Todo mundo gosta de ser reconhecido... Seja na escola, cursinho, faculdade, com a pessoa que se quer conquistar, namorado(a), em casa, pelos pais, irmãos, amigos e no trabalho... Há quem faça de tudo para tal, quem faça pensando na hipótese "de" e quem faz porque precisa ser feito, por amor ou vocação... Mas em TODOS os casos, diretamente, inconscientemente ou não, o reconhecimento é sempre desejado. E não seja hipócrita, admita que ao menos UMA VEZ na vida fez algo ESPERANDO reconhecimento ou por um mísero ELOGIO pelo feito.
No meu caso não é diferente... Trabalho, dez, doze horas por dia quando é necessário, fins de semana, feriados e geralmente estou trabalhando quando todos estão se divertindo e viajando... Perco noites de sono preocupada com números, metas e objetivos mensais quando muitos estão dormindo e adio tantos encontros marcados com meus amigos que os convites param de chegar em determinadas épocas do ano... Sou dedicada? OBVIO! Mas também espero o tema do post. Eu AMO minha profissão pessoal, mas ser gratificada por ela não me é suficiente... Tenho que receber um elogio como "up sell" a cada meta batida ou premiação pelo esforço SEMPRE extra que me proponho a fazer...
Trabalho numa empresa que valoriza por demais seus colaboradores. Ganho prêmios em produtos, grana extra e até viagens, mas sei que lá no fundo, isso faz parte do meu trabalho... Ninguém por melhor que seja, dá nada de graça e com minha empresa é mais ou menos assim... Nem consigo imaginar como deve ser trabalhar em um ambiente hostil, onde seus mais suarentos, sangrentos e sofridos esforços passam despercebidos...
Bom, mas vamos voltar ao foco... - Se eu não me policiar, acabo desviando do tópico e quem acompanha meus posts sabe o sururu danado que dá - Eu concordo plenamente quando meus amigos e familiares criticam o fato de eu trabalhar muito e perder boa parte das confraternizações e festas (principalmente no ano-novo, que passo DORMINDO, pois é, pasmem mas é a mais pura verdade) mas eu sei até onde posso ou devo ir... Tenho muitas responsabilidades que exigem dedicação e desejo, como qualquer profissional ambicioso crescer mais e mais na carreira... Como já escrevi acima, NADA VEM DE GRAÇA... Cresce o salário, o prestígio, glamour e cargo... E as responsbilidades também... A vida é assim, dois lados, escolhas e a balança interna de cada um... Recebi hoje do presidente de minha empresa um bilhete genial, maravilhoso e DESEJADO através de um singelo convite escrito em larga escala e apenas rubricado por ele para mim e outros profissionais na minha empresa que como eu, dedicam boa parte de suas vidas e energia ás suas tarefas, o RECONHECIMENTO por cada sacrifício descrito acima... Vamos ser premiados numa cerimônia para lá de formal na sede da empresa, regado a requintes de noite de Oscar... OS MELHORES DO BRASIL EM 2011!!! Isso mesmo!!! Dentre as mais de 133 lojas espalhadas país, alguns de nós, que não chegam a duas dezenas fomos notados e o melhor e mais importante, RECONHECIDOS pelos nossos esforços... Se eu estou feliz?
OF COURSE QUE SIM!!!
Se eu esperava?
NÃO, apesar de desejar IMENSAMENTE.
Como sei que muitos dos que não foram citados na homenagem, que não estarão lá para receber o "Oscar", mereceriam tanto quanto eu pisar no tapete vermelho, olhar para o teto, e agradecer a Deus por mais esta vitória!
Eu poderia ficar páginas a páginas aqui destrichando cada detalhe do que tentei resumir, mas sabem o que eu descobri com tudo isso?
Não importa "como" ou "quando" ou "se" você é reconhecido... Faça o que achar melhor, necessário e eficiente... Para SI MESMO.
RECONHECER você mesmo é maior, melhor e muito mais importante do que qualquer outro que você recebeu, recebe hoje ou vier a receber em toda sua vida...
Esse é o espaço para quem gosta de se expressar livremente, jogar conversa fora, debater atualidades, falar mal da vida alheia, ler livros, filmes e seriados sem medo de ser feliz... Ou infeliz, dependendo do comentário (risos). Suas idéias e dicas serão muito bem-vindas, assim como você...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Começar de novo
Meu sonho juvenil tá me saindo melhor que a encomenda... rsrsrs Acabei de chegar da terceira sessão e ainda ficou faltando alguns detalhes... Mas como é o MEU DRAGÃO, eu já deveria esperar que ele fosse rebelde até para "nascer" nas minhas costas...
