO TOMÉ, não existem argumentos.
Quantas vezes em seu passado - quando ele ainda era presente, claro - certas situações - desagradáveis ou não - repetiram-se em sua vida e algo dentro de você - ignorado, obviamente - lhe disse que aquilo aconteceria EXATAMENTE da MESMA maneira... Again?
Você não acabou repetindo a dose de qualquer jeito? Ahhhhhhhhhhh... Mas VOCÊ sabia que o desfecho seria esse... E nem tente retrucar o contrário. E como você soube?
Ainda preciso responder???
É isso aí, preto no branco, "téte á téte", você e seu passado. Porque são as coisas que fez, as decisões que tomou e os caminhos que seguiu lá atrás que definiram os acontecimentos futuros (Ou presentes, hoje).
A única coisa ainda imaculada em nossa vida é o futuro (O que amanhã será nosso presente), então não cometa os mesmos erros, nem insista no mesmo caminho, cuja "rua sem saída" passou a ser uma "velha conhecida". Quem anda para trás é caranguejo e há quem diga que galinhas também o fazem. Convenhamos que as características destes animaizinhos não o levariam muito longe, não é?
Então reveja seu passado, suas escolhas e seus caminhos sempre que puder e quiser. Consulte seu Nostradamus interior e se surpreenda com as respostas que irá encontrar. Nossa vida pode ser uma sucessão de acontecimentos, experiências e aprendizados NOVOS e ÚNICOS ou apenas um círculo vicioso onde o novo passa LONGE. A escolha é sua, mas lembre-se: A felicidade não entra em portas trancadas.
Ficou surpresso com a frase? Seu passado NUNCA profetizou seu futuro (que no caso é o seu presente hoje)? Ou você NUNCA prestou atenção nas previsões diante de seus olhos?
É, chuchu... Pasme! Durante todo esse tempo em que buscou respostas em outras pessoas, situações e oráculos dos mais variados temas e seguimentos, vem a bruxa da Mona e aponta o Nostradamus que habita em você, ignorado até então e simplesmente espera que você acredite nela...
Bom, vamos aos FATOS. Contra estes, meu caro SÃO TOMÉ, não existem argumentos.
Quantas vezes em seu passado - quando ele ainda era presente, claro - certas situações - desagradáveis ou não - repetiram-se em sua vida e algo dentro de você - ignorado, obviamente - lhe disse que aquilo aconteceria EXATAMENTE da MESMA maneira... Again?
Você não acabou repetindo a dose de qualquer jeito? Ahhhhhhhhhhh... Mas VOCÊ sabia que o desfecho seria esse... E nem tente retrucar o contrário. E como você soube?
Ainda preciso responder???
É isso aí, preto no branco, "téte á téte", você e seu passado. Porque são as coisas que fez, as decisões que tomou e os caminhos que seguiu lá atrás que definiram os acontecimentos futuros (Ou presentes, hoje).
A única coisa ainda imaculada em nossa vida é o futuro (O que amanhã será nosso presente), então não cometa os mesmos erros, nem insista no mesmo caminho, cuja "rua sem saída" passou a ser uma "velha conhecida". Quem anda para trás é caranguejo e há quem diga que galinhas também o fazem. Convenhamos que as características destes animaizinhos não o levariam muito longe, não é?
Então reveja seu passado, suas escolhas e seus caminhos sempre que puder e quiser. Consulte seu Nostradamus interior e se surpreenda com as respostas que irá encontrar. Nossa vida pode ser uma sucessão de acontecimentos, experiências e aprendizados NOVOS e ÚNICOS ou apenas um círculo vicioso onde o novo passa LONGE. A escolha é sua, mas lembre-se: A felicidade não entra em portas trancadas.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Quando a solidão é necessária
"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo".
É com esta frase que inicio o post.
Em contrapartida a ela, ISOLAMENTO não é bom para nenhum de nós, que somos de uma espécie social por natureza, mas vamos convir também, amiguinhos: Uma dose EQUILIBRADA de solidão ás vezes é necessária. Indo mais além, eu diria que é PRIMORDIAL para nosso amadurecimento e autoconhecimento de nós mesmos. E a palavra-chave é EQUILÍBRIO.
Como tudo em nossa vida deve ser ponderado, com a solidão nào é diferente. Já escrevi sobre isso sutilmente diversas vezes aqui mesmo no blog. Se nós não sabemos quem somos e o que queremos, como podemos esperar que outrem o saiba?
