sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O "Rei Cego" e suas mentiras

Queridas leitoras, hoje escreverei sobre minhas impressões nada convencionais acerca de Wrath... Bom, que ele é o "Rei cego" dos vampiros, todas sabemos, que ele é um pecado de homem também, mas todas tiveram a epifania que o personagem implora em suas mal fadadas tentativas de enredar a sagaz Beth em suas "mentiras inofensivas"?
 Aliás, vamos por partes... Para começar, o que é uma "mentira inofensiva"? Quem foi o antagonizador da verdade que inventou tal termo? Porque eu nunca soube de alguma metira com cor, forma ou tamanho. Mentira é uma palavra somente e não vou destrinchar seu significado, porque para isto temos nosso excelentíssimo sr. Aurélio. Mentira é mentira, minha gente. E na minha concepção torpe dos fatos, ela serve para retardar a verdade ou aliviar o peso da dita. Porque existe uma variável chamada TEMPO na equação mentira/verdade que invariavelmente termina no mesmo resultado. A descoberta.
 Wrath mentiu muito durante o volume um, não uma, nem duas, mas muitas vezes... E para que? Para nada... Epa... Para o "Rei Cego" mentir para Beth - indepependente de saber se ela descobriria ou não suas artimanhas ou o motivo delas - era questão de sobrevivência. Beth precisava ficar a salvo pelo parentesco, sua transformação e destino e por amor, um amor que desenrolou-se em meio ao lamaçal dos desencontros, das descobrtas e das desconfianças ao longo da trama que se descortinou á nossa frente...
 Opa: Wrath é o vampiro das mentiras brancas?
 Eu mesma respondo: CLARO QUE NÃO... Mentira é mentira, ele fez o que julgava correto e ela reagiu em concordância ás suas limitadas experiências. Ou agiu, já nem sei bem quem dos dois foi mais a fundo nesse balaio todo do primeiro Adaga Negra.
 E de quem é a culpa? DA MENTIRA!
 Na-na-ni-na-NÃO... A mentira é uma palavra, retundando o que escrevi acima... E a forma como Beth, você, eu e todo o resto do universo reage a ela, seja como for, qual for e de que forma for, é terreno que ninguém pisa. Cabe a cada um de nós decidir como e/ou quando lidar com ela e até mesmo fazer uso da amplamente citada neste post. E se ainda assim, você se sentir tentado a repetir a indagação em negrito, eu tenho uma resposta irrefutável para vc:
 CULPA DO LIVRE ARBÍTRIO.

Um comentário:

  1. Fato!
    Não havia enxergado tais antagonismos entre o Wrath perfeito que criei e em minha perpectiva de "Amor literário" e o tão defectivo Rei cego que descreveu...
    Realmente, no volume 01 da série dos guerreiros, Wrath cometeu vários erros, mas a emoção e tristeza pela perca de Darius, a forte atração e a proximidade com a transformação de Beth não me deixou ver que o Rei Cego era uma espécie de "mitomaníaco"
    Wrath era acostumado a uma "Escolhida" que vivia para serví-lo sem contrariá-lo... Graças à Deus (e Darius) Beth entra em sua vida. Com sua força e coragem acaba "domando" o vampiro pinóquio.
    Continuo o amando, mas agora o que mais vou reparar em cada trecho do livro será suas mentiras, e cá pra nós... Odeio essa história de mentiras inofensivas...
    O que ele tem de poderoso, tem de mentiroso!
    E o mais... Quantos desses "mentirosos inofensivos" tem nos cercado em nosso cotidiano?

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