Mas não foi para chorar minhas pitangas que estou postando... Em minhas "andanças musicais" pela net, achei uma música MARAVILHOSA, que falou alto a meu coração... Será que dirá algo a você também?
Como o vídeo dela no Youtube tá muito baixo, vou colocar apenas a letra...
"Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
ter me rebelado, ter me debatido
ter me machucado, ter sobrevivido
ter virado a mesa, ter me conhecido
ter virado o barco, ter me socorrido...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
sem as tuas garras sempre tão seguras
sem o teu fantasma, sem tua moldura
sem tuas escoras, sem o teu domínio
sem tuas esporas, sem o teu fascínio...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena já ter te esquecido...
COMEÇAR DE NOVO..."
Mas não foi para chorar minhas pitangas que estou postando... Em minhas "andanças musicais" pela net, achei uma música MARAVILHOSA, que falou alto a meu coração... Será que dirá algo a você também?
Como o vídeo dela no Youtube tá muito baixo, vou colocar apenas a letra...
"Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
ter me rebelado, ter me debatido
ter me machucado, ter sobrevivido
ter virado a mesa, ter me conhecido
ter virado o barco, ter me socorrido...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
sem as tuas garras sempre tão seguras
sem o teu fantasma, sem tua moldura
sem tuas escoras, sem o teu domínio
sem tuas esporas, sem o teu fascínio...
Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena já ter te esquecido...
COMEÇAR DE NOVO..."
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Praticando o desapego
Recebi um e-mail muito interessante de uma pessoa que acompanha o blog e quero escrever sobre ele aqui... Fica fria gata, não entrarei em detalhes... Sua resposta personalizada está lá na sua caixa de entrada... Mas tenho certeza que seu dilema é comum a muitos de nós e acredito que sua experiência pode iluminar muitas idéias por aqui...
Bom, a boneca (NÀO VOU CITAR NOMES NEM DETALHES) em questão precisa praticar o desapego. Resumidamente é isso... Tudo começou a anos atrás e hoje o dilema se repete, quando ela se encontra mais estabilizada emocionalmente e madura o suficiente para entender que quando A MESMA situação se repete over and over again em intervalos significativos de tempo, é porque a lição não foi TOTALMENTE aprendida, digerida e absorvida, não é mesmo, queridos? Ela tem esta consciência, o que já é MAIS que meio caminho andando...
Tá, vamos destrinchar o principal... Ela é bonita, atraente, mas só se apaixona por caras "incompatíveis" com seus desejos mais íntimos (um relacionamento sem amarras ou cobranças, repleto de cumplicidade, LEALDADE e paixão... Porque se algum de vocês conseguir me convencer de que relacionamentos "mornos" dão certo, eu penduro minhas chuteiras e excluo o blog... Viram como estou segura de que esta FÓRMULA não perdura por muito tempo, né?) e acaba arrastando namoros com "good guys" por meses, alguns anos a fio na esperança de ser feliz...
Onde está o erro? Nobody Knows it?
Ok... Eu explico...
A boneca quer um relacionamento e até aí nenhuma novidade, é o que todos querem, desejam, sonham e buscam... Mas a QUALQUER custo? Quanto custará para o bom sujeito iludido mesmo que sem INTENÇÃO, a desilusão da verdade quando seus anseios soprepujarem a razão?
Poxa, pessoal, temos sempre tanto zelo por nossos próprios sentimentos, por que não termos ao menos EMPATIA com o alheio? Mesmo que a intenção seja mais que louvável, a de amar e ser amado, em algum momento seus instintos, desejos e coração exigirão independência e libertação daquele relacionamento nivelado, normal, morno e sem arrebatamento em sua vida... Nada contra os casais amenos, mas se não há bater errático, beijos molhados repletos de promessas e pensamentos paradisíacos, não acha que está na hora de dispor seu candidato ao mercado? Porque retê-lo em algo que desde o início você mantém em "banho-maria"? Para não estar só???
Esta em si não é uma maneira de ser solitária, chuchu? A incapacidade de se dar TOTALMENTE (é a segunda vez que cito a palavra em letras garrafais) não só te faz infeliz e INCOMPLETA, como também frustra o outro e o impede de ser feliz... Não está na hora de "doar" o que por algum motivo que não me compete e nem a ninguém ao seu redor julgar, para quem precisa e REALMENTE fará BOM uso dele?