Se alguém que está lendo tiver outra soluçào que não seja a de se isolar dentro de si mesmo, viajar para o centro da alma e fazer uma visita ao próprio âmago ao menos uma vez afim de se entender como indivíduo, por favor nos diga.
Pessoalmente posso citar uma meia dúzia de vezes em que esta pequena "parada reflexiva" me foi ESSENCIAL e CRUCIAL para as decisões que tomei... Ou deixei de tomar, porque não tomar uma determinada decisão ou atitude já é uma escolha em si. Como saber se elas são acertadas?
Bom, esta garantia não existe, até porque a vida não é um produto encontrado em prateleiras e nem tem prazo de validade. Ela termina quando VOCÊ deixar de vivê-la e certas funções a ela atribuídas param de funcionar quando VOCÊ decide inutilizá-las. E não estou falando de morte, doenças e afins... Como Steve Jobs citou em seu discurso, "MESMO AS PESSOAS QUE DESEJAM IR PRO PARAÍSO NÃO QUEREM MORRER PARA CHEGAR LÁ". Minha pretensão aqui é ilustrar mortes emocionais que poderiam facilmente ser evitadas se a tal "parada para recuperar o fôlego" acima citada fosse feita, ainda que brevemente.
Sim, a REFLEXÃO exige SOLIDÃO. E se esta capacidade de avaliar a si mesmo não está "ativada" em sua engrenagem, reveja seu manual de instruções. Ela estará lá, nas primeiras páginas em letras garrafais, provavelmente no setor de O QUE NÀO SE PODE DEIXAR DE FAZER PARA O BOM FUNCIONAMENTO.
Vejam bem, somos seres IMPERFEITOS e consequentemente PASSÍVEIS a ERROS, seja de julgamento, atitudes ou qualquer outra M... (Meleca) que tenhamos feito e pensar sobre, honestamente, conosco mesmo, na privacidade do nosso "cantinho particular" nos permite clarear as idéias e muitas vezes acalentar nossos corações, sem a necessidade de interferências externas. Você não precisa da aprovação de alguém ou de estar com alguém para ser completo. Amar é bom demais, eu também já afirmei esta máxima por aqui, mas partindo da premissa de que você não se conhece (Que este NÀO SEJA o seu caso) e o pior, não ama a si mesmo, fatalmente se tornará escravo de alguém que se proponha a "tentar" fazê-lo por você.
É com esta frase que inicio o post.
Em contrapartida a ela, ISOLAMENTO não é bom para nenhum de nós, que somos de uma espécie social por natureza, mas vamos convir também, amiguinhos: Uma dose EQUILIBRADA de solidão ás vezes é necessária. Indo mais além, eu diria que é PRIMORDIAL para nosso amadurecimento e autoconhecimento de nós mesmos. E a palavra-chave é EQUILÍBRIO.
Como tudo em nossa vida deve ser ponderado, com a solidão nào é diferente. Já escrevi sobre isso sutilmente diversas vezes aqui mesmo no blog. Se nós não sabemos quem somos e o que queremos, como podemos esperar que outrem o saiba?
Se alguém que está lendo tiver outra soluçào que não seja a de se isolar dentro de si mesmo, viajar para o centro da alma e fazer uma visita ao próprio âmago ao menos uma vez afim de se entender como indivíduo, por favor nos diga.
Pessoalmente posso citar uma meia dúzia de vezes em que esta pequena "parada reflexiva" me foi ESSENCIAL e CRUCIAL para as decisões que tomei... Ou deixei de tomar, porque não tomar uma determinada decisão ou atitude já é uma escolha em si. Como saber se elas são acertadas?
Bom, esta garantia não existe, até porque a vida não é um produto encontrado em prateleiras e nem tem prazo de validade. Ela termina quando VOCÊ deixar de vivê-la e certas funções a ela atribuídas param de funcionar quando VOCÊ decide inutilizá-las. E não estou falando de morte, doenças e afins... Como Steve Jobs citou em seu discurso, "MESMO AS PESSOAS QUE DESEJAM IR PRO PARAÍSO NÃO QUEREM MORRER PARA CHEGAR LÁ". Minha pretensão aqui é ilustrar mortes emocionais que poderiam facilmente ser evitadas se a tal "parada para recuperar o fôlego" acima citada fosse feita, ainda que brevemente.
