Antes de mais nada, quero esclarecer aqui que escrevo crônicas, percepções que eu tenho como ser humano acima de tudo e de nada adianta irem no meu face me chamar de bruxa e requisitarem minha cremação em vida, até porque há muito passamos da época da inquisição. Estamos na era digital, da liberdade de expressão e por mais que algumas pessoas detestem o fato de eu não ter papas na língua - ou nos dedos, já que estou escrevendo - , minha opinião tem algum valor para alguém, haja visto que me pedem para ler todo o tipo de romance existente na atualidade ou fora dela e querem que eu escreva minha opinião... Por sadismo, masoquismo ou seja lá por qual motivo for. E eu leio e escrevo sim, sobre. Portanto, se não lhe apetece, não leia! (Ui, bem no estilo Jud... rsrsrs)
Enfim, o desabafo inicial foi sobre o artigo que escrevi sobre a trilogia 50 tons... Gente, o que eu disse de inverdade sobre o tão aclamado, desejado e traumatizado Christian Grey que ainda não sabemos? (Não postei aqui, apenas no Face e acreditem, tive dor de cabeça para mais de um mês).
O importante aqui é o tal do Iceman e de sua fogosa espanhola. Então, vamos "Não falar deles", pois os livros da Megan já se encarregam - e muito bem - disso, mas quero propor uma reflexão do tema.
Caros leitores, tendo lido ou não sobre as peripécias do casal e suas preferências sexuais nada ortodoxas, os livros abordam o assunto mais comentado e incompreendido de todos os tempos: O amor. Sim, sim, sim! Porque não importa se você gosta de Sexo Grupal, Swing, Ménage á Trois, Sado, Dominação ou Exclusividade, a história, como tantas outras, até os 50 tons de cinza, nos remetem a um só lugar: O amor e a cumplicidade de um relacionamento sólido e até onde se está disposto a ir para obtê-lo em sua plenitude. Li todos os três - Quatro, contando com a história do Bjorn - e cheguei a uma única e irrefutável conclusão: Este livro é um romance. E fala de amor. De relacionamento. De abrir - ou não - o coração. De viver - ou não - uma paixão. De deixar - ou não - que a paixão se transforme em cumplicidade e confiança. E isto, meus caros, independe da forma com a qual se leva seu estilo sexual de viver. No fim das contas, não importa a orientação sexual ou psicológica que você tenha, não importam seus paradigmas, anomalias ou pretensões...
Pode parecer repetitivo como o texto acima, ou maçante como o cotidiano, mas a realidade é nua, crua e uma só e consequentemente nos leva a uma única e inevitável rua sem saída: O amor e seu relacionamento com ele.
Simples assim.
E a pergunta que me resta fazer a mim mesma e a todos que me lêem é: Como anda seu relacionamento com o amor?