É isso aí... Indício de necessidade de faxina interna á vista... E não vale esconder no canto do armário o que não te serve mais... Ou nunca serviu... Ou pior, adquirido por CAPRICHO... PRATIQUE O DESAPEGO e passe adiante o que não mexe mais com você. Faça-o com respeito. Lembre-se de um passado não tão distante em que esteve preso ao "armário" de alguém... E o quanto rezou para que fosse libertado deste desapego.
Na ciranda da vida, tudo que vai, volta.
Bom, a boneca (NÀO VOU CITAR NOMES NEM DETALHES) em questão precisa praticar o desapego. Resumidamente é isso... Tudo começou a anos atrás e hoje o dilema se repete, quando ela se encontra mais estabilizada emocionalmente e madura o suficiente para entender que quando A MESMA situação se repete over and over again em intervalos significativos de tempo, é porque a lição não foi TOTALMENTE aprendida, digerida e absorvida, não é mesmo, queridos? Ela tem esta consciência, o que já é MAIS que meio caminho andando...
Tá, vamos destrinchar o principal... Ela é bonita, atraente, mas só se apaixona por caras "incompatíveis" com seus desejos mais íntimos (um relacionamento sem amarras ou cobranças, repleto de cumplicidade, LEALDADE e paixão... Porque se algum de vocês conseguir me convencer de que relacionamentos "mornos" dão certo, eu penduro minhas chuteiras e excluo o blog... Viram como estou segura de que esta FÓRMULA não perdura por muito tempo, né?) e acaba arrastando namoros com "good guys" por meses, alguns anos a fio na esperança de ser feliz...
Onde está o erro? Nobody Knows it?
Ok... Eu explico...
A boneca quer um relacionamento e até aí nenhuma novidade, é o que todos querem, desejam, sonham e buscam... Mas a QUALQUER custo? Quanto custará para o bom sujeito iludido mesmo que sem INTENÇÃO, a desilusão da verdade quando seus anseios soprepujarem a razão?
Poxa, pessoal, temos sempre tanto zelo por nossos próprios sentimentos, por que não termos ao menos EMPATIA com o alheio? Mesmo que a intenção seja mais que louvável, a de amar e ser amado, em algum momento seus instintos, desejos e coração exigirão independência e libertação daquele relacionamento nivelado, normal, morno e sem arrebatamento em sua vida... Nada contra os casais amenos, mas se não há bater errático, beijos molhados repletos de promessas e pensamentos paradisíacos, não acha que está na hora de dispor seu candidato ao mercado? Porque retê-lo em algo que desde o início você mantém em "banho-maria"? Para não estar só???
Esta em si não é uma maneira de ser solitária, chuchu? A incapacidade de se dar TOTALMENTE (é a segunda vez que cito a palavra em letras garrafais) não só te faz infeliz e INCOMPLETA, como também frustra o outro e o impede de ser feliz... Não está na hora de "doar" o que por algum motivo que não me compete e nem a ninguém ao seu redor julgar, para quem precisa e REALMENTE fará BOM uso dele?
É isso aí... Indício de necessidade de faxina interna á vista... E não vale esconder no canto do armário o que não te serve mais... Ou nunca serviu... Ou pior, adquirido por CAPRICHO... PRATIQUE O DESAPEGO e passe adiante o que não mexe mais com você. Faça-o com respeito. Lembre-se de um passado não tão distante em que esteve preso ao "armário" de alguém... E o quanto rezou para que fosse libertado deste desapego.
Na ciranda da vida, tudo que vai, volta.
domingo, 20 de novembro de 2011
Último grão
Li no blog "Um ombro amigo" certa vez, um post muito interessante sobre quando se está sofrendo, na "fossa"... Ele dizia como é impressionante a capacidade das pessoas de se afundarem ainda mais na própria dor quando estão sofrendo de amor (Ou de qualquer outra mazela sentimental) trancando-se em seus quartos e mundos, ouvindo canções tristes, melosas e quase fúnebres enquanto as lágrimas se encarregam de lavar as feridas... Também citei algo semelhante aqui mesmo... Porque apesar de bizarro, este é um PÉSSIMO hábito de muitos de nós... Se você não contribui para engrossar esta estatística, parabéns!... Se ao contrário, seja bem-vindo ao clube!!!