Sim, a REFLEXÃO exige SOLIDÃO. E se esta capacidade de avaliar a si mesmo não está "ativada" em sua engrenagem, reveja seu manual de instruções. Ela estará lá, nas primeiras páginas em letras garrafais, provavelmente no setor de O QUE NÀO SE PODE DEIXAR DE FAZER PARA O BOM FUNCIONAMENTO.
Vejam bem, somos seres IMPERFEITOS e consequentemente PASSÍVEIS a ERROS, seja de julgamento, atitudes ou qualquer outra M... (Meleca) que tenhamos feito e pensar sobre, honestamente, conosco mesmo, na privacidade do nosso "cantinho particular" nos permite clarear as idéias e muitas vezes acalentar nossos corações, sem a necessidade de interferências externas. Você não precisa da aprovação de alguém ou de estar com alguém para ser completo. Amar é bom demais, eu também já afirmei esta máxima por aqui, mas partindo da premissa de que você não se conhece (Que este NÀO SEJA o seu caso) e o pior, não ama a si mesmo, fatalmente se tornará escravo de alguém que se proponha a "tentar" fazê-lo por você.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Para conseguir é preciso desistir?
"SE A VIDA É UM JOGO, ESSAS SÃO AS REGRAS"... Acabei de começar a ler este livro fino, cujo título quase me fez arrancar a prateleira da livraria a fim de adquirir meu exemplar... E ainda não consegui passar para a segunda parte dele.
Eu sabia que você iria querer saber o motivo!!! Assim como também sei que está aí, com cara de cavalo mastigando feno, numa tentativa patética de conter as gargalhadas... Obviamente, o pensamento "Até TU caindo nesses títulos milagrosos, repletos de receitas EXTRAORDINÁRIAS, estudadas a fundo - e o pior - aprovadas, Mona? AHAHAHAHA!!!
Ria, trouxa! Ria bastante! Agora vire-se vagarosamente e levante os olhos lacrimejantes pelas injuriosas gargalhadas do mais autêntico escárnio e veja a quantidade de títulos que AINDA MANTÉM em sua estante?
O quê??? Estou ouvindo um suave muxoxo? Um sonoro xingameno nada lisonjeiro dirigido á sua própria pessoa?!? Sch... Relaxa, seu segredo está guardado comigo... (Aff, chuchu, sorry, mas não sou baú). Não precisa se sentir o esterco do cavalo que mastigava acima e que não entrou em cena porque tinha o odor desagradável... Passado é assim mesmo, mais um osso a compor o esqueleto que CERTAMENTE TODOS NÓS temos no armário. Mas isso é papo para outra ocasião. Voltemos ao raciocínio original.
OBVIAMENTE em algum momento crucial de nossas vidas, metafóricos, depressivos, perversos, tensos e emotivos, cometemos o deslize de supor - apenas supor, por um ínfimo instante de insanidade - que existem regras pré-estabelecidas para as centenas de milhares de situações que todos passam em suas vidas e POR QUE NÀO QUERER encontrar respostas prontas para esses dilemas?
Foi exatamente assim que aconteceu COMIGO...
O livro até tem uma boa dinâmica, é bem escrito e fundamentado, ponto. FINAL.
Filosofias antigas á parte, existe uma crença que me surpreende até hoje. Por que FATALMENTE conseguimos o que antes era nosso maior desejo a parir do momento em que desistimos dele? Assim como uma mulher que sempre quis engravidar, por exemplo, passa por cansativos e desmotivantes tratamentos de fertilidade improdutivos durante meses, ás vezes anos a fio e quando desiste de ser mãe e adota um cachorro, descobre-se grávida já no segundo ou terceiro mês de gestação.
No relacionamento não é muito diferente. A gente pensa, deseja, sofre, pede por aquele alguém, tenta técnicas de canalização e mentalização - DUVI-DE-ODÓ que você NUNCA perdeu HORAS mentalizando o ser desejado para que ele viesse até você... O que NÃO ocorreu, ou você não estaria aqui lendo este post - e quando a gente cansa de ansiar pelo desejado e DESISTE, eis que pouco tempo depois (Ok, ok, algum tempo depois... Tá, muito tempo depois!!!) o que queríamos com tanto desespero vem até nós ESPONTANEAMENTE... Quando não nos interessa mais e parece que adquire a mesma doença que nos abateu no passado e passa a fazer tanto quanto ou até mais que nós faríamos e fizemos para nos conquistar a nós mesmos...
Não é repetição, é redundância mesmo! E é DESSA MANEIRA que acontece!
Está concordando levemente com a cabeça?
Pois é, chuchu. Eis um enigma difícil de decifrar. E somos literalmente devorados por esta "ignorância".
