Queridos, acabei de ler o terceiro livro da "aparentemente" trilogia Midnight, da autora Lisa Marie Rice e neste ínterim, li em algum blog desses da vida que ela pretendia estender para um "qualogia". Putz, este termo ficou horrível, né? Mas vocês entenderam e é isso que importa.
Deixando os termos esdrúxulos inventados de ultima hora de lado, vamos ao terceiro livro desta série, Midnight Angel, que acabei de ler e descobri na metade do caminho que já o havia lido em uma época remota da minha adolescência. Ou seja, muito remota.
Se eu parei de ler??? Óbvio que não! E se você o ler, não precisarei explicar o motivo.
O que posso lhes deixar adiantado é que eu o leria novamente, porque o Douglas, minhas caras é uma coisa que euzinha não dividiria com ninguém. O Major Kowalski quase, acalme-se, eu escrevi QUASE superou o meu "Boy Magia" do momento, senhor Gideon Cross.
Meu homem do momento tem mais controle sentimental e eu diria "sexual" que o Major Irlandês. E ele é feio. Muito feio. E quase tão maltratado como o delicioso policial Ian Vaz de "A Outra Raça" da autora Isadora Valdeck. O que me fez questionar o amor da mocinha que tem uma peculiaridade que não vou revelar aqui.
Ah, garotas, não pensem que isso a abstém de nada não, porque ela é uma danadinha e vai direto ao ponto, com vergonha e tudo. A objetividade dela a fez crescer significativamente no meu conceito em relação ás muitas mocinhas sortudas que lemos ao longo das tramas.
No fim das contas, ele me deixou muito interessada, ele é forte, protetor e o final quase me fez acreditar na máxima "O amor é cego"...
Para mais detalhes, leiam o material. ;)
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