Na minha opinião, cada um sofre de um jeito... Existem os depressivos que "gostam" de sofrer, os que "mergulham" nele e os que choram e se descabelam até que toda a dor tenha sido arrancada junto ás lágrimas curadoras ao som de Evanescence, Lady Antebellum, One Republic, Avril Lavigne, Ana Carolina ou qualquer outro de sua preferência que cante a "dor de cotovelo"... Este foi o meu caso.
Ontem na madrugada, já que o sofrimento cruel não me deixava ir para os braços do Morpheu, decidi entrar no Vagalume á procura das novas músicas da Ana e me deparei com uma artista que não ouvia há tempos... Ao clicar em "ouvir", relembrei algumas melodias e baixei algumas - as que cantavam o amor perdido, obviamente - , entre elas "Último grão", título do post.
Basicamente ela resume o desejo de seguir em frente mesclado á necessidade de continuar tentando... Algo como "estou desistindo de você, mas saiba que ainda te quero muito, mas não POSSO mais"... Estilo DR* (*sigla para o termo discutir relação) para quem quer colocar os pingos nos is e não necessariamente terminar, acabar com tudo e jogar pro alto... Ouvir esta música me fez perder um pouco o foco da minha própria dor, porque me fez para e pensar: Para que terminar algo que AINDA existe? (Falo de sentimentos, queridos, pois muitas vezes se termina relacionamentos que tinham todos os ingredientes de sucesso porque não se soube misturá-los muito menos utilizá-los na medida certa)... Que tal tentar de novo? Passo-a-passo, seguindo á risca a receita? Quer dar uma pitada pessoal? Ok, também é válido desde que dê certo. Mas a partir do momento em que a corda da comunicaçào arrebenta e todos os diálogos remontam erros de ambas as partes e julgamentos severos, o bolo perde o sabor e insistir em cozinhá-lo só causará mais dor, lágrimas e noites em claro... E é neste momento que as músicas e artistas acima citados (e não citados) entram em ação...
Se não tem mais jeito e o coração se partiu, concentre-se em curá-lo... E deixe o ÚLTIMO GRÃO cair... Há males que vêm para o bem.
Na minha opinião, cada um sofre de um jeito... Existem os depressivos que "gostam" de sofrer, os que "mergulham" nele e os que choram e se descabelam até que toda a dor tenha sido arrancada junto ás lágrimas curadoras ao som de Evanescence, Lady Antebellum, One Republic, Avril Lavigne, Ana Carolina ou qualquer outro de sua preferência que cante a "dor de cotovelo"... Este foi o meu caso.
Ontem na madrugada, já que o sofrimento cruel não me deixava ir para os braços do Morpheu, decidi entrar no Vagalume á procura das novas músicas da Ana e me deparei com uma artista que não ouvia há tempos... Ao clicar em "ouvir", relembrei algumas melodias e baixei algumas - as que cantavam o amor perdido, obviamente - , entre elas "Último grão", título do post.
Basicamente ela resume o desejo de seguir em frente mesclado á necessidade de continuar tentando... Algo como "estou desistindo de você, mas saiba que ainda te quero muito, mas não POSSO mais"... Estilo DR* (*sigla para o termo discutir relação) para quem quer colocar os pingos nos is e não necessariamente terminar, acabar com tudo e jogar pro alto... Ouvir esta música me fez perder um pouco o foco da minha própria dor, porque me fez para e pensar: Para que terminar algo que AINDA existe? (Falo de sentimentos, queridos, pois muitas vezes se termina relacionamentos que tinham todos os ingredientes de sucesso porque não se soube misturá-los muito menos utilizá-los na medida certa)... Que tal tentar de novo? Passo-a-passo, seguindo á risca a receita? Quer dar uma pitada pessoal? Ok, também é válido desde que dê certo. Mas a partir do momento em que a corda da comunicaçào arrebenta e todos os diálogos remontam erros de ambas as partes e julgamentos severos, o bolo perde o sabor e insistir em cozinhá-lo só causará mais dor, lágrimas e noites em claro... E é neste momento que as músicas e artistas acima citados (e não citados) entram em ação...
