quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A virtude da paciência

Certa vez li num artigo de um renomado psicólogo com PHD em comportamento, que algumas situações tendem a se repetir em sua vida até que vc aprenda a lição que elas apresentam... Outras e outras vezes até que vc finalmente compreenda seu ensinamento...
Hoje estava sem chave porque minha mãe simplesmente se esqueceu de deixar na casa da vizinha... Duas horas sentada na escada do prédio esperando alguém chegar e abrir a porta...
Falta de consideração? Ou a vida quer me ensinar algo?
Não é a primeira vez que eu tenho a danada da paciência (ou a falta dela) testada... O que fazer?
Respirar fundo e repensar o caso, tentando ler nas entrelinhas o propósito do todo? Ou xingar, gritar, ligar para sua amiga e falar mal de sua mãe até perder a voz? Planejar o assassinato de quem teve a audácia de cutucar a onça com vara curta com detalhados requintes de crueldade?
De acordo com o doutor, devemos respirar fundo, tentar entender o outro e virar a página, exercitando a preguiçosa paciência.
É ruim, hein? Foi muito mais proveitoso botar para fora toda a frustração que eu senti. Coitada da Renatinha... E além do mais, pessoas que guardam mágoas tem tendência a desenvolver câncer e eu não quero ficar doente.
O psicólogo que me perdoe, mas PHD? PHD p.... nenhuma!!! Eu vou é matar a minha mãe quando ela chegar em casa - figuradamente, claro. Não quero problemas com a polícia (risos) - já que o meu queridinho hermanito quem me acudiu, abrindo a porta para mim, (Detalhe: Com a minha chave e uma hora depois que eu lhe telefonei) mas a vida é assim mesmo, não é? Um dia a gente ganha, no outro a gente perde ou fica com o traseiro dormente sentada no mármore frio da escada de um corredor deserto...
Moral da história? Nada como um chá de espera para esquentar ainda mais os ânimos... A paciência que me desculpe, mas uma pequena dose de ira ás vezes é fundamental!

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