"SONHOS SÃO COMO DEUSES, QUANDO NãO SE ACREDITA NELES, DEIXAM DE EXISTIR".
Com esta frase de Paulinho Moska eu fecho este post para lá de "arretado". E a complicada "pergunta de um milhào de dólares" vem a seguir:
Não estamos entesourando demais uma pessoa/situação/desejo que deveria ter sido tratada (o) de forma natural desde o início dos sintomas? E se esse é o procedimento padrão, porque só conseguimos esta pessoa/situação/desejo depois que desistimos dele (a)?
MISTÉÉÉRIO...
Eu sabia que você iria querer saber o motivo!!! Assim como também sei que está aí, com cara de cavalo mastigando feno, numa tentativa patética de conter as gargalhadas... Obviamente, o pensamento "Até TU caindo nesses títulos milagrosos, repletos de receitas EXTRAORDINÁRIAS, estudadas a fundo - e o pior - aprovadas, Mona? AHAHAHAHA!!!
Ria, trouxa! Ria bastante! Agora vire-se vagarosamente e levante os olhos lacrimejantes pelas injuriosas gargalhadas do mais autêntico escárnio e veja a quantidade de títulos que AINDA MANTÉM em sua estante?
O quê??? Estou ouvindo um suave muxoxo? Um sonoro xingameno nada lisonjeiro dirigido á sua própria pessoa?!? Sch... Relaxa, seu segredo está guardado comigo... (Aff, chuchu, sorry, mas não sou baú). Não precisa se sentir o esterco do cavalo que mastigava acima e que não entrou em cena porque tinha o odor desagradável... Passado é assim mesmo, mais um osso a compor o esqueleto que CERTAMENTE TODOS NÓS temos no armário. Mas isso é papo para outra ocasião. Voltemos ao raciocínio original.
OBVIAMENTE em algum momento crucial de nossas vidas, metafóricos, depressivos, perversos, tensos e emotivos, cometemos o deslize de supor - apenas supor, por um ínfimo instante de insanidade - que existem regras pré-estabelecidas para as centenas de milhares de situações que todos passam em suas vidas e POR QUE NÀO QUERER encontrar respostas prontas para esses dilemas?
Foi exatamente assim que aconteceu COMIGO...
O livro até tem uma boa dinâmica, é bem escrito e fundamentado, ponto. FINAL.
Filosofias antigas á parte, existe uma crença que me surpreende até hoje. Por que FATALMENTE conseguimos o que antes era nosso maior desejo a parir do momento em que desistimos dele? Assim como uma mulher que sempre quis engravidar, por exemplo, passa por cansativos e desmotivantes tratamentos de fertilidade improdutivos durante meses, ás vezes anos a fio e quando desiste de ser mãe e adota um cachorro, descobre-se grávida já no segundo ou terceiro mês de gestação.
No relacionamento não é muito diferente. A gente pensa, deseja, sofre, pede por aquele alguém, tenta técnicas de canalização e mentalização - DUVI-DE-ODÓ que você NUNCA perdeu HORAS mentalizando o ser desejado para que ele viesse até você... O que NÃO ocorreu, ou você não estaria aqui lendo este post - e quando a gente cansa de ansiar pelo desejado e DESISTE, eis que pouco tempo depois (Ok, ok, algum tempo depois... Tá, muito tempo depois!!!) o que queríamos com tanto desespero vem até nós ESPONTANEAMENTE... Quando não nos interessa mais e parece que adquire a mesma doença que nos abateu no passado e passa a fazer tanto quanto ou até mais que nós faríamos e fizemos para nos conquistar a nós mesmos...
Não é repetição, é redundância mesmo! E é DESSA MANEIRA que acontece!
Está concordando levemente com a cabeça?
Pois é, chuchu. Eis um enigma difícil de decifrar. E somos literalmente devorados por esta "ignorância".
"SONHOS SÃO COMO DEUSES, QUANDO NãO SE ACREDITA NELES, DEIXAM DE EXISTIR".
Com esta frase de Paulinho Moska eu fecho este post para lá de "arretado". E a complicada "pergunta de um milhào de dólares" vem a seguir:
Não estamos entesourando demais uma pessoa/situação/desejo que deveria ter sido tratada (o) de forma natural desde o início dos sintomas? E se esse é o procedimento padrão, porque só conseguimos esta pessoa/situação/desejo depois que desistimos dele (a)?
MISTÉÉÉRIO...
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