Se não tem mais jeito e o coração se partiu, concentre-se em curá-lo... E deixe o ÚLTIMO GRÃO cair... Há males que vêm para o bem.
sábado, 19 de novembro de 2011
Minha paixão virtual
Encontros intensos salpicados de meias palavras, frases impactantes, planos promissores ministrados pela tecnologia, através da fria tela de um computador... O coração acelerado, o suor escorrendo pelo rosto, o friozinho na barriga... Ele(a) está on! Será que vamos ligar a webcam hoje? A gente se apruma, estufa o peito e encolhe a barriga... Dia a pós dia, noites em claro e um só pensamento: MINHA PAIXÃO VIRTUAL.
Nosso coração fica na berlinda, dividido entre a ilusão perfeita do amor virtual e a realidade nua, crua, preta e branca... Porque independente do veículo utilizado, o combustível é sempre o mesmo. Características pessoais, choque de personalidade e o "gran finalle" deste coquetel de sensações novas, intensas e imprevisíveis: O encontro.
Ainda nào existe meio inventado para se fugir deste momento e como um adolescente, as muitas dúvidas surgem. "Que roupa usar, como me comportar, o que falar???"
Bom, só você pode saber esta resposta, mas eu PRECISO deixar registrado o PRIMORDIIAL... Seja VOCÊ MESMO.
Se não foi no virtual, chuchu... Au Revoir.
Nào ignore, mocinha(o)... Que chances acha que tens contra o implacável martelo do tempo? Se desde o início você se sentiu de alguma maneira pressionado, coagido, constrangido ou teve que corrigir mais de uma vez algumas frases (desde que não tenha sido para verificar a ortografia), acha mesmo que deve seguir adiante?
Você fuma e seu amor virtual abomina o cigarro... Você trabalha muito, bebe, se alimenta mal e seu amor virtual parece um relógio Suíço... Você o quer MUUUUUUUITO e por algum motivo idiota acha que conseguirá "driblar" esses seus pequenos\grandes pecadinhos em prol deste(a) que lhe rouba o sono, lhe tira o ar e balança suas estruturas... VIRTUALMENTE.
Entendeu? Não? Melhor eu desenhar, hein?
Amoreco, fumar, beber e se alimentar mal são péssimos hábitos e seria EXCELENTE revê-los em sua vida... Mas simplesmente porque alguém do outro lado da tela lhe disse isso???
Sejamos francos, como achas que isso vai acabar? Se é que tenha começado um dia...
Vale MESMO a pena transformar-se por uma frase de desagrado? Por uma ameaça de exclusão?
Se vale, ok, vá em frente e seja feliz... Se te incomoda ou fere de alguma forma, respire fundo, pense e principalmente ouça sua intuição... Por PIOR que seja o prenúncio, ela sempre indica a direção CERTA.
Nosso coração fica na berlinda, dividido entre a ilusão perfeita do amor virtual e a realidade nua, crua, preta e branca... Porque independente do veículo utilizado, o combustível é sempre o mesmo. Características pessoais, choque de personalidade e o "gran finalle" deste coquetel de sensações novas, intensas e imprevisíveis: O encontro.
Ainda nào existe meio inventado para se fugir deste momento e como um adolescente, as muitas dúvidas surgem. "Que roupa usar, como me comportar, o que falar???"
Bom, só você pode saber esta resposta, mas eu PRECISO deixar registrado o PRIMORDIIAL... Seja VOCÊ MESMO.
Se não foi no virtual, chuchu... Au Revoir.
Nào ignore, mocinha(o)... Que chances acha que tens contra o implacável martelo do tempo? Se desde o início você se sentiu de alguma maneira pressionado, coagido, constrangido ou teve que corrigir mais de uma vez algumas frases (desde que não tenha sido para verificar a ortografia), acha mesmo que deve seguir adiante?
Você fuma e seu amor virtual abomina o cigarro... Você trabalha muito, bebe, se alimenta mal e seu amor virtual parece um relógio Suíço... Você o quer MUUUUUUUITO e por algum motivo idiota acha que conseguirá "driblar" esses seus pequenos\grandes pecadinhos em prol deste(a) que lhe rouba o sono, lhe tira o ar e balança suas estruturas... VIRTUALMENTE.
Entendeu? Não? Melhor eu desenhar, hein?
Amoreco, fumar, beber e se alimentar mal são péssimos hábitos e seria EXCELENTE revê-los em sua vida... Mas simplesmente porque alguém do outro lado da tela lhe disse isso???
Sejamos francos, como achas que isso vai acabar? Se é que tenha começado um dia...
Vale MESMO a pena transformar-se por uma frase de desagrado? Por uma ameaça de exclusão?
