sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Midnight Angel e a campanha EU MEREÇO UM MAJOR em vigor desde já

 Queridos, acabei de ler o terceiro livro da "aparentemente" trilogia Midnight, da autora Lisa Marie Rice e neste ínterim, li em algum blog desses da vida que ela pretendia estender para um "qualogia". Putz, este termo ficou horrível, né? Mas vocês entenderam e é isso que importa.
 Deixando os termos esdrúxulos inventados de ultima hora de lado, vamos ao terceiro livro desta série, Midnight Angel, que acabei de ler e descobri na metade do caminho que já o havia lido em uma época remota da minha adolescência. Ou seja, muito remota.
 Se eu parei de ler??? Óbvio que não! E se você o ler, não precisarei explicar o motivo.
 O que posso lhes deixar adiantado é que eu o leria novamente, porque o Douglas, minhas caras é uma coisa que euzinha não dividiria com ninguém. O Major Kowalski quase, acalme-se, eu escrevi QUASE superou o meu "Boy Magia" do momento, senhor Gideon Cross.
 Meu homem do momento tem mais controle sentimental e eu diria "sexual" que o Major Irlandês. E ele é feio. Muito feio. E quase tão maltratado como o delicioso policial Ian Vaz de "A Outra Raça" da autora Isadora Valdeck. O que me fez questionar o amor da mocinha que tem uma peculiaridade que não vou revelar aqui.
 Ah, garotas, não pensem que isso a abstém de nada não, porque ela é uma danadinha e vai direto ao ponto, com vergonha e tudo. A objetividade dela a fez crescer significativamente no meu conceito em relação ás muitas mocinhas sortudas que lemos ao longo das tramas.
 No fim das contas, ele me deixou muito interessada, ele é forte, protetor e o final quase me fez acreditar na máxima "O amor é cego"...

 Para mais detalhes, leiam o material. ;)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

No dia que eu morrer...

 Todos que lêem meus posts sabem que não sou de postar duas vezes na mesma data, mas já que está fluindo, aí vai... E me precipitando, não, não é uma crônica propriamente dita. São reflexões acerca do nada.

 A gente vive como pode. Faz o que acha que deve ser feito dentro dos padrões que consideramos aceitáveis e passa de dia em dia tentando enfrentar os dragões, situações e tudo que o cotidiando nos apresenta. Luta com as mazelas nerentes ao nosso caminho e tenta de todas as maneiras possíveis e imagináveis vencer da melhor forma possível o que dentro do coração se considera o bom combate...
 Você chega em sua casa, seu lugar sagrado, despe-se de suas armaduras e se olha no espelho. Sim, você é um gladiador e se sente orgulhoso de si mesmo porque sobreviveu a mais um dia dentro da arena de guerra que é sua vida. Mas porque não está sorrindo? Porque seu corpo dói, seus múscukos reclamam, sua mente não processa a vitória?
 E você descobre que não é o que faz. Você é um indivíduo, com erros, acertos, vitórias e perdas. Você é aquele que habita quando tudo ao redor está escuro demais para distinguir entre razão e loucura. Você é o que habita quando precisa tomar uma decisão que afeta a vida de outrem. Você é o que habita quando seu coracão de despedaça e quando tudo que você queria era que pudesse não ser o responsável por ferir aquele(a) que um dia foi o mundo pra você.
 Cara, isso é foda, isso dói pra caralho.
  As lágrimas descem amargas sem cessar de seus olhos e tudo no que você consegue pensar é em como Deus em toda sua sabedoria aguenta um dia neste cargo de merda. Porque é muito dificil ser a sentenca pra alguém.
 Neste momento você  coloca a cabeça entre as mãos e sua vida passa diante de seus olhos como um filme mal rodado de tudo que poderia ter evitado, da dor que poderia ter amenizado e que seu egoísmo ignorou. Você vê rostos que adorava borrados de lágrimas, vê pessoas que te amavam reduzidas a um mero excluir de nomes no telefone. Puxa vida, isso é punk! Seu corpo treme. Você precisa beber, precisa se entorpecer, mas a dor é tão intensa que por um milésimo de segundo, você se esquece de quem é.
 E a porra da luz, essa " fdp" que não te deixa em paz, te faz martelar excessivas vezes no cérebro sua sentença, o quanto foi injusto, egoista, interesseiro... Mas também mostra o quanto você tentou ser bom, compreensivo, caridoso. E a luz aumenta a ponto de te deixar cego.
 Neste momento fulgaz de lucidez, você percebe que todo o mal que causou teve um propósito, você se flagela, mas todos a seu redor evoluem. Com tudo de bom e de ruim que aprenderam com você. E depois vem o vazio. Você ensinou, aprendeu tanto e ainda assim continua sozinho.
 Ok. Você ergue o queixo, encara a si próprio e aceita seu destino. É isso o que você é. E isso nunca, em hipótese nenhuma, deve ser esquecido ou negligenciado.
 Você lava o rosto, deita-se e cuidadosamente elabora seu dia seguinte. Você é um gladiador. Sem dor, remorso ou glória.
 E tudo que você faz ecoa na eterniadade.