Se vale, ok, vá em frente e seja feliz... Se te incomoda ou fere de alguma forma, respire fundo, pense e principalmente ouça sua intuição... Por PIOR que seja o prenúncio, ela sempre indica a direção CERTA.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Nossas muitas estações
Existe fase para praticamente tudo neste mundo... Umas até nos influenciam direta ou indiretamente, como dizem certos especialistas... Fases da vida, da lua, estações do ano... períodos marcados por características que não são atribuídas a estes elementos especificamente vêm a tona sob o "domínio" deste incompreendido período em que nada é o que aparenta ser, os desfechos são inesperados e tudo está indefinido. Afinal de contas, é uma FASE, um PERÍODO e os nomes aplicados a este fenômeno perfeitamente NATURAL, apontam sempre a mesma definição*. (*Consulte o Aurélio para mais informações)
A questão a se observar em cada um destes "aspectos periódicos inerentes á nossa vontade racional" é o senso de oportunidade em aprender o máximo possível nestes "bizarros insights" de nossas vidas.
Vou explicar: Quando se está numa determinada fase, momento, período ou afim, o mais importante não é a "atmosfera" que isto gera ao redor e sim como se reage á ela. Se é periódico, parte-se da premissa de que vai passar, certo? Como a tempestade que precede a bonaça no tão citado xavão e de nada vai adiantar gastar energia lutando contra o inevitável.
O que fazer: Tire proveito e aprenda com cada um destes "momentos nebulosos" de sua existência porque uma fase (Ou seja lá o nome que você tenha escolhido para definir este momento PASSAGEIRO) não define quem você é de verdade.
Estou numa dessas fases, queridos. E uma bem estranha e difícil de administrar por sinal. Enjôo no primeiro encontro. Conheço, me entusiasmo, troco mensagens, telefonemas e depois do dia D... Bem, vocês sabem o que acontece. Pode ser maravilhoso, único, lindo, romântico, espetacular, mas eu simplesmente não desejo um bis...
Na-na-ni-na-não... Não sou predadora, nem manipuladora muito menos promíscua... Eu quero, desejo e anseio... Uma vez somente. Isso faz de mim um monstro?
NÃO! Isso faz de mim HUMANA, numa fase na qual amarras não me satisfazem. Vejam bem, eu trabalho, oito, dez, doze horas por dia ás vezes, sou uma pessoa responsável, dedicada e uma ótima companhia, mas simplesmente não me sinto inclinada a estender o primeito encontro para um segundo... Por melhor que tenha sido. É como se a lembrança do "first one" me fosse suficiente nesta fase...
Me desesperar? Para quê? Essa não sou eu e nada diz sobre minha verdadeira personalidade! É apenas uma fase pela qual por algum motivo que ainda desconheço (não sou um oráculo com todas as respostas do mundo), preciso passar. Prefiro não magoar corações em encontros infrutíferos em busca do que pode estar errado e seguir carreira "solo" através de mim mesma, absorvendo experiências e PACIENTEMENTE aguardando a estiagem para continuar minha verdadeira caminhada... Respeitando e vivenciando as muitas estações dentro de mim. Porque foram e ainda serão muitas...
Você reconhece e vivencia as suas? Pense nisso.
A questão a se observar em cada um destes "aspectos periódicos inerentes á nossa vontade racional" é o senso de oportunidade em aprender o máximo possível nestes "bizarros insights" de nossas vidas.
Vou explicar: Quando se está numa determinada fase, momento, período ou afim, o mais importante não é a "atmosfera" que isto gera ao redor e sim como se reage á ela. Se é periódico, parte-se da premissa de que vai passar, certo? Como a tempestade que precede a bonaça no tão citado xavão e de nada vai adiantar gastar energia lutando contra o inevitável.
O que fazer: Tire proveito e aprenda com cada um destes "momentos nebulosos" de sua existência porque uma fase (Ou seja lá o nome que você tenha escolhido para definir este momento PASSAGEIRO) não define quem você é de verdade.
Estou numa dessas fases, queridos. E uma bem estranha e difícil de administrar por sinal. Enjôo no primeiro encontro. Conheço, me entusiasmo, troco mensagens, telefonemas e depois do dia D... Bem, vocês sabem o que acontece. Pode ser maravilhoso, único, lindo, romântico, espetacular, mas eu simplesmente não desejo um bis...
Na-na-ni-na-não... Não sou predadora, nem manipuladora muito menos promíscua... Eu quero, desejo e anseio... Uma vez somente. Isso faz de mim um monstro?
NÃO! Isso faz de mim HUMANA, numa fase na qual amarras não me satisfazem. Vejam bem, eu trabalho, oito, dez, doze horas por dia ás vezes, sou uma pessoa responsável, dedicada e uma ótima companhia, mas simplesmente não me sinto inclinada a estender o primeito encontro para um segundo... Por melhor que tenha sido. É como se a lembrança do "first one" me fosse suficiente nesta fase...
Me desesperar? Para quê? Essa não sou eu e nada diz sobre minha verdadeira personalidade! É apenas uma fase pela qual por algum motivo que ainda desconheço (não sou um oráculo com todas as respostas do mundo), preciso passar. Prefiro não magoar corações em encontros infrutíferos em busca do que pode estar errado e seguir carreira "solo" através de mim mesma, absorvendo experiências e PACIENTEMENTE aguardando a estiagem para continuar minha verdadeira caminhada... Respeitando e vivenciando as muitas estações dentro de mim. Porque foram e ainda serão muitas...
Você reconhece e vivencia as suas? Pense nisso.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A dor passa... Mesmo
Não há mal que perdure nem bem que nunca se acabe.
Eu acredito nesta frase. E em muitas outras que fazem referência á cura da dor pelo tempo, muitas vezes citado como "remédio milagroso". Bom, não vou falar aqui sobre dor psicológica e emocional, vou abordar a propriamente dita mesmo. Porque falar sobre outras dores que não a física é complicado, já que não há como sofrer as dores invisíveis do outro sem acabar tentando julgar a melhor forma de curá-la de acordo com NOSSA concepção e ninguém além do "sofredor" conhece a extensão e intensidade de seu sofrimento. Falemos então da face não abstrata da dor...
Desde nova - não adianta porque não vou citar minha idade hoje - , pensava, desejava e ansiava fazer uma tatuagem baseada numa história chinesa que me impressionou a ponto de nunca conseguir esquecê-la. Sempre fui amante da mitologia e em minha época escolar, como sabem, era NERD e passava minhas tardes de lazer lendo as magníficas narrativas sobre deuses e heróis de todas as nacionalidades existentes possíveis. A chinesa e seus dragões guerreiros sempre tiveram maior apelo para mim por estarem sempre acompanhadas de uma "moral da história" e eu acredito que todo acontecimento tem o propósito de nos ensinar algo, mesmo que por analogia, nuance que os orientais em geral utilizam como ninguém que já tenha lido até hoje.
Figura simbólica escolhida, significado definido em meu coraçào e cor apropriada para traduzir minha filosofia, deparei-me com dificuldades intransponíveis para a época...
Primeiramente, eu era menor de idade e não podia me tatuar sem autorização de mami e papi, e sequer cogitar uma conversa sobre o assunto com eles estava fora de questão... Era caro, não tinha recurso NENHUM e muito menos esclarecimento sobre o melhor atista para este desenho, numa década em que muitas doenças terríveis foram atribuídas á prática de pinturas na pele com agulhas, colocação de piercings e afins, transformando os profissionais do ramo em desvirtuadores da moral e bons costumes e o som pesado do Rock em melodia do inferno. (Com isso, você deve estar fazendo suas contas para saber minha idade, não é?). Por essas e outras que não vou citar, meu sonho foi encaixotado, lacrado e trancado no armário de "Num futuro distante talvez, quem sabe..." dentro de meus arquivos íntimos.
Alguns - talvez muitos, você nunca vai saber - anos depois, mais velha, madura e profissionalmente realizada, deparei-me com minha habitual faxina interna, aquela que sempre cito em meus posts e eis que esbarrei na caixa empoeirada e esquecida num canto relativamente escuro e mal conservado do meu íntimo. Abri cuidadosamente aquele desejo e ele literalmente me consumiu. Antes que eu perdesse a coragem e ouvisse a prudência que só a maturidade nos traz, o coloquei embaixo do braço e concentrei-me em achar o artista certo, na hora certa a realizar meu desejo secreto.