 Jeito triste, único, exclusivo e nobre de morrer. Será que está mesmo morto?

 Mistério...




O labirinto pessoal de cada um

 Olá, queridos!
 Antes de qualquer linha sobre a crônica de hoje, não, eu não fui abduzida, sequestrada, assassinada ou algo assim, até porque não disponho de recursos para manter um ghost writter que pudesse escrever para mim e ludibria-los caso algo tivesse ocorrido com minha mente "brilhante"... E vamos convir que poucos aceitariam esta função, caso a vaca do meu quintal fosse robusta e eu pudesse bancar o tal profissional. Enfim, andei sumida porque pasmem: Também tenho uma vida e sofro do mesmo mal da humanidade que existe neste século. Falta de tempo. Tendo esclarecido este tópico, passemos ao que interessa.
 Por motivos técnicos de falta de telepatia para acessar labirintos internos que não os meus - embora eu obviamente vá deduzir muito sobre os seus ou não seria eu a escrever - , o tema do post é exatamente o que eu quero esclarecer aqui, nem mais, nem menos. Não existe nada oculto e existe todo o oculto possivel dentro de cada um de nós. Ruas, curvas, abismos, atalhos e refúgios e ao longo de nossa vida, no decorrer dos acontecimentos amontoados em nossa jornada, um dos lugares acima são acessados. Ou lacrados para todo o sempre, levando-se em conta que o todo sempre nesta vida ainda é uma suposição espiritual/científica e isso não se discute.
 Pois bem, ninguém, eu ratifico aqui, NINGUÉM conhece todos os caminhos dentro de si mesmo até que tenha que realmente acessá-los, como a famosa "sala precisa" existente nos filmes de Harry Potter, onde o lugar exato aparecia para a pessoa que realmente necessitasse dele no mometo exato, não abrindo brechas para indecisões ou "talveres". O problema da vida real é que nada é tão certo e simples como parece ou se é, alguém dificulta, não é? Porque em todas as nossas encruzilhadas na vida, a indecisão sempre esteve presente, quase como uma entidade sobrenatural a tentar nosso livre arbítrio pelo simples prazer de tripudiar em cima de nossas escolhas errôneas a posteriori. Pois bem, nossa vida não tem autor para nos salvar das enrascadas que nós mesmos nos metemos, então o mais sensato é encarar o labirinto de possibilidades que nos cercam de peito aberto e coração na boca.
 Sim, sim, sim, sim, sim. Nossos labirintos são criados única e exclusivamente por nós mesmos, por isso são pessoais e instransferíveis. Todos podemos ter nosso destino pré-determinado, mas como o alcançaremos ou se chegaremos inteiros no final, fica por nossa conta. Cada um enfrenta seu labirinto como bem lhe aprouver, longe de mim dar coordenadas, mal lido com o meu. Cada dia descubro um caminho novo e muitos deles me levam a lugar nenhum, ou pior, ao ponto de partida. Porque pior?
 Boa pergunta!
 Talvez devamos retroceder dois passos para darmos três mais adiante.
 Vejam bem, eu não acredito em acaso, na minha mente tortuosa tudo tem um sentido e se é nisso que acredito, não adianta tentar fazer o caminho que os outros acham melhor que eu faça porque para eles foi efetivo. Nossa vida não é uma matemática, nossa mente é um buraco negro de opções e ninguém deveria desejar viver a vida que outrem escolheu e este sujeito não deveria ter o direito de sequer cogitar ou supor que a sua maneira de sobreviver ao labirinto seja mais atraente ou mais eficaz. Portanto, faça besteira, erre, entre no beco sem saída, mas não fique estagnado. Não enxergue seu labirinto pessoal como inimigo porque é ele quem te dá os subterfúgios necessários para viver a SUA VIDA. Não queira percorrer outros labirintos que não o seu, já que cada um tem o que merece e faz por merecer aquilo que tem.

 Pense nisso e talvez, apenas talvez, você descubra que chegou a hora de substituir a pergunta "Por que?" e  passe a exercitar a "Para que?"