Foram as quatro horas mais dolorosas da minha vida e os músculos de minhas costas se retesam sempre que esta lembrança invade meus pensamentos, como o prenúncio de mais e mais dor, pois terei mais duas sessões de tortura antes que eu finalmente possa dar meu sonho juvenil por realizado. Não, eu nào sou louca e muito menos masoquista, queridos. Minha mãe reclamou muito, mas está passando a pomadinha cicatrizante e já até reconhece meu dragão vermelho (ainda incolor) como parte integrante de meu corpo. Se a dor passou? Claro, no dia seguinte latejou menos.
MORAL DA HISTÓRIA: Apesar da dor que eu senti, faria tudo novamente, porque descobri que o medo da dor é pior que a própria dor em si. Doeu muito, mas meu desejo de ter o símbolo das batalhas travadas ao longo da minha vida, foram o bálsamo que eu precisava para seguir adiante pela dor e principalmente através dela.
Eu acredito nesta frase. E em muitas outras que fazem referência á cura da dor pelo tempo, muitas vezes citado como "remédio milagroso". Bom, não vou falar aqui sobre dor psicológica e emocional, vou abordar a propriamente dita mesmo. Porque falar sobre outras dores que não a física é complicado, já que não há como sofrer as dores invisíveis do outro sem acabar tentando julgar a melhor forma de curá-la de acordo com NOSSA concepção e ninguém além do "sofredor" conhece a extensão e intensidade de seu sofrimento. Falemos então da face não abstrata da dor...
Desde nova - não adianta porque não vou citar minha idade hoje - , pensava, desejava e ansiava fazer uma tatuagem baseada numa história chinesa que me impressionou a ponto de nunca conseguir esquecê-la. Sempre fui amante da mitologia e em minha época escolar, como sabem, era NERD e passava minhas tardes de lazer lendo as magníficas narrativas sobre deuses e heróis de todas as nacionalidades existentes possíveis. A chinesa e seus dragões guerreiros sempre tiveram maior apelo para mim por estarem sempre acompanhadas de uma "moral da história" e eu acredito que todo acontecimento tem o propósito de nos ensinar algo, mesmo que por analogia, nuance que os orientais em geral utilizam como ninguém que já tenha lido até hoje.
Figura simbólica escolhida, significado definido em meu coraçào e cor apropriada para traduzir minha filosofia, deparei-me com dificuldades intransponíveis para a época...
Primeiramente, eu era menor de idade e não podia me tatuar sem autorização de mami e papi, e sequer cogitar uma conversa sobre o assunto com eles estava fora de questão... Era caro, não tinha recurso NENHUM e muito menos esclarecimento sobre o melhor atista para este desenho, numa década em que muitas doenças terríveis foram atribuídas á prática de pinturas na pele com agulhas, colocação de piercings e afins, transformando os profissionais do ramo em desvirtuadores da moral e bons costumes e o som pesado do Rock em melodia do inferno. (Com isso, você deve estar fazendo suas contas para saber minha idade, não é?). Por essas e outras que não vou citar, meu sonho foi encaixotado, lacrado e trancado no armário de "Num futuro distante talvez, quem sabe..." dentro de meus arquivos íntimos.
Alguns - talvez muitos, você nunca vai saber - anos depois, mais velha, madura e profissionalmente realizada, deparei-me com minha habitual faxina interna, aquela que sempre cito em meus posts e eis que esbarrei na caixa empoeirada e esquecida num canto relativamente escuro e mal conservado do meu íntimo. Abri cuidadosamente aquele desejo e ele literalmente me consumiu. Antes que eu perdesse a coragem e ouvisse a prudência que só a maturidade nos traz, o coloquei embaixo do braço e concentrei-me em achar o artista certo, na hora certa a realizar meu desejo secreto.
Foram as quatro horas mais dolorosas da minha vida e os músculos de minhas costas se retesam sempre que esta lembrança invade meus pensamentos, como o prenúncio de mais e mais dor, pois terei mais duas sessões de tortura antes que eu finalmente possa dar meu sonho juvenil por realizado. Não, eu nào sou louca e muito menos masoquista, queridos. Minha mãe reclamou muito, mas está passando a pomadinha cicatrizante e já até reconhece meu dragão vermelho (ainda incolor) como parte integrante de meu corpo. Se a dor passou? Claro, no dia seguinte latejou menos.
MORAL DA HISTÓRIA: Apesar da dor que eu senti, faria tudo novamente, porque descobri que o medo da dor é pior que a própria dor em si. Doeu muito, mas meu desejo de ter o símbolo das batalhas travadas ao longo da minha vida, foram o bálsamo que eu precisava para seguir adiante pela dor e principalmente através dela.
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